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Posts de fevereiro 2015

Apelo para liberar as rodovias catarinenses

27 de fevereiro de 2015 0

Diante da falta de alimentos para animais em agroindústrias e desabastecimento geral em muitas cidades do Estado, o presidente da Associação Catarinense de Avicultura (Acav), Luiz Stabile Benício, fez um forte apelo hoje à noite para que os caminhoneiros liberem as rodovias para o tráfego das cargas fundamentais à vida de animais e das pessoas. Ele alerta que essa parada na produção causou perdas elevadas ao setor e prejudicará principalmente os mais pobres porque a carne de frango, a mais barata do mercado, está ficando mais cara e o preço subirá ainda mais cara nos próximos meses. A Federação das Indústrias (Fiesc) também fez um apelo para a liberação das rodovias porque SC já é o Estado mais prejudicado com o movimento. As duas entidades estão fazendo uma grande pressão junto aos governos federal e estadual para que negociem com os caminhoneiros a fim de que essa mobilização seja encerrada. Elas reconhecem que os transportadores têm reivindicações legítimas, mas entendem que devem respeitar o funcionamento dos outros setores produtivos. Só assim, as perdas serão menores inclusive para quem está protestando.
Os caminhoneiros poderiam pressionar de outras maneiras, até fechando de tempo em tempo rodovias, mas não obstruindo por prazo indeterminado. Stabile, que também é diretor da BRF e tem grande experiência no setor, explica que numa granja de aves sem alimentos por um dia há uma mortandade de 25% dos animais, em dois dias morrem 50% e assim por diante. Mas, para retomar a atividade da cadeia produtiva, são necessários dois meses.
A BRF suspendeu o abate das suas unidades em toda a região Sul, o que significa 5 milhões de aves a menos por dia. Todo o Brasil vai sentir falta desse produto nos supermercados. A companhia também abateu 15 milhões de cabeças entre pintinhos e ovos fecundados porque os protestos não permitiram as próximas etapas de desenvolvimento das aves.

Diversificação econômica ajuda na geração de empregos em SC

27 de fevereiro de 2015 0

Mais uma vez, Santa Catarina lidera a geração de empregos com carteira assinada no Brasil. O Estado teve o melhor saldo de vagas em janeiro, com a abertura 14.637 novos postos de trabalho, resultado da diferença entre 112.607 admissões e 97.970 desligamentos, de acordo com dados do Caged, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgado pelo Ministério do Trabalho hoje. No país, no primeiro mês do ano houve redução de 81.774 vagas, uma queda de 0,20%. Em 2014, o Estado ficou à frente na maioria dos meses e fechou o ano com a liderança nacional em número geral de vagas, mais 53.887, e também nas vagas da indústria, com 5.084 novos empregos.
Esse desempenho melhor do Estado apesar das dificuldades gerais do país resulta da ampla diversificação da economia na indústria, comércio, serviços e agropecuária, com crescimento de exportações lideradas pelo agronegócio, máquinas e equipamentos e, também, pelo avanço das importações devido à sólida infraestrutura portuária.
Mas a liderança catarinense, Estado com o 6º maior PIB do país, é um sinal de que a economia brasileira está enfrentando um período recessivo e a situação pode ficar ainda pior.

Dilma enfrenta 13 conflitos, diz cientista político

27 de fevereiro de 2015 1

Ao falar na Fiesc, hoje, sobre o atual cenário econômico e político do país, o cientista político Carlos Melo, também professor do Insper, de São Paulo, afirmou que a presidente Dilma enfrenta pelo menos 13 conflitos importantes ao mesmo tempo, envolvendo relacionamentos com instituições, com grupos políticos,problemas econômicos e sociais. A lista inclui delação premiada da operação Lava-Jato, economia (inflação, gastos públicos, juros e câmbio), classe média na rua, tentativa de controle social dos meios de comunicação, pacto federativo, judiciário, Ministério Público e Polícia Federal, relacionamento com o PMDB, com o lulismo, com o PT, efeitos negativos do ajuste econômico e ações da SEC, a CVM dos EUA em função da corrupção na Petrobras.

Melo lamentou o fato de o país ter que voltar a fazer um grande esforço para buscar ajustes para a inflação, gastos públicos e câmbio, um problema resolvido na gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso. Soma-se a isso a baixa capacidade de articulação política da presidente e sua equipe. Em função disso, o cenário de médio prazo é de dificuldades e não dá para fazer projeções para o longo prazo.

O plano SC Saúde desperta atenção em outros Estados

27 de fevereiro de 2015 0

O diretor Paulo Coelho, recebeu a visita de executivos do Iamspe, o plano de saúde dos servidores do Estado de São Paulo, que tem cerca de 1,5 milhão de segurados. Antonio Jayme Paiva Ribeiro informou que o Iamspe quer ampliar em SP soluções como a medicina preventiva que faz sucesso por aqui.

Indústria cobra negociação e estradas livres

27 de fevereiro de 2015 0

Preocupada com as obstruções de estradas pelo movimento dos caminhoneiros e os impactos negativos no setor produtivo, a Federação das Indústrias do Estado (Fiesc) defende negociações para que os protestos encerrem o mais rápido possível. Segundo o presidente da entidade, Glauco José Côrte, o impedimento do tráfego vai agravar ainda mais os problemas econômicos. Na reunião da diretoria da entidade, na manhã de hoje, lideranças industriais decidiram pressionar ainda mais a classe política para que se busque um acordo.

WEG fechou 2014 com lucro líquido 13,2% superior ao ano anterior

27 de fevereiro de 2015 0

Apesar das dificuldades da indústria brasileira, a WEG, fabricante de equipamentos de Jaraguá do Sul, fechou 2014 com lucro líquido de R$ 954,7 milhões, 13,2% superior ao do ano anterior.

Segundo o presidente da multinacional, Harry Schmelzer, para crescer este ano, a WEG focará produtos para energia limpa e negócios no exterior.

BRF lucra R$ 2,2 BI em 2014

27 de fevereiro de 2015 0

O ano de 2014 foi de céu de brigadeiro para a BRF. A dona das marcas Sadia e Perdigão obteve no período lucro líquido de 2,2 bilhões, com crescimento de 109,4% frente ao ano anterior. A receita líquida alcançou R$ 31,7 bilhões, 4% maior. O resultado positivo deve-se ao foco no consumidor e exportações a 110 países.

Empresa Soul Cycles, de Itajaí, lança a equipe de ciclismo Funvic Soul Cycling Team

27 de fevereiro de 2015 0

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Foto: Wladimir Togumi, Divulgação

Marca catarinense líder em bikes de alta performance, a Soul Cycles, de Itajaí, que tem como sócio o empresário paulista João Paulo Diniz, investe alto no esporte este ano.

Lançou a Funvic Soul Cycling Team, equipe principal do ranking brasileiro do esporte e do American Tour. O anúncio foi feito no restaurante Dressing, em São Paulo, com a presença de Diniz ( D), o treinador Kid e o empresário André Maior. A empresa está de olho em medalhas nos Jogos Olímpicos do Rio no ano que vem.

Congresso aprova regime de urgência para atualizar tabela do Simples

27 de fevereiro de 2015 0

Agora que a tabela do Simples não será reajustada para este ano, o Congresso aprovou regime de urgência para atualizá- la. Mesmo assim, é uma opção que o governo federal tem para impulsionar a economia porque as pequenas empresas poderão atuar este ano com base na tabela futura. O empresário Tirone Meyer, conselheiro da Ajorpeme, CDL e Acij, de Joinville, é um dos que acreditam que a nova tabela vai aquecer o segmento.

Aplicativo desenvolvido em SC será apresentado em evento na Espanha

27 de fevereiro de 2015 1

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Foto: Hermínio Nunes / Dvulgação

Voltado à mobilidade sustentável, o aplicativo Mooveapp, desenvolvido pelos funcionários da Eletrosul Silvio Roberto Seara Junior (esquerda) e Bruno Koech Lisboa será apresentado semana que vem no Mobile World Congress 2015, maior evento de tecnologia móvel do mundo, em Barcelona, Espanha.

O aplicativo propõe alternativas para mobilidade urbana e pontuação aos usuários que caminham, pedalam e compartilham meios de transporte. é uma tecnologia exclusiva que gera pontos individuais e pode ser exportada.

Indústria em pauta

27 de fevereiro de 2015 0

A Fiesc realiza hoje reunião da sua diretoria, em Florianópolis. Um dos assuntos será a mobilização dos caminhoneiros e impactos negativos.

Bolsos vazios motivam caminhoneiros

27 de fevereiro de 2015 0

Embora liderem o movimento que já causa prejuízos bilionários à economia e falta de produtos à população, a maioria dos caminhoneiros mobilizados mantém os protestos. Para eles, as promessas do governo federal de postergar alta do diesel por seis meses, aprovar legislação na íntegra e flexibilizar pagamentos ao BNDES não foram suficientes. Cobram redução do preço do diesel e valor mínimo para o frete. A razão dessa disposição em continuar de braços cruzados é porque a categoria está trabalhando com prejuízo, não sobra dinheiro para levar para a família, explica Ademir de Jesus, presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Containeres e de Cargas em Geral de Itajaí e Região (Sintracon), entidade que não aderiu à mobilização. 
Segundo ele, os caminhoneiros de São Paulo conseguiram reajustes para fretes, mas em SC a maioria enfrenta o mesmo preço dos últimos anos enquanto os custos não param de subir. Cita o caso do Sitracon, que não consegue os reajustes necessários desde 2011. Ademir de Jesus cita como exemplo um frete de Itajaí para São Paulo, uma distância de cerca de mil quilômetros, mas o caminhoneiro recebe apenas R$ 2,5 mil. Como o veículo faz apenas 2,5 quilômetros com um litro de diesel, o dinheiro mal dá para pagar o combustível. Não paga as refeições, os pneus (22 cada veículo simples) e o pedágio. Hospedagem nem pensar porque o hotel dos caminhoneiros é o próprio caminhão. Por isso, ele acredita que a categoria pode deixar as estradas em função das multas, mas continuará de braços cruzados em casa.
- A maioria continua na profissão porque gosta muito. Meu pai era caminhoneiro, minha mãe era professora, meus irmãos seguiram outras carreiras, mas eu não. Imagina dirigir um um caminhão grande, acelerar em subidas, ouvir o ronco do motor, tudo é uma magia – lembra com saudade Ademir, 63 anos, que é aposentado em função de problema cardíaco.
O que se espera é que o governo volte a negociar e chegue a um acordo para o fim do movimento em todas as regiões do país. 

 

Demagogia com o Simples nacional

26 de fevereiro de 2015 3

Enquanto empresas de micro e pequeno porte esperam a atualização da tabela do Simples há três anos porque a última mudança ocorreu em janeiro de 2011, o governo federal fez um evento ontem para lançar o programa Bem Mais Simples, que visa reduzir a burocracia. O desafio colocado pela presidente Dilma é a abertura de empresas em cinco dias, mas o que preocupa o segmento é a inflação e a recessão. A principal medida nova é a possibilidade de fechar a empresa mesmo com débitos tributários, o que não era possível antes. Assim, será possível ter uma estatística mais exata sobre o número de empresas no país.

Reajuste da tabela pode ajudar a economia

Agora que a tabela do Simples não será reajustada para este ano, o Congresso aprovou regime de urgência para atualizá-la. Mesmo assim, é uma opção que o governo federal tem para impulsionar a economia. Se garantir os novos limites para 2016, as milhares de empresas desse segmento poderão crescer mais este ano. O empresário Tirone Meyer, conselheiro da Ajorpeme, CDL e Acij, de Joinville, é um dos que acreditam que a nova tabela vai aquecer o segmento.

Apoio petista a queda do diesel

26 de fevereiro de 2015 0

O principal pleito dos caminhoneiros, o de redução de R$ 0,5 no preço do litro do diesel, começa a ter mais apoio. Até um parlamentar petista de SC apoia um corte no preço do produto. Como a coluna alertou na quarta-feira, o Brasil teve durante décadas preço mais acessível do diesel, para apoiar o setor produtivo.

CNA e Faesc pedem urgência na solução da greve dos caminhoneiros

26 de fevereiro de 2015 0

Tanto a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) quanto a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Faesc) defendem uma solução rápida para o protesto dos caminhoneiros. O presidente da Faesc, José Zeferino Pedrozo, disse que apoia as bandeiras dos transportadores e entende sua mobilização, mas alerta que o setor rural está tendo prejuízos irrecuperáveis em função da forma como está sendo feita a paralisação, sem permitir o transporte de alimentos aos animais e escoamento da produção.

Desabafo
Preocupado com o efeito devastador da paralisção no campo, o presidente da Faesc, José Zeferino Pedrozo, desabafou ontem.
- É incompreensível que não possam circular os caminhões com ração para os animais – disse.

No Oeste de SC circulam diariamente 6 milhões de litros de leite, 3 milhões de frangos e 20 mil suínos que formam a base da economia regional. Todo esse fluxo foi interrompido pela greve. A falta de ração vai impor aos planteis sofrimento nutricional e morte. Para ele, há risco de comprometer a diferenciada sanidade animal de SC, o que seria a maior desgraça econômica para o setor.

Senador Luiz Henrique cobra do governo federal negociação para o fim da greve dos caminhoneiros

26 de fevereiro de 2015 0

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Foto: Senado / Divulgação

O senador Luiz Henrique foi o primeiro a cobrar do governo federal, de forma mais incisiva, a negociação para dar fim à paralisação dos caminhoneiros. O presidente da Federação das Indústrias de SP, Paulo Skaf, esteve ontem com o senador para tratar da articulação de um entendimento imediato entre governo e caminhoneiros.

O discurso da última terça-feira do senador Luiz Henrique (PMDB-SC), quando apelou para a imediata abertura de um canal de negociação para dar fim a paralisação de caminhoneiros, que têm bloqueado rodovias de todo o país, repercutiu entre empresários do agro business e governo federal. Além do discurso, o senador se encontrou com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo para falar sobre as paralisações que ameaçam o abastecimento de todo o país.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo - FIESP, Paulo Skaf esteve no gabinete do senador, na tarde dessa quarta-feira para tratar dos prejuízos que a paralisação pode causar ao Brasil, assim como apoiar o senador, na tentativa de buscar um entendimento imediato entre governo e caminhoneiros.

- Nesse momento eu estou satisfeito porque o governo está reunido com empresários do agro business e com as lideranças de caminhoneiros. Ontem eu fiz um pronunciamento no plenário pedindo que houvesse essa negociação urgente, porque a crise dos caminhoneiros é a crise do abastecimento, é a pior das paralisações, porque estagna todo o país _ reforçou o senador. Luiz Henrique espera uma solução urgente dessas negociações, assim como o Skaf.

- Essa é uma greve sentida por toda a sociedade, temos nesse momento matérias-primas sendo desperdiçadas, produtos que não chegam ao seu destino, isso tudo em meio a um cenário econômico com previsão de crescimento negativo, com crise de água e energia, ou seja, o que não nos falta é problema. Precisamos de velocidade para resolver essa greve _ completou Skaf.

Movimento dos caminhoneiros causa perdas milionárias a SC

26 de fevereiro de 2015 6

Os protestos dos caminhoneiros em Santa Catarina, que bloqueiam mais de 20 rodovias, geram impacto negativo da ordem de R$ 315 milhões por dia na atividade econômica estadual. A estimativa é do departamento econômico da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio – SC) considerando que um dia sem atividade (um feriado) impede receita de aproximadamente R$ 630 milhões diante de um PIB estadual de R$ 279 bilhões (de 2012). Segundo cálculos da entidade, o bloqueio pode comprometer até 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) por dia nas regiões onde ocorrem os protestos.

A queda do movimento econômico pode chegar a R$ 150 milhões diariamente no Oeste. As regiões portuárias de Itajaí e São Francisco também sofrem com a mobilização. As receitas com exportação também vão cair porque quase 70% dos produtos exportáveis pelo Complexo Portuário de Itajaí vêm das regiões em conflito.

A Fecomércio também fez uma sondagem sobre prejuízos no comércio. Empresas do setor estimaram que o desabastecimento causaria perdas de até R$ 400 milhões por dia na receita bruta de todo o Estado. Somente nos dias iniciais da greve, esse impacto pode variar de R$ 60 milhões e R$ 100 milhões diários.Para a Fecomércio, as demandas dos caminhoneiros são legítimas, especialmente quando tratam da melhoria da infraestrutura das estradas catarinenses. Mas a entidade informa que discorda das paralisações com bloqueio de estradas porque prejudicam a economia de todo o Estado porque limita a circulação de mercadorias e reduz vendas.

Greve do transporte versus lista do petrolão

25 de fevereiro de 2015 2

Nos bastidores de Brasília, é grande a preocupação com a provável divulgação, até esta sexta-feira, da lista dos políticos envolvidos no petrolão. Mas pela gravidade da greve dos caminhoneiros, com riscos de desabastecimento crescente em todo o país nos próximos dias, a presidente Dilma Rousseff e sua equipe deveriam priorizar a busca de um acordo com a categoria. Pelas negociações realizadas nesta quarta, não houve avanço nas pautas principais levantadas pelos manifestantes. Eles pedem redução do preço do diesel, preço mínimo de frete e redução do preço dos pedágios, tudo o que pesa efetivamente no bolso dos motoristas.

Fiesc propõe ao governo federal corte parcial de impostos ao diesel

25 de fevereiro de 2015 0

Ao falar em nome das federações industriais na negociação com o governo federal, hoje, em Brasília, o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, propôs que os tributos da União e Estados incidam sobre a base de preço do diesel de 2014. Isso faria com que os impostos não incidissem sobre a parcela do aumento aplicado recentemente. Se isso ocorrer, os governos não perderiam receitas, só deixariam de arrecadar tributos sobre o diferencial de preços entre 2014 e 2015.

A pauta das negociações com o ministro Miguel Rossetto  envolveu temas como sanção da nova lei dos motoristas, refinanciamento das dívidas, congelamento do preço do diesel em 2014, isenção de pagamento de pedágio para caminhões vazios e tabela de frete. Este último, na avaliação de Côrte, talvez seja o item mais polêmico.

Subaru abre concessionária em Florianópolis

25 de fevereiro de 2015 0

Santa Catarina é um dos pontos estratégicos do novo planejamento do Grupo Caoa, responsável pela comercialização de automóveis Hyundai, Subaru e Ford no país. Nesta quarta-feira, a empresa inaugurou uma concessionária Subaru em Florianópolis, uma das ações da marca para alavancar as vendas da montadora japonesa no país. A meta é vender uma média de 30 veículos/mês. São apenas 10 lojas no país, três na região Sul.
O Grupo Caoa mudou de gestão em julho de 2014, o que gerou essa mudança de estratégia. Até o final do ano, Padovan espera abrir mais cinco lojas no Brasil.
Segundo o diretor-geral da Subaru, Flávio Padovan, SC sempre teve um mercado importante para a marca, que comercializa veículos no país desde 1992.
-Apesar das dificuldades do mercado nacional, vamos ter sucesso aqui no Estado – disse.
A Subaru vai comercializados no Estado os modelos XV e Forester. No próximo semestre chegam às lojas o Outback, o Legacy e o esportivo WRX.
Durante a crise no setor automotivo, no ano passado, a Subaru vendeu 1.126 veículos no país, um aumento de 53% comparado a 2013. Para esse ano, a empresa pretende dobrar essa quantia.

Colaborou Jacson Almeida