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Federações pedem apoio parlamentar contra alta de custo

23 de março de 2015 0

Diante dos crescentes custos de produção e da carga tributária, o setor privado de Santa Catarina, por meio do Conselho das Federações Empresariais (Cofem), propõe ao Fórum Parlamentar Catarinense a rejeição de medidas do ajuste fiscal do governo federal e mais pressão para obras de infraestrutura ao Estado junto ao governo federal. Amanhã à noite, os empresários vão se reunir com os 16 deputados e os três senadores, em Brasília, para detalhar mais as sugestões, informa o coordenador do Cofem, o presidente da Federação das Indústrias (Fiesc), Glauco José Côrte. As cerca de 30 medidas já foram encaminhadas ao presidente do fórum, o deputado Mauro Mariani (PMDB).

Quanto às mudanças legais para o ajuste fiscal, os empresários sugerem a manutenção das regras atuais de auxílio-doença e da aposentadoria por invalidez. Rejeitam a proposta de aumento de 15 para 30 dias de pagamento do auxílio-doença. Eles também propõem a rejeição da alta de até 150% na alíquota da desoneração da folha de pagamento ao INSS e a lei que exige plano de saúde a todos trabalhadores. Sugerem regulamentação da terceirização e reajuste da tabela do Simples.

Para infraestrutura, pedem solução para o estrangulamento da BR-101 norte, celeridade para a conclusão da BR-101 sul, plano para aeroportos e ferrovias. Entre as sugestões ao setor de energia estão a redução da carga tributária, suprimento de gás natural e política ao carvão. Vão participar da reunião de Brasília, além do presidente da Fiesc, Glauco Côrte, os presidentes da Facisc, Ernesto Reck; Faesc; José Zeferino Pedrozo; Fecomércio, Bruno Breithaupt; Fampesc, Diogo Otero; Fetrancesc, Pedro Lopes; e FCDL, Udo Wagner.

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