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O adeus ao líder Luiz Henrique

12 de maio de 2015 0

Grandioso e emocionante. Foi assim o adeus ao líder Luiz Henrique da Silveira, ontem, em Joinville, com a presença de familiares, políticos, empresários e a comunidade. Todos tinham um olhar triste e uma passagem positiva para contar sobre momentos que estiveram ou interagiram com ele, o que permite concluir que ele era um farol e trazia esperança a muitos catarinenses. Boa parte das pessoas veio de longe. Joinville, onde ele foi prefeito por três vezes, estava em peso, mas vieram pessoas da região de Florianópolis, do Sul do Estado, de Lages, do Meio-Oeste, Oeste, Vale do Itapocu, Blumenau e Planalto Norte. O reconhecimento ao político transformador foi consagrado com salva de palmas aos discursos que ressaltaram seu perfil visionário.
Entre os mais emocionados estava o assessor de imprensa de longa data do senador, o jornalista José Augusto Gayoso. Questionado por mim sobre o que mais motivava e fazia feliz o senador, ele disse que eram os investimentos, justamento o que faz a roda da economia girar. Esse foi um ponto forte da gestão como governador. Entre os negócios que LHS conseguiu atrair para o Estado estão a segunda fase do Perini Business Park, hoje o maior condomínio industrial da América Latina, fábricas da Siemens, Bronsweek, Hyosung, LS Mtron, Piracanjuba e outras.
Para o presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), Glaudo José Côrte, colega da Faculdade de Direito e amigo de LHS, um dos fatos que marcaram a relação dele, quando governador, com a entidade foi o de ter cumprido a promessa de não elevar a carga tributária. Outra marca elogiada por Côrte foi a criação de conselhos empresariais que foram um ponto de interlocussão do setor privado com o governo

Um dos mais próximos de Luiz Henrique, o industrial Carlos Rodolfo Schneider, que presidiu a Celesc durante o seu primeiro mandato de governador, afirmou que Santa Catarina perdeu um político visionário que tomava diversas iniciativas e, de vez em quando, tinha quer dar “um peitaço” para levar um projeto adiante. A morte inesperada de Luiz Henrique deixou vários vácuos para SC, um deles é quem vai cobrar de forma incisiva o que os catarinenses têm direito junto ao governo federal.

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