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Grupo Nexxera lança marcas para área de sustentabilidade

06 de julho de 2015 0
Foto: Guto Kuerten

Foto: Guto Kuerten

Líder nacional em transações eletrônicas, o Grupo Nexxera, do setor de tecnologia de Florianópolis, lança novas marcas para suas ações sustentáveis e reforça atuação na área. Criou a Nexxera Sustentabilidade, que engloba as marcas Nexxera Sustentabilidade Ambiental, Nexxera Sustentabilidade Social e Nexxera Sustentabilidade Econômica. Andrea Silva, diretora do Instituto Nexxera, revela que a companhia também está adotando o modelo de relatório de sustentabilidade internacional GRI. Nos últimos três anos, o instituto investiu R$ 1,5 milhão.

Por que a empresa reforça a área de sustentabilidade?
A Nexxera investia no social, mas não de uma forma muito ampla. Num determinado momento, por influencia de um cliente nosso, o Banco Santander, concluímos que tínhamos muito mais coisas a fazer. Então, a sustentabilidade passou a fazer parte da estratégia de negócio da empresa, incluindo o social, o ambiental e econômico.

O que a empresa vem fazendo nessas três áreas?
Adotamos a marca Nexxera Sustentabilidade voltada aos pilares social, ambiental e econômico. Estamos envolvendo muito nosso pessoal (a Nexxera tem cerca de 300 colaboradores). As soluções da empresa ao mercado, por serem eletrônicas, já colaboram com a sustentabilidade ambiental porque evitam o uso de papel, deslocamentos e aumentam a produtividade.Internamente, passamos a estimular pequenas atitudes no uso consciente das soluções do dia a dia, como apagar as luzes ao sair de ambiente, desligar o aparelho de ar condicionado, separar todo o lixo e usar canecas de cerâmica ao invés de copo plástico. Na área social, temos um programa de qualidade de vida dos colaboradores pelo qual incentivamos caminhadas e ciclismo.  Instalamos um bicicletário na empresa. E na área econômica, promovemos palestra sobre como administrar melhor as finanças pessoais.

Quais são as principais ações externas do instituo na área social? 
Temos atuação importante nas áreas de qualificação profissional, esporte, cultura e  trabalhos na comunidade. No ano passado, impactamos cerca de 800 pessoas diretamente e, neste ano, vamos ultrapassar 3 mil.  Nos últimos três anos, o instituto investiu R$ 1,5 milhão. O grupo destina 3% do resultado líquido em sustentabilidade.

Por que a adoção do relatório internacional GRI?
Estamos saindo do modelo de relatório de sustentabilidade do Instituto Ethos e migrando para o GRI (Global Reportin Initiative). A principal diferença é que este envolve mais todos os públicos da companhia. Já lançamos quatro relatórios anuais sobre as ações do instituto. O próximo, de 2016, será pelo modelo GRI adotado por grandes empresas. Entre as que seguem esse modelo estão a Tractebel, Celesc e WEG.

Quanto a novos projetos, o que está planejado?

São diversas. Na área de meio ambiente, definimos novos indicadores. Um deles é minimizar o uso de recursos naturais em pelo menos 10%. Para o social, temos o incentivo a ações de voluntariado empresarial com o programa VoluntáriosNexx.

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