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Governo Dilma volta a falhar com redução da meta de superávit fiscal

24 de julho de 2015 0

Após uma sucessão de erros de gestão e corrupção elevada em diversas estatais e órgãos públicos, o governo de Dilma Rousseff continua falhando. A redução da meta de superávit fiscal deste ano de 1,1% para 0,15% do PIB não agradou o mercado e gerou ainda mais insegurança. O dólar subiu ontem 2,16% e chegou a R$ 3,296, o que é inflacionário. Junto com a mudança anunciada anteontem, faltou o governo anunciar mais rigidez no controle de gastos e, também, uma redução da máquina pública com menos ministérios e menos cargos comissionados. Se todos no país estão reduzindo custos, deveria fazer o mesmo para buscar credibilidade e evitar a provável perda do grau de investimento.

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Entre os que criticaram as medidas está o economista Paulo Rabelo de Castro, um dos coordenadores do Movimento Brasil Eficiente, que tem, também como coordenador o industrial Carlos Schneider, de Joinville.

- O governo omite que a despesa total não financeira até maio vem inchando 11,5%, com as de custeio indo a 16% de expansão. Ao somar-se a isso a explosão dos encargos financeiros em 7% do PIB (R$ 408 bilhões até maio!) se conclui pela total impossibilidade de qualquer solução na linha convencional de mais aumento da carga tributária que, aliás, já não responde a tal apelo – disse Rabelo.

Segundo ele, a solução é adotar regra de contingenciamento de toda a despesa pública baseada na variação do PIB nominal, ao passo que se encare com seriedade uma reforma financeira a fim moderar, no tempo, uma política de juros públicos que leva o Brasil a ser, de longe e há muito tempo, o país que mais encargos paga para rolar sua própria dívida interna.

Na avaliação do economista, o não enfrentamento de um verdadeiro ajuste acoplado a um programa de longo prazo para ressuscitar o PIB levará os mercados a adotarem um caminho de correção pelo câmbio, que facilmente encostará nos R$ 3,50 nas próximas semanas.

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