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Posts de julho 2015

Celesc registra pequeno acréscimo no consumo de energia

31 de julho de 2015 0

No primeiro semestre, a Celesc registrou crescimento de 0,6% no consumo de energia frente aos mesmos meses de 2014. No segundo trimestre, a alta alcançou 2,9%. O consumo industrial recuou 4,0% no semestre e 2,8% no segundo trimestre. No comércio, teve expansão de 1,5% no semestre e de 3,7% de abril a junho.

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Até 2023, devem ser investidos cerca de 100 milhões no Porto de Imbituba

31 de julho de 2015 2

Cresce o interesse de investidores em projetos de armazenagem junto ao Porto de Imbituba, informam o presidente da SCPar, Paulo Costa, e o conselheiro Alaor Tissot. Segundo Costa, um dos projetos é para granel líquido e deverão ser investidos até 2023 cerca de R$ 100 milhões.

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Encontro na Fiesc anuncia 1º Fórum de Comércio Exterior do Sul

31 de julho de 2015 0

Como o comércio exterior recebe maior atenção, foi anunciado nesta quinta-feira (30), na Fiesc, o 1º Fórum de Comércio Exterior do Sul, numa parceria entre a Fiesc, Fiergs, Fiep e revista Amanhã. O evento no dia 2 de outubro, em SC, será precedido da divulgação de ranking, informou Jorge Polidoro, da Amanhã.

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Movimento para impeachment de Dilma dificulta economia

31 de julho de 2015 0

A instabilidade política dificulta o cenário e consultorias já apontam que o risco de impeachment da presidente Dilma está perto de 30%. Para Glauco José Côrte, se houver movimento para afastar a presidente, a economia seguirá em dificuldades e pode sofrer ainda mais até o fim das definições.

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Presidente da Fiesc defende desoneração de tributos

31 de julho de 2015 0

O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, disse que para retomar as exportações as indústrias precisam de algumas medidas. A principal é a desoneração de tributos. Em função do ajuste fiscal, o governo reduziu os valores do reintegra, que desonera PIS/Cofins e ICMS de exportações, o que afetou as vendas lá fora.

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Em favor de mais exportações

31 de julho de 2015 0
Heraldo Carnieri, Fiesc, divulgação

Heraldo Carnieri, Fiesc, divulgação

O ministro do Desenvolvimento, Armando Monteiro (D), ex-presidente da CNI, ficou à vontade entre seu pares nesta quinta (30), no evento em que apresentou o Plano Nacional de Exportação na Fiesc. Foi recepcionado pelo presidente da entidade, Glauco José Côrte (C), pelo ex-presidente José Fernando Xavier Faraco, e pelo único ministro Catarinense, o titular do Trabalho, Manoel Dias (E). Monteiro explicou as medidas e não anunciou novidades para as indústrias exportarem mais diante de tantas dificuldades. Côrte fez questão de lembrar a Monteiro afirmação dele de 2010 quando presidia a CNI: “A indústria deve estar no centro da estratégia”. Significa que indústria competitiva torna a economia menos vulnerável. O governo ainda não vê isso.

Desafios

O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, disse que para retomar as exportações as indústrias precisam de algumas medidas. A principal é a desoneração de tributos. Em função do ajuste fiscal, o governo reduziu os valores do reintegra, que desonera PIS/Cofins e ICMS de exportações, o que afetou as vends lá fora.

Política

A instabilidade política dificulta o cenário e consultorias já apontam que o risco de impeachment da presidente Dilma está perto de 30%. Para Glauco José Côrte, se houver movimento para afastar a presidente, a economia seguirá em dificuldades e pode sofrer ainda mais até o fim das definições.

Fórum

Como as exportações recebe maior atenção, foi anunciado ontem, na Fiesc, o 1º Fórum de Comércio Exterior do Sul, numa parceria entre a Fiesc, Fiergs, Fiep e revista Amanhã. O evento dia 2 de outubro, em SC, será precedido da divulgação de ranking dos maiores exportadores da região Sul, informou Jorge Polidoro, diretor da Amanhã.

Em encontro na Fiesc, ministro do Trabalho anuncia orçamento recorde do FGTS para investimentos
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Rede Koch anuncia investimentos de R$ 150 milhões até 2020

31 de julho de 2015 0

Em jantar de idéias para público de 500 pessoas entre fornecedores e parceiros ontem à noite no Infinity Blue Resort, em Balneário Camboriú, o presidente da rede Koch de supermercados, José Koch, anunciou plano de investimentos de R$ 150 milhões até 2020. Ele também projetou para o mesmo período, que a empresa chegará lá com faturamento anual de R$ 1,5 bilhão e fará compras anuais de R$ 1,1 bilhão, mais do que o dobro dos atuais R$ 441 milhões.
- Manter a qualidade é primordial para o Koch. Hoje, em nossas 11 lojas, atendemos cerca de 5 milhões de clientes por ano e queremos chegar a 9 milhões até o fim deste ano. Esses números representam o resultado altamente positivo da parceria com nossos fornecedores, além do cuidado com que planejamos nossas ações, sempre pensando no público-alvo, que são os clientes- afirmou o presidente da companhia.

Essa expansão também vai ampliar a oferta de emprego dos atuais 1.600 para mais de 4 mil até 2020. A área de atuação da empresa é o Litoral de SC.  A rede ocupa a 4ª posição em faturamento no Estado e a 62ª no ranking nacional (ABRAS – 2015).

Debate sobre economi
a
Durante o jantar, os convidados contaram com as palestras do presidente da Havan, Luciano Hang, e do vice-presidente do Citibank Brasil, Antônio Rubens.

Atualmente, a rede tem 11 lojas e um centro de distribuição. O foco é atender municípios do litoral. A rede Koch ocupa a 4ª posição de faturamento no Estado e a 62ª no ranking nacional (ABRAS – 2015).

Governo vai lançar plano para dinamizar portos de SC

30 de julho de 2015 0

Com o propósito de aquecer a economia catarinense via maior movimentação portuária, o governo do Estado vai lançar terça-feira um plano para aumentar a competitividade dos seis portos do Estado que, juntos, formam o segundo maior complexo portuário do país, só atrás de Santos. Entre as medidas estão o anúncio de novos investimentos privados, aceleração de projetos atrasados, especialmente de obras de acesso, e parcerias com empresas privadas para destinarem mais cargas aos terminais de Santa Catarina. A convite do governador Raimundo Colombo, o ministro da Secretaria dos Portos, Edinho Araújo, confirmou presença no lançamento do programa intitulado SC Acelerando a Economia – Edição Portos. Durante o evento, pelo menos 10 empresas do Brasil e exterior vão assinar protocolo de intenções para passar a movimentar cargas no valor de R$ 2 bilhões pelos portos do Estado.
Outra ação para melhorar a competitividade será o anúncio da contratação de mais fiscais agropecuários e outros profissionais do Ministério da Agricultura que atuam nos serviços de movimentação de cargas. A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, também foi convidada e está tentando mudar a agenda para anunciar as novidades.
Quem está à frente da articulação do plano é o secretário de Estado da Fazenda, Antonio Gavazzoni. Segundo ele, as medidas serão voltadas ao curto e médio prazos. A propósito, o secretário está otimista com esse plano porque quando o Estado sofreu dois fortes impactos na arrecadação, um com a tragédia das chuvas do final de 2008 que destruiu o Porto de Itajaí, e outro com a mudança das alíquotas de ICMS para importação, em 2011, iniciativas diferenciadas voltadas à movimentação dos portos ajudaram a melhorar a economia.
Ano passado, os portos do Estado movimentaram US$ 21 bilhões (FOB) em cargas, considerando importações e exportações. Em volume físico, somaram 18 milhões de toneladas e 18,6% do total de contêineres do país.
O programa dos portos é a segunda forte etapa do projeto SC Acelerando a Economia, que em 24 de junho teve o lançamento do SC + Energia – Programa Catarinense de Energias Limpas, que trabalha para destravar investimentos em energia limpa, especialmente centenas de térmicas que esperam por licenças ambientais no Estado. O plano de portos também conta com apoio da Fiesc e do BRDE, além de outras instituições.

 

Alta da Selic é um mal necessário

30 de julho de 2015 2

A alta da taxa de juros Selic para 14,25% ao ano em plena recessão é um mal necessário em função dos estragos causados pelos gastos excessivos do governo de Dilma Rousseff nos últimos anos. Se o Banco central fosse independente, esses estragos não estariam acontecendo agora.

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Empresa do grupo alemão Hamburg Süd contrata joinvilense Open Tec para controle logístico

30 de julho de 2015 0

Quem acaba de contratar soluções da joinvilense Open Tech para controle logístico é a Aliança, empresa do grupo alemão de navegação Hamburg Süd. O objetivo é internacionalizar o sistema de gerenciamento de risco.

Com apenas 10 anos de atuação, a Open Tech atua no Brasil e Mercosul, tem mais de 600 colaboradores e cerca de 3 mil clientes.

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Prefeito de Palhoça inicia negociação com o superintendente do BRDE

30 de julho de 2015 0

Com o propósito de acelerar a atração de empresas de tecnologia, o prefeito de Palhoça, Camilo Martins, e o secretário de Desenvolvimento, Marcelo Fett, iniciaram negociação com o superintendente do BRDE Nelson Ronnie. Querem estruturar, dentro do programa Inova Palhoça, uma linha de crédito de R$ 50 milhões voltada a negócios inovadores.

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Festival de Dança de Joinville impulsiona economia da cidade

30 de julho de 2015 0

Um dos eventos turísticos culturais mais consolidados, o Festival de Dança de Joinville, que vai até sábado, mostra mais uma vez a sua força para impulsionar a economia. Mais uma vez, praticamente lota a rede hoteleira durante os 11 dias. A maioria dos visitantes vem de São Paulo. SC poderia participar mais.

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Oktoberfest: patrocínio da Tim e site oficial

30 de julho de 2015 0

Duas novidades aumentam as expectativas para a Oktoberfest. A TIM assina hoje como a patrocinadora oficial da edição deste ano. E foi lançado o www.guiadaoktober.com. Nele, será possível até comprar ingresso antecipado.

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Edifício da Pedra Branca é o primeiro de SC a receber a certificação LEED

30 de julho de 2015 0

OfficeGreen30O Office Green, principal edifício da praça central do Passeio Pedra Branca, em Palhoça, agora tem a certificação internacional LEED. É o primeiro edifício comercial do Estado a conquistar esse diferencial graças aos investimentos em diferenciais que garantem alta performance ambiental e eficiência energética. Entre os diferenciais, ele oferece tratamento de efluentes, 60 vagas para bicicletas, mais de 300 m² de área verde com espécies vegetais nativas e reutilização e reciclagem de mais de 95% dos resíduos gerados durante a execução da obra, iniciada em 2012. Isso permitiu que o edifício conquistasse a categoria Gold criada pelo Conselho de Construção Sustentável dos EUA, e denominado United States Green Building Council (USGBC). O LEED é uma certificação voluntária de edifícios verdes reconhecida no mundo.

Cidade caminhável tem até esteira movida a energia solar

30 de julho de 2015 0
André Rezende, divulgação

André Rezende, divulgação

A virada para a urbanização mais sustentável está apenas começando por aqui. Um dos bons exemplos é a cidade Kita-Kyushu, do Japão. Ela adota o conceito walkable city (cidade caminhável). Instalou passarelas que cortam a cidade equipadas com esteiras elétricas movidas a energia solar de placas instaladas na cobertura das vias. Além disso, há outros incentivos para deslocamentos a pé, de bicicletas e uso do transporte coletivo. Quem conferiu esses diferenciais e fez um selfie por lá foi André Rezende (foto), quando atuava na prefeitura de Florianópolis e fez curso sobre cidades do futuro. Hoje é secretário da Jucesc.

Sustentabilidade, mobilidade, melhoria da qualidade do ar, redução de ruídos e intervenção no estilo de vida das pessoas, que passam a andar mais a pé. Esses são caminhos indicados no curso internacional em que participou Rezende em 2013. Na época, ele coordenava o projeto de cidade sustentável cujo relatório final ICES (Iniciativa Cidades Emergentes e Sustentáveis), com apoio técnico e financeiro do BID, da CAIXA e do IBAM (Instituto Brasileiro de Adm. Municipal) foi lançado recentemente pela prefeitura da Capital.

SC cobra de ministros condições favoráveis para exportações

30 de julho de 2015 0

A expectativa é de que os ministros do Desenvolvimento, Armando Monteiro, e do Trabalho, Manoel Dias, ouçam exportadores de SC no evento de hoje na Fiesc e viabilizem medidas para que a indústria possa, realmente, voltar a exportar mais. Porque do jeito que o governo e o Congresso atuam hoje, só pioram as condições de competitividade.

Felicidade, dinheiro e corrupção

30 de julho de 2015 0

Tudo indica que envolvidos no petrolão e em outros atos de corrupção não integram os 85% de brasileiros que não acreditam que serão mais felizes se tivessem mais dinheiro, conforme apontou pesquisa feita pelo SPC Brasil, publicada no post anterior deste blog. Eles envolvidos em malfeitos optaram por caminho mais difícil porque acreditavam que mais dinheiro traria mais felicidade. Felizmente, esse grupo ainda é restrito, segundo o levantamento, mas está fazendo muitos estragos na economia e todos estão pagando a conta. Só o petrolão derrubou o PIB em um ponto percentual, reconheceu  a própria presidente Dilma.

 

Maioria dos brasileiros não vincula felicidade com ter mais dinheiro

30 de julho de 2015 0

Nem em período de crise os brasileiros vinculam felicidade com o fato de ter mais dinheiro. Pesquisa feita pelo SPC Brasil apurou que para 69% das pessoas residentes nas capitais do país e pertencentes às classes A e B, felicidade tem mais a ver com passar mais tempo em família do que contar com um salário melhor. Incluindo todos os pesquisados – as demais faixas de renda – 34% preferem mais tempo com a família.

O levantamento, denominado Consumo como alcance da felicidade, apurou ainda que 51% preferem viajar do que consumir mais e 16% gostariam de ter uma saúde de ferro. Não surpreendeu também o fato de 63% dos pesquisados darem nota acima de 8 numa faixa de 1 a 10 para a própria felicidade. Enquanto 85% das pessoas citaram razões de felicidade que não envolvem dinheiro, apenas 5,3% disseram que ficariam mais felizes se pudessem comprar tudo o que têm vontade.Outro dado curioso é que apenas 4,9% disseram que seriam mais felizes se tivessem um amor verdadeiro.

As escolhas dos entrevistados mostrou que o ideal, para a maioria, é uma vida em equilíbrio. Não adianta reunir uma fortuna e não ter tempo para desfrutar de uma rotina mais próxima dos familiares.

Receita da WEG cresce quase 30% no segundo trimestre

29 de julho de 2015 0

Com atuação diversificada no Brasil e no mundo, a WEG, de Jaraguá do Sul fecha mais um trimestre em alta apesar da má fase da economia nacional. A companhia obteve receita líquida de R$ 2,349 bilhões no segundo trimestre do ano, com crescimento de 29% frente aos mesmos meses do ano passado e de 10,3% em relação ao primeiro trimestre deste ano. O lucro líquido da companhia atingiu R$ 260,9 milhões, com crescimento de 14,4% em relação ao mesmo trimestre do ano passado e de 6,1% frente aos três primeiros meses deste ano. A companhia investiu em ativos fixos R$ 202,5 milhões no primeiro semestre deste ano.
Entre os segmentos em que a WEG mais cresce estão os de motores elétricos que consomem menos energia, produtos para a geração de energia limpa e transmissão & distribuição. O grupo atua também com automação e tintas.

Chuvas reduzem o preço da energia

29 de julho de 2015 0

Enquanto o cenário atual é de tarifa de energia nas alturas, com projeção de alta de quase 95% para os consumidores da Celesc caso o reajuste do mês que vem seja aprovado, o preço da energia começa a cair no curto prazo. A boa notícia foi destacada pelo presidente da Tractebel Energia, Manoel Zaroni, antes do evento de posse da Eletrosul, ontem, e foi confirmada também pelo presidente da Eletrobras, José da Costa Carvalho Neto, e pelo secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério das Minas e Energia, Altino Ventura Filho, que representou o ministro Eduardo Braga no evento. Conforme Zaroni, o preço da energia no mercado, que estava em R$ 388 por MWh, já está em R$ 170. Isto em função da queda da carga e melhor nível de chuvas (hidrologia). Esse cenário deve continuar, informou o empresário.
A coluna apurou que, com essa redução de preço, o consumidor poderá pagar um pouco menos em agosto porque a bandeira tarifária, ao invés de ser vermelha, poderá ficar amarela. Quando é amarela, a conta de luz sobe R$ 2,50 a cada 100 kWh consumido. Se for vermelha, sobe R$ 5,5 a cada 100 KWh utilizados. O presidente da Eletrobras também ressalta a queda do preço da energia. Segundo ele, com as condições de hidrologia melhorando, o preço começa a cair. Ele acredita que em 2016 e 2017 será possível voltar ao normal, com o desligamento das térmicas temporárias.
– Estamos num período muito difícil. A notícia boa é que o sistema está tão bem preparado que numa das maiores crises hídricas da história do Brasil não será necessário fazer racionamento – disse Carvalho Neto.
Conforme Ventura, o preço da energia vai cair também em função da conclusão de obras, como novas usinas e linhas de transmissão, e da entrada de cerca de 30 usinas no regime de cotas.

Regime de cotas

O esforço da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc) para viabilizar distribuição maior de energia do regime de cotas (aquela mais barata) para a Celesc, relativa a contratos já realizados não será fácil. Altino Ventura, do Ministério das Minas e Energia, diz que esse equilíbrio está sendo seguido. A Fiesc disse que esse critério não foi obedecido no passado e vê nessa mudança uma chance de reduzir a tarifa.