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Fiesc defende política industrial enxuta e exequível para o país

25 de agosto de 2015 0
Foto: Washington Costa, MDIC, divulgação

Foto: Washington Costa, MDIC, divulgação

Em evento realizado na última terça-feira (25), em Brasília, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para debater uma nova política industrial do Brasil, o presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), Glauco José Côrte, que representou o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Edson Andrade, defendeu uma agenda enxuta para dinamizar o setor rapidamente.

- É preferível apresentar à sociedade uma agenda enxuta e exequível a um amplo conjunto de medidas direcionadas a todos os elementos do Custo Brasil, que pode acabar em nova frustração – disse Côrte.
O industrial catarinense alertou que o governo federal tem pouco mais de tês anos para planejar essa política e implementar, o que exige priorização e foco. Afirmou que apesar de ter sido impactada por contextos econômicos desfavoráveis, a indústria brasileira tem grande expectativa em relação a uma nova política industrial.

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- Os resultados das últimas duas políticas ficaram aquém das expectativas, colocando em dúvida a capacidade do governo de implementar políticas eficazes. É verdade que as duas últimas políticas foram impactadas por contextos econômicos desfavoráveis, mas isso também serviu para mostrar a fragilidade de seu planejamento – afirmou.

Tanto a Fiesc quanto a CNI entendem que é necessário cuidar da agenda de curto prazo, focada no restabelecimento da competitividade e, ao mesmo tempo, adotar medidas capazes de promover a transformação estrutural que tornará a indústria brasileira competitiva no longo prazo, em condições sustentáveis. Côrte alertou que no tual momento econômico e político, é fundamental que a nova política tenha credibilidade e seja capaz de transformar as expectativas do setor produtivo. Para isso, será preciso construirmos algo diferente das experiências recentes.

Anfitrião do evento, o ministro Armando Monteiro voltou a defender o setor. Disse que não existe crescimetno econômico sem investimento na indústria. Observou que o país não pode deixar de ter uma política industrial e que o tema está no centro das estratégias do governo federal.

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