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Para Fiesc, 2015 será um ano perdido

28 de agosto de 2015 0

A queda do PIB do país em 1,9% no segundo trimestre frente ao primeiro não surpreendeu a indústria de Santa Catarina e a tendência é de que piore ainda porque falta uma agenda positiva para a retomada dos investimentos, que fazem a economia crescer. Esta análise é do presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), Glauco José Côrte, para quem este será um ano perdido na economia. Para se ter ideia do impacto da crise, ele cita que a indústria catarinense gerou cerca de 20 mil empregos no primeiro trimestre deste ano – 17 mil no setor de transformação e 3 mil na construção civil. Mas, no segundo trimestre, fechou quase todas essas vagas. A produção do setor caiu 6,2% no primeiro semestre.

Mesmo assim, o presidente da Fiesc admite que a economia do Estado segue sofrendo menos do que a média nacional. Uma prova é o Índice de Atividade Econômica (ICBr) do Banco Central. Enquanto SC registrou -1,21% no primeiro semestre, a média do Brasil ficou em 2,49%, o dobro maior.

- É possível que no segundo semestre do ano que vem a economia comece a das sinais de reaquecimento se não houver um agravamento da crise política. A retomada do crescimento deverá acontecer em 2017 – avalia Côrte.

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