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Posts de agosto 2015

TIM realiza troca de chips de clientes para versões compatíveis com a tecnologia 4G

31 de agosto de 2015 0

A operadora TIM realiza a troca de chips de seus clientes para versões mais modernas, compatíveis com a tecnologia 4G. A iniciativa inclui Florianópolis, Joinville, São José e Balneário Camboriú e vai até dia 30 de setembro. O objetivo é ampliar a 4G.

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Chapecó sedia evento sobre oportunidades de carreira

31 de agosto de 2015 0

Chapecó vai sediar nos dias 10 e 11 de setembro o evento Mundo Senai. Além de reunir os mais diversos setores da sociedade, o evento vai aproximar estudantes das oportunidades de carreiras oferecidas a indústria. A abertura oficial acontece no dia 9 de setembro, às 19h30, na sede do Senai. Serão expostos cerca de 50 projetos desenvolvidos pelos estudantes voltados aos setores de mecânica, alimentos, elétrica, informática, automação industrial e outras.

Parceria do Sebrae/SC com o Sescon é renovada por mais dez anos

31 de agosto de 2015 0

Parceria do Sebrae/SC com o Sescon (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis de Florianópolis) foi renovada por mais dez anos. Segundo o diretor de Administração e Finanças do Sebrae, Sérgio Cardoso, pelo acordo, 50 escritórios de contabilidade de Florianópolis se dispõem voluntariamente a oferecer atendimento presencial a empresários da região. Por ano, são realizados cerca de 5,2 mil atendimentos. Isso amplia a clientela dos contadores.

Governo desiste da CPMF após ampla reação contra

31 de agosto de 2015 0

Diante das reações duras contra a volta da CPMF, tanto do setor empresarial, quanto da sociedade e do meio político, a presidente Dilma Rousseff decidiu sábado voltar atrás e desistir do projeto que encaminharia ao Congresso para reeditar a contribuição. A taxação de todo o movimento bancário garantiria para a União receita da ordem de R$ 60 bilhões em 2016 para cobrir rombo no orçamento. Sem esse dinheiro e na ausência de uma nova fonte de recursos, o orçamento poderá ter déficit no ano que vem, o que eleva o risco de o país a perder o grau de investimento. Isso encarece o custo do dinheiro para o país, com impactos negativos na economia.

Em Santa Catarina, a proposta de relançar a CPMF teve ampla rejeição. É que lideranças do Estado estiveram entre as que mais protestaram pelo fim do tributo em 2007. Empresários fizeram passeata em Florianópolis e em outras cidades ao lado do então deputado federal Paulo Bornhausen, que liderou a campanha Xô CPMF no país. É um imposto ruim porque além de cumulativo incide com a mesma taxação para ricos e pobres, o que prejudica muito as pessoas de menor renda porque elas enfrentam carga tributária da ordem de 50% do que recebem e não têm serviços de qualidade em troca. A contribuição foi criada para cobrir custos com saúde em 1996, mas os recursos foram desviados para o caixa do governo federal e o setor de saúde continuou com serviços precários.

O grande dilema é que o tamanho do setor público não cabe mais na renda do país. Precisa ser reduzido. A exemplo das empresas, o governo precisa cortar ministérios e cargos de confiança.

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Economista sugere estilo de vida com menos despesas e mais alegria

31 de agosto de 2015 1

Valéria

Esta fase de inflação alta e crise econômica é uma oportunidade para repensar hábitos e procedimentos e aderir a mundanças que podem melhorar as finanças pessoais e a qualidade de vida. Quem alerta para isso é a economista de Florianópolis Valéria Melo Ribeiro. Ela recomenda atenção para desperdícios, realização de seguros, cuidado com a conservação de imóveis e com a saúde. Segundo a economista, seria uma nova forma de viver, com menos despesas e mais alegria. 

O que as famílias podem fazer para enfrentar esta fase de crise?
O controle da inflação não está nas mãos das famílias. Elas pricisam se adaptar à inflação do país. O que elas podem fazer ? Primeiro é o combate ao desperdício. Muita gente compra muitos alimentos, sobra e põe fora sem constrangimento. Há desperdícios também com objetos comprados que não são utilizados. Muitas famílias têm roupas que não usam, móveis e outros produtos que só ocupam espaço e causam mofo, o que precisa ser limpado. Aí a é  preciso gastar mais com limpeza. 

Há desperdícios também com imóveis, na sua opinião?
Sim. Muitas pessoas que têm um imóvel maior só para ter um quarto para guardar o que não usam. Isso é perder dinheiro. Quando se fala em combater o desperdício, eu considero isso de forma ampla. Outro prejuízo é com a famosa casa de praia que ninguém usa. A casa fechada sendo destruída aos poucos. As pessoas sempre esperam alugar por um valor maior. É melhor vender. Não tem porque ter um patrimônio que não está somando, só dando despesa. Também recomendo cuidados com a residência. Uma casa mal cuidada pode gerar prejuízos imensos.Uma instalação elétrica velha pode provocar um curto-circuito e provocar um incêndio. Recomendo às pessoas fazerem seguro de imóvel, de vida, de automóvel e outros. Isso evita perdas. 

Qual o seu conselho no caso de automóvel?
Não adianta fazer tanta economia se o grande gasto da família é uma prestação de carro que ela não consegue ter numa fase de crise.  É melhor vender o carro, ficar um tempo sem até ajustar as finanças e, depois, comprar outro. 

Como economizar no lazer?
Passeios em shopping center, cinema para todos pode custar caro se a frequência for todo o final de semana. Há alternativas divertidas e saudáveis, em família, que custam menos. Pode ser um pique-nique em um parque ou num outro local, com lanche preparado em casa.

O que mais é possível mudar para melhorar a qualidade de vida e gastar menos?
Acredito que é gastar menos em produtos e mais em serviços. Entre as alternativas estão cuidar mais da saúde, ter seguro saúde, investir em um personal trainer, numa matrícula em academia de ginástica. Dá para adotar uma nova forma de viver. Pode ser uma mudança de 45 º, mas é importante começar.

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Entrevista com prefeito de Blumenau expõe gestão inovadora para enfrentar crise

30 de agosto de 2015 2
Gilmar de Souza

Gilmar de Souza

Com diferenciais na gestão, redução de custos e transparência, o jovem prefeito de Blumenau, Napoleão Bernardes, 32 anos, do PSDB, consegue enfrentar a crise e projetar a cidade que está completando 165 anos quarta-feira (02). Entre os destaques estão aditivos para reduzir preços de obras e uma Parceria público-privada para reforçar a oktoberfest e eventos.

O que levou você, ainda jovem, a escolher a carreira política?

Desde cedo senti vocação pela política. Com 15 anos estudei todos os partidos e escolhi a social-democracia porque propõe oportunidades iguais para todos. Aos 16 anos ingressei no PSDB. Disputei a primeira eleição para vereador com 17 anos, quase me elegi. Fiz graduação em Direito, sou professor titular de Direito da Furb e já disputei cinco eleições. Me elegi vereador em 2008. Em 2012, aos 29 anos, venci a eleição para prefeito com a maior votação da história de Blumenau.

Como a crise está afetando a prefeitura e que ajustes foram feitos?

As medidas de contenção de custeio que muitos municípios estão anunciando hoje, nós antecipamos porque víamos uma bolha na economia. Com a colaboração do prefeito João Paulo Kleinubing, na transição eu operei uma reforma administrativa. Ele, em meu nome, encaminhou para a Câmara a nossa reforma, que foi aprovada. No dia 1º de janeiro de 2013, a minha primeira assinatura foi a da posse e a segunda foi sancionar a reforma administrativa. Cortamos uma centena de cargos de confiança (eram 400) e quatro secretarias.

O que mais fazem na área de custos?

Fizemos um plano de eficiência energética e adotamos um rigoroso sistema de transparência. Nossas licitações são todas ao vivo. Adotamos também programas para moralizar o acesso a serviços públicos. Temos fila única para creche e só duas pessoas em Blumenau têm a senha do sistema: uma servidora de carreira e um representante do Minsitério Público.

Como estão as receitas municipais?

Registramos queda de receita em torno de dois pontos percentuais. Conseguimos elevar mais a arrecadação de impostos municipais como o ISS e ITBI sem aumentar alíquotas, mas as transferências do Estado e da União, como o ICMS e o Fundo de Participação dos Municípios estão crescendo cerca de 3% a 4%, bem abaixo da inflação que está em torno de 7,4%. No caso do Fundeb, para pagar os professores, recebemos R$ 9, 3 milhões em julho e a folha é de R$ 13 milhões.

Um dos gargalos de Blumenau é o saneamento. Como ficará após os investimentos em andamento?

Somos muito criticados pelas obras da empresa Foz do Brasil. Mas tínhamos apenas 4,8% de esgoto tratado e, no final desse projeto (no final deste ano), teremos 35%. Blumenau estava prejudicando a média nacional. Está fazendo a maior expansão proporcional de saneamento básico do país.

E as obras do sistema viário?

Temos um financiamento do BID de US$ 59 milhões para mobilidade. Pelo contrato, tínhamos que contratar uma audiditoria contábil por US$ 300 mil. Fizemos com o Tribunal de Contas do Estado um convênio para ele auditar. Foi um contrato inédito e economizamos mais de R$ 1 milhão. Outro fato novo aqui, é que estamos fazendo aditivos para reduzir o valor das obras viárias, enquanto o comum são aditivos para elevar o preço. Numa obrareduzimos mais de R$ 100 mil.

Qual é a principal novidade para a Oktoberfest deste ano?

É um novo setor na Vila Germânica, denominado Eisembahn Biergarten. É um investimento de R$ 12 milhões sem recursos públicos. É a primeira parceria público-privada (PPP) de SC com direito à exploração com uso de nome durante seis anos. Vai alavancar o turismo de lazer e o de negócios. A obra será inaugurada quarta, no aniversário da cidade.

E a economia do município como vai?

Somos destaque na geração de empregos. Se Blumenau fosse um Estado, seria o quarto em geração de empregos este ano. Os setores que mais empregam são o têxtil e o metalmecânico. Na área de serviços é tecnologia de informação. Temos duas multinacionais em Blumenau, a T-Systems e a Philips. Uma tem, hoje, 500 vagas em aberto e outra 250. Para incentivar o emprendedorismo criamos a Praça do Empreendedor no Shopping Park Europeu. Oferecemos num só local todos os seviços para abrir empresas. Em dois meses Já foram abertas 640.

Complementação da entrevista, às 14h do dia 30/08/2015.

A educação básica é fundamental para a economia. O que diferencia Blumenau?

Na área de educação infantil (creches) abrimos 2.300 novas vagas. Estamos viabilizando sete novos centros de educação infantil. Vamos acrescentar mais cerca de mil vagas, somando 3,4 mil. Do ponto de vista da qualidade do ensino fundamental, uma das métricas é o Ideb. Blumenau atingiu em 2013, a meta do Brasil para 2021. Agora, tem um conceito que pouca gente fala, mas é importante. O economista americano James Heckman ganhou Prêmio Nobel de Economia estudando o impacto da educação na primeira infância no desenvolvimento das nações. Seu novo estudo mostra que outras habilidades fora das disciplinas curriculares são tão importantes para a formação e a vida quanto as curriculares. Por isso Blumenau tem nas escolas municipais o maior contraturno de Santa Catarina. Os estudantes podem fazer pela rede pública uma diversidade de atividade que proporcionam relacionamento, disciplina, hierarquia, desenvolvem habilidades para liderança e outras. O nosso conceito é educação em tempo integral. Oferecermos 18 tipos de esportes diferentes gratuitamente. Estudantes que são da rede privada de ensino também podem participar. Temos 40 polos na cidade. Há aulas de remo no rio Itajaí-Açu, vôlei na Vila Itoupava, punhobol, Karatê e outros. Isso é tão promissor que a Seleção Brasileira de Karatê conta com 13 blumenauenses, inclusive o técnico.

Temos também a opção de profissionalização. O programa Entra 21 forma técnicos em tecnologia de informação gratuitamente, oferece transporte, material escolar e lanche. O curso é de 400 horas e a empregabilidade é de 80%. Temos ainda o programa adolescente aprendiz e cursos na área de música e arte. Hoje, 100% dos centros de educação infantil têm um programa de musicalização na creche. É uma introdução na música. A propósito, a Universidade de Harvard tem até um curso sobre educação do zero aos seis anos pela importância da formação nessa fase da vida.  Outra grande sacada de Blumenau é o paradesporto. A prefeitura oferece natação para os bebês com necessidades especiais.

Como estão os serviços de saúde no município?

Hoje para contratar um exame, as prefeitura pagam quatro vezes mais do que recebem do SUS. Blumenau não tem hospital público municipal, nosso modelo é o associativo. Temos três hospitais filantrópicos: Santo Antônio, Santa Isabel e o Misericórdia da Vila Itoupava. A gente coloca nos hospitais R$ 12 milhões por ano. A prefeitura investe mais do que o Estado.

Mas uma novidade que vamos adotar em setembro na saúde municipal é o programa Remédio em Casa. Ele tem uma lógica que, se a pessoa estiver medicada corretamente, terá menos problemas de saúde e todos ganham com isso. Os três hospitais eram as únicas opções de atendimento de saúde à noite. A gente tem ampliado os serviços nos bairros com a abertura de ambulatórios também das 21h até a meia-noite. Dos sete ambulatórios, três já ampliaram o horário e outro vai adotar isso em setembro. Desde que iniciamos isso, fizemos 37 mil atendimentos à noite, com medicamentos nas mãos do paciente. Isso é investimento.

Como funciona o Centro de Armazenagem e Distribuição da prefeitura? 

O grande drama na compra pública não é o processo licitatório. Às vezes, o gargalo está no controle do que é comprado, se  chegou na quantidade correta, com qualidade e especificação técnica necessárias. Em Blumenau temos sete ambulatórios gerais e 68 postos de saúde. Quem fazia o controle dos medicamentos era o pessoal da ponta. Com o Centro Integrado, unificamos a distribuição de produtos, com ganhos em qualidade e redução do custo de logística. O Centro também distribui materiais para educação e outras áreas. Nosso sistema é o mesmo utilizado em empresas privadas.

 

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Recessão e falta de rumo preocupam Santa Catarina

29 de agosto de 2015 0

Apesar de ser um dos Estados menos atingidos pela crise econômica, Santa Catarina começou a sentir mais os efeitos negativos da recessão técnica oficializada ontem pelo IBGE, com queda de 1,9% no PIB do segundo trimestre. Os principais indicadores econômicos do Estado foram negativos no período, mas um que sintetizou a piora do quadro foi o Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR-SC), considerado uma prévia do PIB. Para SC, ele foi positivo no primeiro trimestre, mas negativo nos três meses do segundo trimestre (- 0,15 em abril; – 0,38 em maio e – 0,75 em junho).

Com economia diversificada e uma ajuda do dólar alto, o Estado deverá seguir com índices melhores do que a média nacional, mas o que preocupa é a falta de rumo para a economia nacional. São muitos os problemas, mas o governo de Dilma Rousseff ajudaria se não tentasse elevar a carga tributária, cortasse mais gastos públicos correntes e criasse condições efetivas para a volta dos investimentos nacionais e internacionais.

Mesmo com as projeções de que a economia ainda vai piorar, SC poderá seguir com desempenho acima da média com o impulso cambial. O dólar alto vai permitir elevar as exportações e reduzir as importações. Isso aquecerá um pouco a indústria estadual.

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5º Simpósio Catarinense de Vinhos Finos de Altitude e outros destaques deste sábado

29 de agosto de 2015 0
Fábio Lima / Dibulgação

Fábio Lima / Dibulgação

São muitos os avanços da vitivinicultura e do enoturismo na Serra e no Meio-Oeste de SC, mas pelos poderosos presentes no 5º Simpósio Catarinense de Vinhos Finos de Altitude, quinta (27), em São Joaquim, tudo indica que esses setores crescerão mais. Participaram o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte (E); industrial Vicente Donini, que acaba de investir em vinícola no município; secretário de Desenvolvimento, Carlos Chiodini; presidente da Fecomércio SC, Bruno Breithaupt; e o superintendente do Sebrae/SC, Guilherme Zigelli. Palestrante do evento, Donini afirmou que o potencial turístico da região precisa ser mais explorado com serviços de qualidade no roteiro de neve e vinhos.

Em Jaraguá

Um dos anfitriões do economista e ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, em Jaraguá do Sul, quinta (27) à noite, foi o senador Paulo Bauer. A falta de teto no aeroporto de São Paulo e o engarrafamento da BR-280 em Santa Catarina causaram atrasos, mas a programação não foi alterada. Após a palestra, Bauer foi cobrado sobre a aprovação do reajuste da tabela do Simples.

Um dos que pediram atenção foi o diretor distrital da Federação das CDLs, Neivor Bussolaro.

PELO SOCIAL

O ICom, de Florianópolis, participou de intercâmbio de experiências e de práticas de gestão com outras duas fundações comunitárias, a uruguaia Fondo Région Colonia e a brasileira Instituto Rio. Estiveram lá as coordenadoras Renata Machado e Mariane Maier.

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Folianópolis será realizado em outubro

29 de agosto de 2015 0

Este ano será a primeira vez que o Folianópolis acontece em outubro. Na sexta-feira (28) saiu errado aqui. Será nos dias 30 e 31 de outubro e 1º de novembro. O evento deste ano vai comemorar a 10ª edição e os 30 anos do axé com 12 atrações por noite.

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Recessão afeta menos Santa Catarina, mas falta rumo para investir

28 de agosto de 2015 0

Para Fiesc, 2015 será um ano perdido

28 de agosto de 2015 0

A queda do PIB do país em 1,9% no segundo trimestre frente ao primeiro não surpreendeu a indústria de Santa Catarina e a tendência é de que piore ainda porque falta uma agenda positiva para a retomada dos investimentos, que fazem a economia crescer. Esta análise é do presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), Glauco José Côrte, para quem este será um ano perdido na economia. Para se ter ideia do impacto da crise, ele cita que a indústria catarinense gerou cerca de 20 mil empregos no primeiro trimestre deste ano – 17 mil no setor de transformação e 3 mil na construção civil. Mas, no segundo trimestre, fechou quase todas essas vagas. A produção do setor caiu 6,2% no primeiro semestre.

Mesmo assim, o presidente da Fiesc admite que a economia do Estado segue sofrendo menos do que a média nacional. Uma prova é o Índice de Atividade Econômica (ICBr) do Banco Central. Enquanto SC registrou -1,21% no primeiro semestre, a média do Brasil ficou em 2,49%, o dobro maior.

- É possível que no segundo semestre do ano que vem a economia comece a das sinais de reaquecimento se não houver um agravamento da crise política. A retomada do crescimento deverá acontecer em 2017 – avalia Côrte.

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Tigre, de Joinville, é líder no setor de Plásticos e Borracha

28 de agosto de 2015 0

A Tigre, multinacional de Joinville, teve sua liderança confirmada na 16ª edição do Valor 1000 no setor Plásticos e Borracha. Entre os critérios considerados estão receita líquida, margem ebitda, crescimento sustentável e rentabilidade. A Tigre tem 22 fábricas no Brasil e exterior.

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Folianópolis ocorre em novembro e promete público de peso

28 de agosto de 2015 0
Foto: David Collaço / Divulgação

Foto: David Collaço / Divulgação

Evento do feriadão de 15 de novembro, o Folianópolis promete público de peso na próxima edição. No ano passado, 60% dos micareteiros eram de outros estados. Dos ingressos vendidos até agora, 38,42% virão do Paraná, 29,51% de Santa Catarina, 8,86% de São Paulo, 6,6% de Brasília e 5,5% do Rio. A projeção do Grupo All é que cada visitante vai deixar em Florianópolis pelo menos R$ 1.650.

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Santa Catarina ainda não está em recessão

28 de agosto de 2015 0

Enquanto o Brasil amarga recessão técnica devido ao resultado negativo da economia durante dois trimestres seguidos, esta não é a situação de Santa Catarina ainda porque a crise se agravou por aqui somente no segundo trimestre. Mas diante do aprofundamento da crise no país, o Estado também deverá fechar o ano com retração econômica.

Um dos indicadores que mostram a piora do ritmo da economia catarinense é o Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR-SC), considerado uma prévia do PIB. Para SC, ele foi positivo no primeiro trimestre, mas negativo nos três meses do segundo trimestre (-015 em abril; – 0,38 em maio e – 0,75 em junho). O índice de junho ainda não saiu, mas como os demais dados vieram negativos, tudo indica que mostrará o mesmo cenário.

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Lages Garden Shopping é parada obrigatória a caminho do Oeste

28 de agosto de 2015 0
Foto: Lages Garden Shopping / Divulgação

Foto: Lages Garden Shopping / Divulgação

Para quem vai para o Oeste do Estado ou para o litoral via BR-282, na Serra catarinense, uma parada obrigatória é o Lages Garden Shopping. Inaugurado em novembro do ano passado, o centro comercial é de alto padrão – investimento de R$ 250 milhões – e fica bem ao lado da BR com uma rótula quase em frente. Superfácil de entrar. Além de marcas nacionais, tem empresas com DNA regional.

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SC recebe visita de técnicos do Banco Mundial

28 de agosto de 2015 0

Primeiro Estado a optar pela versão revisada do método Pefa (Gasto Público e Responsabilidade Financeira), Santa Catarina recebeu nesta semana a visita de técnicos do Banco Mundial (Bird). A metodologia busca boas práticas para que sejam difundidas para outras instituições e órgãos públicos, disse João Vicente Campos, do Bird.

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Apesar da crise nacional, SC não deve ter recessão este ano

28 de agosto de 2015 0

Apesar da crise nacional, o tráfego é intenso na maioria das rodovias de Santa Catarina. Enfrentei quinta-feira (27) trânsito lento, com muitos caminhões, em viagem a Blumenau e Jaraguá do Sul. Esse movimento mostra que a projeção de que o Estado não terá recessão este ano deverá se confirmar – ao contrário do Brasil, que passa por um período difícil.

PIB cai 1,9% e Brasil entra em recessão técnica

Economista Armínio Fraga visita a Weg, em Jaraguá do Sul

28 de agosto de 2015 1
Foto: Adriano Rodrigo Ferreira, WEG, Divulgação

Foto: Adriano Rodrigo Ferreira, WEG, Divulgação

Antes da palestra no Centro Empresarial de Jaraguá do Sul, o economista Armínio Fraga visitou a WEG, uma das gigantes mundiais de produtos para o setor elétrico. Foi recebido pelo presidente do conselho da companhia, Décio da Silva, pelo presidente-executivo, Harry Schmelzer Junior, pelo presidente da Associação Empresarial de Jaraguá (Acijs), Paulo Luiz Mattos, e outras lideranças. Questionado por empresários sobre como investir agora, ele foi cauteloso. Disse que cada um deve avaliar o potencial de mercado.

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Armínio Fraga: é preciso mudar modelo econômico

28 de agosto de 2015 0

Diante da crise econômica e incertezas, o economista Armínio Fraga, que foi presidente do Banco Central do Brasil durante o segundo mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso, afirmou quinta-feira, em Jaraguá do Sul, que a saída para o país é mudar o modelo econômico e que isso está nas mãos dos políticos. Afirmou que o desemprego é dramático e o que mais machuca as pessoas.

- Vejo a economia passando por um momento muito difícil. No fundo, tem a ver com decisões que foram tomadas não agora, mas ao longo dos últimos oito ou nove anos. É um quadro que inclui desafios macroeconômicos, como inflação, taxa de investimentos, taxa de juros, desemprego crescente. Algo mais específico como a confusão que é o nosso sistema tributário, as dificuldades ligadas a infraestrutura do país, custo de capital, questões trabalhistas. E temas setoriais. É uma agenda que, a meu ver, requer um tratamento grande e de natureza quase emergencial – disse.

Segundo ele, é preciso que isso ocorra com uma visão clara para dar confiança no futuro.

Não é possível recuperar a confiança no futuro sem uma mudança de modelo corrigindo o que mencionou acima, o que chamam de nova matriz econômica.

Para Fraga, o desemprego é dramático e é o que mais machuca as pessoas, não só aquelas que perdem emprego, mas a expectativa de perda de emprego é terrível para quem trabalha e tem família.

– Infelizmente, temo que o desemprego dê sinais de que vai aumentar. É mais um sinal de que é preciso atacar essas questões (da economia) – comentou.

O ex-presidente do Banco Central também criticou a proposta de volta da CPMF.

– Eu tenho horror à CPMF. Acho um péssimo imposto, distorsivo, regressivo. Dá a impressão de que as pessoas não sentem, mas todo mundo sente. É um imposto de emergência, que precisa ser evitado a todo custo – disse.

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Encontro com ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação busca acelerar economia catarinense

27 de agosto de 2015 0
Foto: Julio Cavalheiro / Secom

Foto: Julio Cavalheiro / Secom

Convencidas de que só a inovação em tudo poderá garantir uma aceleração do crescimento econômico acima da média do país e até de concorrentes do exterior, lideranças catarinenses dedicaram a quarta-feira (16) , para debater o tema em Florianópolis com o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo. Ele iniciou a manhã com palestra para industriais na Federação das Indústrias (Fiesc), depois falou durante o almoço para estudantes que disputam as Olimpíadas Brasileiras de Matemática de Escolas Públicas no Norte da Ilha de SC e, à tarde, participou do evento Fomento à Inovação SC, na sede da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate) na rodovia SC-401.

Apesar de Santa Catarina ter um setor de tecnologia avançado e estar sofrendo menos com a crise econômica, tanto governo quando o setor privado pediram mais ajuda para o ministro. O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, cobrou mais linhas de crédito, e o secretário de Desenvolvimento Carlos Chiodini falou sobre os avanço dos 13 centros de inovação. Rebelo enfatizou que investimentos em tecnologia são fundamentais para o país.

Apreensão

Anfitriã do evento Fomento à Inovação SC no centro que abriga sua sede, na SC-401, em Florianópolis, a Acate está muito apreensiva com a burocracia da prefeitura. O presidente da entidade, Guilherme Bernard, alerta que ela corre o risco de perder mais de R$ 10 milhões da Finep para a construção da sede da Acate Sapiens Parque, no norte da Ilha de SC.

Da Acate

Isto porque a prefeitura não aceita como base para o imposto ITBI o valor pago pelo terreno. A associação pagou R$ 2 milhões, mas os técnicos municipais dizem que o valor é de R$ 10 milhões e cobram R$ 500 mil de ITBI. Além disso, a entidade ainda espera o alvará para o belo prédio que abrigou o evento de ontem.

Jaraguá

Quem está animado é o secretário de Desenvolvimento de Jaraguá do Sul, Márcio Silveira. Isto porque o Centro de Inovação do município será um dos primeiros a ficar prontos, quase junto com o deLages, até o final do ano. Os jaraguaenses buscam investimento também para uma aceleradora de empresas.

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