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Federações industriais farão ação política para proteger sistema S

21 de setembro de 2015 0

O plano do governo federal de desviar parte dos recursos do Sistema S nacional para a Previdência virou pauta paralela do Encontro Econômico Brasil-Alemanha, que acontece na Expoville, em Joinville até esta terça-feira (22). Em reunião nesta tarde do presidente da CNI, Robson Andrade, com presidentes da maioria das federações empresariais do Brasil, ficou decidido que as entidades seguirão com ações políticas para evitar o corte de 30% dos recursos. Ficou acertado que as federações vão apresentar um documento para ser assinado por deputados e senadores de cada Estado no qual eles se comprometem em defender o sistema, responsável pela oferta de milhares de cursos técnicos pelo país. No final da manhã, teve outra reunião sobre o tema, mas com a presença do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro. Fonte que acompanhou disse que as discussões foram duras e que os representantes da indústria saíram preocupados.

Jaksson Zanco, Divulgação

Jaksson Zanco, Divulgação

Privatizações

Entre os presentes na reunião, os presidentes da Fiesp, Paulo Skaf; da Firjan, Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira; e da Fiesc, Glauco José Côrte. Eugênio Vieira disse que o governo precisa abandonar a ideia de elevar a carga tributária e fazer redução de custos. Uma saída, segundo ele, é um choque de privatizações. Os argumentos dos líderes do Sistema S é que se os cortes forem feitos, terão que reduzir milhares de vagas de ensino técnico e demitir professores,o que é muito ruim para o Brasil. Lembraram, mais uma vez, que vai ser difícil cortar nas comunidades um modelo de ensino que acaba de conquistar o primeiro lugar no mundo pela competição de escolas técnicas WorldSkills.

A preocupação é que se não houver um consenso, o governo federal pode cortar os recursos do setor imediatamente. Isso pode ocorrer tanto por Medida Provisória, quanto de for enviado um projeto para a avaliação do Congresso Nacional.Na foto após a reunião da manhã (a partir da esquerda), o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, Robson Andrade e Armando Monteiro encontram o prefeito de Joinville, Udo Döhler.

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