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Modelo alemão de pequena empresa

21 de setembro de 2015 1

É unanimidade que a Alemanha tem um dos melhores modelos de desenvolvimento econômico do mundo, com peso expressivo de médias e pequenas indústrias inovadoras tocadas por engenheiros e técnicos altamente qualificados, ao lado de grandes players globais. Se no futebol o país venceu o Brasil por 7 a 1, na indústria inovadora a vantagem dos alemães é muito maior do que isto. Foi para buscar uma aproximação maior com o modelo do país europeu e encaminhar parcerias que foi realizado ontem (20) um fórum da pequena empresa entre os dois países. Entre os representantes do lado brasileiro, o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, e o superintendente do Sebrae/SC, Carlos Guilherme Zigelli.

Um dos temas foi o plano do Senai de trazer para o Brasil o sistema dual de ensino técnico alemão. Entre os obstáculos, a necessidade de adaptar à legislação. Enquanto um técnico brasileiro estuda 1,5 mil horas, o alemão estuda 4.580 horas. Pelos resultados da Alemanha, vale a pena fazer essa adaptação.

Calçados para exportar
Polo de calçados femininos com mais de 40 anos de atuação e 10 empresas exportadoras, São João Batista está no encontro Brasil-Alemanha para fazer contatos com potenciais importadores do país europeu. Estão no evento o secretário de desenvolvimento do município, Plácido Vargas; o sócio da marca Século XXX, Wanderley Zunino, e o diretor executivo do sindicato do setor, Rosenildo Amorim.

Imigração germânica
Momento Brasil-Alemanha foi o evento do Shopping Mueller, que mostrou na sua praça central de sexta até ontem (20) um pouco da cultura dos imigrantes alemães, como trajes típicos, gastronomia e outros itens. Quem estava no estande do shopping eram a rainha da Festa do Colono de Pirabeiraba, em Joinville, Rafaela Bauer, e a primeira-princesa do evento, Fernanda Fones.

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Comentários

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Comentários (1)

  • Júlio Silva diz: 21 de setembro de 2015

    Olá Estela,

    É uma excelente ideia. Temos um modelo de competitividade das exportações baseada no custo, com raras exceções apresentamos qualidade e inovação. Com o dólar em alta, a atenção é para o mercado internacional. Embora, a atenção siga a mesma volatilidade do dolarXreal.

    Para ter perenidade no mercado externo, devemos ir além de preços, temos que ter os melhores profissionais com produtos e serviços de qualidade, inovação, muito, mas muito planejamento, e, claro, ação!

    Peter Drucker já avisou ao Brasil para não crer que mão-de-obra barata ainda seria uma vantagem, e enquanto muito ficarem focados nos livros de auto-ajuda, o mercado evolue!

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