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Se as cidades tivessem que dar resultados como empresas

22 de setembro de 2015 0

O terceiro e último fórum do segundo dia do Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA) debateu o caminho difícil que as grandes cidades tem no seu horizonte para se tornarem as chamadas Cidades do Futuro. Moderado pelo diretor de Política e Estratégias do CNI, José Coelho Fernandes, o encontro explicou que a maioria das grandes cidades de hoje já chegaram em seu ápice, e agora precisam se reinventar.

Confira a página especial do Encontro econômico Brasil-Alemanha

— Estamos encarando uma nova realidade que se transforma, é temos de entender que isso indica o início também de um novo ciclo, onde as nossas cidades precisam ser repensadas e replanejadas da estaca zero: daqui para frente — contou Fernandes.

O alemão Frank Zörner, diretor da BN Umwelt GmbH — indústria da região Bávara que atua no ramo da inovação macroscópica — fez a comparação entre os ‘bens’ das cidades e os bens das grandes empresas, para os quais os sistemas e programas são desenvolvidos pensando na economia, autossuficiência e sustentabilidade das empresas. A ideia é que este pensamento precisa ser absorvido pelos governos e posto em prática quando se pensa no ecossistema das cidades.

Colaborou Átila Froehlich

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