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Câmbio pressionado amplia crise no país

25 de setembro de 2015 0

As variações do dólar dos últimos dias, resultantes da crise política do governo Dilma Rousseff, agravam o cenário de incertezas na economia. A comunicação do Banco Central de que poderá usar as reservas amenizou os temores quinta-feira, mas como o desequilíbrio fiscal continua e o governo não tem adotado medidas concretas para reduzir os gastos públicos, querendo transferir tudo para o contribuinte, os problemas continuam. Além disso, pesa a dúvida se a presidente continuará no cargo ou sofrerá impeachment caso surjam provas contra ela na Operação Lava-Jato.

A inflação é o principal efeito negativo do dólar alto. Afeta toda a economia, mas prejudica mais os pobres. Embora a transferência aos preços seja gradual e possa demorar até um ano, alguns danos afetam cadeias produtivas do Estado imediatamente. Uma das atingidas é a do agronegócio, que já registra alta de 26% no milho e de 40% no farelo de soja em função do câmbio. Indústrias que usam insumos externos sentem a pressão logo. Há o temor da alta dos combustíveis e outros insumos cotados em dólar. Entre os efeitos positivos estão o impulso às exportações, o que não ocorre de uma hora para outra, e a vinda de turistas do exterior. Apesar disso, o cenário indica que é preciso cautela nas decisões econômicas.

Com aumento do dólar, momento é de cautela e incertezas:

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