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Posts de setembro 2015

UFSC vai construir a plataforma digital da Universidade do Trabalhador

30 de setembro de 2015 0

Apesar das dificuldades no orçamento, o governo federal dá continuidade ao projeto Universidade do Trabalhador. O ministro do Trabalho, Manoel Dias, assinará nesta quinta-feira (01), às 14h30, um contrato com a UFSC. Vai liberar R$ 7,8 milhões para que a instituição construa, para o governo federal, a plataforma digital da Universidade do Trabalhador. Essa nova universidade vai funcionar no modelo de ensino a distância (EAD) para capacitação profissional gratuita. A meta é atender no país 150 mil em 12 meses.

A UFSC venceu a concorrência que foi disputada por 47 instituições. Com isso, facilita a participação de empresas de tecnologia do Estado para fornecer equipamentos e também vai gerar mais empregos para professores que atuarão no ensino à distância. A ênfase é nos cursos técnicos.

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Seminário de inovação fala sobre o que se faz no Vale do Silício e outros destaques desta quarta-feira

30 de setembro de 2015 0

VERBA DO FUNDAM
Grupo de 60 prefeitos participa hoje, em Florianópolis, de assinatura de convênios do Fundam, o Fundo de Apoio aos Municípios, com o governador Raimundo Colombo. Ele vai liberar mais de R$ 73 milhões para estes municípios. O governo do Estado projetou R$ 605 milhões e R$ 400 milhões já foram liberados aos municípios de Santa Catarina.

BISTEK EM ITAJAÍ
Abre ao público hoje em Itajaí a 16ª loja da rede de supermercados Bistek, com 25 mil metros quadrados de área, 32 checkouts, 40 estabelecimentos de apoio e praça de alimentação. Um dos pontos fortes da loja é a sustentabilidade. A iluminação de LED será 70% mais econômica e 35% da água consumida será com captação de chuva.

SUL FOR EXPORT
Num ano difícil para vendas no exterior, a Região Sul registrou em 2014 queda de 19,5% nas exportações. Mas SC cresceu 3,5% frente aos vizinhos. Para avaliar cenários internacionais, as três federações industriais do Sul e a revista Amanhã realizam sexta, às 14h, na Fiesc, o fórum Sul for Export. Também será divulgado o ranking das maiores exportadoras do Sul. O ministro do Desenvolvimento, Armando Monteiro, será representado pelo diretor da pasta, Carlos Gadelha.

DO VALE DO SILÍCIO
Pequenas empresas interessadas em promover um choque de inovação ou em conhecer o que se faz no Vale do Silício podem participar de seminário sobre inovação e liderança para gestão de alto desempenho.

O evento é promovido pelo Sebrae/SC amanhã na sede da instituição, em Florianópolis. As palestras serão ministradas por professores de MBA da Universidade da Califórnia e consultores de empresas como a Apple, Google, HP, Sun, Cisco e Nortel. A inscrição é gratuita e as vagas são limitadas. Soraya Tonelli, coordenadora do Sebrae/SC Grande Florianópolis, afirma que o objetivo do evento é apresentar aos empresários conceitos e ferramentas para a implantação da cultura da inovação e liderança nas organizações.

– Acreditamos que esses conceitos são fundamentais para a sobrevivência das empresas diante de um cenário competitivo, globalizado e incerto – afirma a executiva.

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Mercado de imóveis pode desacelerar mais nos próximos meses, diz pesquisador

30 de setembro de 2015 2
Divulgação

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Nesta fase de mercado em contração, 400 lideranças do setor imobiliário de 18 Estados do Brasil participam a partir de hoje à noite, no Majestic, em Florianópolis, do 18 º Congresso Nacional do Mercado Imobiliário (Conami). São esperadas cerca de mil pessoas considerando também a feira. Nesta edição, haverá um enfoque mais internacional com especialistas dos Estados Unidos e Europa, que falarão sobre práticas desses mercados. Um dos palestrantes será o pesquisador da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e professor convidado da FGV, Bruno Oliva. Também foi economista da Tendências Consultoria e consultor da Unesco. Confirma a entrevista.

Como está o mercado imobiliário?
Apesar de o mercado de imóveis para moradia ter melhorado, hoje está numa situação mais complicada. O de imóveis comerciais sofre desaceleração há mais tempo. A desaceleração da demanda acontece porque o desemprego cresceu e as perspectivas são muito ruins. Outro fator que pesa é o crédito imobiliário cada vez mais caro e mais escasso. Além disso, a perspectiva para a economia até 2017 não é boa.

Os preços estão em queda?
De fato há uma redução. É comum comparar os preços de imóveis com os preços médios da economia pedidos pelos índices de inflação. Quando a gente olha a evolução dos preços de imóveis frente à inflação, eles sobem menos do que a inflação. A isso a gente chama de queda real de preços. Os preços ainda sobem em termos nominais. Mas a nossa perspectiva é que ainda este ano a gente registre queda nominal de preços, o que significa uma maior desaceleração de mercado. O preço de imóveis menores estão subindo menos do que os de imóveis maiores embora ambos estejam perdendo pela inflação. Isso mostra que o mercado para a classe A, de imóveis maiores, parece sofrer menos do que os de imóveis menores.

Quais são suas expectativas para o PIB em 2015 e nos próximos anos?
Eu não sou um macroeconomista, mas a gente sabe que a perspectiva do mercado é de queda do PIB de 2,5% ou mais este ano, e para 2016, é de recuo de 1%, com retomada tímida em 2017. É claro que tudo isso vai depender do ambiente político, das turbulências em Brasília.

Com a queda da oferta de crédito e juros mais caros, o mercado está oferecendo mais outras opções para comprar imóveis?
O grosso das vendas é por financiamento bancário. Quem lidera é a Caixa, embora haja a participação de outros players importantes. Como a taxa de juros está subindo, é natural que o crédito fique mais escasso.

Como a crise está afetando o mercado de locação?
A gente tem uma queda na demanda por locação que já se traduziu em queda nominal dos preços de aluguéis. No período de agosto do ano passado a agosto deste ano, tivemos uma queda nominal de 1,8% nos preços de locação de imóveis. Se você observar que a inflação anualizada está em torno de 9,5%, você tem uma queda acentuada bastante superior nos valores de locação.

Você será um dos palestrantes do Conami. O que vai apresentar aos empresários do setor?
Vou mostrar a evolução dos preços e discutir um pouco de perspectivas, considerando a situação de crédito, mercado de trabalho e juros. Com isso, poderemos fazer uma perspectiva para os próximos 12 meses, mostrando que essa desaceleração de mercado vai se acentuar, muito provavelmente, nos próximos meses.

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Confederação de associações empresariais lança carta para o Brasil não chegar ao fundo do poço

29 de setembro de 2015 0

O documento é a síntese das conclusões do Fórum nacional da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil que se encerrou hoje (29), no Costão do Santinho, em Florianópolis. É assinado pelo presidente nacional da entidade, José Cairoli.

CARTA DE FLORIANÓPOLIS

A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, que congrega 27 Federações, 2.300 Associações Empresariais, representa mais de 2 milhões de empresários, dos mais diversos setores. Nossa organização constitui um sistema associativo politicamente independente. Neste sentido, manifestamos  nossa preocupação com os rumos do País.

Para tanto, como resultado de seu 2º Fórum CACB Mil, propõe algumas medidas que possam mudar drasticamente a tendência negativa da conjuntura brasileira, em nome da estabilidade econômica e social do Brasil e pela preservação do emprego. Ainda acreditamos que é possível restabelecer uma política fiscal responsável, conforme manifestou o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, em sua posse. Lembramos que a indicação do ministro Levy recebeu apoio até mesmo dos líderes mundiais que participaram do Fórum Mundial de Davos, em fevereiro deste ano.

O fato é que estamos caminhando para o fundo do poço conforme mostram os indicadores. Somente a gasolina teve um reajuste de 54,5% em 12 meses. O dólar pulou do patamar de R$ 3,00 para R$ 4,02 com uma desvalorização de 67,29% nos últimos 12 meses perdendo apenas para a Rússia que, no mesmo período, desvalorizou 72,37%. Aliado a esta conjunção dramática, estamos vendo os empregos minguarem numa velocidade inimaginável. Tudo que levamos para construir nas últimas duas décadas está sendo pulverizado em menos de um ano.

Aliado a isso, a inflação e a recessão nos remete à estagflação, ou seja, inflação com recessão. O pior quadro a que um País pode chegar.

Nesse cenário não resta outra alternativa ao governo para restabelecer a confiança dos agentes econômicos. Precisamos encarar com seriedade a questão fiscal do País onde o principal fator é o corte de gastos em conjunto com as reformas econômicas que, diante mão, já contam com nosso apoio.

A saber:

1 – Estabelecer de forma imediata uma idade para a aposentadoria dentro dos padrões mundiais a fim de salvar o rombo da previdência que, a cada dia que passa, é mais assustador e que deve atingir R$ 72,8 bilhões até dezembro deste ano

2 – Apoiar o trabalho do Ministério Público, em especial a autonomia da Polícia Federal e especialmente, o juiz Sérgio Moro.

3 – Resgatar as concessões como ferramenta de estímulo ao investimento privado. Neste sentido é fundamental a rápida tramitação da nova lei de licitações que está em debate na Câmara dos Deputados.

4 – Exigir a contrapartida, por parte do governo, de cortes de dispêndio se for inevitável o aumento da carga tributária.

5 – Lutar incansavelmente pela ética para que, em todas as instâncias da vida nacional, a transparência e uma nova atitude possam corresponder aos anseios dos movimentos que estão clamando por um novo Brasil. Este novo País já começa a acontecer com as revelações da Operação Lava-Jato que não pode ser desmembrada, sob pena de comprometer todo o trabalho feito até aqui.

6 – Defender os direitos do empreendedor, hoje o segmento responsável pela criação de mais de 70% dos empregos diretos e pouco mais de um terço do PIB nacional.

Florianópolis (SC), 28 de setembro de 2015.

José Paulo Dornelles Cairoli

Presidente

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O negócio da moda em debate em Balneário Camboriú

29 de setembro de 2015 0

Grandes nomes da moda catarinense e brasileira participam hoje (30) e amanhã (01) da ONDM, conferência O Negócio da Moda, no Maria’s, em Balneário Camboriú. O evento abre hoje às 15 horas com a palestra Venda valor, de Marcelo Caetano, da revista VendaMais. Na sequência, às 16 horas, acontece o primeiro talk show, sobre Mercado, que terá como debatedores os presidentes do Santa Catarina Moda e Cultura (SCMC0) Claudio Grando; presidente da Ampe de Brusque, Luiz Rosin; presidente do Sindicato das Indústrias Têxteis e de Confecções de Blumenau, Ulrich Kuhn; presidente do Sindicato Calçadista de São João Batista, Wanderley Zunino; e o coordenador da Câmara de Desenvolvimento de Moda da Fiesc, Sérgio Pires. Eu serei a mediadora deste debate.

Para discutir sobre marketing na moda, será realizado talk show às 17h30min, tendo como painelistas Fransergio Martins, da Carmen Steffens; Edson Amaro da Cia. Hering; Edson Vasques da Dudalina; Jordana Damiani da Damyller; e Pirscila Damiani da Lança Perfume. A mediação será da colega colunista Laura Coutinho, do Diário Catarinense.

O tema Estilo será abordado por Manu Carvalho, do blog Vitrine, às 19h30min, e a programação de hoje se encerra às 21 horas com talk show que terá os estilistas Ronaldo Fraga e Fernanda Yamamoto, e a editora da revista Elle, Renata Piza.

Interessados podem se inscrever no site . A programação continua amanhã com outros nomes fortes da moda. Amanhã, a palestra final será de Paulo Borges, fundador e presidente da São Paulo Fashion Week, uma das maiores semanas de moda do mundo.

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Previdência complementar para os futuros servidores de SC e outros destaques desta terça

29 de setembro de 2015 0

EXTINÇÃO DA PASTA
Para o ministro Guilherme Afif Domingos, que também participou da posse da diretoria da Facisc ontem à noite, a pasta da Secretaria da Micro e Pequena Empresa até pode ser fechada se a presidente Dilma achar necessário. O importante é aprovar as mudanças no Simples.

HORA DE AJUSTAR
O vice-governador do Rio Grande do Sul, também presidente da CACB, José Paulo CAiroli, disse que está na hora de o seu Estado ajustar as finanças, independentemente da crise. Isto porque nos últimos 44 anos, somente em sete fechou no azul.

UMA ONDA DE ESTRANGEIROS
Presidente da Embratur, o catarinense Vinicius Lummertz está na feira FIT, de Buenos Aires, para divulgar campanha de R$ 7,5 milhões que convida os hermanos para visitar o Brasil no verão.Lummertz prevê uma invasão de turistas da América Latina em Santa Catarina e no Brasil em função da desvalorização do real diante do dólar.

AEROLÍNEAS EM SANTA CATARINA
Uma prova de que o Brasil está barato para os turistas é que a Aerolíneas Argentinas colocará três voos charter por dia para SC durante a temporada. Isto nunca aconteceu antes, afirma o presidente da Embratur, Vinícius Lummertz.

MAIS IMÓVEIS
A Ibagy inaugura amanhã sua nova filial, na Trindade, a quinta na grande Florianópolis. A tecnologia é um diferencial da empresa. Com acesso online, compradores e inquilinos podem observar todos os detalhes dos imóveis ofertados. Também é possível acessar a prestação de contas dos imóveis administrados.

PREVIDÊNCIA PARA O FUTURO
Positiva a iniciativa do governador Raimundo Colombo e secretários de encaminhar projeto de previdência complementar para os futuros servidores do Estado. A decisão coloca o governo na realidade mundial e merece o apoio de todos os catarinenses. Depois disso, só faltará equacionar as finanças do sistema antigo, caso a receita for insuficiente.

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Esporte em cores

29 de setembro de 2015 0
3T SPORTS, divulgação

3T SPORTS, divulgação

Uma atividade alegre não precisa ser praticada com cores esculas. Pensando nisso, a marca 3T Sports, de Criciúma, que atua no segmento de roupas e uniformes para triathlon, ciclismo, corrida e natação, decidiu apostar em looks coloridos. A nova coleção foi lançada na Brasil Cycle Fair 2015, que acontece em São Paulo até amanhã. A mostra reúne expositores nacionais e internacionais. A 3T Sports lança a coleção Maglias della Itália, inspirada na famosa prova de ciclismo Giro d’Italia.

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Afif defende levante para aprovar mudanças do Simples no Senado

29 de setembro de 2015 0
Renato Gama, divulgação

Renato Gama, divulgação

Antes de fazer palestra sobre simplificação de negócios no Fórum da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e do Congresso da Facisc, no Costão do Santinho, em Florianópolis, o ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, em entrevista ao blog, defendeu um levante nacional em defesa da aprovação do projeto do Simples no Senado. Disse também que os que são contra as mudanças no Simples não conhecem chão de fábrica e chão de loja e que a retomada do crescimento ocorrerá com a atração de investimentos estrangeiros para infraestrutura. Para isso, é preciso mudar regras. Confira a entrevista.

Quais são as expectativas para a aprovação do projeto do Simples no Senado?

A gente enfrenta uma campanha muito forte contra, feita pela Receita Federal, que contamina o Confaz, fazendo um levante para criar uma espécie de terrorismo entre os governadores sobre a perda da receita do Simples, quando isso não é verdade. Quando todos pagam menos, os governos acabam arrecadando mais. Nós vamos enfrentar a batalha no Senado e a gente espera vencer com a mobilização de toda a sociedade.

Eles querem derrubar o projeto?
Sim. Eles querem derrubar no Senado. Estão em campanha aberta. Ontem a Folha de S. Paulo deu uma matéria dizendo que a renúncia fiscal é uma das maiores possíveis, R$ 27 bilhões. Não precisava nem a CPMF se acabassem com o Simples. Chegou a escrever isso. A gente sabe que tudo tem o dedo da Receita. Então, eu até escrevi pesado hoje (ontem) na Folha dizendo que eles partem de um princípio absolutamente não verdadeiro. Dizem que se todas as empresas pagassem os impostos que estavam na lei, arrecadariam R$ 27 bilhões a mais por ano. Mentira. Essas empresas estariam mortas, não existiriam, estariam na informalidade. Portanto é um sofisma. Esses números não têm nexo, não se baseiam em dados reais, é campanha pura para tentar demover o Congresso dessa aprovação, daí a importância de um levante no Brasil inteiro para nos apoiarem agora na reta final. Na Câmara nós já empurramos, falta o Senado?

Será que as pessoas que criticam o Simples já empreenderam? Elas têm ou já tiveram empresa?
São todos teóricos. Não conhecem o mercado real. Venham para o chão de fábrica, para o chão de loja. Venham trabalhar para ver como acontece o Brasil no mundo real. Eles vivem no mundo da ficção, da especulação e dos grandes negócios com quem se associam para arrecadar. Eles têm somente visão macro, não têm visão micro da economia.

A reforma que a presidente Dilma Rousseff está negociando prevê fechamento de ministério e a sua pasta é uma das que seriam suprimidas. Como vê essa possibilidade?
Eu não tenho nenhuma preocupação sobre isso desde que se preserve as condições necessárias para levarmos adiante o projeto de mudança do Supersimples.

Empresários alemães que estiveram no Encontro Econômico Brasil-Alemanha aqui em Santa Catarina, semana passada, reclamaram que o Brasil tem pouquíssimas médias empresas para fazer joint venture ou outro tipo de parceria com médias empresas de lá. Italianos também já reclamaram disso. O projeto do Simples permite que uma empresa pequena vire média?
Nós estamos trabalhando dentro do projeto do Simples, na primeira etapa, até R$ 3,6 milhões, para termos a tabela progressiva para empresa crescer sem medo. Ela vai pagar o imposto somente sobre a diferença e não sobre todo o faturamento. Por exemplo: uma empresa está faturando x e está recolhendo 1. Se passar a recolher 1,2, só vai recolher isso sobre a diferença porque continua recolhendo 1 para a faixa anterior. Com isso, ela vai crescer até R$ 3,6 milhões e continua dentro do Simples na sua rampa de ascensão até R$ 7,2 milhões. Se ela for indústria, que é onde você diz que é preciso associação com empresas da Alemanha, nós vamos permitir que ela chegue a R$ 14,4 milhões dentro do Simples. E se ela for uma exportadora, pode chegar a R$ 28,8 milhões, que pega um bom conjunto de empresas médias para essa finalidade. Hoje, há uma espécie de incentivo ao nanismo porque ninguém quer sair do Simples. Sair do Simples é complicado, é morte súbita, por isso estamos corrigindo na lei.

Quando o Brasil vai retomar o crescimento?
O grande problema do Brasil hoje, fora o do equilíbrio fiscal, é o investimento. A gente, para crescer, precisa retomar investimentos, especialmente em infraestrutura. Mas não temos recursos, então temos que buscar capital de fora. E o capital de fora precisa de uma estabilidade interna de regra de jogo para que possam participar em forma de parceria público-privada em todo o processo. Isso não acontecia antes porque tínhamos uma espécie de bloqueio das grandes construtoras brasileiras para não entrar ninguém de fora. Então, o Brasil descobriu agora porque. Como quebrou a caixa-preta, vão poder atrair investidores externos, mas terão que vir com dinheiro porque o BNDES não tem mais recursos. O processo de abertura para a vinda de capitais precisa de regras estáveis. Num aspecto temos vantagens. Os estrangeiros dizem para nós que o Brasil tem instituições estáveis. A China e a Rússia não têm instituições estáveis como as nossas. Nisso levamos vantagem. A atuação da Polícia Federal, Ministério Público e do judiciário mostra para os estrangeiros que temos instituições que funcionam com independência. É um ativo que não estamos considerando.

O que precisa mudar nos marcos regulatórios?
O componente ideológico precisa mudar para o pragmatismo. O componente ideológico é bom quando você tem dinheiro. Agora, precisamos buscar poupança externa. Investir em infraestrutura melhora a competitividade do Brasil como exportador de commodities. Nós nos destacamos pelas commodities.

 

 

 

SC conquista posição de maior polo náutico e outros destaques desta segunda-feira

28 de setembro de 2015 0

Moda
Uma das mais promissoras do Brasil, a moda de SC terá seu futuro abordado no evento Negócio da Moda (ONDM). Lideranças de entidades do setor vão participar de debates terça e quarta, no Maria’s, em Balneário Camboriú.

Náutica de SC
O Estado acaba de conquistar a posição de maior polo náutico do Brasil. Além disso, é o único do país a participar do Salão Náutico de Gênova, o maior da Europa, que abre nesta quarta-feira.

Preço do leite
A oferta de leite aumentou e a demanda ficou estável. Por isso, os preços caíram. Mas em SC, as empresas estão pagando mais: R$ 1,10 por litro, incluindo o frete e o Funrural.

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Alerta de Miriam Leitão para o alto desemprego

28 de setembro de 2015 0

A colunista de economia da Rede Globo, Miriam Leitão, que fez palestra sobre conjuntura econômica, alertou sobre o alto desemprego com a crise em palestra no Fórum da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e do Congresso Estadual da Facisc, a Federação das Associações Empresariais do Estado, que ocorre até amanhã em Florianópolis.

Disse que o problema é mais grave quando se abre os números: o desemprego das mulheres, negros e jovens e bem maior do que a média, o que é preocupante.

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Steve Jobs e os refugiados sírios

28 de setembro de 2015 0

Esta fase de acolhida a um grande número de refugiados, especialmente sírios, preocupa a Europa e o mundo. Mas a mistura étnica é positiva para a economia. O principal exemplo é Steve Jobs. Filho de Abdulfattah Jandali, um sírio muculmano que foi para os EUA estudar e de uma americana, ele foi adotado por um casal do Vale do Silício. Em função da educação de casa – o pai era eletricista – e da cultura tecnológica da região, fundou a Apple, que concentrou tecnologia nas mãos das pessoas pelos smartphones e hoje é a empresa mais valiosa do mundo. Quem mais ganhou foram os EUA.Vale observar que as regiões mais ricas do Brasil são as que tiveram mais imigração. Os refugiados de hoje também colaboram.
E já que estamos falando em tecnologia, Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, anunciou ao lado de Bono Vox, do U2, na ONU, que a empresa pode prover internet em campos de refugiados.

Saltos altos garantem pleno emprego em São João Batista

28 de setembro de 2015 0
Marco Favero

Marco Favero

Moda, design, inovação, qualidade e beleza. Estes são os principais atributos priorizados pela indústria calçadista de São João Batista, em Santa Catarina, que se empenha para criar calçados femininos cada vez mais parecidos com joias. Prova de que a estratégia está correta é o pleno emprego no município com cerca de 33 mil habitantes enquanto o total de vagas no Brasil só cai diante da profunda recessão. No período de janeiro a agosto, foram gerados na cidade 832 novos empregos (dados do Caged), garantindo ao setor calçadista um dos maiores saldos do Estado.

Com mais de 40 anos de atuação, 70 indústrias de calçados, número semelhante de fabricantes de componentes e uma produção média de 120 mil calçados por dia, o polo de calçados femininos responde por 80% da economia do município. Entre os que trabalham há mais de uma década na projeção do setor está o diretor-executivo do Sindicato das Indústrias Calçadistas de São João Batista (Sincasjb), Rosenildo Amorim (E), que esteve em Florianópolis sexta com o prefeito do município, Daniel Netto Cândido (D), para tratar da divulgação de mais um evento do setor, a próxima edição do SC Trade Show, que será em novembro. Amorim conta com orgulho o fato de consumidoras do país entrarem em lojas e pedirem calçados Made in São João Batista em função da qualidade e design. Por isso, em breve, os produtos batistenses ganharão um selo de denominação de origem. O aprimoramento dos calçados conta com apoio de duas instituições do Sistema S, o Sebrae e o Senai.

Diante da importância da indústria de calçados para a economia municipal e das demandas que ela gera, o prefeito Cândido também se empenha na projeção do setor. Já participou, junto com empresários, de missão técnica internacional e marca presença em eventos no país. À frente da prefeitura, seu maior desafio é na qualidade da educação. Investe alto em creches para que as mulheres possam trabalhar nas fábricas de calçados, que geram mais de 8 mil empregos diretos.

Atualmente, 10 indústrias do polo exportam e quatro têm filiais nos EUA por meio de projeto do Sebrae. O setor aproveitou o Encontro Econômico Brasil-Alemanha, semana passada, em Joinville, para prospectar importadores germânicos. Entre as principais ações para impulsionar as vendas está o SC Trade Show.

Criatividade
O scarpan da foto acima é da grife Raphaela Booz e foi exposto na mostra Design Catarina que integrou a Bienal Brasileira de Design, realizada em Florianópolis em maio e junho deste anos. O maior diferencial do produto é a estrutura trançada, feita com fitas de couro costuradas artesanalmente. A marca é uma das pioneiras de São João Batista, com 40 anos de atuação.

Professores do Vale do Silício falam sobre inovação e liderança

28 de setembro de 2015 0

Pequenas empresas interessadas em promover um choque de inovação ou em conhecer o que se faz no Vale do Silício podem participar de seminário sobre inovação e liderança para gestão de alto desempenho. O evento é promovido pelo Sebrae/SC dia 1º de outubro, quinta-feira, na sede da instituição, em Florianópolis. As palestras serão ministradas por professores de MBA da Universidade da Califórnia e consultores de empresas como a Apple, Google, HP, Sun, Cisco e Nortel.A inscrição é gratuita e as vagas são limitadas.

Soraya Tonelli, coordenadora do Sebrae/SC Grande Florianópolis, o objetivo do evento e apresentar aos empresários conceitos e ferramentas para a implantação da cultura da inovação e liderança nas organizações.

- Acreditamos que esses conceitos são fundamentais para a sobrevivência das empresas diante de um cenário competitivo, globalizado e incerto – afirma a executiva.

Dudalina traz a consultora de moda Dani Ferraz

27 de setembro de 2015 0
Dudalina, divulgação

Dudalina, divulgação

Lojistas e representantes da Dudalina contarão com palestra da consultora de moda Danielle Ferraz (foto), do quadro Você Mais Poderosa, do programa Mais Você, da Rede Globo. Ela falará nesta segunda-feira, na convenção anual da marca, em Blumenau. Dani se destaca pelos conselhos para composição de looks de moda e também em sustentabilidade no setor. Em 2004, seu projeto Chic é ser consciente foi um dos premiados pelo New Venture, da FGV.

A Dudalina quer estar mais preparada para enfrentar a crise que derrubou em 7,2% a produção de vestuário em SC de janeiro a julho, e 10,5% no país, na mesma base de comparação.

- Nesse período a venda tem que ser mais trabalhada. Os colaboradores precisam de informação de moda para argumentá-la com o cliente, sugerir os produtos de maneira mais assertiva. Por exemplo, levar a calça certa ou montar um look completo para aquela pessoa que não tem informação de moda e ainda sente dificuldade em comprar roupas. Os vendedores serão consultores –  explica Danielle, que desenvolverá outros projetos com a Dudalina no próximo ano.

Empresários do transporte promovem evento que incentiva uso da bicicleta

27 de setembro de 2015 0

Com o propósito de viabilizar práticas que melhorem a qualidade de vida e a mobilidade, empresários do transporte público incentivam o uso de bicicleta. Eles apóiam o 1º Pedalando – Passeio Ciclístico para o Trabalhador em Transporte e Comunidade, que será no próximo domingo, 4 de outubro, no Parque de Coqueiros, em Florianópolis. A iniciativa é do Sest Senat (Serviço Nacional de Transporte). As inscrições devem ser feitas até quarta-feira no site www.sestsenat.org.br. Os participantes que levarem um quilo de alimento não perecível (exceto sal) ganharão kit com camiseta e adesivo. Os produtos serão doados para uma instituição.

Facisc defende o Sistema S

27 de setembro de 2015 0
Foto: Facisc, Divulgação

Foto: Facisc, Divulgação

Empresário Ernesto João Reck, 51 anos, de São Lourenço do Oeste, assume nesta segunda-feira à noite, no Costão do Santinho, em Florianópolis, segundo mandato à frente da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc). A posse será durante o congresso empresarial da entidade e do Fórum da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (Cacb) que abre neste domingo à noite. Nesta entrevista, ele critica o plano do governo federal de cortar recursos do sistema s e fala de prioridades da entidade. A Facisc representa 146 associações que reúnem 34 mil empresas do estado.

O que diretoria da Facisc vai priorizar neste segundo mandato de dois anos?
Vamos intensificar as prinpcipais bandeiras da gestão anterior com foco na infraesturutra, cobrança de melhor gestão do dinheiro público e aproximação da classe empresarial com a política.

Como vão trabalhar o projeto Desenvolvimento Econômico Local (DEL)?
Vamos expandir esse projeto que é novo para Santa Catarina. A proposta dele é que os municípios pensem suas vocações com foco no médio e longo prazos. É uma metodologia trazida da Alemanha. O DEL propõe reunir as principais lideranças de cada município e pensar o que é possível fazer para as nossas cidades no futuro. Você sabe que os políticos pensam, no máximo, até a próxima eleição. Nós queremos fazer com que algumas coisas sejam planejadas independente do prefeito que entra. Já temos nove cidades que assinaram acordo de cooperação com a Facisc. Entre elas estão Fraiburgo e Quilombo.

E na infraestrutura em SC?
Prioziamos nossas rodovias estaduais e federais. No Pacto por Santa Catarina temos mais de 160 obras, mas muitas coisas precisam ser feitas ainda. Precisamos duplicar a BR-470 até Campos Novos e a BR-282 até chapecó e São Miguel do Oeste. Também temos necessidade das ferrovias Norte-Sul, Leste-Oeste e entre os portos. Nós somos um Estado exportador, precisamos de mais infraestrutura.

Qual é a sua avaliação sobre os problemas políticos nacionais?
A presidente Dilma precisa fazer gestão da gestão pública. Não adianta aumentar impostos. Ela precisa fazer os cortes necessários, fazer melhor gestão do dinheiro público. Temos muitos ministérios, muitos cargos de confiança e investimentos equivocados. É preciso reduzir isto. Tem dinheiro para emprestar para outros países, mas não tem para investir na nossa infraestrutura. O nosso Estado também precisa fazer cortes. Quantas empresas estatais que não fazem nada e continuam existindo? Poderiam ser fechadas e os empregados, alocados em outros setores. Em nível federal também quanto se gasta para manter a máquina pública? O país só vai ter jeito se reduzir o custo da máquina pública e da Previdência.

Como vê o plano do governo federal de confiscar recursos do Sistema S?
Nós, indiretamente, também fazermos parte do Sistema S porque temos uma parceria muito forte com o Sebrae no Estado. É um trabalho de muito tempo que vem dando muito resultados. Valores são direcionados aos nossos núcleos setoriais que estão fazendo uma grande diferença, dando atenção ao pequeno empresário. Se reduzirem 30%, vamos conseguir atender 30% menos nossos associados, com 30% menos de possibilidade de sucesso das nossas empresas. Vamos formar 30% a menos profissionais. Precisamos de educação, educação, educação, formação, formação, formação… Vão tirar isso? Quanto seremos competitivos? Os cortes têm que ser feitos, mas não é atingindo o meio de produção que vão solucionar o problema. Temos que investir na produção que ela dará retorno com mais impostos. Se aumentar impostos, vão acabar com a produção. O governo federal está fazendo o inverso. Neste momento de crise, o Sistema S, com seus recursos, dá condições de profissionalizar mais. Cortando essa receita, o governo estará matando a galinha dos ovos de ouro.

O senhor investe em conjunto na sua cidade, São Lourenço do Oeste. Que negócios tem e quais são coletivos?

Nosso principal negócio é uma corretora de seguros, mas atuamos também com produção de frangos, erva-mate, reflorestamento e uma agência de viagens. Formamos um grupo de investidores na cidade para construir o Hotel Poente e o Laticínio Lorenzo.

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SC fecha pior saldo de vagas de emprego e outros destaques deste sábado

26 de setembro de 2015 0

Crise no emprego
Santa Catarina fechou agosto com o pior saldo de vagas dos últimos 20 anos para o mês (- 7 mil). A causa principal é a recessão, que derruba as vendas da indústria de SC nos demais Estados e contamina também a economia local. Forte em metalmecânica, Joinville sofre mais. Um dos oásis é o polo de calçados de São João Batista. O prefeito Daniel Cândido diz que sobram vagas.

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Em ritmo de comemoração dos 60 anos, a rede Lojas Koerich ignora a crise e investe. Lançou ontem seu cartão de crédito sem anuidade e o clube de relacionamento Clube Gente Nossa. As novidades foram apresentadas pelo diretor Ronaldo Koerich e o presidente Antonio Koerich. A rede também investiu em novo centro de distribuição. Foca crescimento.

Topo do pódio
Felizmente Santa Catarina voltou ao topo dos melhores destinos turísticos do Brasil, segundo a revista Viagem e Turismo. A perda da liderança ano passado gerou críticas do trade do setor ao estado. infraestrutura é o maior gargalo.

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Uma PPP têxtil no Oeste

26 de setembro de 2015 0
Foto: James Tavares, Secom, Divulgação

Foto: James Tavares, Secom, Divulgação

Para gerar empregos a mulheres em Planalto Alegre, no Oeste, foi inaugurada ontem, com a presença do governador Raimundo Colombo, uma confecção no modelo de Parceria Público Privada (PPP). O governo do Estado financiou para a prefeitura, sem juros, pelo programa Badesc Cidades, um galpão de 1,2 mil metros quadrados por R$ 650 mil. A prefeitura também cedeu o terreno e investiu mais R$ 200 mil. A empresa Ogochi, de confecções masculinas, entrou com os equipamentos e já contratou 50 pessoas. Em 2016 chegará a 150. Fundada em 1990 em São Carlos, a empresa tem unidades em Águas de Chapecó e Saltinho, e escritório de design em SP.

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Empresa de Florianópolis lança bolos sem glúten, lactose e caseína

26 de setembro de 2015 0

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A Primore, nova empresa de alimentos de Florianópolis, lançou bolos sem glúten, sem lactose (açúcar) e sem caseína (proteína do leite). Os produtos são embalados em atmosfera modificada, o que conserva fora da refrigeração até serem abertos, diz a química Patrícia Giuliani (foto).

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Lojas Koerich lançam cartão de crédito próprio

26 de setembro de 2015 0

Em ritmo de comemoração dos 60 anos, a rede Lojas Koerich ignora a crise e investe. Lançou ontem seu cartão de crédito sem anuidade e o clube de relacionamento Clube Gente Nossa. As novidades foram apresentadas pelo diretor Ronaldo Koerich e o presidente Antonio Koerich. A rede também investiu em novo centro de distribuição. Foca crescimento.