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Crise afeta finanças das prefeituras

05 de outubro de 2015 0

Desde que a crise econômica se acentuou no Brasil, as prefeituras amargam queda na receita tributária, mas a situação ainda vai piorar. No caso do retorno de ICMS, a queda real ficou em 4,05% no primeiro semestre, mas setembro acendeu luz ainda mais vermelha em SC. É que a arrecadação do tributo no Estado teve alta nominal (com a inflação) de apenas 0,62%, o que significa perda real perto de 9% e necessidade de arrocho maior. Segundo a Federação dos Municípios (Fecam), no primeiro semestre, a receita real do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) caiu -3,30%; do IPVA, -1,85%; e do Fundeb, -3,48%.

Diante da crise, os municípios estão cortando despesas por meio da demissão de pessoal em cargos de confiança, redução de salários, suspensão de viagens e de outras medidas, explica o economista da Federação dos Municípios Catarinenses (Fecam), Alisson Fiúza. As prefeituras menores sofrem mais porque têm menos receita própria com IPTU, ISS e ITBI (de transferência de bens).

O prefeito de Aurora, Vilmar Zandonai, cortou salários, mas o que preocupa mais é o elevado número de inativos no município. O prefeito de Santo Amaro da Imperatriz, Sandro Vidal, cortou em 10% os salários do Executivo e fez redução geral de despesas.

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