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Resultados da pesquisa por "Eduardo Campos"

Morte de Eduardo Campos e riscos de voar. Há suspeita de colisão com drone

13 de agosto de 2014 12

A saída de cena do presidenciável Eduardo Campos, hoje, devido a acidente aéreo, deixa uma lacuna nos debates da campanha, especialmente nas áreas econômica e educacional. Também abre questionamentos sobre a segurança do transporte aéreo no país.É claro que falta apurar as causas da queda, o país tem peritos competentes e cerca de 90% dos desastres aéreos ocorrem por falha humana.

Mas a coluna ouviu três profissionais do setor aeronáutico que preferiram ficar no anonimato e dois deles alertaram que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), responsável pela fiscalização dos serviços de manutenção de aeronoves, habilitação de pilotos e outros, enfrenta falta de profissionais em todas as áreas.

Isto coloca em risco os controles de manutenção de aeronaves e tempo de uso de peças, o que é importante para a segurança de voos. Um executivo da área disse que o controle da Anac é rigoroso nas manutenções de aviões comerciais e menor em jatinhos privados. Segundo ele, há mais acidentes com jatinhos do que com aviões comerciais. Um profissional do setor afirmou que a Anac não tem pessoal suficiente nem para a renovação anual da habilitação de pilotos. Outra fonte da coluna avaliou que os controles da agência são rigorosos e suficientes.

Suspeita de colisão com drone
Além disso, há um fato novo nos ares. Uma das suspeitas é de que um drone de defesa tenha colidido no avião de Campos. O país precisa normatizar o uso desses objetos voadores.

Explicação

Acréscimo postado às 10h45min do dia 14 de agosto:

A informação de que poderia ser colisão com drone foi passada por uma fonte privada que atua no setor aéreo, ouvida pela coluna. Ela disse que isso passou a ser comentado ontem, em Santos. Não sou grande conhecedora sobre como são usados esses equipamentos, mas como começaram a ganhar destaque ultimamente, achei por bem incluir na matéria.

 

Eduardo Campos defende modelo empresarial na área pública

16 de maio de 2013 0

Longe dos palanques nas últimas semanas, o governador de Pernambuco e presidenciável, Eduardo Campos, falou sobre administração pública no painel da Expogestão, ontem, em Joinville. Ele defendeu a gestão moderna na área pública, com a adoção de práticas empresariais na máquina estatal. Segundo ele, há quatro anos Pernambuco cresce mais do que a média brasileira, o volume de investimentos foi ampliado em 4,2 vezes e a meta de redução de custos, para este ano, é de R$ 400 milhões. Campos informou  números nas áreas de educação, saúde e segurança, resultados que o levaram a ser reeleito cm 82,8% dos votos e sua administração tem 92% de aprovação da população pernambucana.

No mesmo painel, o economista Paulo Rabello de Castro, um dos coordenadores do Movimento Brasil Eficiente, defendeu a interligação entre a gestão pública e privada e disse que o Brasil precisa de um choque de competitividade na gestão pública, principalmente com a simplificação tributária, investimento em inovação, empreendedorismo e coordenação estratégica. Também palestrante, Eduardo Pinho Moreira, governador em exercício de Santa Catarina, apresentou o modelo de gestão adotado pelo atual governo, que foca os pilares do planejamento, governança e desempenho. 

Colombo e Eduardo Campos vão debater administração pública em SC

02 de maio de 2013 0

Os governadores Raimundo Colombo, de SC, e Eduardo Campos, de Pernambuco (este pré-candidato à presidência) serão debatedores em painel sobre a eficiência da gestão pública, na Expogestão, dia 15 de maio, às 14h, em Joinville. A iniciativa tem apoio do Movimento Brasil Eficiente (MBE), coordenado pelo empresário Carlos Rodolfo Schneider e o economista Paulo Rabello de Castro, e o Movimento Catarinense para Excelência (MCE), presidido pelo empresário Amandio João da Silva Junior.

Conversa com Dilma

20 de agosto de 2014 0

A exemplo das anteriores, a entrevista da presidente Dilma ao Jornal Nacional, segunda, envolveu questionamentos sobre pontos críticos do partido da candidata e dificuldades da gestão. Muitos ficaram curiosos para saber o que rolou após a entrevista ao vivo, realizada no Palácio da Alvorada a residência oficial da presidência da República. Mas a presidente ficou uma hora conversando com entrevistadores William Bonner e Patrícia Poeta. O principal assunto foi sua relação com Eduardo Campos. As informações são da coluna Direto da Fonte, de Sonia Racy, do Estadão de hoje.

FAB informa sobre área de vant (drone) em Santos

15 de agosto de 2014 0

O comentário sobre a existência de drones no espaço aéreo de Santos, feito aqui no blog ontem com base em informação de um profissional do setor aéreo que tinha fontes na cidade paulista, não era sem fundamento. A FAB informou que a 20 quilômetros da roda do avião que transportava o presidenciável Eduardo Campos e caiu havia um espaço liberado para drones (vants) serem usados. Embora a hipótese seja remota, não é impossível que um deles tenha colidido contra o avião.

Presidente da Fiesc propõe novo pacto federativo a presidenciáveis

30 de julho de 2014 0
GlaucoPaCTO

Foto: Miguel Ângelo Pinheiro, CNI/divulgação


O presidente da Federação das Indústrias de SC, Glauco José Côrte, foi um dos empresários que sabatinaram os presidenciáveis nesta quarta-feira, na Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília. Ao questionar o candidato  Aécio Neves, defendeu a simplificação do sistema tributário brasileiro.

- A indústria não quer favores, quer apenas isonomia com os países com os quais compete. E isso não é pedir demais – afirmou o presidente da Fiesc.

Côrte argumentou ainda que a competitividade da indústria brasileira depende, em grande parte, de um novo pacto federativo, que reduza a carga tributária sobre investimentos, exportações e atividades industriais, além de ampliar o prazo para recolhimento de tributos.

 

Leia síntese das propostas dos candidatos divulgada pela Fiesc:

Eduardo Campos
O candidato disse que as reformas política e tributária terão prioridade em seu eventual governo. Ele garantiu que não aumentará a carga de impostos e prometeu que, caso seja eleito, enviará ao Congresso na primeira semana de governo uma proposta de reforma tributária, focada na simplificação, na desoneração dos investimentos e das exportações e na eliminação da cumulatividade dos tributos. Veja aqui a íntegra do texto.

Aécio Neves
O candidato afirmou que a política externa será alinhada à agenda comercial brasileira, com a retomada de negociação de acordos comerciais com parceiros no mundo. Ao falar à plateia de empresários, ele assegurou apresentar, no início de um eventual governo, a proposta para simplificar o sistema tributário brasileiro, mediante a unificação de tributos indiretos e com a compensação horizontal de créditos tributários. Veja aqui a cobertura completa.

Dilma Rousseff
A candidata à reeleição disse que é “capaz de fazer” as mudanças almejadas pelo setor industrial. Apontou a educação como o melhor caminho para o aumento da competitividade da indústria brasileiro e afirmou ser difícil aprovar uma reforma tributária integral, embora tenha admitido que, no primeiro ano de um eventual novo mandato, o governo poderá ter mais força política. Dilma defendeu ainda a política do governo para a indústria e criticou aqueles que conspiram contra o financiamento do setor. Leia o texto na íntegra.

 

A economia deve dar o tom da campanha presidencial

23 de abril de 2014 0

A palestra do pré-candidato do PSB à presidência, Eduardo Campos, ontem, para o Lide SC, foi voltada a análises e propostas para melhorar a economia. Como o crescimento do PIB do país está aquém do esperado, tudo indica que a economia dará o tom da campanha presidencial deste ano. Campos lembrou diversas vezes que o país teve hiperinflação, problema que foi vencido com muito esforço. Por isso disse que focará inflação no centro da meta (4,5% ao ano). Também prometeu fazer uma reforma tributária em 12 anos para dar o tempo necessário a adaptações dos estados e sinalizou que, se eleito, adotará gestão por resultados, a exemplo do que fez nos seus dois mandatos à frente do governo de Pernambuco.

Após receber Eduardo Campos, o Lide SC vai receber o pré-candidato Aécio Neves, do PSDB. Também convidará a presidente Dilma Rousseff para falar aos empresários. O presidente do Lide SC, Wilfredo Gomes, disse que o Brasil precisa deixar de ser o país do futuro para ser o país do presente.

Empresários apresentam pauta a presidenciável

22 de abril de 2014 1

O pré-candidato à presidência da República, Eduardo Campos, almoça hoje com empresários que integram o LIDE Santa Catarina, a partir das 12h, no CentroSul, em Florianópolis. Será um dos contatos em que ouvirá lideranças sobre as principais demandas do setor produtivo do Estado, que tem no topo a falta de infraestrutura. Empresários do Oeste se encontrarão com Campos, às 18h, na Associação Empresarial de Chapecó (Acic). Também vão destacar a falta de infraestrutura. Segundo o presidente da entidade, Bento Zanoni, o objetivo é ouvir as propostas de Campos e defender obras como a duplicação da BR-282 e construção de ferrovias.

União para viabilizar a instalação da fabricante de aviões Novaer em SC

03 de setembro de 2012 0

O grande número de autoridades e empresários no ato de assinatura do protocolo de intenções da empresa Novaer Craft, para instalar unidade em Lages, Santa Catarina, hoje, na Fiesc, mostra que Santa Catarina está unida para viabilizar o sucesso do investimento e conta com apoio do governo federal. Além do presidente da companhia, Graciliano Campos, estiveram o governador Raimundo Colombo; o ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp, o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte e o presidente da SCPar, Paulo Cesar da Costa. Hoje instalada em São José dos Campos, a empresa mudará para SC e trará uma série de fornecedores. Terá um laboratório em Florianópolis e vai fazer testes com suas aeronaves nos dois aeroportos ociosos da região, o de Lages e o de Correia Pinto. O empresário Cesar Olsen, da Olsen Odontomédica, de Palhoça, e apaixonado por avïões, foi o principal articulador para atrair o investimento ao Estado. O setor de tecnologia e formação na área também estava bem representado no evento. Entre as presenças, o professor Carlos Schneider, presidente do conselho da Fundação Certi, e o diretor da fundação, José Eduardo Fiates.

De turma da Esag/Udesc, sobre alta do IPI dos carros importados

22 de setembro de 2011 2

Publico aqui no blog artigo coletivo feito por professor e estudantes do curso de Economia da Esag, sobre o aumento do IPI dos carros importados:

“Realizei na última segunda-feira(19/09) com meus alunos da disciplina de Desenvolvimento Sócio-Econômico do curso de Economia da ESAG/UDESC uma análise de caso/”brainstorm” sobre a recente majoração do IPI para automóveis e caminhões que o governo federal promoveu. O resultado foi um breve artigo de opinião, de uma página, onde todos os participantes assinaram.” 

Prof. André Luiz Campos de Andrade

Mestre em Economia 

 

 OPINIÃO SOBRE A RECENTE ALTA DO IPI PARA AUTOMÓVEIS E CAMINHÕES NO BRASIL

 

A elevação em 30 pontos percentuais do IPI para automóveis e caminhões pegou de surpresa os consumidores brasileiros. A medida é valida até dezembro de 2012, e tem como objetivo estimular investimentos em P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) no País, atrair investimentos das montadoras estrangeiras e proteger a indústria nacional da concorrência dos importados. No entanto, as montadoras que realizarem investimentos em inovação, pesquisa e desenvolvimento tecnológico no país correspondente a 0,5% do seu faturamento bruto e cujos veículos tenham ao menos 65% de conteúdo nacional ou regional (Mercosul e México) estarão imunes ao aumento do imposto.

A medida está claramente direcionada a conter as importações dos veículos provenientes da China, que nos dois últimos anos cresceram de maneira expressiva (do ano passado até o presente momento a participação dos chineses no total de veículos importados passou de 2,4% para 9,1%).

Apesar da maior atratividade dos veículos chineses estar diretamente relacionada à política de desvalorização cambial artificial que o governo chinês insiste em manter, esta não pode ser tomada como a única explicação para recente perda de mercado das montadoras que produzem no Brasil verificaram. Nesse sentido, é necessário questionar também a falta de competitividade da indústria automobilística nacional, motivada principalmente pela alta carga tributária, encargos trabalhistas e previdenciários, juros altos, gargalos na infra-estrutura, falta de mão-de-obra especializada e baixos investimentos em P&D.

O aumento de impostos para veículos importados se confirma, portanto, como uma medida imediatista e que pretende no curto prazo desviar o ônus do baixo investimento histórico da indústria para a conta do consumidor, defendendo uma suposta indústria de veículos nacional, composta por empresas estrangeiras que apesar de montarem carros no Brasil importam grande parte de seus componentes da Argentina e México. Nesse sentido, apesar de correta a preocupação do governo federal com manutenção dos empregos gerados pela indústria automobilística “brasileira”, é questionável se a medida recentemente adotada resolverá estes problemas crônicos com os quais as montadoras brasileiras convivem.

Os contrários à nova lei questionam se haverá realmente um aumento na competitividade da indústria nacional, uma vez que é duvidosa a capacidade do governo em fiscalizar a aplicação das exigências contidas no pacote. Sem contar com medidas que reduzam o “custo Brasil”, o aumento do IPI pode resultar em nada mais do que um fortalecimento da parceria histórica do governo com as empresas já estabelecidas no País, uma vez que empresas como a chinesa JAC Motors já começam a rever seus planos de investimento que contavam inclusive com o estabelecimento de uma fábrica no Brasil nos próximos anos. Além dos argumentos citados, brechas no conteúdo da proposta do governo aumentam ainda mais a desconfiança nos resultados esperados: A liberdade para escolher 6 dentre 11 processos que devem ser desenvolvidos no Brasil pode acabar deixando para as fábricas do País processos de baixo nível tecnológico como a soldagem e pintura, deixando de fora a fabricação de motores e sistemas de transmissão que possuem visivelmente uma tecnologia aplicada muito maior. Não se deve esquecer, também, da possibilidade real das montadoras nacionais elevarem os preços finais de seus veículos, uma vez que o preço de seus concorrentes estrangeiros sofrerá uma inevitável aumento.

Na contrapartida do debate estão aqueles que defendem a medida a qual, além de salvar empregos e evitar a fuga das empresas já estabelecidas no País, auxilia no equilíbrio da balança de pagamentos, fortalece acordos regionais como o MERCOSUL e vai ao encontro da política fiscal contracionista do governo. A redução do IPI para produtos nacionais, defendida por aqueles que são contra o decreto atual, acabaria levando o problema não ao consumidor específico que pretende comprar um carro novo, mas a sociedade como um todo, que haveria de arcar com a provável criação de um novo imposto que compensasse a perda do primeiro.

A complexidade do problema de falta de competitividade dos produtos brasileiros demanda medidas de longo prazo, que não devem se limitar apenas ao setor automobilístico. Por outro lado, os resultados do decreto que entrou em vigor dia 16 de setembro devem ser acompanhados de perto. Sua manutenção e execução devem estar condicionadas ao seu funcionamento efetivo e não devem deixar de lado a possibilidade de represálias por parte dos países afetados.

 1 Análise de caso realizada em 19/09/2011 na disciplina de Desenvolvimento Sócio-Econômico do curso de Economia da ESAG/UDESC pelo professor André Andrade e pelos acadêmicos: Bruno Bergmann, Carolina Salvão, Carlos Eduardo Matos, Cléber Oliveira, Edegar Zilli, Guilherme Ricken, Heitor Vasconcellos, Jéssica Aquino, José Artur Teixeira, Leonardo Nunes, Ludmilla Custodio, Marcelo Peres, Maria Carolina Papst, Marisa Persike, Marjorie Nunes e Mérian Schutz.


OSX consegue licença ambiental prévia para instalação no Rio

25 de fevereiro de 2011 0

A empresa OSX, do Grupo EBX, recebeu hoje a licença ambiental prévia para o estaleiro no Açu, região Norte do Estado do Rio de Janeiro. A unidade de construção naval foi projetada inicialmente para ser instalada em Biguaçu, Santa Catarina, mas em função das dificuldades para obter a licença ambiental e riscos de questionamentos futuros na Justiça acerca do meio ambiente, a companhia decidiu buscar o licenciamento para Açu.

O projeto, de R$ 3 bilhões, seria o maior investimento da história de SC, com a geração de aproximadamente 4 mil empregos diretos. Desde o anúncio do projeto até a busca das licenças, foi grande a polêmica em torno da questão ambiental.

 

Veja o texto que a OSX publicou na CVM hoje:

UCN da OSX no Açu tem aprovação da expedição de Licença Prévia

- o maior estaleiro das Américas irá gerar 10 mil empregos diretos

A Unidade de Construção Naval do Açu (UCN) da OSX teve a expedição de sua Licença Prévia aprovada pela Comissão Estadual de Controle Ambiental (CECA), da Secretaria de Estado do Ambiente do Estado do Rio de Janeiro (SEA/RJ), conforme publicação de hoje, 25/2, no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro.

A UCN Açu será o maior estaleiro das Américas e estará localizada no complexo industrial do Superporto do Açu, situado no Distrito Industrial de São João da Barra (DISJB), criado pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro. Essa localização estratégica posiciona a UCN Açu próxima a grandes siderúrgicas e termoelétricas, e a 150 km da Bacia de Campos, responsável por cerca de 75% da produção brasileira de petróleo. Essa localização gera condições únicas de integração logística, eficiência operacional e sinergias industriais locais, reduzindo assim custos importantes com a possibilidade de utilização de chapas de aço de 18 m de comprimento (redução de até 56% em soldas para criação de painéis),  e com o fornecimento de energia gerada no próprio Complexo Industrial (redução de até 30% nos custos de energia).

A UCN Açu conta com frente de cais de 2.400 metros de extensão na fase inicial, com potencial de expansão de até 3.525 metros – podendo integrar até 11 FPSO’s e construir 8 WHP’s simultaneamente, em sua versão ampliada. 

Serão criados 10 mil empregos pela Unidade de Construção Naval da OSX durante sua fase de operação e 3.500 na fase de implantação. A equipe da UCN Açu contará com o treinamento e capacitação profissional do Instituto Tecnológico Naval (ITN), atualmente em desenvolvimento pela OSX, assim como com a tecnologia estado da arte da líder mundial em construção naval, a sócia Hyundai Heavy Industries, que possui 10% do capital social da OSX Construção Naval e mais de 38 anos de experiência na construção de equipamentos para a indústria offshore de petróleo e gás.

Para Luiz Eduardo Carneiro, Diretor Presidente da OSX, “a aprovação do licenciamento da nossa UCN Açu pela CECA é um passo fundamental para que nós cumpramos a nossa missão de instrumentalizar a pujante produção do petróleo e gás que nosso País tem descoberto ano após ano, e para que possamos nos tornar líderes nacionais no fornecimento de equipamentos e serviços para a indústria nacional offshore de petróleo e gás”.

 Sustentabilidade

Reafirmando os compromissos de sustentabilidade do Grupo EBX, em paralelo às medidas de compensação ambiental legais, o Grupo está criando na região do Açu,  a maior unidade de conservação privada do País destinada à conservação do ecossistema de restinga e a terceira maior do Bioma Mata Atlântica, com cerca de 3.882 hectares.

A aprovação da CECA para o licenciamento da UCN Açu consolida o Distrito Industrial de São João da Barra, o Complexo Industrial do Superporto do Açu, e seus empreendimentos, encontrando sempre na  OSX, o compromisso dos altos padrões de tecnologia e de sustentabilidade que norteiam a atuação empresarial do Grupo EBX.

Vem aí um festival para o Planalto Serrano

13 de maio de 2009 0

A logomarca da nova festa serrana de SC/Divulgação

Em mais um voto de confiança no potencial turístico do Estado, a Alliance eventos, empresa do novo presidente da Acif, Doreni Caramori, mais os seus sócios Pedro Freitas e Eduardo Gutierrez, vai lançar nesta quinta-feira, o Festival de Inverno da Serra Catarinense. O novo evento será apresentado a partir das 15h, no Festival de Integração Multicultural Catarinense, o FIMC, no CentroSul,  que acontece paralelamente ao Congresso Mundial de Turismo.

O novo evento será a partir de junho nas cidades de São Joaquim, Urubici, Lages e Bom Jardim da Serra, com uma série de atividades para toda a população, entre as quais apresentações musicais, cênicas, gastronomia e vinhos. A intenção é desenvolver o turismo na serra de SC a exemplo do que faz o Rio Grande do Sul na Serra Gaúcha, São Paulo em Campos do Jordão e o Rio de Janeiro, em Petrópolis.

Postado por Estela Benetti