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Resultados da pesquisa por "educação"

Educação de alta qualidade é saída para o país no longo prazo

21 de outubro de 2015 1
Foto: Heraldo Carnieri, divulgação

Foto: Heraldo Carnieri, divulgação

Desenvolvimento econômico, riqueza e alta qualidade da educação andam lado a lado. O Brasil só conseguirá estabilidade consistente na economia e maior renda média se alcançar, na educação, padrão semelhante aos países de ponta. O modelo de ensino não precisa ser idêntico e nem é necessário muito dinheiro. Vale a eficácia, o resultado. Isso tudo ficou claro no terceiro Seminário Internacional de Educação, ontem (20), que reuniu especialistas do Brasil, Finlândia, EUA e China na Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), em mais uma ação do Movimento a Indústria pela Educação.

Ao abrir o evento, o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, falou da importância da atenção ao ensino cedo. Citou estudo do Prêmio Nobel em economia James Heckman de que o investimento tardio na educação custa 60% mais caro. Adiantou que este ano o Movimento incluiu a participação dos jovens e, no ano que vem, focará a gestão escolar. Primeiro palestrante, o professor da Fundação Getúlio Vargas, Roberto Castello Branco alertou que a melhoria da produtividade, um dos grandes gargalos da economia brasileira, depende do avanço da qualidade da educação. Disse também que os serviços pesam cada vez mais no PIB e requerem profissionais mais preparados.

A PhD Essi Ryymin informou que seu país, a Finlândia, que tem a melhor educação da Europa e uma das melhores do mundo, têm uma grade curricular mais livre, focada em eficiência no aprendizado. Isso colocou o país no topo dos países mais inovadores do mundo. O evento teve palestras, também, sobre os modelos de educação de Xangai, na China, e do Vale do Silício, que se destacam pela qualidade.

Dois convênios foram assinados durante o seminário. Um com o Google, para professores do Sesi e Senai usarem a plataforma educacional da rede social. Outro foi da Fiesc com a MindLab, instituição voltada ao desenvolvimento de tecnologias educacionais, que beneficiará 45 mil alunos do Estado e tem parceria da Secretaria Estadual de Educação e da Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho. Na foto, o presidente Côrte (E), com o diretor do Google for Education Rodrigo Pimentel, mais o superintendente do IEL/SC, Natalino Uggione (D) e o superintendente do Sesi/SC, Fabrizio Machado Pereira (aos fundos) durante a assinatura da parceria. 

Quem falou sobre o avanço chinês na educação foi Tiejun Gu, diretor do Confucius Institute. Destacou a reforma dos anos de 1970 que passou a exigir, no mínimo, nove anos de estudo e, a partir do ano passado, o investimento de 4,15% do PIB em educação, que atendeu 138 milhões de alunos e 9 milhões de professores.  James Ito-Adler, presidente do Cambridge Institute  for Brazilian Studies, recomendou ao Brasil a ampliação de infraestrutura de pesquisas e internacionalização de projetos em universidades.

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Pesquisa aponta que Florianópolis é a cidade mais inovadora em educação

29 de julho de 2015 1

Florianópolis é a cidade mais inovadora em educação. Foi isso que apurou o instituto Urban Systems em pesquisa que será divulgada pela revista Exame quinta-feira. A conclusão é de levantamento sobre as cidades mais inteligentes do país. Nesse ranking, a Capital de SC ficou em 8º lugar e Balneário Camboriú, em 26º lugar. Em educação, o destaque foi a avaliação pela Prova Floripa.

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Ministro da Educação participa de evento da Fiesc em Joinville

24 de julho de 2015 0
Foto: Mélan Schmidt, Divulgação

Foto: Mélan Schmidt, Divulgação

Há pouco mais de três meses à frente da pasta da Educação, o ministro Renato Janine Ribeiro (em pé) esteve em Joinville quinta-feira para conhecer parte do que se faz em SC para melhorar a qualidade do ensino. Participou de evento do Movimento A Indústria pela Educação, desenvolvido pela Federação das Indústrias do Estado (Fiesc).

Conforme Janine, uma economia desenvolvida exige um trabalhador inteligente. Além do presidente da Fiesc, Glauco José Côrte (segundo à esq.), participaram do evento o prefeito de Joinville Udo Döhler (E), o secretário de Estado da Educação, Eduardo Deschamps, e a reitora do IFSC, Maria Schneider (D).

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Fiesc lança o programa com jovens embaixadores da educação

09 de julho de 2015 0

 

Heraldo Carnieri, divulgação

Heraldo Carnieri, divulgação

Vem aí mais uma iniciativa para melhorar a qualidade de ensino nas escolas públicas. Cerca de 32 instituições do Estado concordaram em participar do projeto da Fiesc Escola parceira: educação que faz sentido,  apresentado ontem na reunião do conselho de governança do Movimento A Indústria pela Educação. A intenção é  contribuir para que essas escolas se tornem modelos de educação de qualidade a serem replicados. Esta será importante missão dos jovens embaixadores do movimento com as Câmaras Regionais de Educação da Fiesc no Estado. O presidente da federação, Glauco José Côrte (D), conversou com os já engajados jovens embaixadores de Lages.

"O poder de transformação da educação"

19 de maio de 2015 0

 

EducaInova

Lide, Divulgação

Dois empreendedores de empresas inovadoras para a área de educação debateram o tema em evento do Lide Santa Catarina nesta terça-feira: Claudio Sassaki, cofundador da Geekie, uma das empresas de educação mais inovadoras do Brasil, e Ricardo Fritsche, cofundador da startup catarinense Meritt, que fornece dados sobre o setor a governos. Foram recebidos pelo presidente do Lide, Wilfredo Gomes, e a diretora do Lide Mulher Santa Catarina, Fernanda Bornhausen Sá. A conversa teve como mediador o empresário Nicolas Peluffo, sócio do Ponta dos Ganchos Resort e também fundador da startup Xmile Learning. Entre os que acompanharam os debates, o secretário estadual de Educação, Eduardo Deschamps, a secretária de Turismo de Florianópolis Zena Becker, e de membros do comitê de gestão do Lide. Peluffo defendeu a inovação na área, mas alertou sobre um problema de longo prazo, mas preocupante, o de que menos da metade dos jovens que estão na estola, hoje, terminarão o ensino médio.
A trajetória de Sassaki chamou a atenção. Ele contou que após estudar no exterior e atuar por 10 anos no mercado financeiro descobriu que sua paixão é o poder de transformação da educação.
- Minha paixão e vontade de fazer algo relevante pela educação do país foram fundamentais para eu arriscar tudo e abrir meu próprio negócio, a partir de uma ideia que, como todas as outras, podia dar certo ou não. Peguei o conceito de que duas pessoas não aprendem da mesma forma, que eu sempre tive dentro de mim, e coloquei em prática, transformei em uma ferramenta. Hoje, com mais de 3,2 milhões de alunos em todo o Brasil usando nossa plataforma e cerca de 100 pessoas trabalhando comigo, acreditando no que há três anos era apenas uma ideia, vejo que personalizar a educação e despertar o interesse dos alunos em determinadas disciplinas é possível – contou o empreendedor.

A Meritt, de Ricardo Fritsche e sócio, atua na oferta de dados sobre educação para governos, prefeituras, escolas, diretores, pais e alunos de todo o país.
- Plataformas como as nossas são a prova de que a inovação e tecnologia podem e devem contribuir com a educação, especialmente no Brasil. O mais importante é saber que estamos fazendo o que podemos para mudar essa realidade e que existem pessoas e empresários que acreditam na gente e compram a nossa ideia – afirmou.

Jovens embaixadores da educação

27 de abril de 2015 1

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Foto: Heraldo Carnieri, Fiesc, Divulgação

Confiantes no poder transformador da juventude, 32 estudantes catarinenses começam a atuar como “embaixadores da educação” dentro do Movimento A Indústria Pela Educação, desenvolvido pela federação do setor, a Fiesc. Selecionados pela entidade, eles mostraram no encontro do fim de semana, em Florianópolis, que estão totalmente convencidos da força da juventude para melhorar a situação atual da educação. O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte (C), também mostrou confiança no protagonismo dos jovens no projeto.

- Desejamos que vocês trabalhem por uma agenda positiva para a educação. Mais do que bons profissionais, a Federação quer formar bons cidadãos – destacou Glauco Côrte para os estudantes.

O encontro foi preparatório aos embaixadores. O foco deles será estimular atuação mais colaborativa entre a escola e o mundo do trabalho.

Jovens cobram educação de qualidade e governo ético

09 de março de 2015 2
Antonio Carlos Mafalda, divulgação

Antonio Carlos Mafalda, divulgação

Engana-se quem prensa que só jovens ricos buscam educação de alta qualidade. Essa demanda é ainda maior entre os de países em desenvolvimento. Pesquisa do Fundo de População das Nações Unidas revelou que 68% dos jovens de países com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e 58% dos jovens de países com elevado IDH apontam a boa educação como prioridade na agenda de desenvolvimento sustentável pós-2015. Em segundo lugar, defenderam governos honestos e responsáveis e, em terceiro, melhores serviços de saúde. Esses dados foram destacados ontem na reunião da Fiesc que lançou nova fase do Movimento A Indústria pela Educação que prioriza, este ano, a conexão com jovens.
-Esse estudo é surpreendente. Os jovens estão dizendo para nós, olha, eu quero uma educação de qualidade – comendou Glauco José Côrte, presidente da Fiesc.
Segundo ele, se dizem isto é porque sentem que não estão recebendo boa educação. Para Côrte, está nas mãos de SC e do Brasil mudar essa realidade ainda triste, de poucos avanços na educação, com desempenho ruim do país diante de outras economias.
- Nós temos em Santa Catarina a possibilidade de fazer isto. Somos um Estado pequeno e há um grande alinhamento entre o setor público e o privado – avaliou Côrte.
Uma pesquisa da federação apontou que a principal demanda da indústra catarinense, hoje, é de trabalhador qualificado. Para o primerio vice-presidente da entidade, Mario Aguiar, o impacto da educação de qualidade é muito positivo nas empresas.
- A pessoa quer evoluir, a indústria quer ser mais competitiva. Só vamos antingir maior competitividade se tivermos colaboradores qualificados. Isso permite que todos ganhem – disse o industrial.

Federações estudam movimento conjunto
Entre as entidades empresariais que investem alto para melhorar a educação técnica no Estado estão as federações que representam a indústria e o comércio. Como atuam com o mesmo foco, o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, e o presidente da Fecomércio, Bruno Breithaupt, avançaram nas negociações e, em breve, podem anunciar o Movimento SC pela Educação. O tema foi destaque na reunião do Conselho de Educação da Fiesc, ontem, em Florianópolis.

 

Professores discutem educação em evento científico

27 de outubro de 2014 0

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Cerca de 2 mil professores participam desde ontem, em Florianópolis, da X Anped Sul – reunião científica sobre pesquisa em educação. Serão apresentados 800 trabalhos. Um deles alerta sobre a importância da regulação do Estado na educação privada. Uma das autoras é Leci Paier, doutoranda da Unisinos (RS). Ela alerta sobre a importância do foco humanista ao ensino.

Foto: Reprodução Facebook X Anped Sul

Fiesc prevê salto na educação em 10 anos

24 de outubro de 2014 0

Não é possível alcançar excelência na educação de uma hora para outra.É preciso avançar degrau por degrau. Empenhado em elevar o ensino dos trabalhadores da indústria catarinense a patamares semelhantes aos alcançados pelos concorrentes do Estado e do país no exterior, o presidente da Federação das Indústrias de SC (Fiesc), Glauco José Côrte, afirmou ontem para a coluna que em 10 anos acredita que será possível atingir padrão próximo do registrado por países que aparecem bem nos rankings do setor.

Ontem, a Fiesc realizou o segundo Workshop Internacional de Educação, com palestras de Kauko Hämäläinen, da Finlândia, e Andrzej Braiter, da Polônia. Conforme Côrte, a entidade vai investir mais no aprimoramento da formação de professores. Os acordos assinados com a Finlândia e com o Instituto Ayrton Senna agregarão na área socioeducativa.

O professor finlandês Kauko Hämäläinen alertou que é fundamental oferecer a mesma qualidade de educação a todas as crianças. Na Finlândia, país que está entre os melhores no ranking de Pisa, toda a educação é pública e a prioridade é para o ensino fundamental e médio. Segundo o especialista, se for necessário fazer cortes, eles ocorrem nos cursos superiores. Ele disse que o país vai incluir mais música e arte na formação para melhorar o desenvolvimento dos alunos. A evasão escolar na Finlândia é de 2%.

Educação inovadora

15 de outubro de 2014 0

O Sesc-SC amplia a oferta de ensino fundamental com metodologia inovadora, que desenvolve competências como empreendedorismo e habilidades sociais. Serão 5.974 vagas para filhos de comerciários no ano que vem. A instituição vai inaugurar a nova unidade de Itajaí, que recebeu investimento de R$ 9,3 milhões. Ela oferecerá do 1º ao 6º ano.

Pais pela educação

23 de setembro de 2014 0
Foto: José Luiz Somensi, Fiesc

Foto: José Luiz Somensi, Fiesc

O estudante do Senai Lages, Juan Costa dos Santos (E), conta com especial apoio dos pais nos seus estudos. A mãe, Elaine (C), administradora escolar, e o pai, o professor aposentado Francisco (D), se tornaram um casal símbolo da campanha da Fiesc Pais pela Educação, no âmbito do Programa Indústria pela Educação. Eles acompanharam o filho na Olimpíada do Conhecimento, em Belo Horizonte, onde Juan conquistou medalha de prata. Apoio da família melhora o desempenho de estudantes.

BID e Fiesc pela educação

16 de setembro de 2014 0

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) aprovou projeto da Fiesc para pesquisas em educação. O banco vai fornecer
US$ 180 mil (não reembolsáveis) para financiar pesquisas que identificarão competências e habilidades do profissional requerido pelo mundo do trabalho e que analisarão o impacto da educação voltada a jovens e adultos que não concluíram o ensino básico em SC.

Alerta sobre impostos na educação

11 de setembro de 2014 0

Depois das baixas notas dos estudantes brasileiros no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e da informação da OCDE de que o Brasil gasta anualmente, por aluno, R$ 6.745, que é apenas um terço do valor médio de R$ 20.230 das nações desenvolvidas, o Conselho Estadual dos Jovens Empreendedores (Cejesc) faz um amplo alerta neste sábado sobre a pesada carga tributária que incide sobre produtos para educação. Será no Feirão do Imposto realizado em 40 cidades do Estado, que tem também entre os pontos fortes a distribuição de combustível sem os impostos.

Segundo a presidente do Cejesc, Liandra Nazário Nobrega, a lista tem mais de 20 produtos. Itens como agenda escolar, apontador e borracha pagam 43,19% de impostos, o lápis tem carga de 34,99% e o caderno grande (universitário), de 34,99%. Liandra Nazário informa que durante as manifestações também serão recolhidas assinaturas para levar as propostas do Movimento Brasil Eficiente (MBE) para votação no Congresso. Elas sugerem medidas como a expansão do gasto público um pouco abaixo da alta do PIB para que seja possível reduzir a carga tributária. O Cejesc reúne 1,3 mil empresários e tem o apoio da Facisc.

Educação é tudo

27 de agosto de 2014 0

Questionado sobre a educação numa entrevista ao Estadão em 2004, o empresário Antônio Ermírio de Moraes, que faleceu domingo, afirmou:
– Não perdemos o bonde da educação, mas estamos andando muito vagarosamente, o que é lamentável, pois educação é um ponto seríssimo, mais do que a saúde. Não ter educação é um desastre para  o país. Educação é tudo em uma nação. Sem educação não somos nada – disse. Avaliação superatual.

Nova diretoria da Fiesc assume com as bandeiras da inovação e educação

22 de agosto de 2014 0

Glauco

O Sistema Fiesc empossa hoje, a partir das 19h30min, na sede da entidade, a sua diretoria para a gestão 2014-2017, que tem à frente os industriais Glauco José Côrte (foto), na presidência, e Mario Cezar Aguiar, na vice-presidência.Entre as autoridades que confirmaram presença está o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.Além da ênfase na inovação, o grupo está priorizando a educação técnica e indo além, cobrando mais eficiência do ensino fundamental. Para isso, o fato novo é o incentivo aos pais e à família participarem mais diretamente no acompanhamento da educação dos filhos. Outro fato novo é a cobrança de redução da carga tributária e um ambiente mais favorável aos investimentos.
Na linha de descentralização da gestão, a Fiesc criou a sua 16ª vice-presidência regional, no Vale do Rio Itajaí Mirim, com sede em Brusque.

Perfil de Glauco José Corte

Presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), empresário e bacharel em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Glauco José Côrte tem diversas especializações por instituições como UFSC (SC), Fundação Getúlio Vargas (RJ), American Graduate School of International Management (Arizona, EUA) e IMD (Lausanne, Suíça).

Atualmente é diretor da Confederação Nacional da Indústria (CNI); preside o Conselho Temático Permanente de Política Industrial e Desenvolvimento Tecnológico da entidade e é membro do Conselho de Assuntos Legislativos da instituição. Também é membro do conselho deliberativo da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio e Exterior; membro dos conselhos de administração da Portobello S/A, Multilog S/A e Pedra Branca S/A, além de acionista fundador da Inplac Indústria de Plásticos S/A.

Foi vice-presidente executivo da Portobello S/A e diretor da Portobello América (EUA), diretor financeiro e de relações com o mercado da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), além de presidir o conselho de administração da Celesc S/A de 2005 a 2010.

Foto: José Paulo Lacerda

Fecomércio foca serviços, inovação e educação

16 de agosto de 2014 0
Foto: Marco Favero

Foto: Marco Favero

Entidade que representa 400 mil empresas e mais de 60% do PIB do Estado, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Sistema Fecomércio-sc), empossa neste sábado, no Costão do Santinho, sua nova diretoria para mandato de mais quatro anos. O empresário Bruno Breithaupt, reeleito presidente, adianta que focará soluções às empresas, inovação e educação. Integrante do Sistema “S”, a federação representa empresas que empregam mais de 1 milhão de trabalhadores no Estado e arrecadam 72% do total de ICMS. Entre as prioridades de Breithaupt estão maior aproximação com empresários e consolidação do trabalho de pesquisas ao setor.

Perfil

Bruno Breithaupt é de tradicional família do varejo da região de Jaraguá do Sul, é sócio da rede de lojas de materiais de construção Breithaupt, um shopping center e uma importadora de produtos elétricos. É presidente da Fecomércio desde março de 2009 e foi reeleito para um segundo mandato de quatro anos à frente entidade. É graduado em Administração de Empresas pela Universidade de Joinville e tem pós-graduação em Administração Financeira pelo Centro Universitário de Jaraguá do Sul. Também integra os conselhos das federações de SC (Cofem), do Sebrae-SC e da Associação Empresarial de Jaraguá do Sul.

O que a diretoria da Fecomércio vai priorizar neste mandato que se inicia?

Bruno Breithaupt – O nosso grande objetivo é colocar a federação à disposição do empresário e trazer ele para dentro da entidade para que a gente possa, com mais rapidez, defender seus interesses. Um dos projetos que iniciamos e vamos ampliar é o observatório do comércio que estamos instalando onde temos vice-presidências. Trata-se de uma fonte de coleta de dados. Com eles identificamos obstáculos e sugerimos soluções, muitas vezes em forma de políticas públicas.

Quais os planos para incentivar inovação e tecnologia ao setor?

Breithaupt – Um projeto que admiramos e, através do Senac e da própria federação, podemos participar é o dos Centros de Inovação, do governo do Estado, liderado pela Secretaria de Desenvolvimento. Isso visa, sem dúvida, levar Santa Catarina a outro patamar. Qualquer empresa inovadora, inclusive do nosso setor, pode participar desses centros. Nós, do comércio, precisamos utilizar mais tecnologias, incluindo as redes sociais, para ampliar nossos negócios, melhorar a relação do lojista com o consumidor. O comércio eletrônico é uma realidade.

Por que a Fecomércio passou a priorizar pesquisas?

Breithaupt – No meu primeiro mandato tiramos a pesquisa do chão. Esse setor demanda conhecimento. Nesses quatro anos chegamos a um patamar muito bom de apuração, acerto, mas queremos mais. Fazemos quatro modalidades de pesquisa: perfil de consumo (comércio eletrônico, classe média, mercado imobiliário); sazonais (datas comemorativas); econômicas (hoje temos índices de endividamento e inadimplência junto com sindicatos de regionais); e turismo. As pesquisas requerem tecnologias especiais, tivemos que buscar know-how.
Nos moldamos, dependendo da necessidade podemos formatar a pesquisa necessária para determinado setor. Se não temos a expertise, vamos buscar onde há. A equipe de pesquisa foi constituída há cinco anos.

Como vocês promovem a maior aproximação com os empresários do setor?

Breithaupt – Com as 10 câmaras setoriais buscamos uma aproximação do empresário com a federação. Queremos identificar as necessidades, aquilo que incomoda as diversas categorias para tentar minimizar os problemas do dia a dia. Precisamos entender a relação nova das empresas com o consumidor. Temos que trazer os empresários aqui para resolver os problemas deles.

A educação ganhou força nas instituições da Fecomércio – Sesc e o Senac. Quais são os focos?

Breithaupt – A qualidade é prioridade. Com o Sesc, atuamos com educação infantil e ensino fundamental. O Senac oferece cursos técnicos, graduação e pós-gradação com ênfase nos setores que representamos. Também estamos expandindo cursos pelo Pronatec. Um país referência, para nós, é a Coréia do Sul. Há 60 anos ela estava devastada, investiu alto em educação fundamental por 20 anos e avançou. Acreditamos que só vamos mudar o país se investirmos em educação fundamental. Não que que o ensino médio e universitário não sejam importantes, mas a base tem que ser mais consistente. Todos devem ter um mínimo de educação fundamental. Os nosso investimentos do Sesc têm se voltado a essa área. Temos 18 escolas de educação infantil e 8 escolas de ensino fundamental. O Senac tem 27 unidades mais cinco carretas-escola. Entre os anos de 2010 a 2013, qualificou 179 mil profissionais para o mercado de trabalho. Vamos ter três novas escolas modelo de ensino fundamental no Estado em horário integral, uma em Joinville, uma em Jaraguá e outra em Itajaí.

Qual é o orçamento do Sistema Fecomércio para este ano?

Breithaupt – Cada casa (Fecomércio, Sesc e Senac) tem orçamento separado. Juntos, eles vão somar cerca de R$ 400 milhões este ano.

Com vê o mercado para o segundo semestre e para o ano?
Breithaupt
- Eu tenho que ser otimista. Usualmente, a nossa atividade se intensifica no segundo semestre e o ano político ajuda. Mas nossos índices de crescimento estão baixos. Eu gostaria de chegar no final do ano com resultado positivo. Acredito na criatividade do nosso empresário.

Comenda à educação

12 de agosto de 2014 0
Foto: José Paulo Lacerda / Divulgação

Foto: José Paulo Lacerda / Divulgação

O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte (C), recebeu ontem, em Brasília, a comenda Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho, concedida pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). A homenagem foi proposta pela ministra do TST, Maria de Assis Calsing e entregue pelo ministro João Orestes Dalazen (D). O programa da Fiesc já tem a adesão de 1,6 mil indústrias e apoiadores em Santa Catarina. A partir de agora, a entidade inicia campanha chamando os pais para apoiarem e darem mais atenção ao aprendizado dos filhos.

Indústria cobra mais qualidade na educação

08 de agosto de 2014 0

A Federação das Indústrias do Estado (Fiesc) recebe hoje os três principais candidatos ao governo catarinense para apresentarem propostas às prioridades apontadas pelos empresários do setor. A novidade, desta vez, é que uma pesquisa junto aos industriais apontou que eles consideravam como maior entrave ao crescimento, com 46,7% dos votos , a insuficiência de trabalhadores com formação adequada às necessidades das suas empresas.

Como segundo maior entrave, com 42,5%, foi apontada a demora e burocracia do serviço público; e em terceiro, com 41,4%, ficou a insuficiência de incentivos fiscais. O eterno gargalo de infraestrutura foi o quarto entrave mais votado, com 36,4%.

O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, diz que a preocupação com a formação do trabalhador cresceu porque a maioria das empresas enfrenta esse problema e isso inibe a inovação e a competitividade internacional.

Um fato novo é que a Fiesc vai cobrar compromisso com a redução da carga tributária. Côrte cita o caso da energia elétrica, que tem tributação próxima de 50%, sendo 33% de ICMS. Na Alemanha, a tributação é zero. A federação também vai chamar a atenção dos candidatos sobre a importância da indústria. Quando o setor vai bem, a economia cresce e vice-versa. É que ela tem impacto indireto sobre a maioria dos serviços.

A queda do ritmo econômico do Brasil derrubou as vendas da indústria de SC em 6,2% no mês de junho frente ao mesmo mês de 2013. O setor metalmecânico foi mais atingido agora. Alimentos e madeira cresceram.

Educação financeira é tema de semana nacional

07 de maio de 2014 0

A oferta de produtos e serviços financeiros cada vez mais sofisticados para todas as classes sociais e empresas de todos os portes vem causando endividamento e perda de poder de compra de boa parte da população. Isso acendeu uma luz vermelha no governo federal. O Banco Central, Ministério da Educação, Ministério da Fazenda e Comissão de Valores Mobiliários (CVM) lançaram o programa denominado Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), cuja primeira ação é a Semana Nacional de Educação Financeira, que começou segunda e vai até sexta. O evento oferece palestras gratuitas sobre finanças pessoais em diversas capitais. Santa Catarina não teve cidade incluída desta vez.
O público-alvo são pessoas graduadas, mas os que mais perdem em função da falta de conhecimento são os usuários de cartão de crédito que postergam pagamento de fatura e quem usa cheque especial.Pesquisa da semana passada apontou que 69% dos clientes bancários que entram no cheque especial não sabem que estão pagando taxas de juros muito elevadas. E um levantamento da Fecomércio de São Paulo apurou que nos últimos três anos – 2011, 2012 e 2013, os brasileiros pagaram R$ 1,1 trilhão de juros e a maior parte, R$ 696 bilhões, saiu dos bolsos de pessoas físicas. Só com muita formação na área financeira, incluindo disciplinas no ensino fundamental, será possível avançar nessa formação.

Plano estratégico do Senar inclui mais educação ao meio rural

08 de abril de 2014 0

Com a missão de realizar a educação profissional e a promoção social das pessoas do meio rural, o Senar, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Administração Regional de SC lançou ontem o seu primeiro planejamento estratégico, elaborado com assessoria do Sebrae-SC com metas a serem alcançadas a partir deste ano até 2020.
A principal prioridade é alcançar crescimento de 10% ao ano na oferta de cursos técnicos, totalizando 840 mil pessoas capacitadas até 2020.

A instituição, que é controlada pelo Sistema Federação da Agricultura e Pecuária (Faesc), também decidiu instalar nova sede ao Senar em Florianópolis e sedes regionais em parceria com sindicatos, oferecer previdência privada a servidores, programa de capacitação, gestão de qualidade dos cursos, buscar a meta de 80% de satisfação dos seus colaboradores e ampliar programas de educação e saúde ao produtor e trabalhador rural.

As lideranças que participaram do lançamento, ontem, no Hotel Majestic, em Florianópolis, estão confiantes de que o Senar vai realizar esse planejamento e se tornar referência na área. Entre os presentes, o presidente da Faesc, José Zeferino Pedrozo; o vice Enori Barbieri; o superintendente do Senar, Gilmar Zanluchi; os gerentes do Sebrae Marcondes Cândido e Paulo Moresco; e o presidente da Fetaesc, José Dresch. O cenário ao setor é promissor, mas é preciso mais inovação e melhor gestão.