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Resultados da pesquisa por "energia solar"

Laguna implanta sistema de parquímetros movidos a energia solar

14 de agosto de 2015 0

Por Julia Pitthan*

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Laguna implantou os primeiros Parquímetros Street nas principais vias do Centro histórico da cidade. Desenvolvida pela Digicon, de Criciúma, a tecnologia funciona por energia solar e vai gerenciar mais de 2,9 mil vagas de estacionamento rotativo.

Florianópolis já adotou essa tecnologia. Na Capital, os parquímetros atendem mais de 50 mil clientes e 60 mil veículos cadastrados por conta online. No Brasil, são mais de 3,3 mil Parquímetros Street em 60 cidades, entre elas, as capitais Vitória e Rio Branco. Para este ano, a Digicon estima vender e instalar mais mil unidades, crescimento de 20% em relação a 2014.

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* A colunista Estela Benetti está em férias até dia 19 de agosto, neste período a jornalista Julia Pitthan assume como interina.

Cidade caminhável tem até esteira movida a energia solar

30 de julho de 2015 0
André Rezende, divulgação

André Rezende, divulgação

A virada para a urbanização mais sustentável está apenas começando por aqui. Um dos bons exemplos é a cidade Kita-Kyushu, do Japão. Ela adota o conceito walkable city (cidade caminhável). Instalou passarelas que cortam a cidade equipadas com esteiras elétricas movidas a energia solar de placas instaladas na cobertura das vias. Além disso, há outros incentivos para deslocamentos a pé, de bicicletas e uso do transporte coletivo. Quem conferiu esses diferenciais e fez um selfie por lá foi André Rezende (foto), quando atuava na prefeitura de Florianópolis e fez curso sobre cidades do futuro. Hoje é secretário da Jucesc.

Sustentabilidade, mobilidade, melhoria da qualidade do ar, redução de ruídos e intervenção no estilo de vida das pessoas, que passam a andar mais a pé. Esses são caminhos indicados no curso internacional em que participou Rezende em 2013. Na época, ele coordenava o projeto de cidade sustentável cujo relatório final ICES (Iniciativa Cidades Emergentes e Sustentáveis), com apoio técnico e financeiro do BID, da CAIXA e do IBAM (Instituto Brasileiro de Adm. Municipal) foi lançado recentemente pela prefeitura da Capital.

Tractebel lança programa de incentivo à geração de energia solar

15 de junho de 2015 0

Esta semana, a Tractebel lança programa de incentivo à geração de energia solar para seus trabalhadores. Segundo o presidente da companhia, Manoel Zaroni, ao todo são 1,2 mil colaboradores e a expectativa é de que pelo menos cem decidam instalar telhados solares.

Quanto ao preço da energia no Brasil, o empresário diz que continuará elevado pelo menos até 2017 porque não choveu o suficiente e a geração pelas térmicas é cara. Os preços devem cair quando for resolvido o problema do gás natural no país e mais usinas da Amazônia entrarem em operação. A geração de energia ficou mais cara, de um modo geral.

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Errata: Centro de Pesquisa e Capacitação de Energia Solar inaugurado é da UFSC

04 de junho de 2015 0

O Centro de Pesquisa e Capacitação de Energia Solar inaugurado segunda-feira no Sapiens Parque é da UFSC e não do Instituto Ideal como publiquei aqui ontem, por equívoco. O Instituto Ideal e a WEG estão no grupo de mais de 15 parceiros. O centro foi investimento do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). E o projeto do ônibus elétrico também tem apoio do ministério, mais a WEG, Eletrabus, Marcopolo e Mitsubishi Heavy Industry.

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Palhoça negocia para ter empresa geradora de energia solar na cidade

12 de novembro de 2014 3

Palhoça negocia a atração da unidade brasileira da chinesa JinKo, líder mundial na produção de placas fotovoltaicas para geração de energia solar. O plano da companhia para país é um investimento de US$ 50 milhões com previsão de 300 empregos diretos. O prefeito Camilo Martins e o secretário de Planejamento e Infraestrutura, Marcelo Fett, estão conversando com executivos da JinKo para trazer o projeto ao Estado.

Onda de energia solar avança

10 de setembro de 2014 1
Usina de Energia Solar Cidade Azul em Tubarão é a maior do Brasil. Foto:  Caio Marcelo, BD, 20/08/2014

Usina de Energia Solar Cidade Azul em Tubarão é a maior do Brasil. Foto: Caio Marcelo, BD, 20/08/2014

As amplas opotunidades de geração de energia solar no Brasil, a rejeição crescente da população a fontes mais poluentes como térmicas a diesel e a carvão e o avanço das tecnologias no exterior sinalizam um cenário promissor para investimentos em unidades solares, especialmente em residências e empresas.

O presidente do Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas na América Latina (Ideal), Mauro Passos, vê amplo potencial na geração solar. Sempre atento ao que acontece lá fora, ele informa que o setor fotovoltaico (de placas solares) nos Estados Unidos já emprega 143 mil trabalhadores e fatura US$ 15 bilhões (R$ 34 bilhões) por ano. Esses dados foram revelados pelo presidente da associação americana de energia solar, Rhone Resch. – Com o leilão específico para energia solar em outubro o Brasil começa a se apresentar como um novo e promissor mercado na América Latina. Os principais players globais do setor estão atentos ao que irá acontecer no leilão – observa Passos.

Para ele, o Brasil deveria investir mais na produção de placas fotovoltaicas ou atrair companhias de fora que desenvolvam essas tecnologias. Além disso, precisa formar técnicos para fazer as instalações.

Hora da geração de energia solar, alerta Mauro Passos

21 de fevereiro de 2014 0

O presidente do Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas na América Latina (Ideal), de Florianópolis, Mauro Passos, em longo artigo no Valor Econômico de ontem, com chamada de capa, intitulado A energia solar e o baixo nível dos reservatórios, alerta que o Brasil precisa investir em energia solar de forma exponencial para suprir o excesso de demanda, justamente à tarde, quando o sol brilha mais.
- O forte calor que têm feito muitos correrem para o abrigo do ar-condicionado vem mais uma vez reforçar que já passou da hora de o Brasil olhar para o sol. A energia que ele nos disponibiliza, e que não está sendo aproveitada, é a melhor de nossas alternativas. Até porque mudou a hora da ponta, como chamamos o momento máximo do consumo de energia elétrica, que historicamente no país ocorria das 18 às 20 horas; passou para o meio da tarde – entre 14 e 16 horas – escreveu ele.
Passos cita exemplos de projetos de microgeração solar que tiveram elevada geração durante o calor torrencial do início deste ano. E foi o Instituto Ideal, que além de Passos tem na diretoria o professor Ricardo Ruther, que incentivou investimentos em estádios solares para a Copa do Mundo. O Mineirão adotou a ideia. Já imaginou se tiver racionamento de energia durante a copa e o estádio estará gerando boa parte do que consome? A projeção de Minas Gerais no mundo do futebol será maior do que os demais estados.

Até igreja com geração de energia solar

12 de abril de 2013 0

A bela igreja católica de São Miguel (foto), em Rheinfelden, Alemanha, tem gerador de energia solar com placas fotovoltaicas. Quem fez a instalação foi a multinacional alemã Wirsol que abriu filial no Parque Sapiens, em Florianópolis e, em parceria com a WEG vai instalar usina solar em Fernando de Noronha. A Wirsol foi atraída para SC pelo empresário Ênio Schoninger, parceiro da unidade no Sapiens. Com tecnologia de ponta, a empresa instala tanto grandes usinas solares, quanto unidades para geração em residências.

WEG entra na geração de energia solar

03 de maio de 2012 0
A jaraguaense WEG vai entrar na geração de energia solar.  A intenção da empresa é fornecer inversores solares, transformadores, instalação de painéis fotovoltaicos e sala de controle, tornando-se integradora de sistemas solares, informou o jornal Valor.

"Energia solar é própria para o Brasil"

28 de março de 2010 0

Guto Kuerten

Entrevista: Helmut Gauges, secretário-geral de Cooperação Financeira do Banco de Fomento alemão KfW

País tropical ensolarado, o Brasil pode liderar a geração de energia solar com tecnologias ao setor. Esta opinião é do secretário-geral de Cooperação Financeira do Banco de Fomento alemão KfW, Helmut Gauges, que esteve na Eletrosul, há poucos dias, para assinar termo de compromisso de financiamento ao projeto Megawatt Solar, uma cobertura de placas fotovoltaicas para o prédio da estatal , em Florianópolis, em parceria com o Insituto Ideal, GTZ e UFSC. O sistema vai gerar 1 GWh por ano, o suficente para atender 400 residências. O investimento será de R $ 13 milhões e R $ 7 milhões virão do KfW, a fundo perdido.

Em entrevista ao Diário Catarinense, Gauges disse que esse projeto pode ser o primeiro passo para o Brasil avançar na energia solar, elogiou o projeto de Estádios Solares lançado pelo Instituto Ideal, e disse que seu país tem interesse especial em apoiar Energias Renováveis.

Na foto acima, Gauges aciona sistema que ativa a transformação de energia solar em energia elétrica na Eletrosul.

Qual é a Importância do projeto Megawatt Solar para o Brasil?

Helmut Gauges _ Esse é o primeiro projeto que temos de Enegia solar em Cooperação com o Brasil. É pioneiro nessa tecnologia. O país tem apenas 0,2 MW instalado de energia solar. Na Alemanha, temos instalados quase 6 mil MW, isso que somos um país com pouco sol. Imagina qual é o potencial do Brasil. O mercado ainda não descobriu o que um Eletrosul eo Instituto Ideal vão identificar primeiro. Nós estamos apoiando essa tecnologia. Os alemães são entusiasmados com o setor de energias renováveis e, principalmente, com energia solar. Temos muita experiência na Alemanha e o nosso banco KfW está financiando muitos programas no nosso país para apoiar a geração solar. Por isso podemos oferecer esse know-how para os países com os quais temos cooperação.

Quanto o banco está Investindo em Energias Renováveis na Alemana e no exterior?

Helmult Medidores _ Na Alemanha, ano passado, financiamos 300 milhões de euros em projetos de energias renováveis. Em outros países, esse é o primeiro projeto solar que estamos financiando. Temos muitos planos. Temos grandes projetos de usinas solares para o Norte da África, que vão demorar muito tempo para serem executados.

Quais são as Energias Renováveis que a Alemanha está priorizando?

Helmut Gauges _ Eólica e solar. A eólica tem uma maior presença econômica até agora é porque tem uma maior viabilidade na Alemanha. Há mais ventos que sol no nosso país. No ano passado, a geração eólica já respondia por quase 7% da matriz energética do País, ea solar, 1%.

Na sua avaliação, qual é a importância do Instituto Ideal para as energias renováveis no Brasil e América Latina?

Helmut Gauges _ Esse instituto tem um papel-chave para uma difusão do conhecimento desse tipo de energia. É um instituto pequeno, mas com pessoas idealistas. Isso é importante para convencer outros cooperantes a entrar nesse setor. Para nós, o instituto é importante na cooperação. Sem essa parceria, nossa cooperação seria bem mais limitada.

Como o senhor avalia o projeto Estádios Solares, elaborado pelo Instituto Ideal para uma Copa do Mundo no Brasil, em 2014?

Helmut Gauges _ A copa tem uma grande Publicidade no Brasil e no mundo. Com esse tipo de projeto de estádio solar o país pode mostrar ao mundo que é pioneiro nessa tecnologia, o pais é do futuro da energia solar. Esse poderia ser o símbolo de um futuro papel do Brasil. A energia solar é uma tecnologia Apropriada para o Brasil, um país que tem muito sol. Achamos que essa também é uma oportunidade para o mundo conhecer um outro lado do Brasil, um país que cuida bem do meio ambiente, de tecnologia, que não é somente produtor de soja e sedia uma Amazônia.

Como a Alemanha Evoluiu nessa tecnologia?

Helmut Gauges _ Nós já temos muita experiencia com energia solar. No começo é sempre mais dificil, quando falta experiência é dificil convencer as empresas e institutos para aderir à tecnologia. Mas estamos muito felizes com o ingresso do Instituto Ideal ea Eletrosul nessa Geração Sustentável. Além disso, a Cemig de Minas Gerais, também vai entrar. Com a participação dessas três instituições, acho que alguns estádios Poderemos ver, talvez muitos, com geração de energia solar. Com isso, esperamos que o Brasil ganhe uma Copa ea Alemanha fique em segundo lugar (risos).

Qual foi o total investido pelo KfW dentro da Cooperação Brasil-Alemanha?

Helmut Gauges _ Os valores alcançaram 396 milhões de euros, uma parte é em empréstimo e outra parte a fundo perdido. Os maiores cooperantes são o Ministério do Meio Ambiente, o BNDES, a Eletrobrás, Eletrosul e Instituto Ideal. Estamos muito vinculados com o setor de energia e projetos de proteção de florestas tropicais da Amazônia. Esses números que falei são do Banco de Desenvolvimento. Além disso, temos duas subsidiárias no grupo, com escritório em São Paulo, que oferecem empréstimos para empresas privadas, incluindo médias e pequenas.Temos uma subsidiária responsável pelo financiamento de exportação, cooperação e desenvolvimento.

Como são os juros para empresas médias e pequenas?

Helmut Gauges _ Há incentivo, mas as condições não são tão favoráveis quanto as de um banco de desenvolvimento. Nossa idéia, quando trabalhamos com Governos, Incentivar é a energia solar, que ainda não tem viabilidade econômica.

O mundo está se recuperando da crise financeira global, mas a Grécia segue com dificuldades. Como o senhor avalia o problema grego?

Helmut Gauges _ A Europa tem países fortes e terá solidariedade com o povo grego. A Grécia vai passar um tempo muito duro, seu povo vai sofrer muito nos próximos anos porque mantinha um nível de consumo acima do seu nível de produção. Terá que se ajustar.

Energia solar para habitações da Cohab

28 de janeiro de 2009 0

A Celesc Distribuição deu mais um passo na implantação do seu Programa de Eficiência Energética. O presidente da empresa, Sérgio Alves, assinou contrato para a substituição de chuveiro elétrico por sistema de aquecimento com energia solar a 1.527 residências da Cohab em SC.

Serão atendidas comunidades de Florianópolis, Barra Velha, Palhoça, Itajaí, Laguna, São Francisco do Sul, Otacílio Costa, Pouso Redondo, Ituporanga, Tangará, Videira e Lages.

Postado por Estela Benetti

Vidros vão gerar energia solar

15 de julho de 2008 0

Cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT) desenvolveram uma tinta que transforma os vidros das janelas em placas solares. Um fino revestimento vai possibilitar transformar o sol que incide sobre o vidro em energia elétrica.

Essa descoberta vai baratear o custo da energia solar, e a tecnologia estará disponível ao mercado em cerca de três anos, informa o presidente do Instituto Ideal, Mauro Passos, sempre atento às novidades na área de energias alternativas.

Postado por Estela Benetti, Florianópolis

Encontro em Brasília garante reforço na transmissão de energia para Santa Catarina

12 de agosto de 2015 0

Por Julia Pitthan*

A novidade para Santa Catarina no Programa de Investimento em Energia Elétrica (Piee) anunciado na última terça-feira (11) pela presidente Dilma Rousseff, em Brasília, é o reforço no sistema de transmissão do Estado. Dois lotes com o objetivo de revigorar as redes de SC, PR e RS serão leiloados em agosto, com investimentos de R$ 1,4 bilhão. Segundo Djalma Berger, presidente da Eletrosul que acompanhou o lançamento em Brasília, o projeto terá prazo de execução de 48 meses.

Em outubro, o leilão de uma segunda linha de transmissão está prevista no Estado (de Blumenau a Curitiba Leste). De acordo com Berger, o investimento garante a ligação do sistema de geração do Sul com o Sudeste, principal região consumidora do Brasil.

Na geração de energia, Santa Catarina aparece com potencial para a construção de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) – a apresentação do Ministério de Minas e Energia não assinalou iniciativas para usinas fotovoltaicas (solares) ou eólicas na região. No leilão que será realizado no dia 28 de agosto, o Estado teve seis projetos de PCHs habilitados, com uma oferta de 57MW.

No total, o governo federal anunciou investimentos de R$ 186 bilhões até 2018 em energia elétrica, considerando empreendimentos já planejados e anunciados anteriormente. Até 2018, são R$ 81 bilhões e R$ 105 bilhões a partir de 2019.

Alívio

Na lista de boas notícias sobre energia, a indústria também comemorou terça-feira (11) a suspensão da bandeira tarifária vermelha, que vigorava desde janeiro. A estimativa é de um desconto de 15% a 20% no atual valor, que é de r$ 5,50 para cada 100 kilowatts-hora consumidos.

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* A colunista Estela Benetti está em férias até dia 19 de agosto, neste período a jornalista Julia Pitthan assume como interina.

Uso de energia térmica gera 70 bilhões de toneladas de CO2

27 de julho de 2015 1

Estudo da World Wide Fund for Nature (WWF) apontou que em 2014, 21% da energia usada no Brasil foi térmica, que é mais cara e resultou em acréscimo de 70 bilhões de toneladas de CO2. Para o presidente do Instituto Ideal, Mauro Passos, sem incentivo às fontes renováveis, esse quadro vai piorar. O Ideal negocia parceria com a WWF para incentivar a energia solar no país.

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Celesc investe R$ 95 milhões. Mais da metade é para energia do bem

04 de julho de 2015 0

Vem aí contribuição da Celesc ao programa SC Acelerando a Economia, do governo estadual. A companhia anunciará segunda, às 15h, investimento de R$ 95 milhões em dois projetos: Energia do Bem e ampliação da PCH Celso Ramos, em Faxinal dos Guedes. Participam do evento o governador Colombo e o presidente do Grupo Celesc, Cleverson Siewert. O Energia do Bem destinará R$ 50 milhões em eficiência energética para residências com tarifa social. Serão substituídas 150 mil lâmpadas incandescentes por fluorescentes, instaladas 5 mil unidades de aquecimento de água por energia solar e substituídos 18 mil refrigeradores.

SC + Energia: programa será lançado nesta quarta-feira

24 de junho de 2015 0
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Foto: Sirli Fritas, Especial

Prefeituras estão animadas com o programa SC + Energia, que será lançado nesta quarta-feira, às 14h, no Teatro Pedro Ivo, com a participação do governador Raimundo Colombo e palestra do presidente da Tractebe Energia, Manoel Zaroni. Segundo o secretário Antonio Gavazzoni, pequenas usinas impulsionam a receita municipal de ICMS. O parque eólico de Bom Jardim da Serra, por exemplo, responde por 60% do movimento econômico da cidade.  Em Major Gercino, município da Grande Florianópolis, a geração de energia responde por 62% do VA; em Água Doce, no Meio Oeste, por 33%; em Santa Rosa de Lima, no Sul, por 23%; e em Ibirama, no Alto Vale do Itajaí, por 14%. É com base no movimento econômico, também conhecido como valor adicionado (VA) que é definido o retorno do ICMS para cada município.

Hoje, 88 municípios do Estado têm geração de energia e esse número tende a crescer. Esse é um dos ciclos positivos da economia que será impulsionado com o programa que será lançado hoje.

- Em tempos de queda na arrecadação, uma usina de energia pode ser um alívio no caixa das prefeituras, especialmente em municípios menores que têm dificuldades de atrair outros empreendimentos – avalia Gavazzoni.

Para acelerar o crescimento da economia, Estado lança o programa SC+Energia
Governo de SC lança programa para impulsionar o uso de energia limpa no Estado
Energia solar pode ser instalada em residência convencional

Programa de SC incentiva investimentos de R$ 5 bilhões em energia limpa

11 de junho de 2015 0
Foto: Fábio Lima, divulgação

Foto: Fábio Lima, divulgação

Diante do momento econômico difícil e do preço da energia nas alturas, o governo catarinense, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável (SDS), vai lançar dia 24 o Progama Catarinense de Energias Limpas, o SC+Energia. Conforme o secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Carlos Chiodini (D), diversos órgãos do Estado trabalham para finalizar as ações que serão implementadas. Informações prévias apontam que projetos previstos podem gerar mais de 1 GWh (gigawatt-hora), o que exigirá investimentos da ordem de R$ 5 bilhões. São Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), usinas eólicas, fotovoltaicas (geração solar) e de Biomassa.

Pelo levantamento prévio, o Estado conta com 68 projetos de PCHs já com licença para instalação (LAI), 40 à espera dessa licença e 130 requerendo licença ambiental prévia (LAP). Há, também, 17 unidades entre eólicas e fotovoltaicas aguardando licença prévia.
- Precisamos de investimentos, temos carência de energia e Santa Catarina tem um potencial considerável de geração – avalia Chiodini.
Segundo ele, para reforçar a equipe da Fatma que é responsável pelos licenciamentos ambientais, o governador Raimundo Colombo autorizou a contratação de 38 servidores concursados.

De acordo com o diretor de Desenvolvimento da SDS, Gerson Berti (E), além das condições naturais favoráveis à geração, SC tem uma cadeia quase completa de fornecedores para o setor. Só falta fazer placas fotovoltaicas. O evento do dia 24 terá a presença do governador e de empresários.

Parceiros

Coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento, o SC+Energia conta com a parceria da Secretaria de Estado da Fazenda, Fundação do Meio Ambiente (Fatma), Junta Comercial (Jucesc), Badesc, SCGás, Celesc e Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). O plano tem ainda apoio da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc) e da Associação dos Produtores de Energia de Santa Catarina (Apesc). Terça, foi apresentado para executivos na Fiesc.

Além do grande potencial de geração de energia limpa, Santa Catarina conta com incentivos para investidores. O secretário de Desenvolvimento, Carlos Chiodini e o diretor da pasta, Gerson Berti, destacam o pró-emprego, que isenta ICMS para os investimentos nas usinas.

Conta de luz menor: telhados solares podem ser pagos em cinco anos e duram 30

03 de junho de 2015 0

Está cada vez mais vantajoso instalar telhados solares em casas e em outros imóveis. Em média, o investimento que custa de R$ 25 mil a R$ 30 mil se paga em cinco anos e dura 30 anos. Essa informação foi destacada ontem pelo coordenador do Programa de Mudanças Climáticas e Energia do WWF Brasil, André Costa Nahur, e por outros palestrantes durante o seminário Energia + Limpa, na Fiesc, promovido pelo Instituto Ideal, de Florianópolis, que difunde energias alternativas na América Latina.

O presidente do Ideal, Mauro Passos, acredita que pode ser adotado em Santa Catarina e em outros Estados do país um modelo americano com financiamento de empresas que resultou em 500 mil telhados solares nos EUA. Junto com o WWF, a meta é lançar uma campanha para a difusão de sistemas solares para empresas e residências no país.

– Vamos procurar instituições como a Fiesc, cooperativas e empresas. Elas poderão definir uma colaboração para ajudar trabalhadores a financiar os sistemas. Santa Catarina tem tradição muito forte em cooperativas. É um modelo que inicialmente tem um custo, mas no médio e longo prazo traz muita vantagem – afirmou Passos.

Segundo o diretor Científico do Instituto Ideal, Ricardo Ruther, um sistema assim pode atender toda a demanda de energia de uma residência e até carregar baterias de carro elétrico, o que reduz muito os custos com energia.  Quem opta por esse modelo deve manter uma ligação com a distribuidora de energia, pagando o valor mínimo da tarifa, como garantia de abastecimento.

A propósito, o Ideal inaugurou o Centro de Pesquisa e Capacitação de Energia Solar no Sapiens Parque. O novo prédio conta com telhado solar para suprimento de energia e para abastecer um futuro ônibus elétrico que fará o transporte UFSC-Sapiens.

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Foto: Sônia Vil, Divulgação

É a tendência, Diz Pinguelli
Um dos palestrantes do seminário Energia + Limpa foi o físico nuclear Luiz Pinguelli Rosa (foto), diretor do Coppe, Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia da UFRJ. Segundo ele, a difusão da geração solar é inevitável no Brasil, e a tendência é que esse custo vai cair bastante nos próximos anos. Contudo, alerta que hoje depende de uma política de financiamento porque é caro para as famílias investirem R$ 30 mil num sistema de energia solar. Já a energia eólica é diferente, não é para projetos residenciais, observa o especialista. Os geradores eólicos são gigantes no país e já chegaram ao custo da geração com gás natural.

Geração renovável
O presidente da Eletrosul, Márcio Zimmermann, também no seminário do Ideal, afirmou que a companhia já conta com geração de 400 MW em parques eólicos e até o final do ano vai chegar a 800 MW, com a finalização de projetos em andamento. O secretário de Desenvolvimento do Estado, Carlos Chiodini, adiantou que o governo catarinense vai lançar em breve um programa para incentivar a geração de energia renovável.

Para investir
Como o mercado de energia solar avança, as oportunidades para o negócio crescem, alertou a professora Suzana Kahn Ribeiro, coordenadora do projeto Fundo Verde da UFRJ, que difunde energia solar. Segundo ela, o Brasil precisa avançar não só na montagem de painéis, mas na cadeia de mineração do silício. Hoje o país consegue fazer silício até o grau metalúrgico, mas precisa atingir o grau solar, cujo valor de mercado é 100 vezes mais. O país exporta, mas ainda não consegue minerar.

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Florianópolis é a primeira cidade a vencer desafio solar

01 de abril de 2015 0

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Foto: Divulgação

Florianópolis foi a primeira das 32 cidades brasileiras que venceram o desafio de instalar 50 telhados fotovoltaicos de 2 quilowatts-pico (kWp) ou a geração de 100 kWp, lançado pelo Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas na América Latina. O prazo dado pela instituição para atingir a marca é o final de 2015Quem liderou as instalações na cidade foi a Araxá Solar. Segundo o diretor Rodolfo de Souza Pinto, a empresa já colocou em operação 12 sistemas que somam capacidade instalada de 177 kWp.

Telhados solares avançam sobre residências e empresas

29 de janeiro de 2015 0

Diante do preço da energia nas alturas e risco de apagão, cresce o interesse pela instalação de telhados solares, tanto em residências quanto em empresas e até em prédios. A geração de energia solar pode atender quase toda a necessidade de uma residência, reduz a conta de luz e a demanda de carga na rede elétrica, explica o presidente do Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas na América Latina (Ideal), Mauro Passos.

Segundo ele, uma das prioridades do programa da instituição América do Sol é a disseminação de telhados solares na América Latina. Passos observa que uma tendência dos Estados Unidos que está chegando ao Brasil é as empresas financiarem a instalação de coberturas solares para as residências de seus empregados.

Os telhados solares também consistem numa opção de geração para o agronegócio de Santa Catarina que enfrenta falta de qualidade de energia.

– O setor empresarial tem um papel decisivo nesse cenário. A exemplo do que já é feito em outros países, grandes empresas e cooperativas podem desenvolver programas de apoio e financiamento para seus funcionários ou cooperados adquirirem um sistema de geração fotovoltaica próprio – diz Passos.

Atualmente, para instalar um sistema de energia solar numa residência é necessário investimento a partir de R$ 10 mil a R$ 15 mil. Há maior escala na produção e expansão da oferta, o que facilita o investimento. Os equipamentos têm vida útil de 20 a 25 anos e o excedente de produção pode ser vendido para o sistema de distribuição da Celesc.

A instalação de miniusinas em casa também é tendência para, no futuro, abastecer os carros elétricos. Assim, é viabilizada uma rede de soluções que reduzem as emissões de poluentes nas cidades. Vale lembrar que, segundo especialistas, as emissões de CO2 de 30 mil carros são equivalentes às de uma usina térmica a carvão que gera 300 MW.

Uma das funções do Instituto Ideal é coordenar projetos para instalações de unidades solares, tanto em estádios, quanto em residências ou empresas. Nos EUA, essa colaboração é feita pela ONG WWF. Outras informações pelo contato@americadosol.org.