Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Resultados da pesquisa por "ibge"

Crise no mercado: IBGE confirma expectativas ruins

13 de julho de 2015 0

Números do IBGE divulgados ontem confirmam expectativa ruim para o mercado de trabalho sem previsão de mudança em breve. É natural que mais pessoas procurem emprego após um trabalhador da família perder posto com remuneração elevada. Além disso, há dúvidas sobre a viabilidade do Programa de Proteção ao Emprego por falta de verba.

Indústria de SC sob o impacto da crise
Em maio, a produção indústrial catarinense registrou crescimento de 0,7% frente ao mês anterior, abril. Seguiu tendência apontada pelo IBGE, que apurou alta em nove dos 14 locais pesquisados no mês. Mas isso não significa uma retomada do crescimento. Em função da crise do mercado interno, o setor de transformação de SC derrete a exemplo do que ocorre na maioria dos Estados brasileiros, embora em percentuais um pouco menores do que a média. Na comparação de maio frente ao mesmo mês do ano passado teve queda de -9,9%; de janeiro a maio – 7,4% e, em 12 meses até maio, -5%. Maior polo do país, São Paulo registrou -8,5% de janeiro a maio e de 13,7% na comparação com maio de 2014. Esses números levam especialistas a afirmar que a atual crise já é pior do que a de 2009. Isso mostra a necessidade de o governo federal tentar acelerar investimentos, cortar gastos correntes e buscar a recuperação da confiança dos consumidores.

Atenção: preço e marca não bastam
Não basta ter só preço e marca para vender em tempos difíceis. Tem que saber ouvir o cliente e encantá-lo. Tem que ser um pouco de tudo: psicólogo, conselheiro e, claro, ótimo vendedor. Essas dicas foram dadas pelo especialista em varejo Luiz Alberto Marinho para os cerca de 2,5 mil lojistas dos cinco shoppings do Grupo Almeida Junior em SC, numa palestra esta semana.

Leia as últimas notícias sobre o IBGE

Maior cidade de SC, Joinville tem 554.601 habitantes, estima IBGE

28 de agosto de 2014 0

O IBGE divulgou hoje as estimativas para a população brasileira e dos municípios em 2014. O país tem 202.768.562 habitantes. A maior cidade catarinense, Joinville, está com 554.601 habitantes e a maior região metropolitana do Estado é a do Norte-Nordeste, que inclui Joinville e Jaraguá do Sul, com 1.191.558 habitantes. A região metropolitana da Florianópolis tem 1.111.702 habitantes, estimou o instituto. O município menos populoso do Estado é Santiago do Sul, com 1.389 habitantes. Esta estimativa anual é utilizada pelo governo para o repasse de recursos às prefeituras.

IBGE vai refazer estudo sobre limites a royalties

16 de dezembro de 2011 0

O IBGE anunciou que vai começar, no ano que vem, a estudar alternativas para refazer os cálculos sobre os limites utilizados entre municípios brasileiros para definir quem tem ou não tem direito às receitas dos royalties da produção de petróleo e gás, informou o Valor.
Será que vai melhorar a situação de Santa Catarina, que diz perder para o Paraná royalties de petróleo do seu litoral? Só nos resta esperar os novos estudos.

SC teve o mais baixo crescimento industrial do país em 2010, segundo o IBGE

09 de fevereiro de 2011 0

A produção industrial catarinense cresceu 6,5% no ano passado, segundo o IBGE. Foi a mais baixa expansão entre os 14 estados pesquisados pelo instituto. Já em dezembro na comparação com o mês anterior, novembro, Santa Catarina foi o único estado com crescimento, quando alcançou elevação de 3%. E em relação ao mesmo mês do ano anterior, dezembro de 2009, a produção catarinense avançou 5,2%. O resultado catarinense abaixo da média indica que o Estado está perdendo competitividade pelo peso do dólar baixo e menor nível de inovação, entre outros fatores.

Leia o texto do IBGE:

Em 2010, a produção industrial brasileira cresceu nos 14 locais pesquisados, com cinco Unidades da Federação assinalando altas acima da média nacional (+10,5%). O destaque foi o Espírito Santo (+22,3%), seguido por Goiás (+17,1%), Amazonas (+16,3%), Minas Gerais (+15,0%) e Paraná (+14,2%). Merecem destaques, também, os crescimentos de dois dígitos registrados em Pernambuco (+10,2%) e São Paulo (+10,1%) que cresceram próximos à média da indústria brasileira.

Já entre novembro e dezembro de 2010, os índices com ajuste sazonal apontaram quedas em 11 dos 14 locais, com Rio de Janeiro (-5,7%), Paraná (-5,0%), Bahia (-3,9%), Goiás (-3,8%) e Rio Grande do Sul (-3,0%) assinalando as reduções mais acentuadas, seguidos de Espírito Santo (-1,9%), Ceará (-1,6%), São Paulo (-1,2%), Pernambuco (-1,2%), Região Nordeste (-0,7%), que repetiu o resultado nacional, e Amazonas (-0,4%). Por outro lado, os três locais com alta foram Santa Catarina (+3,0%), Minas Gerais (+2,0%) e Pará (+0,8%).

No confronto entre dezembro de 2010 e o mesmo mês do ano anterior, os índices foram positivos em 10 dos 14 locais pesquisados, com destaque para Pará (+13,5%) e Goiás (+10,3%), que assinalaram taxas de dois dígitos. Amazonas (+8,7%), Minas Gerais (+6,5%) e Santa Catarina (+5,2%) também cresceram acima da média nacional (+2,7%), seguidos de Rio de Janeiro e São Paulo (ambos com +1,2%), Rio Grande do Sul (+0,7%), Paraná e Pernambuco (ambos com +0,2%). Por outro lado, registraram queda o Espírito Santo (-0,8%), Região Nordeste (-5,5%), Ceará (-9,7%) e Bahia (-10,8%).

Destaques regionais seguiram padrão de crescimento do total da indústria

Nas regiões de maior destaque em 2010, o padrão de crescimento foi similar ao observado no conjunto da indústria brasileira, com estrutura industrial detentora de forte presença de segmentos produtores de bens de capital e de bens de consumo duráveis, principalmente automóveis e eletrodomésticos da “linha marrom”, além de setores tipicamente exportadores, particularmente as commodities.

SC perde empregos, mas ainda se destaca na oferta geral

25 de outubro de 2015 0

Sem ações do governo federal para encerrar a recessão, indústrias catarinenses estão reduzindo postos de trabalho. Juntos, o setor de transformação e a construção civil fecharam 4.452 vagas em setembro. Mesmo assim, o Estado segue com taxa de desemprego de primeiro mundo. Segundo a última Pnad do IBGE, a taxa de desocupação em SC é de apenas 3,9%. No país, é de 8,3%.

Crise afeta os serviços e o comércio do Estado

16 de outubro de 2015 0

Apesar de Santa Catarina contar com uma situação econômica melhor do que a média nacional, os setores de serviços e comércio começam a sofrer mais, conforme dados apurados pelo IBGE. A receita dos serviços em agosto teve alta nominal de 2,3% frente ao mesmo mês do ano passado, mas em volume, o setor registrou queda de 3,7% no mesmo período, informou o instituto.

No caso do comércio, SC registrou em agosto frente ao mesmo mês do ano passado um recuo de receita de 5,5% enquanto a média nacional teve queda de 7%. Já frente ao mês anterior, julho, houve redução de vendas de 2,1% no Estado. Segundo a Fecomércio -SC, no caso de serviços a queda real (descontada a inflação de 9,5%) é de 7,2%. É o oitavo mês consecutivo que a receita cresce abaixo da inflação. Mesmo assim, o número médio do país mostra uma situação mais alarmante porque o setor registra queda no faturamento há onze meses consecutivos.

— Esse cenário é bastante preocupante. Cada vez diminui mais a capacidade do setor de repassar o aumento de custos para o preço final, devido a retração da demanda, situação que já está trazendo fortes impactos negativos, ao retrair as margens de lucro — explica Luciano Córdova, analista aconômico da Fecomércio.

Leia as últimas notícias

Volume de vendas no Estado cai 2,1% o e outras notícias desta quinta

15 de outubro de 2015 0

MÁQUINA DE BEBIDAS
Consumidores de Florianópolis já podem adquirir a plataforma B.blend, uma das maiores inovações mundiais para a cozinha. Ela permite filtrar água e produzir 10 tipos de bebidas de 20 sabores.

EM QUEDA
Comércio do Estado sofre com a crise. Segundo o IBGE, o volume de vendas em SC caiu 2,1% em agosto frente a julho e 5,5% em relação a agosto de 2014. O varejo ampliado recuou 11,6% frente ao mês anterior e 6,9% este ano.

DESIGN SC
Será revelada hoje à noite, na Univali da SC-401, a lista dos vencedores do Prêmio Design Catarina. São 11 categorias e 37 produtos disputando. A distinção foi criada ano passado para estimular a competitividade da indústria de SC. É uma promoção conjunta do Centro Design Catarina e da Associação Catarinense de Design (SCDesign).

INOVAÇÃO
Os eventos sobre inovação, hoje, na Assembleia Legislativa, vão encerrar com palestra do espanhol Josep Miquel Piqué, CEO do 22@Barcelona, distrito da metrópole espanhola que tem parceria com o governo catarinense na instalação dos 13 centros de inovação. Para Piquet esses centros devem ser pontos de conexão com o mundo, especialmente para exportação de tecnologia. Os lançamentos do Movimento Catarinense pela Inovação e da Frente Parlamentar pela Inovação vão ajudar a impulsionar o setor.

ARAQUARI E SUL
Desde quando Araquari virou sede da poderosa BMW o maracujá, fruta que projetava o município, ficou em menor evidência. Mas ela avança nos pomares de Urussanga, no Sul de Santa Catarina. A Epagri pesquisou melhoramento genético. As novidades serão abordadas hoje e amanhã no 1º Seminário Sul-Brasileiro sobre Maracujazeiro, na sede da Acic, em Criciúma.

SC fecha agosto com produção em alta de 1,1% e outros destaques desta quinta

08 de outubro de 2015 0

Mariana Baima , divulgação

INVESTIMENTOS PREMIADOS

Empreendedor de seis shopping centers no Estado, o empresário Jaimes Almeida Junior (foto), presidente do grupo que leva o seu nome, recebeu ontem à noite, em São Paulo, dois prêmios Abrasce 2015, da Associação Brasileira de Shopping Centers, por investimentos realizados.. Levou ouro na categoria Revitalização & Expansão com o projeto Transformação do Balneário Shopping. Incomparável; e prata na categoria Corporativo com o case Força de Branding. Almeida Junior – Inovando para Transformar.

– Com este projeto do Balneário Shopping, mostramos claramente ao mercado e lojistas a habilidade na gestão e capacidade empreendedora da empresa – comentou Jaimes Almeida.

SURPRESA

Apesar de a indústria do país estar derretendo, o setor, em SC, fechou agosto com produção em alta de 1,1% frente ao mês anterior, julho, segundo o IBGE. Foi o segundo melhor resultado do país, só atrás do Ceará, que cresceu 3,5%. Frente a agosto de 2014, ficou em -7,4%. Nessa comparação, SP recuou -12,9%; RS, -12,6% e PR, -11,4%.

INFLAÇÃO

Não está fácil para o consumidor de Florianópolis. Em setembro enfrentou a maior alta da cesta básica do Brasil, de 2,76% frente ao mês anterior. Além disso, teve a alta de 0,54% da inflação oficial do país, o IPCA, que assustou de novo.

Na cesta básica, a carne subiu 5,73%; a manteira, 7,35%; o feijão, 2,95%; e o arroz, 2,93%.

Volume de vendas cai 0,4% no Estado

18 de setembro de 2015 0

Pesquisa mensal do IBGE sobre o comércio apontou que no mês de julho o volume de vendas do varejo catarinense caiu 0,4% frente ao mês anterior e, na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve alta de 3,9%, terceiro melhor resultado do país, atrás somente de Roraima, que cresceu 6,7%, e de Sergipe, que avançou 5,2%. Mas no varejo ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, houve queda de 5,2% no Estado. No caso das vendas frente ao mês anterior, SC ficou em 10º lugar, com baixa variação, a exemplo do que ocorreu na maioria dos maiores Estados brasileiros.

No Brasil, o volume de vendas caiu 1% em julho frente a junho e recuou 3,5% frente ao mesmo mês do ano passado. Segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC), a queda deste ano deverá chegar a 2,9%. As principais causas do recuo do comércio são a falta de confiança do consumidor, endividamento e juros altos.

Apesar da melhor condição de SC, a crise nacional preocupa, afirma o presidente da Fecomércio, Bruno Breithaupt. Pela condição das nossas cidades, bem estruturadas economicamente, temos um diferencial em relação a outros Estados. A queda nas vendas é menor aqui. Mas estamos apreensivos com os problemas políticos e econômicos do país afirmou Breithaupt.

Leia as últimas notícias

Entrevista com o novo presidente da FCDL, Ivan Tauffer

10 de setembro de 2015 0
Felipe Carneiro

Felipe Carneiro

Impactos da recessão e a posse da diretoria da federação das CDLS (FCDL/SC) estão na agenda da 46ª Convenção Estadual do Comércio Lojista, a partir desta quinta-feira (10) à noite, no Costão do Santinho, em Florianópolis. Confira a entrevista do novo presidente da FCDL Ivan Tauffer.

A FCDL/SC abre a convenção com 1,2 mil lojistas. O momento difícil atraiu mais empresários?

Nossas convenções sempre são com muitos lojistas em função dos temas abordados. Desta vez, teremos palestras sobre os rumos da economia brasileira e o futuro do varejo. A crise preocupa.

Hoje acontece a posse festiva da diretoria. O setor estava dividido na eleição. Isso passou?

Não houve uma divisão. Aconteceu um processo normal de democracia. Tivemos dois candidatos e a eleição foi disputada. Os lojistas estão unidos.

Como a crise impacta o varejo?

O IBGE apontou que no primeiro semestre o varejo vendeu 2,2% menos comparado com o mesmo semestre de 2014. É a maior baixa para o período desde 2003. Em SC, números do SPC (crediário e cheques pré-datados) mostram que no primeiro semestre tivemos queda de 6,49% . Os itens que mais pesaram na redução foram móveis e eletrodomésticos. Há setores em alta como perfumaria e salões de beleza.

E a inadimplência?

Santa Catarina é diferente, tem uma das menores taxas de inadimplência do Brasil. Não sei se é porque temos mais de 94% de microempresas. Isso faz com que o dinheiro circule mais, a crise demora mais para chegar no Estado e a recuperação é mais rápida.

De que forma o empresário lojista está reagindo à recessão? A maioria está esperando para ver o que vai acontecer. A gente espera que a economia brasileira retome o crescimento no segundo semestre do ano que vem. Para o próximo Natal, consideramos possível uma queda de -1% nas vendas ou um empate frente ao mesmo período do ano passado.

Leia as últimas notícias

Recessão e falta de rumo preocupam Santa Catarina

29 de agosto de 2015 0

Apesar de ser um dos Estados menos atingidos pela crise econômica, Santa Catarina começou a sentir mais os efeitos negativos da recessão técnica oficializada ontem pelo IBGE, com queda de 1,9% no PIB do segundo trimestre. Os principais indicadores econômicos do Estado foram negativos no período, mas um que sintetizou a piora do quadro foi o Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR-SC), considerado uma prévia do PIB. Para SC, ele foi positivo no primeiro trimestre, mas negativo nos três meses do segundo trimestre (- 0,15 em abril; – 0,38 em maio e – 0,75 em junho).

Com economia diversificada e uma ajuda do dólar alto, o Estado deverá seguir com índices melhores do que a média nacional, mas o que preocupa é a falta de rumo para a economia nacional. São muitos os problemas, mas o governo de Dilma Rousseff ajudaria se não tentasse elevar a carga tributária, cortasse mais gastos públicos correntes e criasse condições efetivas para a volta dos investimentos nacionais e internacionais.

Mesmo com as projeções de que a economia ainda vai piorar, SC poderá seguir com desempenho acima da média com o impulso cambial. O dólar alto vai permitir elevar as exportações e reduzir as importações. Isso aquecerá um pouco a indústria estadual.

Leia as últimas notícias

Carvão, tecnologia e outros destaques desta quarta-feira

26 de agosto de 2015 0

Ao assumir na terça-feira (25) a presidência da Frente Parlamentar do Carvão Mineral, o senador Paulo Bauer planejou ações de apoio ao setor na Região Sul. Segundo ele, o ministro das Minas e Energia, Eduardo Braga, disse que o país precisa ampliar a geração a carvão e que vai agendar visita ao Sul de SC. E o ministro do Trabalho, Manoel Dias, contou que trabalhou no setor quando criança e destacou o avanço do Centro Tecnológico de Carvão Limpo, em Criciúma.

Armínio em jaraguá

O economista Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central que também foi o nome escolhido pelo candidato Aécio Neves para ser ministro da Fazenda, faz palestra nesta quinta-feira (27) à noite no 59º Encontro Empresarial de Jaraguá do Sul. O evento é organizado pela Acijs e o tema será A nova visão da economia brasileira. Interessados podem participar do eventomediante inscrição.

Apólice única

Gigante de geração e distribuição de energia, a Eletrosul decidiu unificar os seguros de todos os seus bens. O diretor administrativo da empresa, Paulo Afonso Evangelista Vieira, reúne corretores e resseguradoras amanhã para apresentar o projeto de unificação das apólices da companhia. Um dos objetivos da contratação única é reduzir os custos do serviço.

Índice positivo

Pesquisa da Pnad do IBGE que aponta desocupação de 3,9% dos trabalhadores em Santa Catarina, o menor índice do Brasil, comprova que o modelo econômico do estado está correto. A busca de ocupação cresce no país porque durante a crise mais pessoas saem para procurar trabalho.

Involves

Longe da crise, a Involves Tecnologia, do setor trade marketing, informa que vai contratar 30 profissionais até o final do ano para as áreas de desenvolvimento, suporte ao cliente, vendas e administração. Essa é a segunda expansão em menos de um ano e, após concluirmos o processo, chegaremos a 70 colaboradores, quase o dobro do que temos disse André Krummenauer, diretor da empresa.

Lei as últimas notícias

Vendas do dia dos pais têm queda no Estado e outros destaques

16 de agosto de 2015 0

Na esteira dos resultados pouco positivos para a economia nos últimos meses, as vendas do comércio no Dia dos Pais tiveram queda na comparação com 2015. Segundo levantamento da Fecomércio Santa Catarina, o faturamento das lojas com a data representou uma queda de 9,9% para as empresas em relação ao ano anterior.

De acordo com a pesquisa de Resultado de Vendas da Fecomércio, realizada entre 11 e 12 de agosto com 407 empresas em Lages, Chapecó, Blumenau, Itajaí, Joinville, Criciúma e Florianópolis, o gasto médio por pessoa foi de R$ 157,84. O valor é inferior aos R$ 172,29 apurados na mesma pesquisa de 2014.

Entre as cidades pesquisadas, o maior gasto médio foi em Itajaí, com R$ 206,82, e o menor foi o de Criciúma, com R$ 111,88. Segundo avaliação da Fecomércio SC, a variação negativa é ainda menor quando comparada com a inflação do período, de 9,5%, e reflete o atual momento de retração da economia. O aumento da restrição ao crédito e a desaceleração da renda estão fazendo com que as famílias não consumam como antigamente.

Os mesmos motivos explicam a quinta queda consecutiva nas vendas no país na comparação com o mês anterior, algo inédito na série do IBGE. Sem impulso para recuperação, o varejo encolheu 2,2% no primeiro semestre, o pior resultado desde o início de 2003, números divulgados esta semana.

Diante dos resultados, a Confederação Nacional do Comércio revisou as projeções e espera agora uma queda de 2,4% nas vendas do varejo em 2015, o que será o pior desempenho em 12 anos.

Cooperativsmo

o Sicoob, maior sistema de cooperativas de crédito do país, registrou lucro líquido (Sobras) de R$ 1,047 bilhão nos primeiros seis meses de 2015, maior resultado semestral da história do sistema, com crescimento de 48,5% sobre 2014.

Energia Solar

A Orken, com sede em Florianópolis, prospecta área para instalar uma unidade de fabricação de módulos fotovoltaicos em SC. Segundo Kleber Heinzen, diretor da empresa, o projeto prevê investimentos de R$ 10 milhões. A companhia avalia opções no Sul, em Criciúma, e na Grande Florianópolis.

Celesc Lucra R$ 86,3 milhões

Apesar da retração no consumo de energia verificado no segundo trimestre, a Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) teve um bom resultado na primeira metade de 2015. Segundo as informações divulgadas à Bovespa ontem, a companhia acumulou uma receita de venda de R$ 3,5 bilhões, crescimento de 22,8% em comparação com a primeira metade do ano passado. De acordo com o presidente da Celesc, Cleverson Siewert, a receita cresceu em função dos reajustes praticados na primeira metade do ano.

Já o lucro do período alcançou R$ 86,3 milhões, frente a prejuízo de R$ 8,2 milhões no mesmo período de 2014. Segundo o presidente, o resultado anterior estava impactado pelo alto custo da energia no período.

Lei as últimas notícias

Produção industrial tem nova queda em SC

09 de agosto de 2015 0

Por Julia Pitthan*

Um espaço com decoração alegre, de troca de experiências e muita inspiração: assim é o Impact Hub, rede mundial de coworkings que abriu unidade na nova sede da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate)Santa Catarina encerra o primeiro semestre com reflexos dos estoques cheios e baixa demanda no desempenho da produção industrial. De acordo com os números divulgados pelo IBGE, o Estado ficou no grupo que teve os recuos maiores, junto com o Rio Grande do Sul, que teve retração de 2,3%, e Amazonas, com queda de 1,1%.

A produção industrial em Santa Catarina recuou 1% em junho ante maio, segundo o IBGE. No semestre, acumula queda de 6,2%, ainda um pouco melhor do que a média brasileira, de 6,3%. Em 12 meses, a queda é de 4,4% no Estado.

O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, comenta que o Estado sente o reflexo do desaquecimento da economia principalmente no setor de máquinas e equipamentos. Isso se reflete principalmente na indústria de linha branca, como geladeiras e fogões.

O comprometimento da renda das famílias e a perspectiva do aumento do desemprego, que aumenta a cautela nos gastos, leva a esse cenário, avalia o presidente Côrte.

Leia as últimas notícias

* A colunista Estela Benetti está em férias até dia 19 de agosto, neste período a jornalista Julia Pitthan assume como interina.

Cenários de risco para endividados com crédito consignado

22 de julho de 2015 0

Empréstimos consignados para aposentados são os que cobram os menores juros do mercado e atraem mais atenção nesta fase de crise, mas o aumento do limite desse recurso, de 30% da renda total para 35%, aprovado na última semana, preocupa especialistas em finanças pessoais. Estudo feito pelo planejador financeiro Jailon Giacomelli, da Par Mais, de Florianpopolis, aponta que essa expansão de limite eleva ainda mais o risco de endividamento no cheque especial porque sobra menos renda para o aposentado cobrir suas despesas mensais prioritárias. 

A primeira projeção feita por Giacomelli é para uma pessoa com renda mensal de R$ 1,5 mil, que comprometeu 30% da renda com um empréstimo consignado. Com base nas necessidades mensais apontadas pelo IBGE, mais R$ 450 (30%) do consignado, ela teria despesa de R$ 1.860 e ficaria devendo R$ 360 por mês. Esse tébito no cheque especial com juro de 10% ao mês, chegaria ao final do ano num total de – R$ 7.698. Em 24 meses, somaria -R$ 31.859 e em 36 meses (três anos), – R$ 107.686. Se ela opta por 35% da renda em crédito consignado (R$ 525 por mês), a despesa mensal sobe para R$ 1.935 e o déficit, para -R$ 435. Em 12 meses fica em -9.302, em 24 meses -R$ 38.496 e em 36 meses, – R$ 130.120.Isso mostra uma dívida acumulada em crescimento acelerado e impagável para a maioria.  
Para endividado com renda de R$ 3.500, o consignado de 30% seria de R$ 1.050, teria déficit mensal de -R$ 210, dívida acumulada de -R$ 4.491 em 12 meses, – R$ 18.584 em 24 meses e – R$ 62.817 em 36 meses. Com 35% da renda, o valor do consignado ficaria em R$ 1.225, débito mensal subiria para – R$ 385, a dívida acumulada no chege especial em 12 meses ficaria em -R$ 8.233 em 12 meses, -R$ 34.071 em 24 meses e – R$ 115.164. Uma pessoa com renda de R$ 5 mil, no limite de 30% teria parcela de consignado de R$ 1.500, déficit mensal de R$ 300, dívida no cheque especial de -R$ 6.415 em 12 meses, de -R$ 26.549 em 24 meses e – R$ 89.738 em 36 meses. Com 35% de limite, a parcela do consignado subiria para R$ 1.750, déficit de R$ 550, e as dívidas de -R$ 11.761 em um ano; -R$ 48.674 dois anos e -R$ 164.520 em três anos.   

Dívida galopante

As projeções feitas pelo planejador financeiro mostram que, independentemente de 30% ou 35%, o impacto do consignado na renda é muito elevado e o endividamento via cheque especial com juro em torno de 10% ao mês é proibitivo. O ideal é fugir de qualquer dívida que envolva juros altos. O estudo também deixa claro que a pior situação é para a pessoa de menor renda. Para conciliar empréstimo com despesas necessárias do dia a dia ela gasta a maior parte da renda e fica endividada. O ideal é não gastar toda a renda do mês e ainda sobrar um pouco para fazer uma poupança para emergências.

 

Confira, com detalhes, a primeira projeção de Giacomelli. As demais seguiram esse mesmo padrão, incluindo 30% e 35% de consignado, e as demais rendas mensais: de R$ 3,5 mil e R$ 5 mil.

 Renda líquida de R$ 1.500/mês

 Dados do IBGE em relação aos gastos de uma família nessa faixa de renda

 Consignado, regra antiga: parcelas de no máximo 30% da renda mensal

 Consignado, nova regra: parcelas de no máximo 35% da renda mensal

 Taxa de juros do cheque especial para cobrir o saldo negativo na conta: 10% ao mês

Resultados para renda de R$ 1.500/mês

Condição antiga (consignado 30%); Renda mensal líquida (A) 1.500; Total de despesas (B) R$ 1.860; Parcelas (consignado 30%) R$ 450

Alimentação R$ 285;  Habitação R$ 465; Vestuário R$ 75;  Transporte R$ 180; Higiene e cuidados pessoais R$ 45; Assistência à saúde R$ 90; Educação R$ 30; R$ Recreação e cultura R$ 30.

Despesas diversas R$ 210

Qual o saldo do mês? (A – B) -R$ 360;

Como fica ao longo dos anos? Em 12 meses -R$ 7.698;  Em 24 meses -R$ 31.859;  Em 36 meses -R$ 107.686

Veja os bons números de SC que o governo mostrou a Levy

16 de maio de 2015 0
Foto:Jaqueline Nocetti/Secom, divulgação

Foto:Jaqueline Nocetti/Secom, divulgação

A iniciativa de passar um sábado em Santa Catarina para conhecer as razões pelas quais o Estado apresenta indicadores acima da média nacional foi do próprio ministro da Fazenda, Joaquim Levy (D). A equipe do governo fez um levantamento amplo, incluindo não só os indicadores econômicos, mas também os de educação, saúde, segurança e área social. Os dados foram apresentados a ele no café da manhã na Casa D’Agronômica pelo governador Raimundo Colombo (E), o vice-governador Eduardo Moreira (segundo à esq.)  e o secretário da Fazenda, Antonio Gavazzoni (C). Confira:

SANTA CATARINA EM PRIMEIRO LUGAR

ECONOMIA

#Menor nível de desemprego do país = 3,9%. (2º lugar: Rondônia) Brasil: 7,9%. Fonte: IBGE

2015.

#Maior taxa de geração de empregos no país em 2014 = 53.887 novas vagas. Fonte:

CAGED/MTE.

#Maior taxa de atividade das pessoas de 15 anos ou mais trabalhando = 71,6%. Brasil: 58,9%.

Fonte: Censo 2010.

#Maior taxa de proporção de domicílios particulares com rendimento nominal

mensal domiciliar per capita de até ½ salário mínimo = 0,89%. Brasil: 0,67%. Fonte:

ODM – Objetivos de Desenvolvimento do Milênio 2014/ONU.

#Menor Proporção de pessoas com baixa renda = 13,86. Brasil = 34,67

#Menor percentual de pessoas sem rendimentos = 27,73%. Fonte: Censo 2010

#Melhor índice de Gini = 0,65 (diferença entre os rendimentos dos mais pobres e dos

mais ricos). Brasil = 0,63. Fonte: Atlas de Exclusão Social.

#Melhor Índice de Bem-Estar Econômico (IBEE*) Fonte: USP

#Menor percentual de crianças pobres = 9,7% (Crianças de 0 a 14 anos nas famílias

com renda média mensal baixa e muita dificuldade para chegar ao fim do mês com o

rendimento). Brasil = 20,7%

#Menor taxa de Pobreza Extrema = 3,23% (domicílios com renda per capita de até ¼

salário mínimo). Brasil = 13,10%.

#Menor percentual de pessoas sem rendimento = 27,73%. Brasil = 37,08%

#Maior número de trabalhadores com carteira assinada = 26 por mil habitantes. Brasil

= 16,6%

#Melhor Destino Turístico Nacional por 7 anos consecutivos 2007-2013 (revista

Viagem e Turismo/Editora Abril)

#Maior transparência nos julgamentos administrativos tributários. Fonte: ranking

elaborado pelo Núcleo de Estudos Fiscais da FGV (NEF FGV/Direito).

#Melhor município do país para abrir uma empresa = Florianópolis. Fonte: Endeavor.

# Terceiro melhor IDH (0,774), atrás de DF e SP

AGRICULTURA

#Primeiro Estado a receber a certificação de área livre de febre aftosa sem vacinação

(2007)

#Estado zona livre de peste suína clássica (PSC)

#Maior produtor brasileiro de suínos e cebola

#Maior produtor brasileiro de pescados, ostras e mexilhões

#Segundo maior produtor de aves, arroz, fumo e maçã

#Maior exportador de carne suína (35%) e frango (23,7%)

SEGURANÇA

#Maior sensação de segurança nos bairros e cidades* = 79,1% e 68,3%,

respectivamente. Brasil = 67,1% e 52,8%, respectivamente para bairros e cidades.

(PNAD 2009)

#Menor taxa de vitimização: Santa Catarina (17%), seguido por Rio Grande do Sul

(17,2%) e Paraná (17,4%). (Fonte: 1ª Pesquisa Nacional de Vitimização – Datafolha e

CRISP)

#Menor taxa de população residente em moradias inadequadas = 29,8%. Brasil:

36,6%. Fonte: ODM – Objetivos de Desenvolvimento do Milênio 2012/ONU.

#Menor taxa de homicídios por 100 mil habitantes = 0,63%. Brasil = 0,86. Fonte: Atlas

de Exclusão Social 2015.

#Líder no ranking dos Estados que promovem a ressocialização pela oferta de

trabalho = 57% dos presos hoje estão trabalhando, o que corresponde a 9.300

reeducandos. Fonte: Projeto Começar de Novo, do Ministério da Justiça – 2012.

EDUCAÇÃO

#Menor taxa de analfabetos do Brasil = 3,2%. Fonte: IBGE

#Maior taxa de atendimento de alunos de 6 a 14 anos = 99,20%. Brasil = 97,79%

#Maior taxa de alfabetização dos jovens de 15 a 24 anos = 99,6%. Brasil = 98,7%.

Fonte: ODM – Objetivos de Desenvolvimento do Milênio 2014/ONU.

#Segunda menor taxa de distorção idade/série do Ensino Médio = 19,10%. Brasil

=39,66% Fonte: INEP 2014

#Maior taxa de adequação entre idade e série dos estudantes de 9 a 17 anos = 88,7%.

Brasil: 79,6%. Fonte: ODM – Objetivos de Desenvolvimento do Milênio 2014/ONU.

#Maior percentual de alunos em escolas com laboratório de informática com acesso

a internet = 98,73%. Brasil = 86,88%.

#Maior proporção de pessoas com mais de 17 anos (ou mais) que concluíram o

Ensino Médio = 0,92% (empatado com Distrito Federal). Brasil = 0,79%. Fonte: Atlas

Exclusão Social 2015.

#Maior taxa de escolarização da população entre 7 e 14 anos no ensino fundamental

= 98,9%. Brasil = 97,7%. Fonte: ODM – Objetivos de Desenvolvimento do Milênio

2014/ONU.

#Maior taxa de escolarização da população de 15 a 17 anos no ensino médio = 61,4%.

Brasil: 57,9%. Fonte: ODM – Objetivos de Desenvolvimento do Milênio 2014/ONU.

#Menor taxa de desocupação entre pessoas com 11 anos ou mais de estudo = 3%.

Brasil = 6,6%.

# Menor taxa de abandono entre os Estados Brasileiros, no Ensino Fundamental: taxa

de 0,7% (anos iniciais 0,1%, anos finais 1,2%). Brasil = 2,2% (anos iniciais 1,2%, anos

finais 3,6%). Fonte: INEP/Censo Escolar-SC

SAÚDE

#Menor Número de óbitos infantis (menores de 1 ano) por 1.000 nascidos vivos =

10,02. Brasil = 15,3 – Fonte: RIPSA (SC)/ODM – Objetivos de Desenvolvimento do

Milênio 2014/ONU.

#Menor Taxa de mortalidade na infância = 11,8 (número por 1.000 nascidos vivos).

Brasil = 17

#Maior Expectativa de vida = 78,1 anos (empatado com Distrito Federal). Brasil = 74,9

#Maior número de doadores de órgãos (por quatro anos consecutivos)= 32,6

doadores por milhão da população (pmp). Brasil = 13,4 pmp

#Referência nacional em Hemoterapia/Hemosc (Há 12 anos consecutivos o Hemosc

recebe a certificação ISO 9001)

#1º Estado com rede estadual integrada do Serviço de Atendimento Médico de

Urgência (SAMU)

#1º lugar no Índice de Desenvolvimento do SUS (IDSUS) (criado em 2012 pelo

Ministério da Saúde)

#Maior acesso a rede de esgoto ou fossa séptica = 85,5%. Brasil: 77%. Fonte: ODM –

Objetivos de Desenvolvimento do Milênio 2012/ONU.

SOCIAL

#Maior grau de inclusão social no país = Município de Pomerode. Fonte: Atlas

Exclusão Social 2015.

FONTES:

Indicadores e Dados Básicos – Brasil – 2011 (IDB-2011) / ABTO – RBT 2012 (dados de janeiro a dezembro de 2012)

REGISTRO BRASILEIRO DE TRANSPLANTES / Secretaria de Estado da Saúde / IBGE – SIS 2010. Base 2009 tab. 6.29 /

Censo 2010 – IBGE tab.3278 /IBGE PNAD 2011. ANO BASE 2011. tabela 4.1.20 e 4.1.21 /Censo 2010 –IBGE tabela

1384 / CAGED/ 2009 / Secretaria de Estado da Agricultura / IDEB 2011 / Relatório Consad / SSP SC e Ministério da

Justiça –ano base 2012/ Atlas da Exclusão Social 2015/ODM – Objetivos de Desenvolvimento do Milênio 2014/0NU/

INEP 2014/ PNAD 2009/

*Pesquisa USP: O IBEE é composto por quatro dimensões distintas: “fluxos de consumo”, obtida pelos indicadores de

consumo privado e consumo público; “riqueza real – legado intergeracional”, resultante dos indicadores capital

físico, capital humano, gastos com pesquisa e desenvolvimento e débito público; “equidade”, construída a partir do

Índice de Gini (índice de desigualdade de renda) e do Índice FGT (índice de intensidade de pobreza); e “seguridade

econômica”, formada pelo indicadores de risco de desemprego, risco financeiro associado à doença, risco de

pobreza em idade avançada e risco de violência.

Levy visita Santa Catarina dia 16. Fará palestra para empresários

08 de maio de 2015 0

17074261
Foto: Evaristo Sa/AFP

O ministro da Fazenda Joaquim Levy, que ganhou destaque nacional e internacional pelo seu esforço para recolocar a economia brasileira nos trilhos, vem a Florianópolis dia 16, o sábado da próxima semana.

Na agenda, uma palestra sobre economia aberta a interessados e reuniões com o governador Raimundo Colombo e o secretário de Estado da Fazenda, Antonio Gavazzoni. O ministro quer entender melhor os bons números da economia catarinense. Mês passado, por exemplo, a arrecadação do Estado teve alta de 13% frente ao mesmo mês de 2014 e a economia local tem crescido acima da média nacional desde o ano passado quando liderou a geração absoluta de empregos no país segundo o Caged. No primeiro trimestre deste ano, o Estado continuou à frente na geração de empregos na indústria e registrou a menor taxa de desocupação do país, 3,9%, segundo o IBGE.

Gavazzoni encontrou Levy na última reunião do Confaz, recentemente, em Goiânia. Surpreendeu o ministro ao informar que o governo de SC havia mudado de posição e iria aderir ao convênio 70 para acabar com a guerra fiscal.

A palestra do ministro será aberta a interessados, especialmente ao público empresarial. A Secretaria da Fazenda ainda está decidindo o local, que pode ser anunciado nesta sexta-feira.

Correção

O dia da visita de Levy saiu errado em parte da edição impressa do Diário Catarinense desta sexta-feira. O correto é 16 de maio e não neste sábado, 9.

Leia mais:
::: Ministro Joaquim Levy quer vir a SC

::: Joaquim Levy diz que governo analisará decisão do TCU sobre práticas fiscais

::: Joaquim Levy diz que é preciso votar MPs do ajuste fiscal com rapidez

Soja em alta no Porto de São Francisco

22 de abril de 2015 0

Em plena safra, as exportações de soja estão aceleradas no Porto de São Francisco. Em março, o terminal embarcou 644.818 toneladas do grão, 39% mais frente ao mês anterior, fevereiro. A supersafra catarinense de 2015, esperada pelo IBGE e Epagri, deverá garantir expansão de peso nos embarques do porto graneleiro catarinense.

Mário Dottori palestra na Vila da Regata, em Itajaí

16 de abril de 2015 0

Um dos maiores especialistas em barcos do Brasil, Mário Dottori, também diretor da Revista Náutica, fala hoje, às 18h, na Vila da Regata da Volvo Ocean Race em Itajaí, sobre tendências do setor. A iniciativa é do Sebrae/SC e da Acatmar. Até domingo, durante o evento da Volvo, o Sebrae mantém espaço com 17 micro e pequenas empresas do setor náutico que expõem seus produtos e serviços.

Segundo dados da PIA/IBGE, em 2011, Santa Catarina registrou 94 empresas do setor náutico, representando 11,2% do total de empresas do país e sendo responsável por mais de 10% dos empregos do setor e que geraram mais de 4 mil dos empregos diretos naquele ano.

Vendas do comércio caem 3,1% em fevereiro

15 de abril de 2015 0

Resultado das vendas do comércio do país em fevereiro, com queda de 3,1% frente ao mesmo mês de 2014, foi o pior desde agosto de 2003 segundo o IBGE.

Em Santa Catarina, a variação foi positiva em 0,7% na mesma base de comparação. Mas no acumulado de 12 meses, as vendas tiveram resultado negativo de -0,4% no Estado. Segundo a Fecomércio, o Estado registrou queda de vendas pela 10ª vez consecutiva mês passado.