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Resultados da pesquisa por "imóvel"

Para quem quer ter imóvel em Miami

19 de junho de 2015 2

Diante da instabilidade da economia, um número crescente de pessoas de alta renda opta por comprar imóvel no exterior. Um dos países preferidos são os Estados Unidos e Miami é uma das cidades mais procuradas por brasileiros.Diante disso, o consultor imobiliário Ricardo Valls, radicado em Florianópolis, trouxe para a cidade as brokers mineiras Rejane de Paula e Fabiane Santamaria, que atuam na cidade americana. Elas realizaram uma apresentação ontem no novo Koerich Beiramar Office sobre as oportunidades daquele mercado e continuam hoje, na Capital, para reuniões com interessados em investir por lá.

Conforme Fabiane, não é difícil fazer as documentações necessárias. Entre os investidores de Santa Catarina  há os que compram uma residência ou apartamento para lazer e os que compram até um prédio para investir.  Um empresário, cujo nome não é revelado pela empresa em que elas atuam, está construindo nos EUA. Além de segurança financeira, as pessoas buscam qualidade de vida. Outras informações no site l www.inmiamiproperpies.com.

 

 

 

3,4 mil pessoas passaram pelo Salão do Imóvel e Feirão Caixa da Casa Própria

08 de junho de 2015 0

Durante os três dias do Salão do Imóvel e Feirão Caixa da Casa Própria 3,4 mil pessoas passaram pelo evento em Chapecó. Entre negócios fechados e prospectados, as vendas somaram R$ 140 milhões, informou o coordenador Roque Sander. Os imóveis mais vendidos foram os com preços entre R$ 105 mil e R$ 145 mil, do programa Minha Casa Minha Vida. Mas foi encaminhada uma venda de cobertura de R$ 2 milhões. Conforme Sander, o resultado ficou dentro das expectativas.

Na região de Chapecó ainda há falta de imóveis.

Leia as últimas notícias sobre imóveis

Época é boa para quem planeja comprar imóvel

25 de maio de 2015 0

Quem tem planeja comprar imóvel e tem recursos pode aproveitar esta fase de preços em queda e negociar. Segundo o presidente do Sinduscon de Florianópolis, Helio Bairros, há empresas ampliando descontos.

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Jornal A Notícia promove a Expoimóvel Premium em Joinville

31 de julho de 2014 0

Com uma das economias mais fortes do Brasil, o Norte de SC conta com  dinâmico mercado de imóveis de luxo. O jornal A Notícia promove a partir de amanhã à tarde, no V12, em Joinville, a Expoimóvel Premium,  que vai até domingo. Entre os expositores estão as construtoras Correia, Estrutura, Incorposul, Thá, Vectra e Wecon. Além de imóveis, o público poderá comprar itens de decoração para o lar. Sábado e domingo, a abertura ao público será das 10h às 22h.

Vídeo mostra a abertura do Salão do Imóvel e Construfair

21 de agosto de 2013 0

Vitrine de novos imóveis e tecnologias ao setor da construção, os eventos  Salão do Imóvel, Construfair, Expo Condomínio e Expo Decor Móveis abriram ontem à noite, no CentroSul, em Florianópolis. Para facilitar o acesso das pessoas, tanto a entrada quanto o estacionamento são gratuitos.  Confira no vídeo como foi a abertura.

 
 

 Serviço

O que: 20º Salão do Imóvel e Construfair/SC
Quando: de 20 a 25 de agosto de 2013
Onde: CentroSul – Av. Gustavo Richard, 850 – Centro – Florianópolis
Quanto: Entrada e Estacionamento* gratuitos
*O estacionamento é gratuito para quem realizar cadastro de acesso ao evento
Faça o seu agora mesmo pelo site!
Horário de Funcionamento: Dias 20 a 23 (terça a sexta) – das 15h às 22h; Dias 24 e 25 (sábado e domingo) – das 10h às 20h

 

"Imóvel é um bom investimento"

18 de julho de 2011 2

Com uma carteira de locação de aproximadamente 7 mil imóveis, a Brognoli Negócios Imobiliários, de Florianópolis, lidera o setor no Estado e tem posição destacada também no ranking nacional. Além disso, está diversificando atividades com as empresas de vendas, condomínio, advocacia, Prest-Serv (de restauração de imóveis) e incorporações. O fundador do grupo, há 56 anos, em 14 de junho de 1955, foi o empresário Thales Brognoli.
A sólida posição no mercado foi alcançada com muito trabalho e confiança. Seguindo essa linha, o grupo avança em ações de preservação ambiental e investimento cultural por meio do Acústico Brognoli, espetáculo realizado quinta-feira. Apaixonado pela atividade imobiliária e atento ao vertiginoso crescimento do setor na Grande Florianópolis, o empresário mostra que investir em imóvel é um bom negócio, fala de como fundou a empresa e perspectivas para a região.

Thales Brognoli                                                                                                                       Fundador, sócio e diretor da Brognoli Negócios Imobiliários, de Florianópolis, o maior grupo empresarial de locação de imóveis do Estado. Nascido na Ilha de SC, advogado pela Faculdade de Direito da Capital em 1952, Thales Brognoli, 83 anos, é casado com Thereza de Jesus Faria Brognoli, tem oito filhos, 16 netos e três bisnetos. Além de conselheiro do grupo, administra a Brognoli Incorporações, que construiu dois prédios e está iniciando o terceiro. Trabalha no turno da manhã para poder descansar e cuidar da saúde à tarde. Com um senso de humor inteligente desenvolvido em décadas de trabalho com o público, o empresário diz que a vida é uma piada. Dos oito filhos, quatro atuam na empresa: Marcelo, que é diretor-geral, Andréa, Mônica e Felipe. Valéria é dentista; Milena, farmacêutica; Fábio, agrônomo; e Ângela, professora.A Brognoli está adotando nova governança corporativa e Thales vai presidir um conselho.

Imóvel é um bom negócio?
Thales Brognoli –
Imóvel é um bom investimento, tanto para aluguel quanto para venda, porque existe clientela para essas duas alternativas. Eu gosto mais de alugar porque o aluguel fica rendendo. Na venda ganha-se mais, mas de uma vez só. E se a pessoa não sabe administrar, pode enfrentar problema, anos depois.

É bom ter a casa própria?
Thales Brognoli –
Eu acho bom, embora não seja o melhor negócio porque, às vezes, pagar aluguel é mais vantajoso do que comprar um imóvel. Mas a aquisição dá uma sensação de estabilidade, mais conforto, tranquilidade, e isso é importante. Além disso, a pessoa também pode fazer as alterações no imóvel da forma que deseja e se realiza mais.

Com o boom da construção, os imóveis estão cada vez mais caros. Quanto valorizam por ano?
Thales Brognoli –
A valorização é muito relativa, mas vai de 10% ao ano até 100%, como aconteceu no Norte da Ilha. As maiores variações acontecem em regiões privilegiadas. Se a pessoa compra o imóvel para locação, tem o ganho do aluguel mensal e mais a valorização imobiliária para eventual venda futura.

A Brognoli é líder em locação no Estado. Quantos imóveis administra atualmente?
Thales Brognoli –
Somos a maior empresa imobiliária de Santa Catarina. Administramos cerca de 7 mil imóveis. Eu tenho alguns imóveis para locação, mas a empresa ainda não criou uma carteira própria. Só administra imóveis dos outros.

Como a Brognoli começou?
Thales Brognoli –
A empresa foi fundada aos poucos. Quando decidi estudar Direito, eu tinha a ilusão, pela leitura de livros policiais, que eu seria um advogado criminalista. À medida que os anos passaram, a realidade me levou para campo diferente. Na mente romântica de um jovem, há 60 anos, aquela advocacia não era bonita, então não me atraiu. Minha família já atuava com locação. Meu pai tinha um terreno na região de José Mendes, onde eu nasci, e decidiu construir algumas casas para alugar. Quando ele faleceu, eu passei a cuidar das casas. A essa altura, eu já tinha uns clientes de locação em função da Lei 1.300, dos anos de 1950, que protegia mais o locatário, deixando o locador no desabrigo. Como eu era advogado e fazia despejos, os locadores passaram a deixar os imóveis para eu cobrar os aluguéis. Com isso, comecei a formar uma carteira de gestão de locação.

Quais foram a melhor e a pior fase nessas cinco décadas?
Thales Brognoli –
Quando Collor confiscou o dinheiro, em 1990, ficou difícil para todo mundo. Hoje, temos uma fase boa porque desde que eu me meti nesse negócio, nunca houve uma legislação que equilibrasse tão bem os interesses do locador e do locatário. A legislação atual faz isso com mais segurança. Se uma pessoa não paga o aluguel, é possível fazer o despejo em cerca de 90 dias. É só a celeridade dos papéis na Justiça. No tempo da Lei 1.300, tinha que dar uma notificação de 90 dias para depois propor a ação.

Para onde vai a expansão imobiliária da Grande Florianópolis?
Thales Brognoli –
Penso que, no futuro, essa região vai virar uma Nova York da América do Sul, por causa desse crescimento fantástico. Vamos ter uma cidade grande. Nova York tem uma ilha, mas cresceu na área continental. Nós temos esse interior todo para desenvolver. Até o município de Angelina é área da Grande Florianópolis.

Quais as razões do êxito do grupo no setor?
Thales Brognoli –
Acredito que o que faz o crescimento da nossa empresa faz o crescimento de todas. É administrar com honestidade, prestar contas com clareza para ter a confiança dos clientes. Não é só dinheiro, lidamos com os sentimentos das pessoas.

Notas

Família

A afinidade com imóveis faz parte da história da família Brognoli. O avô de Thales veio da Itália aos 14 anos e se estabeleceu, inicialmente, em Canela Grande, perto de Urussanga, no Sul do Estado. Como não existia madeira serrada, ele fazia casas de varas de matas e cobria com palha. Para evitar que fossem atacadas por ratos, trazia para a propriedade uma cobra muçurana para comer os ratos. O pai do empresário começou a trabalhar como carpinteiro, fazendo casas dos operários do Porto de Imbituba e, depois, mudou para Florianópolis.

Ambiental

A Brognoli vem desenvolvendo, nos últimos anos, uma série de ações voltadas à preservação ambiental e responsabilidade social. Para isso, criou um grupo denominado Brognoli Sustentável. Entre as medidas adotadas estão o incentivo ao uso de garrafa para tomar água, papel reciclado e economia de energia e de materiais.

Cultural

O Acústico Brognoli é um espetáculo anual que nasceu em 2005 em comemoração aos 50 anos da empresa. Como passou a incentivar músicos catarinenses, se tornou um sucesso e, a cada ano se consolida mais. Quinta-feira, o evento deste ano, com o pianista Arthur Moreira Lima e a cantora Ana Paula Silva, lotou o Teatro Pedro Ivo.

Imóvel novo e compras

10 de dezembro de 2010 0

A JA Construções lançou promoção casada em São José, na Grande Florianópolis. Os primeiros cem compradores de unidades do novo Residencial Jardim Botânico vão ganhar R$ 1 mil para gastar em lojas do Shopping Ideal, no município. O projeto do empreendimento é único porque vai ter uma reserva natural de 56% da área, que tem um total de 849 mil metros quadrados. Os imóveis já estão à venda.

Construtora não pode cobrar juros antes da entrega do imóvel, diz STJ

21 de setembro de 2010 0
O Superior Tribunal de Justiça (STJ), por meio da sua Quarta Turma, decidiu ontem que as construtoras que negociam imóveis na planta não podem cobrar juros sobre as parcelas pagas pelo futuro morador do imóvel antes da entrega das chaves. Como o mercado imobiliário está muito aquecido, esta decisão é importante para construtoras e compradores de imóvies.
Leia, abaixo, o texto divulgado ontem pela assessoria do STJ:
As construtoras que negociam imóveis na planta não podem cobrar juros sobre as parcelas pagas pelo promitente comprador antes da entrega das chaves. Decisão nesse sentido foi tomada pela Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao julgar recurso com o qual a construtora Queiroz Galvão pretendia desobrigar-se de devolver em dobro os juros pagos por uma cliente, na Paraíba.

A cobrança dos juros antes da entrega do imóvel era prática comum entre as construtoras, mas começou a ser limitada após o surgimento do Código de Defesa do Consumidor, em 1990, o qual considera nulas as cláusulas de contrato tidas por abusivas.

Em 2001, a Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça editou portaria declarando abusiva qualquer cláusula “que estabeleça, no contrato de venda e compra de imóvel, a incidência de juros antes da entrega das chaves”. Em 1997, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios firmou com 27 construtoras um termo de ajuste que proibia esses juros.

No caso julgado pela Quarta Turma, a compradora havia sido obrigada em contrato a pagar correção monetária pelo INCC e juros de 1% ao mês sobre as parcelas anteriores ao recebimento do imóvel, a chamada “poupança”. Ela entrou na Justiça com pedido de revisão do contrato e devolução em dobro dos valores pagos indevidamente, tendo ganhado em primeira e segunda instâncias. A construtora recorreu ao STJ.

“Não impressiona a alegação de que a construtora capta recursos no mercado financeiro para a construção do empreendimento, pagando juros que devem ser repassados ao comprador do imóvel”, afirmou o relator do recurso, ministro Luis Felipe Salomão, ressaltando que “todos os custos da obra – inclusive os decorrentes de financiamento realizado pela construtora – estão embutidos no preço do imóvel oferecido ao público”.

Para o relator, a cobrança de juros durante a obra, antes da entrega das chaves, é descabida porque, nesse período, a construtora é quem usa o capital do promitente comprador e este nem sequer tem o gozo do imóvel. “O que há é uma verdadeira antecipação de pagamento, parcial e gradual, pelo comprador, para um imóvel cuja entrega foi contratualmente diferida no tempo”, disse o ministro.

Ao proclamar seu voto contra o recurso da construtora, no que foi acompanhado por toda a Turma, o relator concluiu que, “se há aporte de capital, tal se verifica por parte do comprador para com o vendedor, de sorte a beirar situação aberrante a cobrança reversa de juros compensatórios de quem entrega o capital por aquele que o toma de empréstimo”.

Imóvel por dívida de ICMS

20 de abril de 2010 0

Após duas décadas, a Procuradoria Geral do Estado conseguiu cobrar uma dívida de ICMS de uma empresa de brinquedos de Blumenau com a incorporação de dois imóveis, no valor de R$ 1 milhão.

O Tribunal de Justiça decidiu que os bens penhorados na época e, posteriormente transferidos ao Estado, pertencem ao patrimônio do governo catarinense.

Salão do Imóvel terá feira simultânea

03 de junho de 2008 0

O 15º Salão do Imóvel da Grande Florianópolis será realizado de 5 a 10 de agosto, no CentroSul, com uma novidade simultânea, a 1ª Construfair.

O objetivo é oferecer, num só lugar, as ofertas de imóveis e também mostrar as alternativas em matérias-primas que podem interessar para construtoras e compradores de imóveis, explica o presidente do Sinduscon, Helio Bairros.

Postado por Estela Benetti, Florianópolis

Procave acelera vendas de imóveis de luxo com a inclusão do design de interiores

25 de outubro de 2015 0
Marcos Porto

Foto: Marcos Porto

Na orla de Balneário Camboriú e Itajaí, os imóveis de luxo decorados registram vendas até sete vezes mais rápidas. Esta é a estratégia da empresária Miriam Pinheiro, que divide sociedade com o marido Nivaldo Pinheiro na incorporadora Procave, tradicional empresa de empreendimentos premium na região. Ela abriu até fábrica de produtos para decoração em Balneário, onde cria peças exclusivas para a empresa.

 

Qual é o impacto da oferta de design de interiores nas vendas da Procave?
Hoje, quem comanda as vendas é o design de interiores. A gente consegue surpreender o cliente. Quando vemos o brilho no olhar, ele já está se mudando para o imóvel mentalmente. Iniciamos o Brava Home Resort (na Praia Brava, em Itajaí) há seis anos, é um empreendimento de excelência, com 324 apartamentos. As torres ocupam apenas 12% da área total do terreno de 75 mil metros quadrados. Entre as atrações estão um clube com 60 serviços. Vamos concluir a construção no final deste ano e já vendemos 80% do total.

Como ficam os preços das unidades decoradas ou não?
Os valores dos apartamentos sem decoração variam de R$ 2,148 milhões a R$ 9,190 milhões (coberturas). Com decoração, vão de R$ 2,608 milhões a R$ 10,312 milhões.

Que vantagens os clientes consideram?
Os clientes, especialmente de outras cidades, ganham tempo quando os imóveis já têm design de interiores. Além de não ter o trabalho de contratar profissionais e fazer compras de móveis e outros itens, eles podem ocupar o imóvel imediatamente. Como compramos móveis e objetos em grande quantidade e fabricamos uma parte, o custo final fica mais acessível. Já temos um padrão Procave reconhecido pelo mercado. Também fazemos a decoração de imóveis que entram como parte do pagamento de um novo. Ao todo, até agora já decoramos cerca 500 apartamentos.

A crise afeta as vendas?
Estamos em crise? Semana passada entreguei cinco apartamentos decorados.

Desde quando você atua na empresa e por que concentrou atenção ao design?
Eu e o Nivaldo nascemos em Rio do Sul e fundamos a empresa em Blumenau, há 37 anos. Trabalho desde a fundação da Procave em diversas áreas. Gosto de design e decoração. Minha mãe tinha um atelier de alta costura. Criava moda. Herdei isso, embora minha formação seja psicologia com MBA em gestão empresarial. Abri o departamento de design há 10 anos. Além da parceria com a Florençe, temos uma fábrica de produtos, marcenaria e estofaria.

Qual é o próximo grande projeto da Procave?
Estamos iniciando a construção do Absolute Business & Hotel, em Itajaí. Terá hotel Mercure, do grupo Accor, e torre comercial. A incorporação é o nosso negócio. Geramos mais de 600 empregos. É uma grande responsabilidade.

E os planos para o design?
Estou formando uma nova equipe. As nossas filhas Taísa, Rafaela e Gabriela cursaram administração, fizeram pós-graduação e estudaram no exterior. Estão preparadas para assumir novas funções. Como eu também adoro literatura, tenho um livro de poesia publicado, Fragmentos Inteiros, daqui a quatro anos pretendo me dedicar aos livros e palestras. Estou trabalhando para realizar uma grande feira do livro em Balneário Camboriú no ano que vem.

Setor imobiliário em tempos de crise

07 de setembro de 2015 1
Diórgenes Pandini

Diórgenes Pandini

Lideranças do setor imobiliário do Brasil estarão em Florianópolis de 30 deste mês a 2 de outubro para o 18º Congresso Nacional do Mercado Imobiliário (Conami), no Hotel Majestic. o presidente do Sindicato da Habitação de Florianópolis e Tubarão (Secovi) e vice-presidente da Fecomércio SC, Fernando Willrich, fala sobre expectativas para o evento e a situação do setor.

Como será o Congresso do Mercado Imobiliário em Florianópolis?

Estamos organizando um evento para 350 pessoas, mas a maioria virá com a família. Quando a gente fala que será em Florianópolis, metade do caminho está resolvido. A programação é forte. Dos Estados Unidos virão para fazer palestras Lori Burger, presidente do Instituto de Gestão Imobiliária (IREM); o vice-presidente executivo da instituição, Russ Salzman; mais Franck Dossa, da Associação dos Corretores de Imóveis de Miami. Outro palestrante do exterior é Vitor Amaral, presidente da Associação Portuguesa das Empresas de Gestão e Administração de Condomínios. A programação inclui ainda oito palestras com lideranças nacionais. O Conami tem um perfil muito interessante, voltado ao empresário, o investidor e o diretor de empresas do setor, As inscrições estão abertas no site www.conami2015.com.br.

A Fecomércio SC iniciou pesquisas sobre o mercado imobiliário. Como está o aluguel residencial?

A gente conseguiu, de um ano pra cá, produzir dados técnicos de pesquisa sobre o mercado da região de Florianópolis. Estamos trabalhando para expandir para outras cidades do Estado e acho que até o fim do ano a gente deve conseguir isso. Um dos dados da última pesquisa que eu destacaria é que o aluguel residencial está tendo uma aderência bastante grande com valorização bem próxima do índice de inflação. Nos últimos 12 meses o crescimento do aluguel residencial ficou em 12,6%.

Por que subiu mais que a inflação?

Uma das interpretações é que cresceu a dificuldade para adquirir um móvel usado porque o governo federal reduziu o percentual de financiamento de 80% do valor do imóvel para 50%.Isso dificultou porque são poucas as pessoas que têm como tirar do bolso 50% do valor do imóvel. Isso é péssimo para as imobiliárias que não trabalham só com lançamentos. Houve redução da procura mas não uma redução do preço do imóvel. A valorização do aluguel residencial talvez ocorreu porque as pessoas estão ficando mais tempo no aluguel porque houve essa mudança no financiamento e, também, aumento da taxa de juros para a compra de imóveis.

E os aluguéis comerciais?

A pesquisa mostrou uma valorização menor do aluguel comercial. Isso pode ser um fenômeno de Florianópolis onde, nos últimos oito anos, surgiram muitos imóveis comerciais, o que aumentou a oferta nas imobiliárias. Outra razão pode ser que alguns proprietários, para alugar seus imóveis, estão reduzindo os preços. Mesmo assim houve elevação de 8,6% no preço do aluguel comercial nos últimos 12 meses na cidade.

Como estão os preços dos imóveis novos?

A gente faz pesquisa com base em oferta. Pela primeira vez nessa série de 12 meses identificamos em junho valores inferiores ao mês anterior. A média do metro quadrado em maio era de R$ 4.624,27, em junho, caiu para R$ 4.319,95. Esse preço é geral. Apesar disso, não acredito que haverá uma redução generalizada de preços de imóveis em SC. Pode haver redução pontual por iniciativa de empresas ou proprietários.

O que levou você, ainda jovem, a se tornar empresário do setor?

Tenho 35 anos e estou desde os 22 anos nesse mercado. Meus pais são de Brusque, mas eu nasci em Florianópolis. Desde quando eu estudava Direito trabalhava em escritórios de advocacia que prestavam consultoria ao setor. Como advogado, me especializei tanto na área empresarial, quanto na imobiliária. Quando me formei, ao invés de abrir um escritório de advocacia ou fazer concurso público, abri uma administradora de condomínio, a BRCondos, que tem 13 anos. Quase ao mesmo tempo, me tornei professor do Senac e me envolvi no sistema sindical porque o Senac faz parte do Sistema Fecomércio. Fui convidado para assumir a presidência do Secovi, a vice-presidência da Fecomércio para o Sul.

Economista sugere estilo de vida com menos despesas e mais alegria

31 de agosto de 2015 1

Valéria

Esta fase de inflação alta e crise econômica é uma oportunidade para repensar hábitos e procedimentos e aderir a mundanças que podem melhorar as finanças pessoais e a qualidade de vida. Quem alerta para isso é a economista de Florianópolis Valéria Melo Ribeiro. Ela recomenda atenção para desperdícios, realização de seguros, cuidado com a conservação de imóveis e com a saúde. Segundo a economista, seria uma nova forma de viver, com menos despesas e mais alegria. 

O que as famílias podem fazer para enfrentar esta fase de crise?
O controle da inflação não está nas mãos das famílias. Elas pricisam se adaptar à inflação do país. O que elas podem fazer ? Primeiro é o combate ao desperdício. Muita gente compra muitos alimentos, sobra e põe fora sem constrangimento. Há desperdícios também com objetos comprados que não são utilizados. Muitas famílias têm roupas que não usam, móveis e outros produtos que só ocupam espaço e causam mofo, o que precisa ser limpado. Aí a é  preciso gastar mais com limpeza. 

Há desperdícios também com imóveis, na sua opinião?
Sim. Muitas pessoas que têm um imóvel maior só para ter um quarto para guardar o que não usam. Isso é perder dinheiro. Quando se fala em combater o desperdício, eu considero isso de forma ampla. Outro prejuízo é com a famosa casa de praia que ninguém usa. A casa fechada sendo destruída aos poucos. As pessoas sempre esperam alugar por um valor maior. É melhor vender. Não tem porque ter um patrimônio que não está somando, só dando despesa. Também recomendo cuidados com a residência. Uma casa mal cuidada pode gerar prejuízos imensos.Uma instalação elétrica velha pode provocar um curto-circuito e provocar um incêndio. Recomendo às pessoas fazerem seguro de imóvel, de vida, de automóvel e outros. Isso evita perdas. 

Qual o seu conselho no caso de automóvel?
Não adianta fazer tanta economia se o grande gasto da família é uma prestação de carro que ela não consegue ter numa fase de crise.  É melhor vender o carro, ficar um tempo sem até ajustar as finanças e, depois, comprar outro. 

Como economizar no lazer?
Passeios em shopping center, cinema para todos pode custar caro se a frequência for todo o final de semana. Há alternativas divertidas e saudáveis, em família, que custam menos. Pode ser um pique-nique em um parque ou num outro local, com lanche preparado em casa.

O que mais é possível mudar para melhorar a qualidade de vida e gastar menos?
Acredito que é gastar menos em produtos e mais em serviços. Entre as alternativas estão cuidar mais da saúde, ter seguro saúde, investir em um personal trainer, numa matrícula em academia de ginástica. Dá para adotar uma nova forma de viver. Pode ser uma mudança de 45 º, mas é importante começar.

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Correção do FGTS será mais justa para trabalhador

20 de agosto de 2015 0

Garantir um rendimento justo para a poupança forçada do trabalhador brasileiro, a parte de 8% do salário que vai para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), sempre foi uma mudança necessária mas transferida para o futuro. E nesta fase de conflito entre o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e a presidente Dilma Rousseff, entrou na pauta-bomba (que tira recursos da União). O projeto foi aprovado na Câmara na última terça-feira (18) à noite, de forma mais amena, com reajustes escalonados até 2019. Agora, vai para o Senado e ainda passará pela sanção da presidente. Mas, pelo jeito, será garantida uma melhoria ao trabalhador.

Num país que registra, com muita frequência, as maiores taxas reais (excluindo a inflação) de juros do mundo, é injusto e vergonhoso remunerar a poupança de longo prazo do trabalhador por apenas 3% ao ano mais TR (Taxa Referencial). O pior é que parte do lucro obtido com os recursos é usada pelo governo como um Robin Hood ao contrário, ou seja, pega o dinheiro do trabalhador e dá para grandes grupos investidores que têm outras formas de obter boas margens de lucro.

Câmara aprova projeto que equipara correção do FGTS à da poupança
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Com a remuneração pela poupança, vai render pouco mais de 6% ao ano. É melhor, embora muito longe ainda de outras aplicações em renda fixa. Em outros países que também exigem poupança forçada, os trabalhadores têm mais liberdade para fazer a gestão dos recursos e acessá-los. No Brasil é só quando a pessoa financia a casa própria, se aposenta, é demitida sem justa causa ou tem uma doença grave. Tudo indica que, se o projeto não for totalmente derrubado, vai mudar essa realidade.

A propósito, fiz parte do grupo que em 1999 pôde comprar ações da Petrobras com recursos do FGTS. Aquela remuneração ajudou na compra do imóvel que moro. Um colega de MBA, que atuava no setor financeiro, me aconselhou a investir tudo o que era possível nas ações (50% da receita do FGTS) porque renderiam bem mais de 3% ao ano e TR.

Como avançar no mercado dos EUA

03 de maio de 2015 0
Foto: BIG, divulgação

Foto: BIG, divulgação

A entrevista completa de Manuel Mendes:

Uma das novidades na Expogestão – congresso internacional sobre gestão empresarial que será realizado de 27 a 29 deste mês, em Joinville – é um espaço para orientar quem quer ter negócios no exterior, especialmente no mercado americano. O atendimento será feito pelo sócio da consultoria internacional Boston Innovation Gateway (BIG), o brasileiro Manuel Mendes (foto), também acionista da Drummond Consulting, ambas com sede em Cambridge, Massachusetts, nos Estados Unidos. Nesta entrevista, saiba mais sobre como ter negócio lá fora e como as consultorias atuam.

Como está a receptividade do mercado americano para produtos e serviços brasileiros?
Manuel Mendes
– Em se tratando da expansão internacional de empresas de franquias, que é uma das maiores demandas que recebemos, existem áreas eu o Brasil se sobressai no mercado americano, com é o caso de produtos de moda (roupas, calçados, acessórios), alguns segmentos no ramo de restaurantes e produtos ou serviços de beleza em geral. Via de regra, as empresas brasileiras são bem desenvolvidas e os produtos também são bem aceitos, a exemplo de alimentos, siderurgia, têxteis, dentre outros, mais por questões alheias a capacidade do empresariado, as vezes os produtos perdem competitividade de preço em outros mercado. Com a apreciação do câmbio e o desaquecimento interno da demanda nos últimos meses, muitas empresas passaram a buscar o mercado externo como alternativa.

Você é sócio das empresas Boston Innovation Gateway (BIG) e Dummond Consulting. Que serviços elas oferecem?
A Boston Innovation Gateway está presente em mais de dez países e quatro continentes, a partir da sua empresa fundadora, tendo como foco inserir pessoas e empresas no cenário internacional através da educação, da inovação e do empreendedorismo. A Drummond é uma consultoria internacional com presença em Boston, New York, Miami, Belo Horizonte e São Paulo, especializada nas áreas jurídica, tributária e contábil.
No Brasil, além de trazer professores de escolas internacionais para promover seminários, cursos, certificações, promover cursos de curta duração para brasileiros na Universidade de Harvard, assim como os projetos de consultoria na área de inovação junto a empresas e governos, o principal foco da BIG é facilitar o início ou expansão de negócios para indivíduos ou empresas no exterior.
Neste caso, juntas, BIG e Drummond, conseguem prover uma solução completa para este clientes, de forma mais econômica e simples, já que os serviços são planejados de forma customizada e o cliente não precisa lidar com múltiplos especialistas, muitas vezes desconectados na prestação de serviços para o cliente.

Os brasileiros estão mais interessados em ter negócios no exterior?
O número de pessoas e empresas investindo no exterior e tentando se internacionalizar vem crescendo constantemente nos últimos 4 anos e principalmente nos últimos 12 meses. No ano passado, o guia “Como Abrir Empresas nos EUA”, desenvolvido em parceria com a Drummond e Amcham (American Chamber of Commerce for Brazil), saltou em número de downloads de 838 em 2013 para 4.500, representando uma alta de 436%.
No caso das empresas, além da maior facilidade para exportar em consequência do câmbio apreciado, elas veem como principais benefícios para sua internacionalização: a valorização da imagem; o acesso a novos mercados com maior poder aquisitivo e escala; ganho de competitividade por meio de um ambiente empresarial de excelência; parcerias estratégicas internacionais; mão de obra qualificada; tecnologia, informação e fontes de capital de baixo custo. Por outro lado, no caso dos investidores individuais, o câmbio apreciado se torna um obstáculo, contudo, tal fato não inibiu a procura destas pessoas por investimentos no exterior. Os investimentos neste segmento tem migrado de imóveis para a implantação de pequenos negócios, principalmente franquias, por consequência das mudanças nos objetivos a médio e longo prazo deste perfil de cliente.
Muitas pessoas que antes adquiriam um imóvel para veraneio nos EUA, agora têm planos de mudar de residência definitivamente para oferecer melhor educação e qualidade de vida para as suas famílias, mudando o perfil de investimento para um negócio de pequeno e médio porte do tipo franquia, onde se consegue gerar ocupação e renda para se manter residindo de forma legal e permanente no exterior.

Quais são os principais desafios para quem abre empresa nos EUA?
Em ambos os segmentos de clientes, tanto pessoas quanto empresas, as principais barreiras são o desconhecimento sobre as leis; o sistema fiscal e tributário; a dificuldade de comunicação (idioma); inexistência de uma rede de relações; falta de expertise no mercado e de suporte de pessoal e infraestrutura para iniciar ou expandir um negócio.

Por que é importante internacionalizar negócios?
Com o mundo cada vez mais globalizado, o processo de internacionalização das empresas está cada vez mais ligada à necessidade de manutenção da competitividade e ampliação das chances de sobrevivência das empresas diante de situações de concorrência acirrada ou de crises isoladas.

Como surgiu a BIG?
A concepção da BIG foi na cadeira de Empreendedorismo e Inovação na Universidade de Harvard e foi destacada dentre os demais projetos apresentados no encerramento do ano de 2014, pelo professor titular da Universidade e ex-sócio da Ernest Young, James C. Fitchett, em razão do seu impacto socioeconômico e pela forma inovadora com que atendeu a um segmento desassistido de investidores e empresas de pequeno e médio porte, incentivando o empreendedorismo e a expansão de negócios, de forma inovadora, estruturada e segura.

Juros do financiamento imobiliário tem nova alta

17 de abril de 2015 0

Na onda de elevação de juros promovida pelo governo federal, o financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal, o mais acessível do mercado, também aumentou esta semana.

A taxa para quem não é cliente da instituição subiu de 9,15% ao ano para 9,45%. Para quem recebe o salário em conta da Caixa, a taxa anual subiu de 9% para 9,30% e para os servidores públicos que recebem pela instituição, o juro para casa própria subiu de 8,70% para 9%. Além disso, a instituição reduziu de 90% para 80% o valor total do imóvel que pode financiar. Isso significa que o comprador terá que entrar com 20% do total.

Esse movimento do banco era esperado porque o governo federal tem menos recursos para investir em todas as áreas e mal consegue pagar as obrigações exigidas pela Lei de Responsabilidade fiscal. Além disso, os depósitos em caderneta de poupança, também usados para financiar imóveis, não param de cair diante da rentabilidade maior da renda fixa em função da taxa básica de juros Selic, hoje em 12,75% ao ano.

Para o diretor de Estudos e Pesquisas Econômicas da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel José Ribeiro de Oliveira”este movimento da Caixa deverá ser seguido pelos demais bancos, já que a Selic vem apresentando elevação, frente a um ambiente de maior inflação. Essa alta de juro, por ser pouco significativa diante de outras taxas absurdas cobradas pelo mercado, não deverá causar uma importante retração na compra de imóveis no país. Quem tem plano de investir na casa própria deverá manter essa decisão.

Contribuição sindical rural deve ser paga até o dia 31

07 de janeiro de 2015 0

Produtores rurais catarinenses que são pessoa jurídica devem pagar a Contribuição Sindical Rural do exercício 2015 até o dia 31 de janeiro. A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) explica que a cobrança é feita em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e os Sindicatos Rurais.
São pessoa jurídica os produtores que têm imóvel rural com ou sem empregados que desenvolvem atividade econômica no setor e são enquadrados como “empresários” ou “empregadores rurais”.
A contribuição é um tributo obrigatório exigido pela CLT e regulamentado pelo Decreto nº 1.166, de 15 de abril de 1971. Nos casos de perda ou não recebimento da guia de recolhimento, o contribuinte deverá solicitar a emissão da 2ª via na Faesc até cinco dias úteis antes da data do vencimento. Outra opção é obter pela internet no site da CNA, www.canaldoprodutor.com.br.

Grupo Liderança rumo a 25 mil empregados

22 de dezembro de 2014 0
Alvarélio Kurossu

Alvarélio Kurossu

O empresário Francisco Lopes de Aguiar soube utilizar o talento e a experiência para criar um gigante do setor de serviços, o Grupo Liderança. Nascido no Ceará, veio para Florianópolis em 1982 para atuar no escritório de obra da ponte Pedro Ivo.Em 1995 fundou a Liderança Serviços que fará 20 anos mês que vem, emprega 23 mil pessoas em 17 Estados e faturou r$ 413 milhões em 2013. Para 2015, planeja admitir mais 2 mil pessoas e construir um novo prédio junto à sede da empresa, em São José, na Grande Florianópolis.

Como a Liderança se tornou uma gigante do setor de serviços?

Francisco Lopes de Aguiar – Primeiro e, acima de tudo, muito, muito trabalho. Sem isso não se chega a lugar algum. Tenho origem humilde, vim do Nordeste, inicialmente para São Paulo e depois para trabalhar na construção da ponte Pedro Ivo Campos em 1982. Há 20 anos, em janeiro de 1995, fundei a Liderança Serviços. Hoje somos um grupo de empresas que gera mais de 23 mil empregos diretos em 17 unidades da federação (16 Estados e o Distrito Federal). Isso é motivo de muito orgulho para mim. Digo que isso somente foi possível com a colaboração de todos os funcionários e com a equipe multiprofissional que formamos.

Qual foi sua trajetória de empresário e como ingressou no setor de prestação de serviços?

Aguiar – Sou cearense da cidade de Quixadá e vim para Florianópolis para trabalhar como encarregado do departamento pessoal, contratado por uma das empreiteiras envolvidas na construção da ponte Pedro Ivo, em Florianópolis. Era responsável pelo departamento pessoal, distribuía serviços, fiscalizava frequência do ponto e controlava estoque. Depois, resolvi me arriscar com outros negócios. Fui gerente em uma empresa de prestação de serviços, depois sócio de uma outra do mesmo ramo e também atuei no segmento farmacêutico. Foram experiências importantes até eu criar a Liderança, em 1995. Na época, eu sonhava um dia contar com 500 funcionários na minha empresa.

Em que segmentos a Liderança atua mais?

Aguiar – Limpeza e segurança patrimonial, mas estamos habilitados profissional e legalmente a prestar mais de cem serviços de acordo com as necessidades dos clientes, das obrigações previstas em contrato e das constantes exigências do mercado. Hoje, temos cerca de 700 clientes no Brasil, grande parte deles são órgãos públicos municipais, estaduais e federais, que exigem, por licitação, um leque amplo de atribuições.

Quanto a empresa tem crescido, em média, e quais são os planos de expansão?

Aguiar – Nosso crescimento histórico está na média de 20% a 25% ao ano. Nunca, ao longo destas duas décadas desde a fundação, foi inferior a 15%. Em 2014, vamos fechar com um crescimento em torno de 30%. Para 2015, precisaremos ver o andamento da economia nacional, mas pretendemos crescer 25%. Nossos principais investimentos serão a geração de mais dois mil empregos no Brasil e a construção de um novo imóvel no bairro Ipiranga, em São José, onde fica a matriz da empresa e onde estão cerca de 300 colaboradores que fazem a parte administrativa e operacional para o restante do país. O prédio terá cinco andares e concentrará os colaboradores hoje distribuídos em seis imóveis do bairro.

E o patrocínio ao futebol?

Aguiar – Somos uma empresa sempre atenta a boas parcerias. Além disso, precisávamos ampliar presença no mercado privado porque a maioria da nossa clientela é do setor público. E a opção em investir no futebol, no Avaí e no Figueirense, foi de nos aliarmos a times de Santa Catarina com exposição nacional que poderiam agregar valor à marca Liderança. Eu posso dizer que somos pé-quente: em 2013 o Figueirense subiu com o patrocínio da Liderança e este ano, o Avaí, com quem assinamos nesta temporada, também foi para a Série A do Campeonato Brasileiro.

Brasileiro Joseph Safra compra arranha-céu de Londres

12 de novembro de 2014 1
Foto: Leon Neal, AFP, BD, 12/08/2010

Foto: Leon Neal, AFP, BD, 12/08/2010

Imóvel especial e símbolo de paisagem em metrópole global. Esses critérios pesaram na decisão do bilionário brasileiro Joseph Safra de desembolsar quase R$ 3 bilhões (726 milhões de libras) na compra do mais emblemático arranha-céu de Londres, o Gherkin (pepino, em inglês).

Criado pelo arquiteto Norman Foster, que a exemplo de Oscar Niemeyer faz questão de melhorar paisagens urbanas com obras criativas, o Gherkin (foto) ganhará melhorias para que seus imóveis tenham maior cotação. Vale observar, o prédio tem apenas 10 anos. Ano passado, o grupo Safra comprou parte do edifício da GM, em Nova York.

Renavan dos imóveis

05 de novembro de 2014 0

Entra em vigor hoje mais uma medida que promete agilizar as compras e os financiamentos de imóveis. Trata-se da MP 656/2014 que exige dos donos de imóveis que reúnam todas as informações de questionamentos na Justiça sobre o imóvel. Com mais segurança, o comprador pode fazer o negócio mais rápido.