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Resultados da pesquisa por "selic"

Alta da Selic é um mal necessário

30 de julho de 2015 2

A alta da taxa de juros Selic para 14,25% ao ano em plena recessão é um mal necessário em função dos estragos causados pelos gastos excessivos do governo de Dilma Rousseff nos últimos anos. Se o Banco central fosse independente, esses estragos não estariam acontecendo agora.

Leia as últimas notícias

Banco Central eleva taxa de juros Selic para 13,75%

04 de junho de 2015 0

Para corrigir erros anteriores, o Banco Central elevou a taxa de juros Selic para 13,75% e fará mais aumento visando conter a inflação. Isso significa mais recessão e desemprego, o que prejudica os mais pobres.

Leia as últimas notícias sobre os juros Selic

Elevação da taxa básica de juros Selic pode não ter sido suficiente

30 de abril de 2015 0

A elevação da taxa básica de juros Selic, ontem, de 12,75% para 13,25%, pode não ter sido suficiente para o Banco Central inibir a inflação. Há economistas prevendo mais uma alta de 0,25 ponto percentual. Nesta fase de recessão no país, as altas taxas de juros ampliam estragos como queda nas vendas e na arrecadação de impostos e aumento do desemprego. Antes de melhorar, pode piorar mais.

Selic cai mais

31 de maio de 2012 0

Diante de fatos preocupantes lá fora, baixo ritmo de crescimento da economia brasileira e pouca pressão inflacionária, o Banco Central fez bem em cortar mais a taxa de juros Selic, passando para 8,5% ao ano. O problema é que essa redução demora para ser totalmente transferida ao mercado. A expectativa de analistas é a de que mais um corte virá na próxima reunião do Copom. A redução poderá ser de 0,5 .ponto percentual, de novo, levando a taxa a 8% ao ano.

Focus diz que taxa Selic fica em 8,75% este ano

27 de julho de 2009 0

A pesquisa Focus feita pelo Banco Central junto a economistas na última semana mostra que o mercado não espera mais queda da taxa de juros Selic este ano. Segundo os analisas ouvidos, a taxa ficará em 8,75% até no ano que vem, quando os juros poderão voltar a subir.

Os analistas mantiveram a expectativa de queda do PIB em 0,34% este ano e para o ano que vem eles acreditam que o crescimento da economia atingirá 3,5%, contra previsão de 3,6% na semana anterior.

Sobre o IPCA, que mede a inflação oficial, os economistas estão prevendo alta de 4,53% este ano e de 4,41% no ano que vem.

Postado por Estela Benetti

BC não mexe na taxa Selic

29 de outubro de 2008 0

Diante da crise, Banco Central interrompe subida dos juros e mantém Selic em 13,75% ao ano: leia mais aqui.

Postado por Estela Benetti, Florianópolis

Novos índices reforçam motivos para alta da Selic

08 de abril de 2008 0

A inflação maior no mês de fevereiro revelada em novos índices aumenta a as pressões para o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) aumentar a taxa básica de juros na reunião da próxima semana.

O IGP-DI subiu para 0,70% em março, contra alta de 0,38% em fevereiro e o Índice do Custo de Vida do Dieese subiu, no mês passado 0,45% enquanto em fevereiro havia recuado 0,03%. Essas variações tiveram forte impacto da alta das commodities. Outro custo que segue em alta é o de serviços.

Mas, por enquanto, as projeções são de que a Selic subirá 0,25 ponto porcentual na próxima reunião. A taxa, que está hoje em 11,25% deverá chegar a 12,5% no final do ano, segundo a maioria das instituições financeiras consultadas.

Postado por Estela Benetti, Florianópolis

Por que a inflação continua em alta

29 de junho de 2015 1
Diorgenes Pandini

Diorgenes Pandini

ECONOMISTA DO BANCO ITAÚ CAIO MEGALE EXPLICA A ALTA DA INFLAÇÃO E CENÁRIOS PARA PIB, SETOR IMOBILIÁRIO E INVESTIMENTOS. ELE ESTEVE EM EVENTOS DA APIMEC EM SC E DEU ENTREVISTA PARA O BLOG.

Por que a inflação não para de subir?
A inflação continua subindo apesar de o Banco Central estar subindo os juros básicos desde 2013 (só parou de elevar a taxa Selic um pouquinho durante a eleição), mas a inflação continua pressionada. Se dividirmos em duas partes, um pedaço da inflação é de preços livres como bens duráveis, bens de consumo, serviços, restaurantes e outros. Quando a economia vai desacelerando, a inflação desses bens tende a ficar menos pressionada. Ela está desacelerando devagar. Por outro lado, o governo está ajustando preços que ficaram congelados lá atrás. Gasolina subiu, energia elétrica subiu bastante e as loterias foram reajustadas. Essa desaceleração dos preços livres está sendo mais do que compensada por uma alta muito expressiva dos preços administrados. Em 2013 eles subiram apenas 1% porque o governo controlava os preços. Agora, vão chegar perto de 15%. Então, a inflação como um todo não cai porque tem esses preços administrados subindo. Como também representam custos para as empresa, elas tentam passar isso para os preços finais. Então, apesar de o desemprego estar subindo, de o BC estar elevando os juros, a inflação não cede.

Quando ela vai ceder?
Quando esse processo de ajuste de preços administrados de custos terminar, provavelmente até meados do ano que vem. A inflação está chegando perto de 9% agora, deve ficar nesse patamar até no ano que vem. Aí ela vai começar a desacelerar, a partir de maio do ano que vem ela entra para dentro da banda de 6,5% ao ano, continua desacelerando, termina o ano em 5,5% e chega em 2017 perto dos 4,5% ao ano (o centro da meta). Será um longo processo de realinhamento de preços e inflação de custos. Se os preços estivessem mais livres essa inflação teria aparecido antes, a gasolina teria subido antes, a energia não teria caído em 2012, mas agora não estaria sendo pressionada.

Como vai se comportar o PIB?
Vai continuar fraco. No ano passado já foi fraco, cresceu praticamente zero. Para este ano, estamos esperando uma queda mais forte do PIB, de 1,7% e, no ano que vem, estimamos crescimento de 0,3%, que é praticamente zero. É uma queda importante neste ano sem recuperação palpável no ano que vem. Isso está acontecendo porque a alta de custos na economia já vem há mais tempo. Agora, há a alta de energia, mas lá atrás, com a economia aquecida, o custo de trabalho, aluguéis e outros subiram. O Brasil se tornou um país caro para produzir. Então, a gente só vai voltar a crescer quando esses custos de produção derem uma desinflada. Isso é demorado porque nossa economia é muito inercial, as pessoas formam seus preços olhando para trás, por isso os custos altos perduram. Outra parte da história é que boa parte do consumo de 2013 e 2014 foi via crédito. Então, o endividamento de famílias e empresas cresceu bastante nesse período. A demanda por crédito está menor em função disso. São dois processos: desinflar custos e o balanço das famílias, que estão mais endividadas. É com se a gente tivesse batido em 40º de febre e agora precisa ficar de cama para voltar a ser 37º ou 36,5 º. Aí volta a crescer.

E o mercado imobiliário?
O mercado imobiliário do Brasil, nos últimos 10 anos, passou por um realinhamento. Há 15 anos os imóveis estavam muito baratos por falta de crédito. Aí foram promovidas mudanças, especialmente legislativas, o mercado cresceu e os preços se realinharam. Isso era necessário, mas passamos um pouco do ponto. Algumas regiões estão com excesso de oferta e os preços estão se corrigindo. Não tivemos bolha. Outra coisa, o crédito imobiliário como proporção do PIB está em cerca de 4% ou 5%. É muito pequeno. Nos EUA era de 100% e na Espanha era 80%. O ideal para nós seria perto de 15%. Há muita demanda ainda reprimida de imóveis no Brasil. Aí surge a pergunta: é hora de comprar? Eu não teria pressa agora porque estamos no meio da fase do ajuste. Mas já há boas oportunidades. No curto prazo, há mais boas ofertas para compra à vista. Recomendo ao consumidor ficar atento, mas não precisa ter pressa porque o período de ajuste é longo.

Como está o cenário para investimentos?
No curto prazo, as pessoas não estão se sentindo confortáveis para fazer grandes investimentos e a ociosidade está elevada, especialmente em alguns setores como veículos, eletrodomésticos e imóveis. Mas alguns segmentos estão investindo. Ao mesmo tempo, o Brasil tem gargalos do lado da infraestrutura. Por isso o programa de concessões faz todo o sentido porque o país precisa de investimentos. E as multinacionais estão atentas. No Itaú, nós perguntamos para uma gama de clientes multinacionais como veem o cenário. Eles reconhecem que no momento é difícil, mas dizem que estão no país há 40 anos ou 60 anos e querem estar aqui por mais 60 anos. O Brasil é o segundo ou terceiro maior mercado para muitas delas. Ao mesmo tempo em que há os que estão recuando, quem tem visão de mais longo prazo vê como oportunidade porque tem coisas baratas para comprar. Quando o dólar bateu em R$ 3,40 muitas ficaram motivadas a investir mais no Brasil.

Juros do financiamento imobiliário tem nova alta

17 de abril de 2015 0

Na onda de elevação de juros promovida pelo governo federal, o financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal, o mais acessível do mercado, também aumentou esta semana.

A taxa para quem não é cliente da instituição subiu de 9,15% ao ano para 9,45%. Para quem recebe o salário em conta da Caixa, a taxa anual subiu de 9% para 9,30% e para os servidores públicos que recebem pela instituição, o juro para casa própria subiu de 8,70% para 9%. Além disso, a instituição reduziu de 90% para 80% o valor total do imóvel que pode financiar. Isso significa que o comprador terá que entrar com 20% do total.

Esse movimento do banco era esperado porque o governo federal tem menos recursos para investir em todas as áreas e mal consegue pagar as obrigações exigidas pela Lei de Responsabilidade fiscal. Além disso, os depósitos em caderneta de poupança, também usados para financiar imóveis, não param de cair diante da rentabilidade maior da renda fixa em função da taxa básica de juros Selic, hoje em 12,75% ao ano.

Para o diretor de Estudos e Pesquisas Econômicas da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel José Ribeiro de Oliveira”este movimento da Caixa deverá ser seguido pelos demais bancos, já que a Selic vem apresentando elevação, frente a um ambiente de maior inflação. Essa alta de juro, por ser pouco significativa diante de outras taxas absurdas cobradas pelo mercado, não deverá causar uma importante retração na compra de imóveis no país. Quem tem plano de investir na casa própria deverá manter essa decisão.

Inflação e juros continuam em alta, sinaliza Copom

13 de março de 2015 0

Não está fácil derrubar a inflação no Brasil. A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central ( Copom), divulgada ontem, sinalizou que a inflação seguirá alta até o final do ano e fechará acima do teto da meta de 6,5% em 2015, apesar da taxa básica de juro Selic já estar em 12,75% ao ano.

Segundo os técnicos do comitê, os juros deverão subir mais porque os preços administrados registrarão variação maior, de 10,7%, pressionados pela alta de energia, que ficará numa média de 38,3% e outras.
O juro maior não vai colaborar para reduzir esses preços, que são reajustados com regras pré- definidas pelos governos federal e estadual, como energia, combustível e IPTU, por exemplo.

Mas reduz a oferta de crédito e inibe o consumo de produtos com preços livres, o que derruba a inflação. Isso é o tradicional remédio amargo pago pela iniciativa privada que, muitas vezes, enfrenta um mercado com concorrência perfeita.

O dólar alto também faz estragos. A inflação oficial dos últimos 12 meses está em 7,7%.
Com tanto arrocho, no ano que vem deve ir para o centro da meta, ou seja, a 4,5% ao ano.

Juro sobre para 12,75% ao ano

05 de março de 2015 0

A elevação da taxa básica de juros para 12,75% ao ano, ontem, pelo Copom, com alta de 0,5 ponto percentual, mostra que o Banco Central está se esforçando para reduzir a inflação oficial, que já supera 7% ao ano, bem acima do teto da meta. O mercado prevê mais 0,25 ponto para abril. O juro maior é necessário porque o governo federal segue gastando mais do que arrecada, o que causa um desequilíbrio de preços.

Mesmo assim, a inflação segue alta porque o preço da energia, dos combustíveis e do dólar registram aumentos bem acima do tolerável pelo mercado. A indexação de preços e salários quase generalizada também impede o recuo da taxa. Com a Selic em 12,75%, os fundos de renda fixa ficaram ainda mais atraentes para aplicações financeiras.

Juro sobe para conter a inflação. Renda fixa está mais atrativa

05 de março de 2015 0

A elevação da taxa básica de juros para 12,75% ao ano, ontem, pelo Copom, com alta de 0,5 ponto percentual, mostra que o Banco Central está se esforçando para reduzir a inflação oficial, que já supera 7% ao ano, bem acima do teto da meta. O mercado prevê mais 0,25 ponto de alta para abril. O juro maior é necessário porque o governo federal segue gastando mais do que arrecada, o que causa um desequilíbrio nas contas públicas e elevação de preços. Mesmo assim, a inflação segue alta porque o preço da energia, dos combustíveis e do dólar registram aumentos bem acima do tolerável pelo mercado. A indexação de preços e salários quase generalizada também impede o recuo da taxa porque muitas empresas transferem esses custos maiores aos preços. Resta saber o que o Banco Centrar quer buscar com esse juro maior num cenário conturbado.
Mas com a Selic em 12,75%, quem se dá bem é quem tem dinheiro para aplicar. Os fundos de renda fixa ficaram ainda mais atraentes do que a caderneta de poupança, constituindo a melhor opção para quem quer correr risco mínimo.

Presidente promete medidas "drásticas" na economia

23 de dezembro de 2014 0

Em contraste com o discurso de campanha quando dizia que tudo estava bem na economia e que seus adversários causariam desemprego se vencessem o pleito, a presidente Dilma afirmou ontem que tomará medidas drásticas na economia no ano que vem. Em conversa com jornalistas, ela não adiantou as mudanças que adotará.

Na prática, desde a eleição os brasileiros já enfrentam uma série de medidas negativas. Entre as aprovadas estão o reajuste dos combustíveis, aumento da taxa de juros Selic, alta das tarifas de energia, corte nos recursos para obras de infraestrutura e a postergação de pagamentos de fornecedores por estatais.

Fato positivo é que ela sinaliza com medidas duras de uma vez. Isso facilita a retomada do crescimento econômico mais do que a adoção de doses homeopáticas. A lista inclui redução da “bolsa empresário”, que são os juros subsidiados do BNDES para uma série de investimentos. O Programa de Sustentação do Investimento (PSI) do banco será reduzido de R$ 80 bilhões para R$ 50 bilhões e os juros de 4% a 8% ao ano passarão para 6,5% a 11% ao ano. Há previsão de redução de investimentos, mais exigências para conceder seguro-desemprego, volta do IPI para veículos, volta da Cide e o desejo de aprovação de uma nova CPMF. 

Queda de preços no fim da linha

12 de dezembro de 2014 3

Uma das principais responsáveis pelo crescimento econômico perto de zero, a inflação começa a dar trégua, embora siga acima do centro da meta. Foi isso que disse o Comitê de Política Monetária (Copom) na ata publicada ontem. A avaliação dos técnicos do Banco Central considerou a nova taxa de juros Selic em 11,25% ao ano e o dólar em R$ 2,55.

A inflação seguirá acima do centro da meta (4,5% ao ano) no ano que vem e terá queda maior no início de 2016. Considerando os efeitos cumulativos da alta de juros, o BC disse que novas altas da taxa de juros serão decididas “com parcimônia”, o que significa que a próxima alta da Selic deverá ficar em 0,25 ponto percentual.

Uma das coisas que chamam atenção é que os preços livres sobem mais. No último mês, a pressão veio da seca no Sudeste, que elevou a carne e preços de serviços. O mercado prevê inflação de 6,43% ao ano para 2014 e 6,49% para 2015. O Copom, de 6% em 2015 e 5,2% para 2016. A alta de preços é pressionada pelo aumento da gasolina (0,3%), gás de cozinha (3,8%) e alta de 17,6% da energia elétrica.

Copom amplia arrocho contra inflação alta

03 de dezembro de 2014 0

Firme contra a inflação que não dá trégua, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) elevou ontem a taxa básica de juros, a Selic, em 0,50 ponto percentual, para 11,75% ao ano, sem viés. O objetivo é fazer a taxa oficial de inflação, o IPCA, convergir para o centro da meta que é de 4,5% ao ano. Atualmente, está perto do teto, em torno de 6,5% ao ano. O setor produtivo criticou mais uma vez a decisão, dizendo que o governo deveria reduzir gastos públicos para conter a inflação. O país segue com a maior taxa real de juros (sem a inflação) de 4,68% ao ano.

BC surpreende e eleva juro para reduzir a inflação

29 de outubro de 2014 1

Embora sem unanimidade, o Copom, do Banco Central, elevou a taxa básica de juros Selic de 11% para 11,25% ao ano. A decisão pegou, tanto o mercado financeiro quanto o setor produtivo de surpresa. Ninguém imaginava que essa opção seria adotada este ano pelo menos considerando uma parte dos discursos da presidente Dilma na campanha à reeleição. Ela dizia que focaria a manutenção de empregos e que seus opositores, Aécio e Marina, adotariam política recessiva. Juros altos é recessivo.

Diretores do Banco Central chegaram a afirmar que, se necessário, os juros seriam elevados, mas a expectativa era de que isso ocorreria em janeiro. A persistente alta de preços em diversos setores e a volatilidade do dólar pesaram na decisão.
A Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), por meio do seu presidente e ex-candidato ao governo de SP, Paulo Skaf, logo emitiu uma nota criticando a decisão.
- Colocar toda a responsabilidade do combate à inflação na taxa de juros vem se mostrando uma estratégia equivocada, uma vez que está pondo em risco o maior patrimônio da economia brasileira atual, que é o emprego – disse Skaf que defendeu não só o juro, mas a redução dos gastos públicos para conter a inflação.

Confira a nota do BC:

Copom eleva a taxa Selic para 11,25% ao ano

29/10/2014 20:20

​Brasília – O Copom decidiu elevar a taxa Selic para 11,25% a.a., sem viés, por cinco votos a favor e três votos pela manutenção da taxa Selic em 11,00% a.a.

Para o Comitê, desde sua última reunião, entre outros fatores, a intensificação dos ajustes de preços relativos na economia tornou o balanço de riscos para a inflação menos favorável. À vista disso, o Comitê considerou oportuno ajustar as condições monetárias de modo a garantir, a um custo menor, a prevalência de um cenário mais benigno para a inflação em 2015 e 2016.

Votaram pela elevação da taxa Selic para 11,25% a.a. os seguintes membros do Comitê: Alexandre Antonio Tombini (Presidente), Aldo Luiz Mendes, Anthero de Moraes Meirelles, Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo e Sidnei Corrêa Marques. Votaram pela manutenção da taxa Selic em 11,00% a.a. os seguintes membros do Comitê: Altamir Lopes, Luiz Awazu Pereira da Silva e Luiz Edson Feltrim.

Brasília, 29 de outubro de 2014

Inflação e ajustes na economia

22 de outubro de 2014 0

A inflação desacelerou um pouco nas últimas semanas segundo o IPCA-15 divulgado ontem. Ficou em 0,48%, abaixo do que o mercado esperava e menor, também, do que o último IPCA, que teve alta de 0,75%. Em 12 meses, o IPCA-15 subiu 6,62%. Apesar do pequeno recuo em função da crise econômica, há pressão de alta de alimentos em função da seca, da maior cotação do dólar e de outras decisões de mercado.

Um dos principais desafios do novo mandato presidencial, independentemente de quem vencer a eleição, será a redução da inflação. A taxa atual está prejudicando a economia e o Brasil conta com excessiva indexação de preços administrados ou não. Uma das mudanças necessárias será na política de expansão de crédito via bancos públicos que impede um efeito melhor da política do Banco Central, que procura conter a inflação por meio da taxa básica Selic, hoje em 11% ao ano.

Além disso, o novo governo deverá tomar medidas que animem os investimentos para melhorar a oferta. Só assim, a atual estagnação – combinação de crescimento próximo de zero com preços altos – poderá ser revertida. O combate à inflação alta é fundamental porque está provocando perdas principalmente para as pessoas de menor renda.

Câmara debate os altos juros de cartões de crédito

20 de maio de 2014 0

Como as operadoras de cartões de crédito continuam cobrando juros abusivos para quem atrasa o pagamento da fatura mensal, o deputado federal Edinho Bez, propôs à Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara uma audiência pública. O debate será hoje à tarde. Ele lamenta que as taxas cobradas nos atrasos superam 12% ao mês, acima da taxa Selic.

Como deve proceder quem não declarou o IR

01 de maio de 2014 0

O contribuinte que perdeu o prazo de entrega do Imposto de Renda precisa declarar, mesmo posteriormente. Mas terá que pagar multa de R$ 165,74 ou 20% do imposto devido. Quanto mais cedo pagar, menores serão as penalidades porque o valor é corrigido mensalmente por 1%  mais a taxa Selic.

A melhor alternativa é preencher e entregar a declaração de IR em atraso, imprimir o Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF) da multa pelo Programa Gerador da Declaração, fornecido pela Receita.  É preciso abrir o programa da declaração e acessar Darf de multa por Entrega em Atraso no  menu Imprimir. Outra opção é pedir ajuda para um contador, profissional que domina esse processo e, na maioria das vezes, cobra um valor acessível.

 

Tesouro Direto é alternativa para aplicar com boa rentabilidade

22 de abril de 2014 1

A taxa Selic mais alta, em 11% ao ano desde o início deste mês, permite opções de aplicações financeiras que remuneram bem mais do que a caderneta de poupança, que em 2014 dará retorno anual perto 6,5%. Quem pretende evitar risco, aplicar em fundo de renda fixa no banco dá menos trabalho, mas os que querem ganhar um pouco mais podem optar pelo Tesouro Direto. Trata-se de um programa de venda de títulos públicos a pessoas físicas desenvolvido em parceria entre o Tesouro Nacional e a BM&FBovespa.

O aplicador pode comprar Letras do Tesouro Nacional (LTNs) a partir de R$ 30 e tudo pode ser feito via internet. Para vencimento em janeiro de 2018, por exemplo, há letras que remuneram com 12,61% ao ano. O Tesouro é vantajoso, porque o aplicador tem menos despesas administrativas. Paga a taxa de custódia da BM&FBovespa de 0,30% ao ano sobre o valor dos títulos duas vezes por ano e a taxa para os agentes de custódia.

O Tesouro Direto é boa alternativa também para quem é disciplinado e quer fazer um plano de previdência pessoal ou poupar para a educação dos filhos. Há informações mais detalhadas no site www.tesourodireto.gov.br.