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Resultados da pesquisa por "CMN"

CMN aprova socorro a cooperativas

30 de janeiro de 2009 0

Conforme já tinha sido acertado com o Ministério da Fazenda, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou ontem a liberação de crédito espercial de R$ 700 milhões para cooperativas agropecuárias. Somando esta cifra aos R4 300 milhões já garantidos ao setor, anteriormente, o BNDES terá, agora, R$ 1 bilhão para emprestar ao segmento.

O presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo, deputado Odacir Zonta, e o representante das Organizações das Cooperativas de SC (Ocesc), Neivor Canton, participaram de reunião, terça, em Brasília, para acertar detalhes dessa liberação via BNDES.

Postado por Estela Benetti

Empenho de Dilma em buscar mais abertura comercial nos EUA é importante

28 de junho de 2015 0
Foto: Mnedel NGAN

Foto: Mandel NGAN

É importante o empenho da presidente Dilma em buscar mais abertura comercial nos EUA. Pena que isso demorou décadas desde as tentativas de criar a Alca. Se as Américas tivessem um mercado comum, muitos brasileiros teriam maior renda porque o mercado dos EUA é gigante.

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Positiva a decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) de reduzir o limite máximo da meta de inflação de 6,5% para 6% em 2017. Quando mais baixo o limite de inflação que o Banco Central vai buscar, mais os agentes econômicos limitam reajustes.

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Fazenda promete rapidez para atender crédito a milho

25 de setembro de 2012 0

Em reunião, ontem, com representante da Fiesc, lideranças políticas e do agronegócio, o Ministério da Fazenda se comprometeu em agilizar procedimentos para que as agroindústrias de Santa Catarina consigam usar os créditos de PIS e Cofins das exportações como garantia para financiamento. A promessa foi feita pelo secretário adjunto de política econômica da Pasta, João Pinto Rabelo Júnior. O objetivo é obter capital de giro para comprar milho do Centro-Oeste.

Mais custeio

O agronegócio aguarda a reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), quinta-feira, que vai definir se eleva os valores de custeio pecuário para os produtores rurais. Esse pleito está no ofício encaminhado pela Fiesc dia 13 último aos ministérios da Fazenda, Agricultura e à presidência da República. As dificuldades impostas pelo milho mais caro devido à seca nos EUA afetam empresas de todos os portes. O preço da saca de milho aumentou de R$ 17 para R$ 32 ou mais devido ao frete mais caro.

Notas pintadas de rosa, obtidas em furtos, não valem mais

02 de junho de 2011 4

Cédulas danificadas por dispositivos antifurto

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) orientou ontem suas entidades filiadas para que recomendem aos cerca de 800 mil lojistas associados a não aceitarem mais cédulas danificadas com tinta rosa antifurto (foto), conforme determinação do Banco Central. Cédulas procedentes de furtos de terminais eletrônicos não poderão ser aceitas, alerta o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro. O portador dessas cédulas deverá devolvê-las a um banco e, se for confirmado que vêm de roubo, não terá direito a ressarcimento. 

Veja a notícia do Banco Central sobre o assunto:

O Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central do Brasil (BC) aprovaram regulamentação sobre o destino de cédulas danificadas por dispositivos antifurto. Essas notas deixam de ter validade, não podendo mais ser utilizadas como meio de pagamento.

O portador de nota suspeita de ter sido danificada por dispositivo antifurto deve encaminhá-la a uma agência bancária, que se encarregará de remetê-la ao BC, onde será mantida sob custódia para análise. Após a comprovação, pelo BC, de que o dano foi provocado por  dispositivo antifurto, a instituição financeira deverá comunicar ao portador que a cédula foi fruto de ação criminosa e se encontra à disposição das autoridades competentes para investigação criminal. O portador da nota não terá direito ao ressarcimento do valor correspondente à cédula danificada.

Após análise, caso seja comprovado que o dano não é proveniente de dispositivo antifurto, o banco comunicará ao portador e providenciará a troca da nota.

O BC recomenda a população que não receba notas suspeitas de terem sido danificadas por dispositivo antifurto. O objetivo das medidas anunciadas é contribuir para a redução dos casos de furtos e roubos a caixas eletrônicos, ao dificultar a circulação de notas roubadas ou furtadas.

Cartões precisam de mais mudanças

26 de novembro de 2010 0

As mudanças anunciadas ontem para a indústria de cartões de crédito pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), como o aumento de 10% para 15% do pagamento mínimo e limitação em cinco tipos de tarifa são positivas, mas estão muito aquém do ideal para o consumidor, especialmente o de baixa renda. Os avanços são difíceis porque o setor não é regulado pelo Banco Central, mas o problema mais grave são as absurdas taxas de juros cobradas, uma média de 13% ao mês para quem atrasa o pagamento da fatura. A indução ao pagamento do valor mínimo tira renda das pessoass. Como uma minoria presta atenção para o fato de que os juros são altos e que o ideal é pagar todo o valor da fatura na data do vencimento, acabam parcelando e pagando muito caro aos bancos.

Fundos de pensão podem aquecer a Bolsa

26 de setembro de 2009 0

Do Informe Econômico:

Se o mercado acionário brasileiro já vive uma certa bolha pelo fato de a economia do país ter sofrido pouco com a crise global, a decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) de autorizar os fundos de pensão a investir mais na Bolsa pode aquecer ainda mais esse mercado.
Diante da queda dos juros básicos para 8,75% ao ano, que dificultou aos fundos garantirem rendimento mínimo de 6% ao ano, o Conselho tomou uma decisão já esperada pelo mercado. Autorizou as entidades fechadas de previdência complementar investir 70% dos seus recursos em ações. Antes, elas podiam investir 50%.
Como os fundos, hoje, no Brasil, administram cerca de R$ 450 bilhões, a expectativa do mercado é de que essa nova decisão vai liberar mais R$ 90 bilhões para o mercado acionário. Os fundos de previdência de estados e municípios também tiveram as regras flexibilizadas pelo CMN. Para esses fundos, o limite de investimentos em ações foi mantido em 30% mas, agora, poderá ser utilizado para fundos de índices de ações, como o Ibovespa.

Postado por Estela Benetti

BNDES terá R$ 1 bilhão para cooperativas

28 de janeiro de 2009 0

O Conselho Monetário Nacional (CMN) vai aprovar, na próxima sexta-feira, a liberação de linha especial de crédito de R$ 1 bilhão, via BNDES, para cooperativas agropecuárias do Brasil. Os recursos, que são baseados em crédito tributário de PIS e Cofins de R$ 4,8 bilhões que as instituições têm com a União, serão para capital de giro e capitalização das cooperativas, que enfrentam elevados estoques e outras dificuldades financeiras.

Ontem, em reunião com o presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo, Odacir Zonta, o representante da Organização das Cooperativas de SC, Neivor Canton, e outras autoridades, o diretor do BNDES, Maurício Borges, disse que os recursos serão liberados logo após a decisão do CMN. Os juros serão de 6,75% ao ano.

Postado por Estela Benetti

Revitaliza terá R$ 3 bilhões

31 de julho de 2008 0

O Revitaliza, uma das linhas de recursos mais solicitadas pelos exportadores, especialmente os têxteis de SC, acaba de receber mais uma soma expressiva. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou hoje a liberação de R$ 3 bilhões para financiamentos e empréstimos para empresas de setores exportadores prejudicados com a desvalorização do real diante do dólar.

Pena que essas linhas estão disponíveis apenas para empresas que faturam até R$ 300 milhões/ano. Várias de SC que gostariam dos recursos faturam bem mais do que isso. Além dos têxteis, são beneficiados os setores de madeira, couro, calçados, frutas, cerâmicas, softwares e máquinas e equipamentos.  

Postado por Estela Benetti, Florianópolis

Inflação vira desafio nacional

01 de julho de 2008 0

O consumidor, que está comprando mais nos últimos anos principalmente graças à expansão do crédito e maior nível de emprego, começa a se preocupar com a alta da inflação. Isso ficou claro na pesquisa do Ibope para a CNI, segundo a
qual 65% dos entrevistados informaram estar preocupados com o aumento dos preços. Em março, eram 51% os preocupados.
Esta é a primeira crise de fora para dentro do país, durante os governos
de Lula, que começa a atingir diretamente o bolso da maioria dos brasileiros.
E tudo indica que os preços vão continuar subindo porque não há perspectiva
de oferta maior de produtos no curto prazo. Além disso, os juros também seguirão
em alta porque o governo não está fazendo a parte dele que seria reduzir
os gastos públicos.
O Conselho Monetário Nacional (CMN), como era esperado, manteve em 4,5% a meta de inflação para 2010, a mesma dos últimos 6 anos. É um número tolerável, que não requer grandes arrochos para mantê-lo, considerando variações
de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo.

Os debates nas últimas semanas e especialmente ontem indicam que a inflação, embora controlada, é o grande desafio nacional. O governo precisa fazer mais do que está fazendo e o consumidor, diante de tantos aumentos e custos maiores, deverá consumir menos.  

Postado por Estela Benetti, Florianópolis