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Resultados da pesquisa por "abertura comercial"

Empenho de Dilma em buscar mais abertura comercial nos EUA é importante

28 de junho de 2015 0
Foto: Mnedel NGAN

Foto: Mandel NGAN

É importante o empenho da presidente Dilma em buscar mais abertura comercial nos EUA. Pena que isso demorou décadas desde as tentativas de criar a Alca. Se as Américas tivessem um mercado comum, muitos brasileiros teriam maior renda porque o mercado dos EUA é gigante.

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Positiva a decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) de reduzir o limite máximo da meta de inflação de 6,5% para 6% em 2017. Quando mais baixo o limite de inflação que o Banco Central vai buscar, mais os agentes econômicos limitam reajustes.

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Comércio e serviços lideram a abertura de negócios em SC

17 de agosto de 2015 0

Por Julia Pitthan*

Balanço da primeira metade do ano mostra que o empreendedorismo se manteve ativo em Santa Catarina. Segundo dados da Junta Comercial do Estado (Jucesc) foram criadas 49.063 companhias de janeiro a julho no mesmo período, foram encerradas 15.590. O saldo é positivo com o surgimento de 33.473 novas empresas.

Entre as cidades catarinenses, Florianópolis lidera tanto na criação quanto na extinção de negócios no período. Joinville, Blumenau e São José aparecem na sequência no ranking. Na Capital, o número de empresas ativas, segundo ranking da Jucesc, é o maior do Estado, com 55.292.

Os setores de comércio e serviços estão entre os que mais representam a maior abertura de novos negócios, seguidos pela indústria de transformação. No ano passado, Santa Catarina fechou com o crescimento de 2,07% na constituição de novas empresas, segundo a Jucesc.

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* A colunista Estela Benetti está em férias até dia 19 de agosto, neste período a jornalista Julia Pitthan assume como interina.

Jucesc 90 minutos acelera burocracia para abertura de empresas e outros destaques

13 de agosto de 2015 0

Por Julia Pitthan*

A Junta Comercial do Estado de Santa Catarina (Jucesc) tem implementado ações para acelerar o atendimento aos empreendedores no Estado. O Jucesc 90 minutos prevê a abertura de uma empresa no menor espaço de tempo possível. Na semana passada, foram abertas 633 empresas em até 90 minutos, em Florianópolis. Em julho, o serviço foi implementado, também, em Jaraguá do Sul: foram 92 empresas abertas em até 90 minutos. Segundo o secretário-geral da junta, André Luiz de Rezende, em agosto, o serviço está sendo ampliado para Blumenau, Mafra e Joaçaba.

Ferramentas

Investimento de infraestrutura defendido e aguardado pela agroindústria do Estado, a Ferrovia Norte-Sul ganhou ontem novo fôlego. A Valec Engenharia apresentou em Brasília os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental da obra, que envolve os trechos Panorama/SP, Chapecó/SC e Rio Grande/RS. A obra foi abraçada pela recém-criada Bancada Sulista, formada por 77 deputados federais e nove senadores. Segundo o coordenador do Fórum Parlamentar Catarinense, deputado federal Mauro Mariani (PMDB), no dia 21 de agosto o projeto será apresentado nos três estados, onde a Valec já poderá receber manifestações de grupos empresariais interessados em bancar a obra.

Visita

Uma comitiva da Samsung Techwin America desembarca hoje em Florianópolis para estreitar relacionamento técnico e comercial a convite da Focalle. O objetivo é conferirem o software de segurança desenvolvido pela empresa em câmeras e sistemas Samsung.

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* A colunista Estela Benetti está em férias até dia 19 de agosto, neste período a jornalista Julia Pitthan assume como interina.

SC registra quase o dobro de abertura de empresas em junho. Sinal de que a crise está acabando?

12 de julho de 2015 0
Foto: Diorgenes Pandini

Foto: Diorgenes Pandini

São animadores dois números da Junta Comercial do Estado: a receita de junho da instituição cresceu 44% frente ao mesmo mês do ano passado e o número de abertura de empresas quase dobrou, o que indica mais investimentos. Além disso, já é possivel abrir uma empresa em apenas 15 minutos em SC num país que é apontado sempre como um dos mais difíceis para se fazer negócios. Esses resultados marcam o novo ritmo da junta sob a presidência de André Bazzo desde fevereiro deste ano. Contador da Secretaria de Estado da Fazenda mas atuando como executivo do governo há mais de 10 anos – foi diretor Financeiro da Fazenda e diretor de Gestão da Celesc –  o servidor de 37 anos, nascido em Capinzal, no Oeste catarinense, aceitou o desafio do governador Raimundo Colombo de tirar os entraves que atrasam a abertura de empresas no Estado e vem conseguindo. Conforme a junta, atualmente Santa Catarina tem cerca de 555 mil empresas ativas de todos os portes.

O movimento da Junta Comercial surpreendeu em junho?
Até maio, tínhamos uma média de 5,1 mil serviços protocolados por semana na Junta. Em junho, essa média cresceu para 7,6 mil. As constituições (aberturas) de empresas que em maio eram 4,5% desse movimento todo, passaram para 7,9%, ou seja, quase dobraram. E as extinções permaneceram em 3%. O carro-chefe de junho foram os livros em função da declaração de renda de empresas exigida pela Receita Federal que vai até dia 30. Mas gente percebeu que não era só livro. O movimento do mês passado resultou num crescimento de 44% da nossa receita frente ao mesmo mês de 2014.

Como foi o desempenho da junta no primeiro semestre?
De janeiro a maio tínhamos uma queda no movimento geral da junta de -8% frente ao mesmo período do ano passado. Com o resultado de junho houve uma reversão da receita e fechamos o semestre com queda de apenas -1,66%. Os primeiros cinco dias de julho também tiveram bom movimento, embora um pouco menor do que no mês anterior.

Com esses números dá dizer que a crise está passando em Santa Catarina?
Não dá para afirmar isso. A gente percebe que as pessoas (investidores) aguardavam definições do governo federal que avançaram. Então, começaram a destravar a pauta. Os 20 municípios que mais constituíram empresas no primeiro semestre representam sozinhos 48% das constituições totais no Estado. Das 41 mil empresas abertas no primeiro semestre deste ano, incluindo os microempreendedores individuais, 19.720 foram nesses 20 municípios, que são os maiores do Estado. Nessa lista estão Florianópolis, Joinville, Blumenau, São José, Itajaí, Balneário Camboriú, Chapecó, Jaraguá do Sul, Palhoça e outros. Das empresas ativas da nossa base de dados hoje, 555 mil, 58% estão nesses 20 municípios. Eles também representam 51% da população (3,5 milhões de habitantes) e respondem por 53% do movimento econômico segundo dados da Secretaria da Fazenda. Dos R$ 141 bilhões de movimento econômico do Estado, eles respondem por R$ 75 bilhões. Os demais municípios responderam por 52% das empresas abertas. Este levantamento também mostra que a micro e pequena empresa dá uma espécie de blindagem para SC. Também não temos número elevado de falências.Em 2014, no Estado, 24 empresas faliram, e em 2015, até maio, somente três ou quatro. Há muitas empresas em recuperação judicial este ano.

Você assumiu com o desafio de agilizar a abertura de empresas. O que está sendo feito?
Atuamos em duas frentes. Uma é para a micro e pequena empresa, o 90 Minutos. Ele prevê que a pessoa que chega na junta das 13h30 até às 16h30min com requerimento eletrônico para abrir uma limitada, microempreendedor individual ou ereli (empresário individual de responsabilidade limitada), em 90 minutos abrimos a empresa. Esse é o prazo normal, mas já estamos abrindo em 15 minutos. É lógico que aí, dependendo dos outros documentos da prefeitura e bombeiros, pode demorar mais, mas da nossa parte é rápido. Abrimos 271 empresas em 90 minutos em junho em Florianópolis. Estamos expandindo esse modelo para Blumenau e Jaraguá do Sul.

E para as grandes empresas?
Para as empresas que têm capital social acima de R$ 5 milhões a gente implantou a Via Azul, Informamos isso para as 2.160 companhias com essa característica. O plano é atender os pleitos delas em 48 horas. Iniciamos em 1º de julho e já recebemos mais de 60 protocolos de Via Azul, todos liberados no máximo em 48 horas. Tinhamos casos que demoravam até 90 dias. Uma SA não pode esperar isso. A maioria das solicitações são transformação, cisão ou criação de SPE. As empresas estatais também participam da Via Azul. Os projetos do SC + Energia, que têm prioridade do governo do Estado para ajudar na retomada do crescimento econômico, entram nessa linha.

O que mais está sendo feito para agilizar os processos?

Também mudamos procedimentos desde 11 de maio. Só entra solicitação de serviço na junta se tiver a documentação adequada. O contador precisa trazer o ato correto. Não pode chegar aqui, por exemplo, sem a assinatura da esposa se o investidor é casado com comunhão de bens, por exemplo. Experimenta ir na Polícia Federal solicitar o passaporte com uma foto que não é sua. Não dá entrada. Adotamos uma lista de exigências. Sabe o que aconteceu? Os 60% de pedidos que entravam com erros banais viraram 4,5%. Os contadores começaram a acertar. Isso evita retrabalho, qualifica o processo e reduz o prazo.

De que forma a junta avança com serviços digitais?
Criamos um aplicativo para os contadores baixam no celular androide ou IOS que permite fazer todas as consultas sobre serviços que solicitam. Isso começou em 1º de julho, hoje é dia 9 (última quarta-feira) e já tivemos 60 mil consultas. Temos outros projetos. Nossa proposta é uma junta totalmente digital. Vamos economizar cerca de R$ 200 mil por ano só em Correios. Em breve,   vamos instalar totens de autoatendimento aqui na sede. Certidões poderão ser tiradas nesses totens ou pela internet. Queremos ir muito na filosofia das instituições financeiras. A junta é um grande cartório empresarial. Vamos implantar um projeto a partir de agosto para que tudo seja digital. Do movimento total que temos apenas 6%, em média, demandam decisões colegiadas, que têm que vir para Florianópolis para análise do colégio de vogais (S/As, transformações, cisões e cooperativas). A junta tem 22 vogais em sete turmas que atuam todos os dias. Toda a outra parte, ou seja, 94%, pode ser feita no local mais próximo, no interior.  Uma decisão que demora seis dias em função do deslocamento de documentos, poderá ser tomada em poucas horas via internet. Além da redução de custos com Correios, temos ganhos ecológicos porque evita o uso de papel e emissões de CO2 com transporte.

 E o Bem Mais Simples?

Somos o primeiro Estado a adotar o Bem Mais Simples por sugestão do ministro Guilherme Afif Domingos. A partir do dia 23, vamos criar um grupo de trabalho com todas as entidades que têm gestão sobre a abertura de empresas. Vamos ouvi-las e, com base num projeto consensual, a Casa Civil vai propor uma lei para agilizar a constituição de empresas. Será um modelo semelhante ao dos EUA. O empresário abre a empresa na junta, faz uma declaração, inicia atividade e é vistoriado depois. Hoje, o empreendedor consegue abrir uma imobiliária na junta, por exemplo, em 15 minutos, mas depende de alvará da prefeitura e avaliação dos bombeiros, o que atrasa. Quem paga o preço dessa demora é o cidadão, a economia. São gerados menos empregos e menos dinheiro circula, o que gera retração econômica. Como mais de 90% dos negócios envolvem baixo risco, o que não exigiria uma análise prévia, essas avaliações poderão ser feitas depois. Ninguém quer tirar o poder de polícia que a lei concede a diversos órgãos fiscalizadores. Eles podem ir lá na empresa, avaliar e cobrar sua taxa, mas que o cidadão não seja impedido de trabalhar porque eles não conseguem ir no dia seguinte da abertura da empresa. Queremos identificar todos os Cnais (Código Nacional de Atividade Econômica) fiscais, ouvir os envolvidos e criar um modelo de declaração para o investidor. Uma nova lei permitirá que ele comece a trabalhar e seja fiscalizado depois. Muitas vezes o governo olha para fora para buscar investidores, mas quantos projetos estão travados aqui nos órgãos do Estado?

 

fim

Aprovado reforço na Junta Comercial

07 de maio de 2015 0

Com o propósito de reforçar o trabalho da Junta Comercial e reduzir o prazo para abertura de empresas o secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Carlos Chiodini, e o presidente da Junta (Jucesc), André Bazzo, aprovaram a inclusão de mais dois vogais. Um será da Fecontesc (contador) e outro, indicação do governo.

Rapidez na abertura de empresas depende também das prefeituras

09 de fevereiro de 2015 0
Secom, Divulgação

Secom, Divulgação

André Bazzo, ex-diretor da Celesc, assumiu ontem a presidência da Junta Comercial de SC (Jucesc) com o desafio de acelerar o prazo para abertura de empresas. Quem obra é o governador Raimundo Colombo e o secretário de Carlos Chiodini. A propósito, a agilidade na abertura de empresas não depende apenas da Junta. As prefeituras têm parcela importante na culpa pelos atrasos porque também enfrentam falta de pessoal e outros problemas. Em alguns casos, há cobranças de propinas. Isso exigirá uma ação coordenada com os municípios.
Nascido em Capinzal, no Oeste catarinense, Bazzo foi o diretor de Gestão Corporativa da Celesc nos últimos quatro anos. É servidor da Secretaria de Estado da Fazenda, tem graduação em Contabilidade e pós-graduação em Contabilidade Pública e em Gestão e Direito Público. Também foi diretor da Fazenda, conselheiro do Conselho Regional de Contabilidade e da SCGAS.

BMW apresenta pedido de abertura de empresa na Junta de SC

10 de fevereiro de 2013 0

A formalização da vinda da BMW para Santa Catarina teve mais um passo além da inclusão no Inovar-Auto, do governo federal. Executivos da empresa deram entrada, na Junta Comercial (Jucesc), ao pedido de abertura da empresa no Estado. É mais uma etapa burocrática que precisa ser vencida para a instalação da fábrica em Araquari.
Apesar da adesão ao regime automotivo do país, não está decidido, ainda, quando será a formalização do acordo com o governo de Santa Catarina, que necessitava da decisão federal. A intenção era fazer dia 25 deste mês, mas a companhia ainda está decidindo quem será o seu novo presidente no Brasil por isso pode esperar mais um pouco, observou o secretário de Desenvolvimento Sustentável, Paulo Bornhausen, que finalizou ontem visita à unidade da empresa nos EUA.
A comitiva de SC, integrada, também pelo prefeito de Araquari, João Pedro Woitexem; do vice, Clenilton Pereira; mais o diretor do Senai-SC, Sérgio Arruda, e o diretor técnico do Sebrae-SC, Anacleto Ortigara, ficou impressionada com a transformação que a BMW fez na região da cidade de Spartanburg, na Carolina do Sul. Conforme Bornhausen, há 18 anos, quando a empresa iniciou a instalação para investir US$ 300 milhões, a cidade tinha 10 mil habitantes e 34 empresas. Era um centro têxtil. Hoje, conta com 108 empresas, sendo 40 fornecedores da montadora. Nos 16 anos de operação, a empresa já investiu US$ 6 bilhões. Na foto, feita pelo diretor técnico do Sebrae, Anacleto Ortigara, Bornhausen e Arruda com equipe da BMW dos EUA.

Qualificação

A formação de pessoas foi o tema mais abordado nas reuniões da missão de SC na BMW dos EUA. Conforme o diretor do Senai, Sérgio Arruda, a comitiva conheceu como foi a preparação de recursos humanos durante a implantação da fábrica. Em Joinville, o Senai já trabalha na formação de pessoas para as empresas automotivas.

Ajuda de Prata

A homologação da BMW ao Inovar-Auto, na etapa do Ministério da Ciência e Tecnologia, contou com a ajuda do secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação da pasta, o ex-reitor da UFSC Alvaro Prata. O processo exige a aprovação dos dois ministérios porque o programa incentiva produção e inovação.

Criação do Simplifica SC tem participação de empresários

28 de julho de 2015 0

Entidades empresariais e contábeis participam ativamente com a Junta Comercial (Jucesc) na criação do Fórum Simplifica SC. “O objetivo é destravar as dificuldades na abertura de empresas”, informa o o presidente do Conselho Regional de Contabilidade, Adilson Cordeiro.

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Audiência mostra avanço na articulação para aprovar projeto do Supersimples

22 de junho de 2015 0
Fábio Lima, divulgação

Foto: Rodrigo de Souza, divulgação

Líderes presentes na audiência pública realizada na manhã de hoje na sede da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc) mostraram otimismo com a aprovação, ainda este ano, do projeto do Supersimples no Congresso Nacional que prevê novos limites da tabela do Simples e outras melhorias. Confiante de que o projeto vai ser um dos mais importantes para a retomada do crescimento econômico do Brasil, o ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, afirmou que a presidente Dilma Rousseff está apoiando a proposta. E o deputado federal catarinense Jorginho Mello, presidente da Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa, afirmou que o Congresso vai votar as medidas incluindo as sugestões apresentadas pelo setor produtivo. O governo de SC aproveito o evento para lançar o programa Bem Mais Simples, que simplifica a abertura e fechamento de empresas. Na foto, o secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Carlos Chiodini, assina o acordo com o ministro Afif (C), o deputado Jorginho Mello (D) e o presidente da Junta Comercial, André Bazzo (E).

SC em peso na audiência

Todos os principais representantes de entidades empresariais de Santa Catarina marcaram presença na audiência, que teve como anfitrião o presidente do Sistema Fiesc, Glauco José Côrte. Estiveram também o presidente da Fecomercio SC Bruno Breithaupt, da Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas (Fampesc) Diogo Otero,  da Federação das Associações Empresariais (Facisc) Ernesto Rech;  Federação das CDLs, Ivan Taufer, e da Federação da Agricultura, José Zeferino Pedrozo.  O presidente da Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa da Assembleia Legislativa, deputado Darci de Mattos, também participou.

Entre as sugestões, os empresários defenderam a aprovação das mudanças este ano para entrarem em vigor no ano que vem. Côrte sugeriu mudança na legislação para que pequenas empresas possam se associar à grandes, inclusive do exterior, para fazer obras públicas e defendeu mais crédito ao segmento. Breithaupt propôs a definição de uma forma de reajuste da tabela do Simples, com base no crescimento, podendo ser do PIB se não é possível incluir um índice de inflação. Otero pediu atenção à legislação para que os empresários que devem impostos não sejam processados como está acontecendo em Santa Catarina.

Simples para a cerveja artesanal

O presidente da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal, Jorge Gitzler, aproveitou a audiência em SC para reforçar a proposta de inclusão do segmento no Simples nacional. A sugestão foi acatada pelo presidente da Frente Parlamentar, Jorginho Mello. Conforme Gitzler a cerveja artesanal é cara, hoje, porque tem carga tributária de 60%.

Aurora integra 105 mil famílias

17 de maio de 2015 0
Foto: Elizandro Giacomini / Aurora / Divulgação

Foto: Elizandro Giacomini / Aurora / Divulgação

Terceira maior agroindústrias de carnes do país, a Coopercentral Aurora Alimentos atua no Brasil e Exterior.

Sexta-feira, na Federação das Indústrias (Fiesc), o presidente da organização, Mário Lanznaster será o empresário de SC contemplado com a ordem do mérito industrial da CNI, a principal comenda da indústria do país.

Engenheiro agrônomo (UFRGS), produtor rural e associado a Aurora, Lanznaster é casado com Edirce e eles têm quatro filhos: Márcia, Fabiano, Fernando e Juliana.

O senhor vai receber sexta-feira o maior reconhecimento da indústria nacional, a comenda CNI. A que atribui essa distinção?

Essa conquista é o resultado de um trabalho de equipe. Temos os melhores e os mais motivados profissionais do mercado. Esse não é um time médio, é um time vencedor. Outro fator importante é a permanente qualificação e valorização da “prata da casa”. Garra e engajamento: essa é a base do sucesso.

Coopercentral Aurora Alimentos tem crescido de forma consistente. Quantas Cooperativas e produtores envolve e quantas indústrias possui?
A Coopercentral Aurora Alimentos é um conglomerado agroindustrial sediado em Chapecó (SC) que pertence a 13 cooperativas agropecuárias, sustenta 25.000 empregos diretos e tem uma capacidade de abate de 18 mil suínos/dia, 1 milhão de aves/dia e um processamento de 1,5 milhão de litros de leite/dia. Mantém 42 estabelecimentos: oito unidades industriais de suínos, sete unidades industriais de aves, seis fábricas de ração, 13 unidades de ativos biológicos (incluindo granjas, incubatórios e unidade de disseminação de gens), oito unidades de vendas e a sede central (matriz). A Cooperativa Central Aurora Alimentos _ o terceiro maior conglomerado industrial do setor de carnes do Brasil _ chegou aos 46 anos de fundação com uma marca formidável: tornou-se uma comunidade produtiva formada por mais de 100 mil famílias espalhada por 500 municípios brasileiros. Nesse cálculo estão os 25.652 colaboradores diretos da Aurora, as 70.670 famílias rurais cooperadas que formam a base produtiva no campo e os 8.951 colaboradores das 13 cooperativas agropecuárias que a constituem, totalizando 105.279 famílias. A receita bruta em 2014 chegou a 6,7 bilhões de reais.

Vocês acabaram de incorporar ao sistema uma grande cooperativa do Paraná. Por que essa decisão, quanto ela representa em crescimento à Aurora e há plano de outras inclusões assim?
O ingresso da planta industrial de Mandaguari (PR) representa mais 170 mil aves por dia em nossa produção. Agora chegamos a 1 milhão de aves/dia. Aumentamos em 16% o abate e ampliaremos em 7% a 8% a receita operacional bruta. Essa operação no Paraná nos interessa muito porque ali o milho é abundante e a infraestrutura é muito boa. Há ferrovias ligando a região da produção aos portos. Ressalta-se que neste ingresso estão o frigorífico de aves e a fábrica de rações para aves. As demais atividades da cooperativa filiada Cocari continuam em ritmo normal com a mesma.

Quais são as projeções de crescimento da Aurora este ano no Brasil exterior?
Projetamos um crescimento geral de 7,1% mas acredito que chegaremos a 10%. A participação das exportações na formação da receita operacional bruta da Aurora crescerá este ano para 22%. Foi de 20% em 2014. Cresceremos mais 6% em 2016. Contribuirão para isso a nova planta de Mandaguari (PR) e a entrada em operações do novo setor de presuntaria da indústria de São Gabriel do Oeste (MS).

Quais são as projeções de investimentos para este e o próximo ano?
No ano passado, a Aurora investiu 250 milhões de reais na modernização das plantas industriais, visando o aumento da produção para atender as demandas do mercado. Um dos principais investimentos (86 milhões de reais) foi a reabertura do frigorífico Aurora de Joaçaba que teve sua capacidade de produção triplicada. Outras unidades que receberam investimentos foram Chapecó I (túnel contínuo e câmaras de equalização), Cunha Porã (armazéns de grãos), Guatambu (estações de tratamento de água e de esgoto) e São Gabriel do Oeste (linha de presuntos e apresuntados). Em 2015 incorporamos a planta de aves da Cocari, localizada no município paranaense de Mandaguari. Por ora não há novos planos de aquisição. Vamos otimizar nossas plantas e maximizar a produção.

Como vê o cenário para o setor de alimentos em que a Aurora atua?
O período foi de certa dificuldade e o mercado doméstico andou devagar neste primeiro quadrimestre, mas lentamente vai voltando ao normal. Há previsões consistentes de aumento do consumo no segundo semestre. As exportações perderam um pouco do dinamismo nesse período, mas, agora estão deslanchando. Acredito em um ano bom, na média dos resultados mensais desse período. Entretanto, é preciso atenção ao comportamento do consumidor e muito arrojo comercial.

Apesar de reunir pequenos produtores a coopercentral também tem projetos sociais e ambientais. Quais o senhor destaca?
O braço social e assistencial da Aurora é a Fundação Aury Luiz Bodanese, que tem a missão de valorizar o ser humano e contribuir para o exercício da cidadania e vem ampliando a cada ano as ações desenvolvidas nas comunidades. Para você ter uma ideia desse trabalho basta citar que, em 2014, foram atendidas mais de 167 mil pessoas em nove programas e 1.215 atividades desenvolvidas em todo o território nacional.

Fala-se muito dos efeitos sociais e econômicos das cooperativas. Quais são os benefícios que a Cooperativa Central Aurora Alimentos traz às regiões onde atua?
A atuação da Aurora beneficia diretamente uma vasta região e milhares de família. Veja que a nossa base produtiva _ considerado o conglomerado agroindustrial da Aurora e de suas 13 cooperativas agropecuárias filiadas _ atinge 450 municípios de SC, RS, PR e MS. Essa produção requer o trabalho de 70.670 famílias rurais no campo e 31.000 trabalhadores nas indústrias e gera uma receita operacional bruta de 13,1 bilhões de reais. Essas comunidades são irrigadas com a riqueza anualmente gerada pelas cooperativas na forma de 2,7 bilhões de reais de valor adicionado da atividade agropecuária e mais 1,2 bilhão gerados pela atividade industrial; 860 milhões de reais de geração de ICMS e 674 milhões de reais em salários e encargos sobre a folha de pagamento. A Cooperativa Central Aurora Alimentos mantém 25 mil empregados diretos.

Como é sua propriedade rural e como concilia com a função de dirigente de cooperativa?
A Suinocultura sempre foi a atividade que me relaxa. Houve nestes 40 e tantos anos de atividade, altos e baixos nos preços dos suínos. Nunca pensei em desistir, até porque é lá que posso ser criativo com novidades que estão implantadas, tais como: geração de energia elétrica com biogás (metano), reciclagem parcial da água servida; aproveitamento do calor dos motores, trabalhando para o aquecimento da água; circulação de água quente, oriunda destes processos, para o aquecimento nas maternidades e chuveiros. Enfim, é um ambiente para inovações permanentes sem altos custos. Quem “toca” lá atualmente são meus filhos, de onde tiram o sustento de suas famílias, junto com as 25 famílias de funcionários.

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Aberta negociação para futuro reajuste do IPTU de Florianópolis

17 de agosto de 2014 3

Entidades empresariais de Florianópolis e o prefeito Cesar Souza Junior vão conversar nesta terça-feira com o objetivo de chegar a um consenso sobre os polêmicos reajustes de valores do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) e do Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI).

Segundo o presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (Acif), Sander de Mira, sexta-feira, após reunião entre o procurador da Capital, Alessandro Abreu, e representantes das entidades empresariais, foi protocolado no Tribunal de Justiça de SC um pedido de suspensão do julgamento da ação direta de inconstitucionalidade (Adin) em julgamento sobre o tema.

As entidades barraram o reajuste na Justiça no início do ano porque houve denúncias de altas de até 1.500% do IPTU.
Sander de Mira diz que as entidades veem com bons olhos essa abertura de discussão para o reajuste do ano que vem porque foi isso que elas sempre cobraram. Ele reconhece que há anos a prefeitura não faz uma reavaliação da planta genérica de valores de imóveis, mas é importante que ela seja justa, que cada contribuinte pague proporcional ao valor do seu patrimônio. Porém, o presidente da Acif alerta que é difícil pagar de uma vez só. Sobre o ITBI, a crítica dele é mais direta. Diz que houve aumento de alíquota, o que é alta da carga tributária.

Pressão por espaços num mercado de US$ 16 trilhões

15 de julho de 2014 0

Lideranças industrias de SC e do país estão atentas a negociações na reunião dos BRICs, em Fortaleza. O Estado de SC está representado pelo diretor da Fiesc, Henry Quaresma.

Apesar das dificuldades, todos estão interessados em avançar nesse mercado de emergentes que soma PIB de US$ 16 trilhões. Um dos pleitos é a abertura de plantas de agroindústrias para exportar carne de frango à China. Isto porque fiscais do país fizeram inspeção de unidades, mas ainda não liberaram a comercialização. Segundo Quaresma, a principal novidade mesmo é o banco dos BRICs, que terá capital de US$ 50 bilhões, sendo US$ 10 bilhões de cada membro: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

O grupo WEG, de Jaraguá do Sul, que tem fábricas na China, India e África do Sul, participa de um conselho especial de multinacionais brasileiras.

Vinícolas de SC comemoram safra excelente com festa na próxima semana

02 de abril de 2014 0

Vinícolas de SC comemoram safra excelente
BiancoAs vinícolas de Santa Catarina já podem comemorar: esta deverá ser uma das melhores safras de uva no Estado para os vinhos de altitude. O calor intenso do início do ano e o frio acentuado do último inverno colaboraram para o resultado. A variação térmica significa mais açúcar nas uvas e vinhos de melhor qualidade.

Para comemorar a boa safra e o início da colheita, a Associação Catarinense de Produtores de Vinhos Finos de Altitude (Acavitis) irá realizar na róxima semana, de 11 a 13 de abril, a primeira edição da Vindima de Altitude de Santa Catarina, que vai celebrar o início da colheita e comemorar a boa safra. Os vinhedos de Santa Catarina ficam localizados nos pontos mais altos do Estado, acima de 1,2 mil metros de altitude. A Acavitis conta com 28 associados e pelo menos 18 deles já produzem vinhos.

O engenheiro agrônomo Saul Bianco (foto), diretor de comunicação da Acavitis, diz que o ano foi atípico. Apesar de ter prejudicado o setor em algumas áreas – principalmente em regiões mais baixas –, o resultado em geral será de vinhos com qualidade excepcional.

De acordo com Bianco, o calor atípico foi bom para as parreiras. A temperatura elevada permite que as plantas sintetizem melhor os aromas – o calor também levou a uma pequena antecipação da colheita, de cerca de duas semanas. Com a uva mais carregada de açúcares e pouco menos acidez, a expectativa é que o setor produza vinhos muito bem equilibrados.

Números em expansão
Com um faturamento anual de R$ 30 milhões, a Acavitis possui 26 associados. Com as 18 vinícolas em atividade, são 300 hectares de área plantada – sendo 70% de cabernet sauvignon –, 150 rótulos no mercado e 1,3 milhão de toneladas de uva processada.

Foto: Mônica Corrêa, divulgação

Programação da 1ª vindima:

11 DE ABRIL (sexta-feira)

 

14h- Palestra de Enoturismo na Epagri de São Joaquim;

16h- Benção Colheita em frente à Igreja Matriz de São Joaquim;

16h30- Abertura da Vindima no Centro de Eventos em São Joaquim;

          Cerimonial de Abertura

          Apresentação da Rainha

          Concerto da Vindima

20h- Abertura dos serviços de Cantina no Centro de Evento em São Joaquim (restaurante com venda de pães, queijos, tábuas de frios e vinhos);

24h- Fechamento da Vindima

12 DE ABRIL (sábado)

 

9h-   Abertura da Vindima;

10h às 12h- Degustação técnica na Casa do Vinho em São Joaquim – Informações e agendamento pelo fone (49) 3233-3870;

10h- Visitação e degustação na Villa Francioni em São Joaquim – Informações e agendamento pelo fone (49) 3233-8200;

11h- Visitação e degustação na loja da Vinícola Abreu Garcia em Florianópolis – Informações e agendamento pelo fone (48) 3322-3995;

12h- Almoço com Cardápios Harmonizados nos Restaurantes e nas Vinícolas:

·       Vinhedos do Monte Agudo em São Joaquim – Ingressos e agendamento pelo fone (49) 9969-9777;

·       Vinópolis em São Joaquim – Informações e agendamento pelo fone (49) 9979-7748;

·        Almoço Típico Italiano na Vinícola Santo Emílio em urupema – Ingressos e agendamento pelo fone (49) 3223-0208;

13h30 às 18h- Visitação e Degustação na Villaggio Grando em Água Doce – Informações e agendamento pelo fone (49) 3563-1188;

13h30- Visitação e degustação na Villa Francioni em São Joaquim – Informações e agendamento pelo fone (49) 3233-8200;

14h- Visitação técnica nos vinhedos:

·         Vinícola Suzin em São Joaquim – agendamento pelo fone (49) 3233-1038;

·         Vinícola Quinta da Neve em São Joaquim – agendamento pelo fone (49) 3233-1123;

·         Vinícola Santo Emílio em Urupema – agendamento pelo fone (49) 3223-0208;

 

14h- Apresentação Cultural

 

15h às 17h- Visitação técnica e degustação na Villaggio Bassetti em São Joaquim – Informações e agendamento pelo fone (49) 9182-8862;

15h30- Visitação e degustação na Villa Francioni em São Joaquim – Informações e agendamento pelo fone (49) 3233-8200;

 

16h- Apresentação Cultural

 

16h- Visitação e degustação na Vinícola Sanjo em São Joaquim – agendamento pelo fone (49) 3223-0012;

16h às 18h- Degustação técnica na Casa do Vinho em São Joaquim;

 

18h- Apresentação Cultural

 

17h- Sunset nos Vinhedos do Monte Agudo em São Joaquim – Ingressos e agendamento pelo fone (49) 9969-9777;

18h- Café Colonial na Vinícola Santo Emílio em Urupema- Ingressos e agendamento pelo fone (49) 3223-0208;

18h- Abertura dos serviços de Cantina no Centro de Evento em São Joaquim (restaurante com venda pães, queijos, tábuas de frios e vinhos);

 

20h- Apresentação Cultural

21h- Jantar nos Restaurantes e nas vinícolas;

·         Vinhedos do Monte Agudo – Ingressos e agendamento pelo fone (49) 9969-9777;

·         Vinópolis – Informações e agendamento pelo fone (49) 9979-7748;

13 DE ABRIL (domingo)

 

9h-   Abertura da Vindima;

10h- Visitação e degustação na Villa Francioni em São Joaquim – Informações e agendamento pelo fone (49) 3233-8200;

10h às 12h-    Degustação técnica na Casa do Vinho em São Joaquim – Informações e agendamento pelo fone (49) 3233-3870;

10h às 12h- Visitação técnica e degustação na Villaggio Bassetti em São Joaquim – Informações e agendamento pelo fone (49) 9182-8862;

12h- Almoço com Cardápios Harmonizados nos Restaurantes e nas Vinícolas:

·         Vinhedos do Monte Agudo em São Joaquim – Ingressos e agendamento pelo fone (49) 9969-9777;

·         Vinópolis em São Joaquim – Informações e agendamento pelo fone (49) 9979-7748;

·         Almoço Típico Regional na Vinícola Santo Emílio em Urupema – Ingressos e agendamento pelo fone (49) 3223-0208;

13h30- Visitação e degustação na Villa Francioni em São Joaquim – Informações e agendamento pelo fone (49) 3233-8200;

14h- Visitação técnica nos vinhedos:

·         Vinícola Suzin em São Joaquim – agendamento pelo fone (49) 3233-1038;

·         Vinícola Quinta da Neve em São Joaquim – agendamento pelo fone (49) 3233-1123;

·         Vinícola Santo Emílio em Urupema – agendamento pelo fone (49) 3223-0208;

14h- Abertura dos serviços de Cantina no Centro de Evento em São Joaquim (restaurante com venda pães, queijos, tábuas de frios e vinhos).

 

14h – Apresentação Cultural

 

15h30- Visitação e degustação na Villa Francioni em São Joaquim – Informações e agendamento pelo fone (49) 3233-8200;

 

17h – Apresentação Cultural/ Encerramento

 

CORREÇÃO

A vindima será no final da próxima semana e não desta, como foi publicado na edição impressa do Diário Catarinense de hoje.

Empresas podem ser abertas em prazo de três a cinco dias

01 de abril de 2014 0

Um novo sistema de gestão deve permitir a abertura de empresas no Estado num prazo de três a cinco dias. O projeto-piloto começa hoje em Jaraguá do Sul, onde a espera está em torno de 30 dias. O programa resultou de parceria entre a Junta Comercial do Estado (Jucesc), vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico Sustentável, a prefeitura e o corpo de bombeiros. Os passos para abertura incluem registro na junta, concessão de alvará e autorização dos bombeiros. Essa rapidez será alcançada com o agrupamento de empresas conforme o perfil. Se é um escritório ou loja, a tramitação será mais rápida. Esse é o perfil de 85% das empresas, diz o presidente da Jucesc, Fabrício Oliveira. O objetivo é melhorar o ambiente de negócios porque no Brasil, segundo o Banco Mundial, em média, para abrir uma empresa é preciso esperar 107 dias. Nos EUA são algumas horas.

Em todo o Estado
Por meio de um acordo com a Fecam, Federação dos Municípios, o programa que acelera a abertura de empresas será expandido para todo o Estado pela Jucesc. Para projetos empresariais maiores ou mais complexos, o prazo para as licenças será maior.

KBW, sócia de construtora, contrata executivo nacional

28 de janeiro de 2014 4

O príncipe da Arábia Saudita Khaled bin Alwaleed Al Saud (foto) acelera investimentos no Brasil e em Santa Catarina. A sua holding, a KBW, anunciou ontem a abertura de filial em Florianópolis. O registro da empresa foi feito em contrato bilíngue na Junta Comercial de Santa Catarina. A KBW também informou que o seu CEO no Brasil será José Roberto Barbosa da Silva, do Espírito Santo, que tem ampla experiência como executivo nos setores público e privado e já preside o projeto Petrocity Portos, daquele Estado, do qual o príncipe é sócio majoritário. Em SC, a holding é sócia da Arcádia Engenharia e vai instalar filial da Raimondi Cranes, fábrica italiana de gruas para a construção cujo controle acionário foi adquirido há poucos dias pelo príncipe Kahled bin Alwaleed.
Segundo o deputado estadual Renato Hinnig, que recepcionou o príncipe em outubro de 2013, o nobre planeja nova visita a SC em breve. Sua equipe avalia dois terrenos para a instalação da unidade de gruas no Norte do Estado. Um é no município de São João do Itaperiú, próximo de rodovia, portos e de polos do setor metalmecânico.A Raimondi, que está finalizando uma fábrica no Ceará, vai investir cerca de US$ 100 milhões, nos próximos anos, no Brasil, Arábia Saudita e Índia.

Construção e infraestrutura
Os ramos de construção e infraestrutura concentram investimentos do príncipe Khaled bin Alwaleed Al Saud no Brasil. Discreto nos negócios, ele já tem empresa atuando no Estado. É um dos sócios da Arcádia Engenharia, que tem também sócios europeus. A empresa pode fazer obras rodoviárias, escolase outros projetos públicos.

Grêmio abrirá loja em Chapecó na sexta-feira

22 de outubro de 2013 0

A GrêmioMania, em parceria com a Meltex Franchising, vai abrir a primeira loja do tricolor gaúcho fora do Rio Grande do Sul. A partir de sexta-feira, os torcedores poderão adquirir os produtos oficiais do clube em Chapecó. Com mais de 35 mil torcedores na cidade, a inauguração vai acontecer na quinta-feira, mas a abertura para o público ocorre apenas no dia seguinte, a partir das 9h.

A loja terá dois andares e estará localizada no centro da cidade, na Avenida Fernando Machado, 548. Serão comercializados no local materiais de jogo a casual.

Para o head de marketing da Meltex, Rafael Bedin, a quantidade de torcedores na região ajudou na escolha da cidade.

— Temos um grande número de gremistas em Chapecó. Com a abertura da loja, os torcedores poderão ir direto na loja para comprar produtos oficiais — explicou.

Segundo o diretor-executivo de marketing do Grêmio, Beto Carvalho, a expansão das lojas mostra como a torcida tricolor está crescendo.

— Uma recente pesquisa publicada nacionalmente, traz o Grêmio como o detentor da torcida mais fanática do Brasil. Assim, o processo de expansão da rede Grêmio Mania em outros estados da federação surge como uma decorrência natural para quem, a cada dia, conta com torcedores apaixonados por todo o país — afirmou.

A Meltex Franchising, empresa que administra as lojas oficiais do clube, além da GrêmioMania, tem o controle das lojas oficiais do Palmeiras (Academia Store), Santos (Santos na Área) e Ponte Preta (Loja da Macaca).

Japão tem muitas oportunidades a oferecer

29 de junho de 2013 0

• SC mais perto do Japão

Terceira maior economia do mundo, com oferta de excelentes serviços à sua população e interesse em diversificar fornecedores, o Japão gera muitas oportunidades de negócios. Foi essa a conclusão de lideranças catarinenses que participaram do seminário A carne suína de SC e do Brasil no Japão, realizado pela Fiesc e pelo governo estadual, no Hotel Imperial, em Tóquio. O evento marcou a abertura, para cinco agroindústrias catarinenses, do maior mercado importador do produto no mundo. A plateia de 93 empresários e executivos japoneses, mais cerca de 50 brasileiros, recebeu informações detalhadas sobre a produção de suínos do Estado, do Brasil e também sobre a indústria catarinense. O governador Raimundo Colombo disse que SC tem 1,1% do território do Brasil, mas é o maior produtor de suínos, o segundo de frango e o quarto de leite. Um dos pontos mais destacados por ele foi o controle sanitário. Glauco José Côrte, presidente da Fiesc, disse que SC precisa estar mais presente no Japão em função da força da sua economia e convidou uma comitiva japonesa para visitar o Estado. Hoje o intercâmbio comercial entre as partes soma US$ 735 milhões.Com a carne suína, deve chegar a US$ 1 bilhão em 2015, prevê Côrte.


• Ucrânia

Em função de problemas em outros mercados, em janeiro e fevereiro, a Ucrânia se tornou a maior compradora de carne suína do Brasil, com 23% do total. A suspensão em março causou recuo de 18%. Agora, ela voltou a comprar e pode pressionar os preços para cima.

• Investimentos

Para aumentar a produção e guardar uma fatia para o Japão e, depois, para a Coreia do Sul e outros mercados, as agroindústrias catarinenses terão que investir. Esta opinião é do presidente da Associação das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Carne Suína (Abipecs), Rui Vargas. Segundo ele, será necessário porque as empresas operam no limite de capacidade para ter produtividade.

Fiesc estreia Conselho de Economia

21 de março de 2013 0

Coluna de hoje, 21 de março de 2013

Conselhos para a indústria

Para atingir um maior ritmo de desenvolvimento, a indústria catarinense deve debater e priorizar investimentos em infraestrutura e focar mais em setores nos quais tem vantagens competitivas. Estes foram os principais conselhos do economista Roberto Macedo, palestrante da primeira reunião do Conselho de Economia da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), realizada ontem à tarde. Integrado por professores de Economia das principais universidades do Estado, empresários e economistas, o conselho vai debater temas relevantes ao setor. Para a estreia, o assunto foi Perspectivas da Economia Brasileira – Por que cresce tão pouco? Segundo Macedo, a principal razão da expansão do PIB aquém do esperado é o baixo investimento. Temos um pibão que cresce a uma taxinha. O Brasil investe apenas 18% do PIB. Para crescer mais, precisamos passar essa taxa para 25%, como vizinhos nossos (Peru, Chile, Colômbia e México).

O governo é fraco em investimentos. Ele toma 35% do PIB de carga tributária e só investe 2% alertou o economista, que projeta crescimento de 3% para este ano porque a presidente Dilma acordou para a necessidade de promover mais investimentos em infraestrutura. O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, explicou os números da indústria do Estado, parte dos quais melhor do que a média nacional. Um deles é o nível de emprego industrial, que cresceu 2,3% em SC em 2012 frente a 1,1% no país. Sobre o foco em setores mais competitivos, Côrte informou que a Fiesc está fazendo um estudo sobre o tema. O que dá para constatar é que o Estado conta com diversos segmentos promissores.

Tributos versus PIB

O crescimento da arrecadação de impostos bem acima da expansão do PIB vai até quando? A pergunta foi feita pelo diretor Financeiro da Buddemeyer, indústria têxtil de São Bento do Sul, Evandro Mueller de Castro, ao economista Roberto Macedo, na Fiesc. O professor disse que esse crescimento resulta da maior formalização da economia mas, no futuro, tende a diminuir. Então, o setor público terá que conter gastos.

Representativo

O Conselho de Economia da Fiesc, que estreou ontem, reúne representantes de todas as regiões do Estado, o que permite um debate mais amplo sobre o cenário econômico estadual. Integram o Conselho representantes da Fiesc, Badesc, Audaces, Cofecon, Buddemeyer, BRDE, Celesc, Unisul, Furb, Eletrosul, UFSC, Unochapecó, Uniarp, UFFS, Unesc e Corecon.

Expansão no Estado

A Balaroti, rede de materiais de construção do Paraná, avança mais em SC. A empresa, que tem unidades em Joinville, São José e Balneário Camboriú, vai inaugurar nova loja em Jaraguá do Sul e Blumenau em abril. Na SC-401, em Florianópolis, a unidade será inaugurada em setembro com a abertura de 150 empregos diretos e 50 indiretos.

Piloto e viticultor

Krishnamurti Balbinot, 22 anos, piloto patrocinado pela Mormaii e a Librelato, estreou na categoria Máster no Enduro das Cachoeiras e ficou entre os dez primeiros colocados. Além da dedicação às corridas, o jovem nascido em Florianópolis que fixou residência em Orleans, no Sul de SC, também cursa Agronomia e é viticultor. Ele comemora a primeira colheita da uva Niágara cultivada com 80% menos agrotóxico. Iniciou o cultivo em 2006 e tem 6,5 hectares plantados.

Estreia na moda

 A cantora e compositora Sky Ferreira (foto), que tem pai brasileiro e mãe norte-americana, estreia na moda do país como garota-propaganda da Arezzo, a maior marca de calçados do país, que obteve lucro líquido de R$ 96,9 milhões no ano passado. Sky foi fotografada pelo casal holandês Inez van Lamsweerde e Vinoodh Matadin, que tem trabalhos importantes no mundo da moda, incluindo Louis Vuitton e Givenchy.

Na rota de cruzeiros

Florianópolis deverá ser a próxima cidade a sediar a Seatrade, feira internacional que define futuras escalas de cruzeiros. A deputada Angela Albino está empenhada em viabilizar a realização do evento na Capital em 2014. Também está atenta à inclusão de SC em novas rotas. Ontem, esteve reunida com o diretor de Turismo da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (Acif), Ernesto São Thiago. Prometeu buscar apoio da Embratur.

 Universitários

Estudantes universitários que pretendem abrir empresa ou têm projetos para sugerir podem fazer inscrição para a 6ª edição do Concurso Estadual Plano de Negócios para Universitários. O objetivo é estimular a cultura do empreendedorismo e promover a prática do planejamento empresarial. Nas edições anteriores, o Sebrae recebeu milhares de sugestões.

Ao turista LGBT

Como disponibilizar serviços e produtos de alta qualidade a um público exigente e com fama de ser ótimo consumidor? Com o propósito de responder a este questionamento a Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, com a Santur, realiza o Seminário de Turismo LGBT de Santa Catarina. Será dia 26 deste mês, no auditório da pasta, na Capital.

Pescados em Lages

A multinacional alemã Vossko confirmou para o prefeito de Lages, Elizeu Mattos, novos investimentos. O projeto é em parceria com a empresa de pescados Gomes da Costa. O presidente da companhia, o industrial alemão Dietmar Vosskotter, teve reunião ontem com Mattos e com o diretor da filial no Brasil, Joachim Gerecht.

Chocolate

A linha Natura Faces preparou um presente especial para a Páscoa deste ano, ideal para quem deseja fugir da tradicional troca de chocolates, ovos e bombons. Inclui chocolate, mas não para comer. Entre as opções da marca estão dois glosses Alta Cobertura, um sabor brigadeiro, e outro brigadeiro rosa (foto).

Tecnologia à educação

A empresa Meritt, do ex-professor de Geografia Alexandre Oliveira, de Florianópolis, é exemplo de empreendedorismo nos negócios voltados à melhoria dos índices de educação. Ele criou um software de gestão que permite a professores organizarem indicadores do desempenho escolar de seus alunos. A Meritt é destaque em reportagem da revista Exame PME, que chega às bancas hoje.

Marca Lança Perfume cresce 166%

17 de março de 2013 1

Coluna de hoje, 17 de março de 2013

Com foco em moda feminina ousada para jovens de 19 a 29 anos, a marca Lança Perfume, de Nova Veneza, cresceu 166% em 2012. Desde que foi lançada pela empresa La Moda, há seis anos, a receita cresceu 50 vezes.Quem lidera as decisões estratégicas da Lança Perfume é o engenheiro Giancarlo Luchetta Bedin, gerente sênior de Marketing e Vendas. Antes de ingressar na empresa, atuou na SCGás.

Como nasceu o grupo La Moda?

Giancarlo Luchetta Bedin – O grupo nasceu em 1986, na cidade de Nova Veneza, como produto da combinação entre o empreendedorismo e a paixão pela moda do casal fundador, Arcílio e Vera Olivo. A empresa foi construída a partir de uma máquina de costura ganha pela empreendedora Vera Olivo, e por tecido comprado com a venda do caminhão de lenha do seu marido, Arcílio.

O que motivou o lançamento da marca Lança Perfume e ela está evoluindo?

Bedin – Após sua consolidação, a La Moda focou no mercado infantil, no qual atuou por quase 20 anos. Em 2006, os sócios perceberam que havia espaço no mercado de moda brasileira para uma marca fashion feminina que apresentasse, na proposta de valor, uma atitude mais transgressora, mais ousada. A combinação dessa percepção de mercado com o DNA de moda que o grupo já percebia possuir e com expertise fabril têxtil adquirida ao longo dos 20 anos de atuação produziu a marca Lança Perfume.

Quais as razões do sucesso da marca?

Bedin – Esse sucesso decorre de quatro aspectos: a assertividade da proposta de valor e da atitude da marca em relação ao ambiente social e econômico vivido pelo Brasil nos últimos anos; capacidade de traduzir a atitude fashion, de transgressão sensual e ousadia em produtos incríveis que se destacam no ponto de venda; escolhas estratégicas corretas; e a capacidade executiva, afinal, desde 2006 a empresa passou de uma produção anual de zero para mais de um milhão de peças. Fez isso atendendo a critérios de qualidade de produto, de entrega e de custo.

Como foi o crescimento da Lança Perfume até o ano passado e qual é a projeção para este ano?

Bedin– Em seis anos, a marca cresceu 50 vezes o se tamanho, alcançando posição de liderança entre as marcas com expansão mais expressiva no Brasil. Está presente em 1,8 mil pontos multimarcas em 26 estados. No ano passado, obteve crescimento de 166% na comparação com o ano anterior. Para 2013, a expectativa é comercializar 1,7 milhão de peças nos canais multimarca, monomarca e e-commerce.

Que canais são mais utilizados para vendas e o que será priorizado a partir de agora, com a marca consolidada?

Bedin – Atualmente, a comercialização da Lança Perfume se dá principalmente através do canal de lojas multimarcas. Desde 2012, a estratégia da empresa tem sido transformar sua distribuição de multimarca para multicanal, contemplando, também, varejo e comércio online. Além das multimarcas, os produtos são vendidos em três outlets situados, em Santana do Livramento (RS), Balneário Camboriú e Nova Veneza.É nesse contexto, aliás, que se encontra a implantação da loja Lança Perfume no Continente Park Shopping. Além de ampliar o aproveitamento de mercado na região e também de representar um ponto de comunicação da atitude e lifestyle da marca, a loja tem por objetivo contribuir para o desenvolvimento da estratégia de varejo e distribuição multicanal da empresa.

Quantos empregos diretos e indiretos a Lança Perfume gera atualmente?

Bedin – A marca gera, hoje, mais de 400 empregos diretos e cerca de 1,2 mil indiretos em Nova Veneza e região.

Como estão as exportações e há planos para ampliar a presença lá fora?

 Bedin – Hoje, temos um pequeno volume de exportações, mais com o objetivo de escoamento de saldos de coleção. De toda forma há estratégias em análise.

Como vê os cenários para o setor de moda brasileira?

Bedin – A moda brasileira vive um momento de expansão e transformação, tanto em função da grande efervescência no surgimento de novas marcas, estilos e tendências, quanto em função da ampliação da acessibilidade, com maior oferta de crédito, o que facilita o consumo. As novas estratégias de distribuição, o fast fashion (moda rápida, com pequenas coleções) e a chegada de diversos players internacionais ao mercado brasileiro também marcam o atual momento.

Executivo

O executivo que está à frente da Lança Perfume, Giancarlo Bedin, 36 anos, é natural de Marechal Cândido Rondon, Paraná, e está na La Moda desde 2011. É graduado em Engenharia Mecânica pela UFSC, onde também cursou mestrado na mesma especialidade.Os momentos de lazer ele dedica à família. Também gosta de viagens, gastronomia, história e literatura.

Os fundadores

Os empreendedores do grupo La Moda e da marca Lança Perfume, o casal Arcílio (E) e Vera Olivo (D) foram os anfitriões na abertura da primeira loja da grife na Grande Florianópolis, baseada no Continente Park Shopping. Entre as celebridades presentes no evento, a Miss Brasil 2012, a engenheira gaúcha Gabriela Markus (C).

Aspas

“A moda brasileira vive um momento de expansão e transformação, tanto em função da grande efervescência no surgimento de novas marcas e estilos, quanto em função da acessibilidade”.

Inadimplência na Cohab de SC chega a 80%

08 de março de 2013 0

Coluna de hoje: 8 de março de 2013

Inadimplência na Cohab é de 80%

Se 4% dos consumidores não pagam suas contas em dia no comércio, os lojistas acendem luz amarela porque o negócio passa a correr risco. Imagina se 80% ficassem devendo. Mas esta é a absurda inadimplência nos financiamentos de imóveis da Cohab em Santa Catarina. O novo presidente da companhia, Ronério Heiderscheidt, vai tentar colocar em prática um plano para acabar com esse endividamento, convencendo os mutuários devedores a pagarem os débitos, quitarem os imóveis e passarem as escrituras para seus nomes. O plano envolve corte de juros, correção monetária e multas do valor devido.

Hoje, a Cohab tem para receber R$ 85 milhões relativos ao financiamento de 11.696 unidades habitacionais em 70 municípios do Estado. Desse total, 80%, cerca de R$ 71 milhões, estão atrasados. Com os descontos, o total devido ficará em torno de R$ 30 milhões. Mas quem não pagar o imóvel após a negociação será convidado, por um oficial de Justiça, a devolvê-lo para a Cohab. Assim, o presidente da empresa espera acertar as contas e ampliar os investimentos em novas moradias. Em média, cada morador deve R$ 8 mil.

A inadimplência chegou a esse ponto por falta de cobrança mais rígida na gestão anterior, comandada, durante 10 anos, por Maria Darcy Motta Beck. A meta de Ronério é construir 20 mil moradias populares no Estado, nos anos de 2013 e 2014. Como os municípios têm terrenos, a Cohab vai solicitar recursos junto à Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil para financiar as novas unidades, dentro do programa Minha Casa, Minha Vida.

Mudança

As últimas decisões mostraram que o Banco Central está voltando à forma antiga de controlar a inflação. Sinalizou que pode aumentar a Selic, mantida em 7,25% na reunião de quarta, e autorizou aumento para o diesel.

Facebook muda

Entre as novidades da reforma visual do Facebook, apresentada ontem, estão um novo feed de notícias (página dos amigos) para abrigar fotos maiores, nova forma de apresentar vídeos e páginas compartilhados com mais destaque. E os posts poderão ser separados por conteúdos.

Árvore

Tradição alemã que veio para o Estado com os imigrantes, a árvore da Páscoa é um produto de decoração cada vez mais desejado. Em SC, o produto tem maior destaque em Pomerode. Mas as lojas Syga Verde, da Capital, lançaram um modelo comercial (foto) e registram altas vendas.

Mulheres dominam têxteis e confecções

Um dos maiores empregadores do país, o setor têxtil e de confecções oferece 1,7 milhão de vagas diretas. Deste total, 1,3 milhão, 76%, são ocupadas por mulheres, informa a Associação Brasileira da Indústria Têxtil. Dessas mulheres, 40% garantem a maior renda da família. Por isso é importante preservar esses empregos da concorrência desleal. Na foto, trabalhadoras na Dudalina, camisaria de Blumenau.

Contas delas

As mulheres brasileiras estão estudando mais, por isso aprendem a administrar melhor as finanças familiares. Investem na Bolsa e em previdência privada. Mas por liderarem as compras, também devem mais. Do total de inadimplentes, 60% são mulheres, e 40%, homens.

Mais gestão

A especialista em contabilidade Dora Ramos alerta que falta a muitas mulheres mais planejamento e boas práticas de consumo. É preciso maior controle do total de receitas e despesas.

Empreendedoras

Exemplo da força das mulheres nos negócios em SC é a procura pelo programa Juro Zero. Desde que foi iniciado, 51% das operações são solicitadas por empreendedoras. – Reconhecer a força das mulheres catarinenses é uma das melhores formas de homenageá-las – disse o secretário Paulo Bornhausen.

Em todas as idades

Pesquisa realizada pela Fundação Nacional da Qualidade com 30 finalistas do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios revelou que, para 39% delas, a abertura de um novo negócio foi motivada pela vontade de empreender, e 50% tinham mais de 50 anos. Na foto, grafiteira de 31 anos que atua em ruas do Rio de Janeiro.

Para micro

Após anos de espera, as micro e pequenas empresas terão um ministério específico, a Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa, aprovada ontem. Só falta a sanção presidencial. O que se espera é que resolva problemas como a alta carga tributária e a excessiva burocracia.

Fampesc otimista

O novo presidente da Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas do Estado (Fampesc), Diogo Henrique Otero, espera que a nova secretaria lidere uma política trabalhista diferente ao setor porque a maioria das microempresas não tem fôlego para arcar com o alto custo e a rigidez da atual legislação.A posse festiva de Otero, ex-presidene da Ajorpeme, advogado tributatista e empresário, será na próxima sexta-feira, às 19h, na Assembleia Legislativa, na Capital.

Contêineres

O terminal Tesc, de São Francisco do Sul, pioneiro no transporte de grãos em contêineres no Estado, realizou, quarta, a maior operação da modalidade no país. Foram 137 TUs carregados de soja para a Malásia, China e Taiwan, totalizando 2,7 mil toneladas. O trabalho é em parceria com a Seatrade e BR-Agri.

Continente

A liquidação verão do Continente Park Shopping vai até domingo, com descontos de até 70%. As lojas participantes estão liquidando os produtos da estação mais quente do ano para apresentar as coleções de outono-inverno ao público.O estacionamento do shopping, durante a semana, é gratuito.

MÍNIS

- Diversas lojas oferecem descontos especiais para consumidoras no Dia Internacional da Mulher, comemorado hoje. Uma delas é a rede Berlanda.

 - Mulheres que trabalham na Olsen Odontomédica, de Palhoça, ganharam, ontem, um café especial e maquiagem com itens do Boticário.