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Resultados da pesquisa por "design"

Procave acelera vendas de imóveis de luxo com a inclusão do design de interiores

25 de outubro de 2015 0
Marcos Porto

Foto: Marcos Porto

Na orla de Balneário Camboriú e Itajaí, os imóveis de luxo decorados registram vendas até sete vezes mais rápidas. Esta é a estratégia da empresária Miriam Pinheiro, que divide sociedade com o marido Nivaldo Pinheiro na incorporadora Procave, tradicional empresa de empreendimentos premium na região. Ela abriu até fábrica de produtos para decoração em Balneário, onde cria peças exclusivas para a empresa.

 

Qual é o impacto da oferta de design de interiores nas vendas da Procave?
Hoje, quem comanda as vendas é o design de interiores. A gente consegue surpreender o cliente. Quando vemos o brilho no olhar, ele já está se mudando para o imóvel mentalmente. Iniciamos o Brava Home Resort (na Praia Brava, em Itajaí) há seis anos, é um empreendimento de excelência, com 324 apartamentos. As torres ocupam apenas 12% da área total do terreno de 75 mil metros quadrados. Entre as atrações estão um clube com 60 serviços. Vamos concluir a construção no final deste ano e já vendemos 80% do total.

Como ficam os preços das unidades decoradas ou não?
Os valores dos apartamentos sem decoração variam de R$ 2,148 milhões a R$ 9,190 milhões (coberturas). Com decoração, vão de R$ 2,608 milhões a R$ 10,312 milhões.

Que vantagens os clientes consideram?
Os clientes, especialmente de outras cidades, ganham tempo quando os imóveis já têm design de interiores. Além de não ter o trabalho de contratar profissionais e fazer compras de móveis e outros itens, eles podem ocupar o imóvel imediatamente. Como compramos móveis e objetos em grande quantidade e fabricamos uma parte, o custo final fica mais acessível. Já temos um padrão Procave reconhecido pelo mercado. Também fazemos a decoração de imóveis que entram como parte do pagamento de um novo. Ao todo, até agora já decoramos cerca 500 apartamentos.

A crise afeta as vendas?
Estamos em crise? Semana passada entreguei cinco apartamentos decorados.

Desde quando você atua na empresa e por que concentrou atenção ao design?
Eu e o Nivaldo nascemos em Rio do Sul e fundamos a empresa em Blumenau, há 37 anos. Trabalho desde a fundação da Procave em diversas áreas. Gosto de design e decoração. Minha mãe tinha um atelier de alta costura. Criava moda. Herdei isso, embora minha formação seja psicologia com MBA em gestão empresarial. Abri o departamento de design há 10 anos. Além da parceria com a Florençe, temos uma fábrica de produtos, marcenaria e estofaria.

Qual é o próximo grande projeto da Procave?
Estamos iniciando a construção do Absolute Business & Hotel, em Itajaí. Terá hotel Mercure, do grupo Accor, e torre comercial. A incorporação é o nosso negócio. Geramos mais de 600 empregos. É uma grande responsabilidade.

E os planos para o design?
Estou formando uma nova equipe. As nossas filhas Taísa, Rafaela e Gabriela cursaram administração, fizeram pós-graduação e estudaram no exterior. Estão preparadas para assumir novas funções. Como eu também adoro literatura, tenho um livro de poesia publicado, Fragmentos Inteiros, daqui a quatro anos pretendo me dedicar aos livros e palestras. Estou trabalhando para realizar uma grande feira do livro em Balneário Camboriú no ano que vem.

Catarinense no topo do design global

18 de outubro de 2015 0
Foto: Charles Guerra

Foto: Charles Guerra

Produtos feitos com traços exclusivos e as melhores matérias-primas do mundo se tornam marcas registradas. Seguindo essa máxima, em apenas 11 anos o arquiteto, designer e empresário catarinense Jader Almeida, 34 anos, conquistou os espaços mais importantes do mundo para vender suas criações. O passo mais  recente foi a inclusão dos produtos da linha Jader Almeida Sollos em lojas da grife inglesa The Conran Shop em Londres e Paris. Hoje, são mais de 300 produtos vendidos em cerca de cem ponto no Brasil e também no exterior. As exportações chegam a 10% do total fabricado e avançam para 15%. Saiba mais na entrevista a seguir.

O que deu base para você se tornar uma referência internacional em design de móveis?

Nasci em Videira, cresci em Chapecó e comecei a trabalhar com 16 anos dentro de uma fábrica de móveis de madeira, Comecei a trabalhar em 1997 a convite de um primo, que era gerente industrial. Havia um boom de informática que atraia a maioria dos jovens da época eu sempre fui muito da parte prática. Eu sempre dizia que queria ser estilista, engenheiro, arquiteto ou seguir outra carreira que envolvesse projetos. Desde criança eu fazia meus próprios brinquedos. Com 14 anos, eu entrei no curso profissionalizante de Eletricista do Senai de Chapecó. Minha mãe teve que pedir autorização para o juiz porque eu não tinha idade suficiente. Foi um curso muito interessante porque eu descobri um mundo de coisas na área de desenvolvimento de produtos.

O fato de começar a trabalhar cedo fez diferença na sua carreira?

O meu trabalho na fábrica permitiu entender todo o processo de produção. O curso do Senai me ajudou muito na faculdade de Arquitetura, que cursei na Unochapecó. E o design, por eu estar muito dentro do processo, trabalhando em empresa, viajando para feiras nacionais e internacionais desde 2004, minha formação foi muito dentro do processo. O fato de eu já estar integrado à produção, conhecer cada etapa, acelerou minha criatividade. Esse conhecimento me dá segurança na hora de desenhar um produto diferenciado como um sofá grande com apenas dois apoios, mesas de vidros soprados, trabalho com latão e misturar materiais. Tudo esse conhecimento técnico é por eu estar há muito tempo dentro de fábrica. O que é criatividade? É juntar os elementos pré-existentes e desenvolver algo novo.

E o Jader Almeida empresário?

Além de designer tenho sociedade numa indústria, a Sollos, de Chapecó e Princesa; tenho uma loja, um escritório de arquitetura, tenho vários outros negócios, tudo nessa órbita de produto. Por isso tenho percepção ampla de administração, investimento e logística. A Sollos é uma empresa de quatro irmãos que têm vários negócios. Um desses negócios é a planta de metais de Chapecó, da qual eu tenho sociedade e onde atuam cerca de 80 pessoas. Os nossos móveis são feitos na unidade de Princesa, no Oeste do Estado, onde atuam cerca de 400 pessoas. Eu faço desenhos de produtos, licencio para a Sollos. Ela faz a produção, comércio e distribuição.

Como é realizada a comercialização da marca no Brasil?

Nos últimos 10 anos, o Brasil teve um cresciemento muito significativo do consumo. A Sollos cresceu muito no Brasil. Estamos em todos os Estados, em mais de 80 pontos de vendas, em endereços multimarcas. Em muitas lojas, temos um corner. Em quase todos os nossos clientes nós somos a principal marca. Além disso, temos duas lojas exclusivas, a ICON, no bairro Trindade, em Florianópolis, e outra em Recife, que abrimos há cerca de um mês. Nos últimos 10 anos, tivemos crescimento constante, não tínhamos produtos para exportar.

Como estão as vendas no Brasil nesse período de crise?

Apesar de toda a crise moral, política e econômica, nós sempre crescemos no Brasil. No primeiro semestre deste ano alcançamos crescimento real de 12%. Nosso público é mais classe A, mas outros também procuram. Para se ter idéia, o preço de uma poltrona pode chegar a R$ 40 mil, de uma mesa, R$ 30 mil. Isso limita um pouco o acesso. Mas quem compra sabe que o valor transcende o de um produto do dia a dia. Ele está comprando uma história, a questão emocional, uma experiência. Vendemos um pacote de emoções.

Quando iniciaram as exportações?

Nos últimos quatro anos, passamos a registrar uma procura muito grande do exterior. E pelas premiações internacionais que tivemos, isso começou a ficar muito evidente. A exportação sempre foi um objetivo da empresa, mas decidimos primeiro ter algo muito sólido no mercado interno. Criamos um departamento de logística e matéria-prima para atuação no exterior. Hoje quatro pessoas atuam nele. Ano passado, fizemos a primeira exposição internacional, em Milão. Aí começou toda essa regularidade de contatos e vendas. Este ano, consolidamos parceria com a marca inglesa The Conran Shop que tem duas lojas em Londres, uma em Paris e seis em Tóquio. Chegamos numa empresa que é referência mundial do design. Ela forma opinião, vende estilo de vida. O fundador da The Conran, Terence Conran também o organizador da Semana da Moda de Londres. Estar nessa loja é estar junto com os melhores do mundo. Isso para nós é um passo muito significativo. A primeira compra foram dois contêineres de 40 pés para as lojas de Paris e Londres. Foi um sucesso absoluto.

Como foi a recepção na Conran, em Londres?

Eles fizeram um evento com a minha participação para explicar nossos produtos aos funcionários. Fiz uma palestra muito interessante. Como a maioria das pessoas pensa que o Brasil tem apenas samba, futebol e praia, eu levei várias imagens para contextualizar o país. Informei que de Santa Catarina ao Rio de Janeiro são 2 mil quilômetros. Depois, mostrei algumas cidades brasileiras, a arquitetura, porque o Brasil é o berço do modernismo mundial. Citei os arquitetos Oscar Niemeyer e Paulo Mendes da Rocha. É um orgulho poder falar disso para o mundo. Depois, mostrei o contexto de Santa Catarina, a serra coberta de neve. Eles jamais imaginaram que há uma geografia assim no Brasil. Aí mostrarei cidade, festas típicas, até chegar dentro da fábrica. Além do produto, levei o contexto. Então eles disseram que agora entendem como a peça é feita sem defeito. Por isso nossos produtos foram muito aceitos rapidamente, o que não é comum para os ingleses.

Quais são os outros mercados no exterior?

Em função da exposição de Milão passamos a exportar para uma loja de Beirute. Já enviamos três contêineres de abril até agora. Na Austrália, vamos abrir um showroom no ano que vem. Esses contatos que estamos fazendo são com pessoas que já nos conheciam, que vêm acompanhando o nosso trabalho. Dia 4 de dezembro vamos abrir um showroom dentro de uma loja em Miami. Já estamos nos Estados Unidos em Chicago. Também esperamos iniciar vendas em Tóquio pela Conran Shop no ano que vem. No Chile , temos clientes desde 2009 e exportamos uma boa quantidade. Esperamos atingir 15% do total da produção em exportações.

O dólar alto ajuda a crescer lá fora?

A questão cambial nos favoreceu muito. Nossos produtos não tinham competitividade em relação aos italianos, por exemplo. A gente paga por equipamentos seis vezes mais do que eles, nossa mão-de-obra, em tese, é mais barata, mas precisamos formar profissionais. Temos o custo-Brasil, por isso a desvalorização do real ajudou.

Como você cria produtos especiais, quais são os critérios para a definição de matérias-primas?

Utilizamos muita matéria-prima importada. Há o custo em função do dólar alto e mais taxas. Para se ter idéia, a madeira que utilizamos é nogueira americana. Temos, no mundo, dois tipos de florestas, as boreais e as tropicais. Num clima seco, as madeiras tropicais tendem a rachar. As boreais, do Hemisfério Norte têm resistência e estabilidade mecânicas incríveis. Podem durar mil anos se bem conservadas. Os museus mostram isso. Uma das nossas filosofias é fazer produtos para as próximas gerações. Além de serem objetos funcionais, têm a parte subjetiva e poética.  Matéria- prima de ótima qualidade, confecção primorosa e desenho adequado permitem que os objetos durem para diversas gerações. Nesta poltrona, o tecido é dinamarquês, a madeira e a espuma são americanas, o rattan é da Ásia, o couro é nacional e a cola italiana. Isso mostra como um produto assim movimenta uma série de cadeias produtivas. Temos ainda a parte estética e a poétia. O positivo é que mesmo com isso tudo, nos tornamos competitivos. Nossa meta é exportar 35% da produção em 2017.

Você imaginava que, ainda jovem, se tornaria uma estrela do design internacional?

Não sei se eu imaginava algo assim. Estou muito envolvido no trabalho, com a  equipe, com pessoas. Essa questão de estrela… não me vejo assim. Percebo uma ótima aceitação, um respeito muito grande pelo trabalho. Jader Almeida é uma marca registrada.

Os vencedores do Prêmio D. Catarina de design

17 de outubro de 2015 0
Foto: Leonardo Lacronico, Univali, divulgação

Foto: Leonardo Lacronico, Univali, divulgação

Criado para incentivar o design no Estado, a 2ª edição do Prêmio D. Catarina teve os vencedores revelados na noite de anteontem (17) em Florianópolis. Foram oito prêmios e seis menções honrosas. O destaque foi a equipe do estúdio Design Inverso, de Joinville, que levou quatro prêmios e duas menções. As criações do estúdio que levaram prêmio foram a banheira Musa (da empresa Sabbia), lavadora Bárbara (Wanke), embalagens para discos de freio (Fremax) e linha de vassouras Condor (Grupo Condor).

Outros prêmios foram para os produtos Playtable (Playmove), cadeira Cora (Tissot), Kopan (Cimentíssimo Revestimentos) e consultório odontológico Logic Exclusive II, da Olsen SA.
A premiação foi coordenada por Roselie Lemos, presidente do Centro Design Catarina, com apoio da SCDesign e da Univali. O juri do prêmio foi presidido pelo designer e professor Freddy Van Camp, João de Souza Leite e Marcus Dohmann, além do economista e curador de design Valdick Jatobá e do diretor de eventos e curador de arquitetura e design da Casa Cor Santa Catarina Lucas Petrelli.

Na foto acima, a partir da esquerda, o jurado João de Souza Leite, professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro e da PUC Rio, mais a equipe da Design Inverso integrada por Ana Paula Richter, Roosevelt Vigentin, Fernanda Caroline Butzke, Thais Kock, Glademir Prestini, Roger Borges, Frederico Prates Vericimo, Jeferson Milani, Viviane Roveda, João Victor Thomaz, Cauã Cobucci, Jéssica Tessari Marcos Sebben (D).

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Bienal do Design tem Folha Stands como fornecedor

09 de julho de 2015 0

A Bienal do Design, que se encerra domingo em Florianópolis, tem um fornecedor especial. Todas as estruturas que suportam as criações de designers nacionais e internacionais foram desenvolvidas por uma empresa de engenharia de SC, a Folha Stands, com sede em Florianópolis.

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Bienal Brasileira de Design Floripa se encerra no dia 12 de julho

30 de junho de 2015 0
Foto: Rô Reitz / Divulgação

Foto: Rô Reitz / Divulgação

Para quem ainda não visitou as mostras da Bienal Brasileira de Design Floripa, vale a pena incluir na agenda porque as inovações expostas surpreendem e o evento se encerra dia 12 de julho. Há lançamentos mundiais, como a máquina de bebidas B.Blend, criada pela Whirlpool Joinville, e o automóvel UP!, da Volkswagen, feito na Alemanha por designers brasileiros, além de uma série de outros produtos criativos. Há também eventos paralelos. A Infinita Surfaces, processadora da DuPont™ Corian®, mostra cubas, móveis e acessórios criados pelo designer Rodrigo Meinert (foto)em showroom no shopping Casa & Design de Florianópolis.

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Bienal do Design oferece brinquedo eletrônico para crianças e adultos

20 de junho de 2015 0
Heraldo Carnieri, divulgação

Heraldo Carnieri, divulgação

Uma das surpresas da exposição Design Catarina, na sede da Fiesc, em Florianópolis, é o aparelho eletrônico Rilix Coaster (foto), que simula montanha-russa. Ele usa a realidade virtual para proporcionar sensações de aventura, entre as quais a de estar a 100 quilômetros por hora em cenário aberto. A mostra tem dezenas de belos produtos e alguns para divertir. O Rilix atrai crianças e adultos. A mostra abre das 10h às 18h, inclusive aos sábados e domingos.

Design para a Consul

06 de junho de 2015 0
Foto: Estela Benetti

Foto: Estela Benetti

Foi na fábrica da Consul, em 1969, em Joinville, o primeiro emprego do curador da Bienal Brasileira de Design, o renomado professor Freddy Van Camp. Jovem recém formado na faculdade de Desing da UFRJ, ele fundou o departamento de protótipo da empresa que resultou no atual departamento de design que cria produtos para o mundo todo. Segunda, na Fiesc, durante a abertura da mostra Design Catarina, que integra a bienal, Van Camp observou com cuidado o acabamento das famosas cervejeiras Consul (foto). Contou que uma das demandas daquela época foi fortalecer as prateleiras dos refrigeradores para que suportassem muitas garrafas de cerveja.

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Crianças e adultos se divertem na mostra Design Catarina

06 de junho de 2015 0

 

Foto: Estela Benetti

Foto: Estela Benetti

Vale visitar a exposição Design Catarina na Fiesc. Os produtos expostos são lindos, mas todo mundo para mesmo nos brinquedos eletrônicos. Há o simulador de montanha russa desenvolvido pela Rilix Coaster, de Balneário Camboriú.Também estão expostas mesas eletrônicas para brincar e o filme Minhocas, que pode ser assistido no local. A mostra abre das 10h às 18h, inclusive aos sábados e domingos. A Marisol, empresa de moda de Jaraguá do Sul, expõe a mascote Lilica (foto) e alguns looks na mostra. Clarinha1

Mostra Design Catarina abre hoje, na Fiesc

02 de junho de 2015 0
Foto: Playmove / Divulgação

Foto: Playmove / Divulgação

Produtos criativos de empresas catarinenses para o mercado integram a exposição Design Catarina que abre ao público hoje, às 10 horas, na sede da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc). A mostra poderá ser visitada diariamente das 10 às 18 horas. Trata-se de uma das apostas da entidade para apresentar ao público o design das indústrias do Estado, muitas pioneiras nessa estratégia de competitividade.
- Dependendo do produto, a taxa de retorno do design pode situar-se entre 200% e 500% do valor investido – afirma Freddy Van Camp, curador da Bienal Brasileira de Design Floripa 2015.
Conforme o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, a indústria do Estado percebeu que o design faz a diferença. Na foto, a Play Table, mesa interativa com jogos feita pela empresa Playmove, de Blumenau. A Design Catarina vai até 12 de julho, paralela à Bienal Brasileira de Design, que acontece em Florianópolis.

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Florianópolis recebe Feira Internacional de Tecnologia, Inovação e Design do Mar Itália-Brasil

01 de junho de 2015 0

Sexta-feira o Centrosul abrigará dois eventos de peso ao mesmo tempo. Será o último dia do Floripa Prêt-à-Porter e o primeiro da Fimar – Feira Internacional de Tecnologia, Inovação e Design do Mar Itália-Brasil, que vai até domingo. Esta mostra terá 32 expositores italianos para fornecer sistemas ao dinâmico parque náutico de SC e do país. Uma das expositoras é a Riviera.

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"Quando se fala em design não podemos restringir o tema a produtos", diz professor de Inovação e Design

31 de maio de 2015 0

Quando se fala em design não podemos restringir o tema a produtos. Esta é a opinião do professor de Inovação e Design da Parsons The New School for Design, Bruce Nussbaum. Segundo ele, algumas escolas têm até design de estratégia de empresas. O tema também é voltado a experiências. Alguns exemplos são o design de um sistema de atendimento ao consumidor, de explicações para executivos sêniors sobre como usar tecnologias.

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Bienal provoca um choque de design em Santa Catarina

17 de maio de 2015 0
Foto: Sandra Puente / Divulgação

Foto: Sandra Puente / Divulgação

A partir de hoje (sábado), a comunidade catarinense, tanto de empresas quanto de outros setores, está convidada a conhecer produtos desenvolvidos no Estado e no Brasil que foram rigorosamente selecionados para brilhar na Bienal Brasileira do Design 2015 que vai até o dia 12 de julho no Centro Integrado de Cultura (CIC), na Federação das Indústrias (Fiesc) e em outros locais de Florianópolis. A expectativa é que as exposições provoquem um choque sobre a importância do tema, ao lado da inovação, para o desenvolvimento econômico, especialmente da indústria.

A abertura oficial, ontem à noite, foi em grande estilo, com a presença de todos os envolvidos. Roselie Lemos (ao centro, em pé), coordenadora geral, lembrou, emocionada, do dia que conquistou para Floripa a Bienal, três anos atrás e foi cumprimentada pelo presidente da Federação das Indústrias, Glauco José Côrte (foto), que enfatizou a importância da Bienal para a economia do Estado e reconheceu o trabalho de todos. O curador da Bienal, Freddy Van Camp, afirmou que o design é um fator estratégico de competitividade e uma alternativa para sair de um status quo, inclusive ajuda a superar a crise atual. Na avaliação dele, a Bienal apresenta uma síntese do que está sendo feito em design no Brasil e em SC, observa o curador que foi fundador do departamento de design da Consul, no final dos anos de 1960, em Joinville.

Para o superintendente do IEL/SC, Natalino Ugione, o design se não é o fator mais importante, é um dos mais importantes para diferenciação e ganho de competitividade. O objetivo é que mais indústrias entendam a relevância do design no processo de criação e inovação.

Entre as instituições e empresas que apoiaram a realização da exposição está o Sebrae/SC. Para o diretor técnico da instituição, Anacleto Ortigara, a iniciativa vai colaborar ainda mais no desenvolvimento das empresas. Segundo ele, pode ser um pouco de pretensão, mas SC é considerado um Estado grife na maior parte do Brasil. O Sebrae vem fazendo um trabalho forte de inclusão do design em pequenas empresas.

- O princípio que devemos levar em conta é que as ideias precisam ser hierarquizadas pelo seu teor, não pelo portador. Se fo pelo portador, quanto mais alto o posicionamento na empresa, mais importante será a ideia. As organizaões mais competitivas invertem isso. As ideias são hierarqueizadas pelo teor, não importa a posição hierárquica. Isso faz a região do Vale do Silício como vale de inovação, vale da criatividade. Isso tem impacto direto no design – ensina Ortigara.

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Setor de SC que está investindo mais em design para conquistar consumidores brasileiros é o de móveis

14 de maio de 2015 0

Um setor de SC que está investindo mais em design para conquistar os consumidores brasileiros é o de móveis. Tradicionais exportadoras, as empresas da região de São Bento do Sul estão criando itens com design clássico e contemporâneo e acabamentos nobres para avançar nas classes A e B. São Bento realiza até amanhã, na Promosul, a feira Móvel Brasil 2015, aberta para lojistas. O destaque é a madeira maciça renovável. Uma mostra da Bienal do Design vai expor produtos de SC.

Móveis e arte na vitrine
Criatividade em móveis de luxo
Termina mais uma edição da feira Mercomóveis

Brasil, uma potência ascendente no design

14 de maio de 2015 0

O automóvel UP!, grande aposta da Volkswagen, criado na Alemanha, será um dos destaques da mostra Design para todos – Para melhorar a vida, a maior entre as seis exposições que farão parte da Bienal Brasileira de Design 2015 Floripa, que abre ao público amanhã, em Florianópolis. A escolha do veículo pelo curador Freddy Van Camp tem uma razão muito especial que enche os brasileiros de orgulho. É que para projetar o carro na sua sede alemã, a Volkswagen “importou” uma equipe 100% brasileira. – Isso mostra a força do nosso design – afirma Van Camp.

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Design, saúde e inovação na FIESC

07 de maio de 2015 0

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Foto: Heraldo Carnieri, Fiesc, Divulgação

Este é um mês histórico para a Federação das Indústrias do Estado (Fiesc). A entidade, que comemora 65 anos de atuação, vai realizar três eventos de ponta: a Bienal Brasileira de Design, que abre dia 15 e desta vez será internacional; o Global Health Workplace, que trará para Florianópolis nos dias 18 e 19 os maiores especialistas mundiais em qualidade de vida no trabalho; e a Jornada Inovação e Competitividade da Indústria Catarinense, de 20 a 22, que vai debater inovação e outros temas de interesse do setor.

- Todos esses eventos estão relacionados com a questão da competitividade da indústria catarinense. Apesar de terem sido programados com antecedência, queremos mostrar que mesmo em período de crise é possível superar as dificuldades com investimentos em inovação, design e na educação do trabalhador – afirmou o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte (foto), ontem, no lançamento das programações.

Nova rede social vai promover troca de ideias no mundo da moda e do design em SC

05 de maio de 2015 0

Nova rede social vai promover a troca de ideias no mundo da moda e do design no Estado. O movimento Santa Catarina Moda e Cultura (SCMC) que está comemorando 10 anos em 2015, lançou o SCMC Conecta (www.scmcconecta.com), uma plataforma inovadora para promover ideias e troca de informações em tempo real, discutir assuntos relevantes e compartilhar expectativas.

Faltam apenas 28 dias para o início da festa do design em Florianópolis

18 de abril de 2015 0

Foto: Fernando Villadino, Fiesc / Divulgação

Faltam apenas 28 dias para o início da festa do design em Florianópolis. A cidade vai abrigar de 15 de maio a 12 de julho a Bienal Brasileira de Design Floripa 2015 que mostrará o melhor da produção estadual e nacional do setor para melhorar a vida das pessoas. A programação mudará o ritmo da cidade com exposições no Centro Integrado de Cultura (CIC), no Museu da Escola Catarinense (Mesc), no Museu Cruz e Sousa, no Centro e na sede da Federação das Indústrias, no bairro Itacorubi. A bienal também levará produtos com design especial para ruas de Jurerê Internacional, Coqueiros e Centro. Ontem, a designer Roselie Lemos, coordenadora da bienal, afirmou na reunião da Fiesc que esta será a primeira vez que a mostra contará com número expressivo de palestrantes do exterior, especialmente da Europa. Durante o evento, serão realizadas duas palestras por dia.

A organização definiu um transporte especial para fazer o circuito das exposições da bienal.

Bienal vai projetar o design de SC

22 de março de 2015 0

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Foto: Fernando Villadino, Fiesc, divulgação

Criar produtos que melhoram a vida das pessoas e os resultados das empresas. Esse é o desafio do design que ganha evidência no Estado com a Bienal Brasileira de Design 2015 Floripa, que será realizada na cidade de 15 de maio a 12 de julho. O curador da mostra promovida pelo Ministério do Desenvolvimento e pela Federação das Indústrias do Estado (Fiesc) é Freddy Van Camp, um dos maiores nomes do setor, que iniciou a carreira em SC. Graduado no Rio de Janeiro veio para Joinville onde fundou o departamento de protótipos da consul, hoje departamento de design da Whirlpool que cria produtos para o mundo.

O senhor assumiu a curadoria da Bienal de Design após o trabalho já iniciado por Adélia Borges. Vai mudar muito em função da sua trajetória mais prática no meio industrial?
Freddy Van Camp - A Adélia é uma curadora competentíssima e uma amiga pessoal. Mas, infelizmente, saiu. O trabalho que ela fez é muito bom. Como não está completo, vamos continuar. É claro que eu me reservo o direito não só de complementar e eventualmente de modificar uma coisa ou outra em função da conveniência de prazos e de contexto, mas também sob o ponto de vista de atingir melhor os objetivos da bienal.

E quais são esses objetivos?
Van Camp - É tentar difundir o conceito de que design é uma qualidade que todos temos direito. Nós temos uma sociedade em que o fator econômico é que comanda tudo. Tudo tem que ser barato, ao alcance da vida das pessoas. Mas e o valor agregado onde é que fica? O valor cultural, o valor semântico, o valor social das coisas, ele também tem uma presença. A Bienal vai tentar mostrar que o design perpassa saúde, perpassa educação, perpassa o transporte, os bens públicos em geral. O tema “Design para todos” é isso. É mostrar que o design é uma qualidade que você adiciona à nossa vida diária e que faz a gente viver melhor. Isso já estava no cerne do projeto que a Adélia estava elaborando. Mas nós estamos tentando, de alguma forma, incrementar isso para que o público não veja o design como diletantismo, como uma coisa para privilegiados, ou para estrangeiros, que não tem nada a ver com a nossa cultura. Tem a ver com a nossa cultura, sim.

O design pode melhorar nossas exportações?
Van Camp - A gente tem que deixar de ser um país exportador de commodities e matérias-primas para nos tornarmos um país que ganha com a sua própria cultura lá fora. Esse que é o interessante, o diferencial do design.

Um exemplo citado é o iPhone, um produto que mudou a vida das pessoas pela funcionalidade. Design eficaz deve focar soluções assim?
Van Camp – O iPhone é um celular que tem determinadas características que você identifica olhando de longe. Você percebe que esse diferencial que a empresa tentou dar aos produtos virou uma cultura que todos os outros produtos ficam parecidos. É um paradigma novo. O design tem isso, tem uma função de comunicação, de transmitir uma mensagem: este carro é esportivo, ou este carro é mais conservador, pelo seu design, por sua forma.

A Bienal vai tratar do design inclusivo também?
Van Camp – Nós queremos, tratar disso. É para pessoas que têm uma deficiência poderem usufruir diariamente de produtos adequados à sua condição física. Mas isso não deve estigmatizar ninguém. Se você faz uma cadeira de rodas para criança com cara de velocípede, ela tende a usar melhor do que uma que pode estigmatizá-la. Design torna o produto humano e adequado a todas as classes que o utilizam. Você pode viver sem design, mas com design você vai viver melhor.

Qual o impacto que a mostra deve trazer para o Estado?
Van Camp
– Santa Catarina é um Estado muito peculiar não só por suas características de população mas também por sua história industrial. Começou a utilizar o design em suas produções antes de ter um curso de design aqui. De toalhas a refrigeradores, a conexões para a área hidráulica e outros. Hoje, para se sobressair à concorrência, SC precisa mostrar esse diferencial. O design é um instrumento básico para isso. Com o design você não tem só um produto melhor, tem mais empregos, pessoas mais satisfeitas com o que é feito aqui. Você cria possibilidade de novos negócios.

Como serão apresentados os produtos de SC na Bienal?
Van Camp
- Um capítulo da mostra que é o Design Catarina, uma seleção de produtos do Estado com um bom design. Vai surpreender muita gente. Vamos ter outros produtos de SC em outros contextos, mas essa mostra em separado permitirá ao consumidor entender o que já é feito aqui.

Feira Internacional de Tecnologia, Inovação e Design do Mar será realizada em Florianópolis este ano

04 de março de 2015 0

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Foto: Secretaria de Turismo, Divulgação

Com o propósito de impulsionar negócios e tecnologias voltadas para o setor náutico, foi apresentada ontem a Fimar – Feira Internacional de Tecnologia, Inovação e Design do Mar Itália-Brasil, que será de 4 a 7 de junho, no CentroSul, em Florianópolis.

Participaram do lançamento o trade analyst da Agência de Desenvolvimento Econômico da Itália (ICE), Antônio Monge (E), o secretário estadual de Turismo, Cultura e Esporte, Filipe Mello (C) e o adido comercial da Embaixada da Itália no Brasil, Andrea De Melis (D). Operadores da Itália apresentarão inovações ao setor durante a feira.

Curadora da Bienal Brasileira de Design deixa o cargo

02 de fevereiro de 2015 0

À frente da curadoria da Bienal Brasileira de Design desde 2013, a jornalista, pesquisadora e escritora Adélia Borges anunciou hoje no Facebook que deixou o cargo. Alegou discordâncias em relação à condução do evento por parte da comissão organizadora liderada pelo Centro Design Catarina, presidido por Roselie Faria Lemos. A Bienal será de 15 de maio a 12 de julho deste ano, em Florianópolis.

Confira uma parte da explicação de Adélia Borges:
“Consternada comunico meu afastamento das funções de curadora geral da próxima edição da Bienal Brasileira de Design, programada para ocorrer em Florianópolis a partir de maio. Tomei a decisão de pedir o meu desligamento dos quadros da Bienal em virtude da discordância em relação à condução do evento por parte da Comissão Organizadora.
Continuar significaria comprometer o meu olhar como curadora em uma exposição que não retrataria mais a minha criação e orientação profissional. Desta forma, entendo ser melhor deixar a Coordenação da Bienal seguir com outro profissional de sua escolha que possa vir a entender e atender os seus anseios”.

O link para o facebook:

https://www.facebook.com/adelia.borges.9?fref=nf&pnref=story