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Resultados da pesquisa por "eua"

Bellacatarina inaugura loja nos EUA e outros destaques desta quarta

07 de outubro de 2015 0

DO TESOURO

Um dos avanços da Fazenda do Estado foi a mudança no processo de contratação dos serviços de arrecadação, que inclui 11 instituições financeiras. Foi alterada a vigência dos contratos de 12 para 60 meses. Com isso, em cinco anos, o Tesouro de SC prevê que terá liberado 500 horas de trabalho; economizado 18 mil folhas A4, dispensado 44 pareceres jurídicos.

ROTA ITÁLIA

Enquanto os estaleiros participaram da Boat Show de SP, comitiva da Acatmar e do Sebrae/SC esteve no Salão Náutico de Gênova, Itália. Divulgou o potencial de turismo náutico do Estado. Em material impresso em inglês, italiano e português, foram informadas opções de passeios de escuna, marinas e outras.

EM MIAMI

A Bellacatarina, loja de móveis e decoração de alto padrão de Florianópolis, será multinacional. Vai inaugurar uma unidade nos Estados Unidos. Com móveis e decoração 100% brasileiros, a loja será instalada em Miami e será chamada OVOO, em parceria com loja homônima do Rio de Janeiro. Quem vai administrar a loja serão os filhos do empresário Milton Bordin, Gabriel e Mateus, que já trabalham na loja de SC.

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Schaefer Yatchs exporta cinco lanchas aos EUA

06 de outubro de 2015 0
Norton José, divulgação

Norton José, divulgação

Duas razões animaram o empresário Márcio Schaefer, fundador e presidente do estaleiro Schaefer Yatchs, na São Paulo Boat Show, que se encerrou nesta terça-feira: as vendas durante a mostra aos mercados interno e externo e o fato de o polo náutico catarinense, do qual foi criador, ter se projetado como líder nacional. O estaleiro lançou no evento a lancha 560, de 56 pés, uma carência no mercado. Além disso, fechou exportações na feira para os Estados Unidos.

- O país está complicado. Mesmo assim, tem gente comprando barco novo, trocando o menor por um maior ou entrando no mundo náutico. Também retomamos exportações aos Estados Unidos. Temos um parceiro lá e devemos entregar cinco embarcações até fevereiro. Entre as vendas estão unidades de 56, 64, 36 e 30 pés – revelou Schaefer.

Principal novidade no Boat Show, a Schaefer 560 foi bem recebida pelo mercado. Entre os diferenciais, a sofisticação na área interna (foto), amplo flybridge, três cabines e duas suítes. Foram investidos mais de R$ 10 milhões e, entre a fase de projeto e execução, foram dois anos de trabalho.

 Norton José, divulgação

Norton José, divulgação

Diretor de Administração do Sebrae/SC participa, nos EUA, de missão de benchmarking sobre negócios sociais

16 de julho de 2015 0

O diretor de Administração do Sebrae/SC, Sérgio Cardoso, participa, nos EUA, de missão de benchmarking sobre negócios sociais. A programação inclui visitas a cidade de Burlington, BOP Global Network, BID, Bird, Instituto de Aspen e outros.

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Indústrias catarinenses gastam 55% mais que as dos EUA em logística

29 de junho de 2015 1

Encontrar alternativas para a redução de custos logísticos é prioridade das indústrias catarinenses que enfrentam uma série de dificuldades para competir no Brasil e exterior. É por isso que a Fiesc apresenta hoje estudos que mostram a série de deficiências da logística do Estado. Uma das análises comparativas mostra que indústrias do Estado gastam 55% mais do que as americanas em logística de transporte. Aqui, este serviço representa 14% do total de custo do produto enquanto nos EUA fica em 9%. O dado foi apresentado pelo presidente da entidade, Glauco José Côrte, na abertura do seminário Agenda Estratégica da Indústria para a Infraestrutura de Transporte e a Logística Catarinense.

Uma das soluções sugeridas ela federação é o uso da cabotagem para o transporte de cargas no litoral. A propósito, é justamente o uso da cabotagem um dos principais diferenciais dos Estados Unidos. Eles têm barcaças que carregam o equivalente a mais de 800 carretas de grãos nos rios navegáveis do interior do país.

Correção

Este post foi corrigido às 11h40min. O correto é custo de logística da indústria de SC e não do país, como estava antes.

Empenho de Dilma em buscar mais abertura comercial nos EUA é importante

28 de junho de 2015 0
Foto: Mnedel NGAN

Foto: Mandel NGAN

É importante o empenho da presidente Dilma em buscar mais abertura comercial nos EUA. Pena que isso demorou décadas desde as tentativas de criar a Alca. Se as Américas tivessem um mercado comum, muitos brasileiros teriam maior renda porque o mercado dos EUA é gigante.

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Positiva a decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) de reduzir o limite máximo da meta de inflação de 6,5% para 6% em 2017. Quando mais baixo o limite de inflação que o Banco Central vai buscar, mais os agentes econômicos limitam reajustes.

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Rede Havan é destaque na revista Forbes dos EUA

14 de maio de 2015 0

Mais uma vez, a rede catarinense Havan, do empresário Luciano Hang, é destaque na mídia americana. Uma foto da megaloja de Brusque é a primeira de reportagem sobre mercados emergentes na publicação veiculada nos EUA.Segundo a revista, a multinacional Boston Consulting Group (BDG), especializada em cenários econômicos para investidores em mercados emergentes, apontou a empresa de SC como destaque de crescimento e consumo em regiões fora do eixo Rio-São Paulo, impulsionadas pelo crescimento do agronegócio.

A legenda da foto diz:’
” Se você construir, eles virão … . Os brasileiros são shopaholics . Mas nem todos vivem em São Paulo e Rio. As empresas privadas estão descobrindo isso mais rápido do que as de capital aberto. Aqui em Santa Catarina, a Havan está se expandindo em pequenas cidades ricas , do Sul .. A Estátua da Liberdade … bem, se parece americano, que poderia trazer os brasileiros.

Segundo a empresa, as lojas com mais de 100 mil itens, a presença da Estátua da Liberdade (um dos símbolos da Havan) e a localização das lojas, geralmente posicionadas em rodovias que interligam cidades em potencial, contribuíram para que empresa fosse citada como exemplo de sucesso no relatório divulgado pela revista americana Forbes. Pela pesquisa, a empresa de SC também chamou a atenção porque abre megalojas em cidades até do Norte do país, que são polos regionais.

Confira por este link a matéria da Forbes:

Confira no link: http://www.forbes.com/sites/kenrapoza/2015/05/01/sao-paulo-and-rio-no-longer-the-lords-of-brazil/

 

 

Como avançar no mercado dos EUA

03 de maio de 2015 0
Foto: BIG, divulgação

Foto: BIG, divulgação

A entrevista completa de Manuel Mendes:

Uma das novidades na Expogestão – congresso internacional sobre gestão empresarial que será realizado de 27 a 29 deste mês, em Joinville – é um espaço para orientar quem quer ter negócios no exterior, especialmente no mercado americano. O atendimento será feito pelo sócio da consultoria internacional Boston Innovation Gateway (BIG), o brasileiro Manuel Mendes (foto), também acionista da Drummond Consulting, ambas com sede em Cambridge, Massachusetts, nos Estados Unidos. Nesta entrevista, saiba mais sobre como ter negócio lá fora e como as consultorias atuam.

Como está a receptividade do mercado americano para produtos e serviços brasileiros?
Manuel Mendes
– Em se tratando da expansão internacional de empresas de franquias, que é uma das maiores demandas que recebemos, existem áreas eu o Brasil se sobressai no mercado americano, com é o caso de produtos de moda (roupas, calçados, acessórios), alguns segmentos no ramo de restaurantes e produtos ou serviços de beleza em geral. Via de regra, as empresas brasileiras são bem desenvolvidas e os produtos também são bem aceitos, a exemplo de alimentos, siderurgia, têxteis, dentre outros, mais por questões alheias a capacidade do empresariado, as vezes os produtos perdem competitividade de preço em outros mercado. Com a apreciação do câmbio e o desaquecimento interno da demanda nos últimos meses, muitas empresas passaram a buscar o mercado externo como alternativa.

Você é sócio das empresas Boston Innovation Gateway (BIG) e Dummond Consulting. Que serviços elas oferecem?
A Boston Innovation Gateway está presente em mais de dez países e quatro continentes, a partir da sua empresa fundadora, tendo como foco inserir pessoas e empresas no cenário internacional através da educação, da inovação e do empreendedorismo. A Drummond é uma consultoria internacional com presença em Boston, New York, Miami, Belo Horizonte e São Paulo, especializada nas áreas jurídica, tributária e contábil.
No Brasil, além de trazer professores de escolas internacionais para promover seminários, cursos, certificações, promover cursos de curta duração para brasileiros na Universidade de Harvard, assim como os projetos de consultoria na área de inovação junto a empresas e governos, o principal foco da BIG é facilitar o início ou expansão de negócios para indivíduos ou empresas no exterior.
Neste caso, juntas, BIG e Drummond, conseguem prover uma solução completa para este clientes, de forma mais econômica e simples, já que os serviços são planejados de forma customizada e o cliente não precisa lidar com múltiplos especialistas, muitas vezes desconectados na prestação de serviços para o cliente.

Os brasileiros estão mais interessados em ter negócios no exterior?
O número de pessoas e empresas investindo no exterior e tentando se internacionalizar vem crescendo constantemente nos últimos 4 anos e principalmente nos últimos 12 meses. No ano passado, o guia “Como Abrir Empresas nos EUA”, desenvolvido em parceria com a Drummond e Amcham (American Chamber of Commerce for Brazil), saltou em número de downloads de 838 em 2013 para 4.500, representando uma alta de 436%.
No caso das empresas, além da maior facilidade para exportar em consequência do câmbio apreciado, elas veem como principais benefícios para sua internacionalização: a valorização da imagem; o acesso a novos mercados com maior poder aquisitivo e escala; ganho de competitividade por meio de um ambiente empresarial de excelência; parcerias estratégicas internacionais; mão de obra qualificada; tecnologia, informação e fontes de capital de baixo custo. Por outro lado, no caso dos investidores individuais, o câmbio apreciado se torna um obstáculo, contudo, tal fato não inibiu a procura destas pessoas por investimentos no exterior. Os investimentos neste segmento tem migrado de imóveis para a implantação de pequenos negócios, principalmente franquias, por consequência das mudanças nos objetivos a médio e longo prazo deste perfil de cliente.
Muitas pessoas que antes adquiriam um imóvel para veraneio nos EUA, agora têm planos de mudar de residência definitivamente para oferecer melhor educação e qualidade de vida para as suas famílias, mudando o perfil de investimento para um negócio de pequeno e médio porte do tipo franquia, onde se consegue gerar ocupação e renda para se manter residindo de forma legal e permanente no exterior.

Quais são os principais desafios para quem abre empresa nos EUA?
Em ambos os segmentos de clientes, tanto pessoas quanto empresas, as principais barreiras são o desconhecimento sobre as leis; o sistema fiscal e tributário; a dificuldade de comunicação (idioma); inexistência de uma rede de relações; falta de expertise no mercado e de suporte de pessoal e infraestrutura para iniciar ou expandir um negócio.

Por que é importante internacionalizar negócios?
Com o mundo cada vez mais globalizado, o processo de internacionalização das empresas está cada vez mais ligada à necessidade de manutenção da competitividade e ampliação das chances de sobrevivência das empresas diante de situações de concorrência acirrada ou de crises isoladas.

Como surgiu a BIG?
A concepção da BIG foi na cadeira de Empreendedorismo e Inovação na Universidade de Harvard e foi destacada dentre os demais projetos apresentados no encerramento do ano de 2014, pelo professor titular da Universidade e ex-sócio da Ernest Young, James C. Fitchett, em razão do seu impacto socioeconômico e pela forma inovadora com que atendeu a um segmento desassistido de investidores e empresas de pequeno e médio porte, incentivando o empreendedorismo e a expansão de negócios, de forma inovadora, estruturada e segura.

Sebrae fecha parceria com agência de suporte para empreendedores dos EUA

13 de abril de 2015 0

A Small Business Administration ( SBA), agência de suporte para empreendedores e pequenos negócios dos Estados Unidos (o Sebrae de lá) fechou parceria com o Sebrae. O objetivo para ampliar o comércio exterior dos EUA com a América Latina.

Na última semana, o diretor de comércio internacional do SBA, Anthony Cambas, esteve no Sebrae/SC para conhecer os programas de internacionalização da instituição, principalmente o Exporta SC.

Ele gostou do modelo e prometeu levar para os EUA. – O programa prepara as empresas para vender ao exterior de forma organizada e profissional – disse.

Também participaram da visita o coordenador de intercâmbio e treinamento da SBA, Vlad Spencer, e o representante do Sebrae Nacional, Eraldo Ricardo Santos.

Dermatologista faz cinco palestras em evento nos EUA

20 de março de 2015 0

Cresce o reconhecimento internacional da medicina brasileira para os cuidados com a pele. O dermatologista carioca André Braz é o único médico latino americano a realizar cinco palestras no maior e mais conceituado -evento da área, o American Academy of Dermatology Annual Meeting 2015, que, nesse ano está na 73ª edição. Começou hoje e vai até terça-feira em São Francisco, na Califórnia (EUA). O evento reúne anualmente cerca de 1,5 mil dermatologistas brasileiros e sua audiência total chega a quase 15 mil profissionais do mundo inteiro.
Atualmente, no Brasil, entre os procedimentos faciais para rejuvenescimento mais procurados em clínicas e consultórios estão o preenchimento e a aplicação de toxina butolínica (botox). A presença marcante de médicos brasileiros em eventos relevantes internacionais de dermatologia é uma demonstração do crescimento e potencial desse mercado no país.

Santa Catarina aposta nos EUA para exportar mais

12 de março de 2015 0

No primeiro bimestre deste ano as vendas externas catarinenses não atingiram a boa performance do ano anterior. Acumularam redução de 11,8% e fecharam o período com receita de US$ 1,09 bilhão. Segundo levantamento da Federação das Indústrias (Fiesc), o recuo reflete retração de demanda no exterior.

As exportações de frango, que lideram o ranking do Estado, caíram 12,6% porque houve redução de vendas ao Japão, Reino Unido e Holanda. Os motores e geradores caíram 25,2% principalmente porque a Alemanha comprou menos. E os motocompressores para refrigeração tiveram recuo de 36,9% em função dos menores pedidos da China e dos EUA.Os dados mostraram também uma mudança no ranking dos países que mais compram de SC. Os EUA lideram, mesmo com recuo de -2,6%, seguido pela Argentina (-14,5%) e China (-27,2%).

Apesar da leve queda da receita com os EUA, o gigante mundial é uma das principais apostas da indústria de SC. O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, comemora a expansão gradual que está sendo conquistada no mercado americano. Ele lembra que o Estado já teve uma dependência excessiva daquele mercado (quase 30% da receita de exportação) e depois caiu demais, ficando em 11%.

- É um mercado qualificado e é importante para SC ter um espaço maior no mercado americano – diz Côrte.
Segundo Graciella Martignago, economista da Fiesc, SC vende para os EUA mais máquinas, equipamentos, autopeças e madeiras, segmentos que serão beneficiados com o crescimento da economia americana.

Sai a lista das 50 empresas que farão negócios nos EUA

15 de janeiro de 2015 0

O Sebrae de Santa Catarina divulgou a lista das 50 empresas do programa Exporta SC que serão incentivadas a atuar no mercado americano.Elas contarão com um espaço em Fort Lauderdale, na Flórida, para instalar suas filiais. O objetivo é inserir as pequenas empresas catarinenses no mercado internacional. Entre as 50 empresas, 8 são de software, 7 de moda, 11 do setor metal mecânico, 12 de alimentos, 4 de tecnologia, 3 de moda e acessórios, 2 de móveis e decoração, 1 de cosméticos e 2 de revestimentos. Agora, elas receberão mais consultoria e em março e abril serão realizadas 4 missões internacionais para que executivos dessas companhias façam contatos com potenciais clientes nos EUA. A previsão é de que, até o fim de agosto as 50 empresas estejam com a filial nos Estados Unidos.

Tecido que adere à pele é inovação de startup SC-EUA

09 de dezembro de 2014 2
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GaussWear, divulgação

O sonho de vestir roupas com design diferente, sensual, sem alças e outros suportes pode se tornar realidade no ano que vem. A GaussWear, startup binacional com sócios de Santa Catarina e Estados Unidos, baseada da incubadora Renitec, de Rio Negrinho, desenvolveu uma tecnologia para adesão de tecidos à pele, com aplicação inicial na alta costura. O empresário Juliano Froehner, diz que a inovação GaussWear, criada pelo seu sócio americano, o engenheiro aposentado David Pensak, deriva de um adesivo usado em cirurgias plásticas. A estreia no mercado será com marca catarinense nova que está sendo definida e já conta com parcerias com a Universidade do Contestado – Campus de Rio Negrinho – e a Univille. Conforme Froehner, além de coleção própria, a intenção é fazer parceria com um cliente europeu de moda que usará a novidade em coleção de 2015. Ele também pretende ingressar com a nova empresa no Santa Catarina Moda e Cultura (SCMC), programa que incentiva inovação em moda no Estado.

Tecnologia e moda
Este ano, a GaussWear Tecnologia para Moda foi eleita uma das 50 startups mais promissoras de 2014 pela Fundação Kauffman, que promove a Semana Global do Empreendedorismo. E Juliano Froehner foi destaque também porque um aplicativo que lançou, o SMSBebê foi incluído em projetos de apoio à saúde da Fundação Bill Gates.
Os croquis desenhados pelos estudantes de moda para a GaussWear incluem looks com frente e costas. Na imagem acima, vestido criado pela estudante Vanessa Müller, da Universidade do Contestado.Abaixo, look praia também desenhado por ela.

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GaussWear, divulgação

Aurora é pioneira na exportação de carne suína aos EUA

11 de novembro de 2014 0
Foto: Sirli Freitas, BD 20/08/2013

Foto: Sirli Freitas, BD 20/08/2013

Enfim, quatro anos após os EUA anunciarem a abertura do seu mercado à carne suína de Santa Catarina – em 16 de novembro de 2010 – a Coopercentral Aurora Alimentos realiza a primeira exportação do produto ao mercado americano. Os dois contêineres seguem hoje ao Porto de Itajaí após solenidade na unidade de Chapecó, às 15h, na qual vão participar o presidente da companhia Mário Lanznaster, o vice-presidente Neivor Canton, e os diretores Marcos Antônio Zordan e Leomar Somensi.

A planta da Aurora foi habilitada pelo serviço sanitário dos EUA em 12 de setembro de 2012, mas os embarques só começaram agora em função de divergências de entendimentos sobre a necessidade de registro dos produtos no Departamento de Agricultura dos EUA (USDA).Segundo o gerente geral de comércio exterior da empresa, Dilvo Casagranda, também foram necessárias muitas tratativas com clientes. Foi fechada a venda de 50 toneladas de cortes com osso, especialmente costela, costelinha e carré, produtos preferidos pelo consumidor dos EUA.

O Estado conseguiu a chancela para vender aos americanos porque é livre de aftosa sem vacinação. Mais do que iniciar as exportações, essa conquista ajudou SC a obter a abertura do mercado japonês, o que melhor paga a carne suína. Na foto, profissional prepara cortes especiais para o país asiático.

WEG se associa com empresa dos EUA do setor de óleo e gás

03 de novembro de 2014 0

A catarinense WEG, de Jaraguá do Sul, acaba de anunciar a formação de joint ventures para soluções de automação e engenharia no mercado de óleos e gás com a Jelec Inc, companhia americana com sede em Houston, Texas. O comunicado é assinado pelo diretor de Relações com Investidores da companhia, Sérgio Schwartz, que não deu mais detalhes sobre valores que envolvem a associação ou vendas ao mercado.
- A Jelec é uma empresa especializada em engenharia e integração de sistemas de automação com larga experiência em aplicações de perfuração no mercado de óleo e gás. As joint ventures permitirão o fornecimento de pacotes integrados de engenharia de automação e produtos elétricos associados, atendendo à demanda crescente do mercado de exploração e produção de petróleo e gás natural, no Brasil e no mundo – explicou Schwartz.

Para fidelizar clientes, BMW oferece plano semelhante aos dos EUA

09 de outubro de 2014 1

Uma das razões do sucesso de vendas da marca BMW em SC e no Brasil é a adoção do modelo de parcelamento usado nos EUA. O diretor da concessionária Top Car no Estado, Paulo Albuquerque, explica que consiste num plano de fidelidade, que torna a compra mais acessível.

Quanto vão crescer as vendas da BMW em SC este ano?
Paulo Albuquerque - Vamos crescer de 20% a 22% frente ao ano passado. É uma expansão acima da média nacional.

Quais são as razões dessa expansão?
Albuquerque – Além da força da marca e de a economia do Estado estar crescendo mais do que a média do país, o incremento da venda de carros de luxo ocorre pela apresentação de novas modalidades de financiamento, entre elas o Sing e Go, plano pelo qual é determinado o valor da parcela que o consumidor quer pagar. No financiamento normal há uma obrigação de pagamento de todo o veículo, nesse modelo há três opções: compra, devolução ou troca.

Como funciona esse plano Sing e Go?
Albuquerque - É um plano de fidelidade, acessibilidade. As pessoas incluem a parcela do carro no orçamento familiar, estão mais preocupadas com uso e não em ser proprietárias do veículo.

Pode dar um exemplo?
Albuquerque - Um veículo custa R$ 100 mil. Num plano normal de compra, o consumidor paga 20% de entrada e financia 80%. No modelo americano, que foca a fidelidade à marca, o consumidor dá entrada de 20%, paga 30% parcelado em 24 meses e deixa 50% para o final. Quando finaliza essa fase, o valor é novamente negociado, sempre de acordo com o bolso de cada cliente. A maioria, após dois anos, renova o contrato e adquire um automóvel de valor maior.

Como está a aceitação desse sistema?
Albuquerque - É alta. Segue o conceito de que as pessoas podem comprar o que se valoriza e alugar o que se deprecia. No caso de carro de R$ 100 mil, a prestação mensal pode ficar em cerca de R$ 1,6 mil se a pessoa der entrada de R$ 30 mil.

Como estão os preços dos carros do Grupo BMW?
Albuquerque - Os preços dos automóveis da BMW vão de R$ 99.750 até R$ 799.950. O Mini Cooper custa a partir de R$ 79.950. Temos lojas na Grande Florianópolis, Blumenau e Joinville. Virão outras para SC.

Sebrae seleciona empresas interessadas em exportar aos EUA e ter uma sede por lá

19 de agosto de 2014 0

Com o objetivo de impulsionar a internacionalização de empresas catarinenses o Sebrae-SC oferece oportunidades no maior e mais desejado mercado do mundo, os EUA. A instituição está selecionando 50 micro e pequenas empresas para participar de programa que inclui a oferta de uma sede em Fort Lauderdale, na Flórida. Por meio do programa Exporta SC, vai oferecer treinamentos, assistência jurídica, administrativa, fiscal, de logística, marketing e daptação do modelo de negócio de acordo com o perfil americano.

A estrutura disponível para as empresas instalarem sede nos EUA é um espaço coletivo com escritórios e área para armazenamento de produtos para serem usados como amostras aos potenciais clientes. Empresas interessadas em participar devem se inscrever até o dia 29 deste mês no site www.exportasc.com.br.

Segundo o gerente da unidade de Gestão Estratégica do Sebrae-SC, Marcondes da Silva Cândido, mais de 600 micro pequenas empresas catarinenses atendidas pela instituição têm produtos ou serviços que podem ser exportados. Desse grupo estão sendo selecionadas 200 e, depois, serão escolhidas 50. Ele explica que não há uma limitação por setores. Basta a empresa contar com produtos ou serviços diferenciados que sejam atrativos ao mercado internacional.

Empresa de SC exporta para a Força Aérea dos EUA

18 de julho de 2014 0

AReivaxA multinacional catarinense Reivax, do polo tecnológico de Florianópolis, acaba de fechar um contrato de US$ 3 milhões com uma base da Força Aérea Americana. Vendeu 18 sistemas para regulação de motores. Serão utilizados em um túnel de vento que testa projetos de aeronaves militares, e comerciais, motores a jato, ônibus espaciais e mísseis. O projeto será concluído em 2015.
A Reivax tem uma filial no Canadá desde 2011 e inaugurou uma subsidiária na Suíça no final do ano passado. Compete com gigantes como a Alstom e avança no mercado internacional. A empresa exporta para países da América Latina, Estados Unidos e Ásia. Obtém no exterior 40% da receita bruta anual que, em 2013 somou R$ 44 milhões.

China supera os EUA como destino de exportações de SC

10 de julho de 2014 2

Os Estados Unidos deixaram de ser o principal destino das exportações do Estado. A China ficou com a liderança após alta de 39,85% dos embarques em junho frente ao mesmo mês do ano passado, totalizando US$ 645,4 milhões. O levantamento foi feito pela Fiesc. Para os EUA houve crescimento de 21% e uma receita de US$ 601,7 milhões.
As vendas externas do Estado cresceram 6,47 % em junho frente ao mesmo mês do ano passado e chegaram a US$ 874,6 milhões. No ano, SC já embarcou US$ 4,541 bilhões, 2,66% mais que nos mesmos meses de 2013. Os produtos mais exportados para a China são frango, soja (não produzida em SC) e carne suína. As exportações aos EUA são de maior valor agregado, como motocompresores, motres elétricos e autopeças.

Gary Becker, Nobel de Economia que falou na Expogestão em 2009, morreu nos EUA

05 de maio de 2014 0

GaryBecker77O economista da Universidade de Chicago Gary Becker, 83 anos, que fez palestra sobre cenários econômicos mundiais na Expogestão em agosto de 2009, morreu sábado nos EUA em função de uma longa doença, divulgou em nota a instituição. Vizinho do presidente Barack Obama em condomínio em Chicago, Becker era mais republicano que democrata. Na sua intervenção em Joinville, falou bastante do efeito China sobre os países em desenvolvimento. Objetivo na visão de futuro, recomendou ao Brasil incentivar a inovação, priorizar produtos diferenciados e melhorar a qualificação dos trabalhadores com mais educação, assuntos apontados como prioridade hoje no país.

Capital humano e discriminação

Aluno do polêmico economista Milton Friedmann, Becker se destacou por estudos econômicos voltados ao capital humano, economia das famílias, análises sobre efeitos da discriminação na economia e crescimento populaconal. Um dos mais importantes foi sobre a discriminação. Segundo o New York Times, ele disse uma vez que se uma empresa não contrata um trabalhador negro competente, os dois perdem, o profissional porque não teve o emprego e a companhia porque poderia pagar um pouco menos porque ele era negro. Antes da sua morte foi homenageado pela Universidade de Chicago, juntamente com o colega Friedmann, com a criação do The Becker Friedman Institute for Research in Economics, do qual foi presidente.

 

Foto: Chicago University/Divulgação

Estaleiro Schaefer pode fabricar iates nos EUA com parceiro local

01 de abril de 2014 0

IatesA tecnologia e o design incorporados nos iates do estaleiro Schaefer, da Grande Florianópolis, começa a interessar fabricantes dos EUA. A empresa conversa comfabricante americano visando parceria para produção local. Com 21 anos de atividades, 800 colaboradores e cerca de 3 mil lanchas fabricadas, a empresa fundada e presidida por Marcio Schaefer tem know-how para conquistar mais espaço lá fora. Entre os diferenciais estão o design próprio, acabamento de luxo e tecnologia de ponta embarcada. A Schaefer já foi grande exportadora anos atrás, quando o câmbio permitia. Chegou a vender 15% da produção, especialmente para países Nórdicos e outros da Europa. Suspendeu as vendas no exterior devido a valorização do real. Agora, com a alta do dólar, vê novas possibilidades. Por isso, vai expor em feira náutica na Coreia do Sul em maio. Além dos EUA, a Inglaterra também oferece potencial de mercado, diz o empresário.

A maior embarcação do estaleiro, o Schaefer 800, de 80 pés, também é a maior feita no Brasil com esse perfil, para lazer. Tem três motores Volvo de 1,2 mil HPs cada e seu alarme de incêndio é o mesmo usado pela Nasa. Com 200 metros quadrados de área interna e três pavimentos, oferece conforto tanto para passageiros quanto para tripulantes.
Um dos proprietários satisfeitos com o novo iate é o apresentador da Rede Globo Luciano Huck. Quando viaja com a mulher Angelica e os filhos, leva cinco tripulantes. O terceiro iate com esse padrão chegará ao Rio esta semana, será exposto na Rio Boat Show de 9 a 15 de abril e depois ficará para o proprietário carioca. O quarto foi comprado por um empresário catarinense e mais dois serão iniciados em breve.

Vitrine no Rio

O fundador do estaleiro, Marcio Schaefer (E), e o vice-presidente, Pedro Phelippe (D), vão apresentar embarcações na Rio Boat Show. A estrela da marca é o Schaefer 800, que custa R$ 12 milhões. Além do iate gigante, outros modelos menores serão apresentados na mostra do Estado que tem o mercado náutico mais dinâmico da América Latina: Angra dos Reis com suas mais de 300 ilhas e mar amigável para navegar.