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Resultados da pesquisa por "fiesc"

Fiesc na Colômbia

02 de outubro de 2015 0

O presidente da Federação das Indústrias de SC (Fiesc), Glauco José Côrte, vai liderar missão empresarial brasileira à Colômbia domingo e segunda, como representante da CNI. O grupo vai participar de seminário sobre oportunidades de negócios entre os dois países em Bogotá, no qual participará a presidente Dilma Rousseff.

Segunda-feira, a presidente terá agenda voltada a negócios junto com empresários dos dois países e a programação se encerrará no final do dia, com discursos dela e do presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos.

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Fiesc reúne diretoria às vésperas do Encontro Brasil-Alemanha

18 de setembro de 2015 0

Acontece na manhã de hoje,18, a tradicional reunião da diretoria da Fiesc, com a presença de lideranças industriais de todo o Estado. Um dos temas será a participação da entidade como anfitriã, junto com a CNI, do Encontro Econômico Brasil-Alemanha, que começa domingo e vai até terça, na Expoville, em Joinville. Um dos obstáculos para negócios entre os dois países é a bitributação. Em função disso, empresas brasileiras que instalam filiais na Europa preferem países próximos da Alemanha.

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Fiesc enaltece o legado do empresário

13 de setembro de 2015 0

A Federação das Indústrias (Fiesc) destaca a colaboração de Eggon João da Silva para a economia. Confira o texto abaixo:

 

Florianópolis 13.9.2015 – A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) enaltece o legado do industrial Eggon João da Silva, um dos fundadores da Weg. O empresário faleceu na madrugada deste domingo (13), em Jaraguá do Sul, de causas naturais, aos 85 anos.

“Ao lado de Werner Voigt e Geraldo Werninghaus, Eggon escreveu uma das mais bonitas e vitoriosas páginas da história das indústrias catarinense e brasileira. Ele personifica o exemplo do que é possível construir com trabalho árduo, perseverança, empreendedorismo, ousadia e muita competência”, diz o presidente da FIESC, Glauco José Côrte, lembrando que o empresário foi agraciado com as Ordens do Mérito Industrial da FIESC e da CNI, os mais importantes reconhecimentos da indústria estadual e nacional aos que contribuem para o desenvolvimento.

“Eggon foi um dos pioneiros no que depois viria a se chamar de gestão profissional. Sua visão diferenciada foi fundamental para erguer uma multinacional que acaba de ser eleita, com toda justiça, a empresa do ano da revista Exame. Mas, mais do que um dos maiores ícones da indústria do País, ele também entra para a história como uma referência na valorização das pessoas e de engajamento nas questões sociais e comunitárias”, afirma Côrte.

Eggon nasceu em 17 de outubro de 1929 e iniciou a carreira muito jovem, num cartório de Jaraguá do Sul. Depois de trabalhar em banco e tornar-se sócio de metalúrgica especializada em produção de canos de escape para o setor automotivo, fundou em 1961 a Weg, junto com Voigt e Werninghaus. Foi diretor-presidente da empresa até 1989, transformando-a numa das maiores do setor no País e iniciando o processo de internacionalização da companhia. De 1989 a 2004, presidiu o Conselho de Administração da Weg. Também integrou os conselhos da Oxford, da Tigre, da Marisol, e da Perdigão, em cuja recuperação teve importante participação.

O velório ocorre na Associação Recreativa WEG e o sepultamento será às 16h30 no Cemitério Central de Jaraguá do Sul, na Rua Procópio Gomes de Oliveira.

Para Fiesc, 2015 será um ano perdido

28 de agosto de 2015 0

A queda do PIB do país em 1,9% no segundo trimestre frente ao primeiro não surpreendeu a indústria de Santa Catarina e a tendência é de que piore ainda porque falta uma agenda positiva para a retomada dos investimentos, que fazem a economia crescer. Esta análise é do presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), Glauco José Côrte, para quem este será um ano perdido na economia. Para se ter ideia do impacto da crise, ele cita que a indústria catarinense gerou cerca de 20 mil empregos no primeiro trimestre deste ano – 17 mil no setor de transformação e 3 mil na construção civil. Mas, no segundo trimestre, fechou quase todas essas vagas. A produção do setor caiu 6,2% no primeiro semestre.

Mesmo assim, o presidente da Fiesc admite que a economia do Estado segue sofrendo menos do que a média nacional. Uma prova é o Índice de Atividade Econômica (ICBr) do Banco Central. Enquanto SC registrou -1,21% no primeiro semestre, a média do Brasil ficou em 2,49%, o dobro maior.

- É possível que no segundo semestre do ano que vem a economia comece a das sinais de reaquecimento se não houver um agravamento da crise política. A retomada do crescimento deverá acontecer em 2017 – avalia Côrte.

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Fiesc defende política industrial enxuta e exequível para o país

25 de agosto de 2015 0
Foto: Washington Costa, MDIC, divulgação

Foto: Washington Costa, MDIC, divulgação

Em evento realizado na última terça-feira (25), em Brasília, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para debater uma nova política industrial do Brasil, o presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), Glauco José Côrte, que representou o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Edson Andrade, defendeu uma agenda enxuta para dinamizar o setor rapidamente.

- É preferível apresentar à sociedade uma agenda enxuta e exequível a um amplo conjunto de medidas direcionadas a todos os elementos do Custo Brasil, que pode acabar em nova frustração – disse Côrte.
O industrial catarinense alertou que o governo federal tem pouco mais de tês anos para planejar essa política e implementar, o que exige priorização e foco. Afirmou que apesar de ter sido impactada por contextos econômicos desfavoráveis, a indústria brasileira tem grande expectativa em relação a uma nova política industrial.

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Produtores catarinenses investem em tecnologia para aumentar produtividade

- Os resultados das últimas duas políticas ficaram aquém das expectativas, colocando em dúvida a capacidade do governo de implementar políticas eficazes. É verdade que as duas últimas políticas foram impactadas por contextos econômicos desfavoráveis, mas isso também serviu para mostrar a fragilidade de seu planejamento – afirmou.

Tanto a Fiesc quanto a CNI entendem que é necessário cuidar da agenda de curto prazo, focada no restabelecimento da competitividade e, ao mesmo tempo, adotar medidas capazes de promover a transformação estrutural que tornará a indústria brasileira competitiva no longo prazo, em condições sustentáveis. Côrte alertou que no tual momento econômico e político, é fundamental que a nova política tenha credibilidade e seja capaz de transformar as expectativas do setor produtivo. Para isso, será preciso construirmos algo diferente das experiências recentes.

Anfitrião do evento, o ministro Armando Monteiro voltou a defender o setor. Disse que não existe crescimetno econômico sem investimento na indústria. Observou que o país não pode deixar de ter uma política industrial e que o tema está no centro das estratégias do governo federal.

Casan apresenta plano de investimentos na Fiesc

22 de agosto de 2015 0
Fernando Villadino, Fiesc, Divulgação

Fernando Villadino, Fiesc, Divulgação

Detalhes sobre investimentos de quase R$ 1,9 bilhão que a Casan está fazendo no Estado foram apresentados na última sex-feira (21), na reunião da Fiesc pelo presidente da empresa, Valter Gallina. Convidado pelo presidente Glauco José Côrte, informou que do total, R$ 729 milhões são para a região de Florianópolis. A maioria dos projetos contempla expansão de serviços de esgoto sanitário, mas dois, de peso, são voltados a expansão da oferta de água: o novo flocodecantador para a Grande Florianópolis que vai elevar a oferta de água em 50%, e nova estrutura para a região de Chapecó, que corre mais riscos de seca. Para a Capital, são 28 obras, muitas já em execução, somando investimentos de R$ 631 milhões.

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Celesc e SCGás participam da Câmara de Assuntos de Energia da Fiesc

10 de agosto de 2015 0

Por Julia Pitthan*

Os presidentes da Celesc, Cleverson Siewert, e da SCGás, Cosme Polêse, são convidados de reunião da Câmara de Assuntos de Energia da Fiesc, marcada para as 10h desta quinta-feira. Na pauta, a composição das tarifas de energia elétrica após o reajuste de agosto e o cenário de suprimento e preços do gás natural para a indústria no Estado.

Conversa
O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, diz que conversou pessoalmente com Cleverson para pedir alívio à indústria no reajuste. Requisitou que o aumento fosse aplicado apenas em janeiro. O presidente da Celesc afirmou que não havia como contornar a questão, uma vez que também tem compromissos com os acionistas da companhia.

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* A colunista Estela Benetti está em férias até dia 19 de agosto, neste período a jornalista Julia Pitthan assume como interina.

Fiesc aguarda reajuste de energia do Estado

04 de agosto de 2015 0

Por Julia Pitthan*

O presidente da Fiesc, Glauco Corte, aguarda com preocupação a divulgação do percentual de reajuste de energia em Santa Catarina. Se o aumento para a indústria vier, o pedido é que seja feito de forma escalonada. A isenção de ICMS é outro pleito dos industriários.

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* A colunista Estela Benetti está em férias até dia 19 de agosto, neste período a jornalista Julia Pitthan assume como interina.

Encontro na Fiesc anuncia 1º Fórum de Comércio Exterior do Sul

31 de julho de 2015 0

Como o comércio exterior recebe maior atenção, foi anunciado nesta quinta-feira (30), na Fiesc, o 1º Fórum de Comércio Exterior do Sul, numa parceria entre a Fiesc, Fiergs, Fiep e revista Amanhã. O evento no dia 2 de outubro, em SC, será precedido da divulgação de ranking, informou Jorge Polidoro, da Amanhã.

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Presidente da Fiesc defende desoneração de tributos

31 de julho de 2015 0

O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, disse que para retomar as exportações as indústrias precisam de algumas medidas. A principal é a desoneração de tributos. Em função do ajuste fiscal, o governo reduziu os valores do reintegra, que desonera PIS/Cofins e ICMS de exportações, o que afetou as vendas lá fora.

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Ministro da Educação participa de evento da Fiesc em Joinville

24 de julho de 2015 0
Foto: Mélan Schmidt, Divulgação

Foto: Mélan Schmidt, Divulgação

Há pouco mais de três meses à frente da pasta da Educação, o ministro Renato Janine Ribeiro (em pé) esteve em Joinville quinta-feira para conhecer parte do que se faz em SC para melhorar a qualidade do ensino. Participou de evento do Movimento A Indústria pela Educação, desenvolvido pela Federação das Indústrias do Estado (Fiesc).

Conforme Janine, uma economia desenvolvida exige um trabalhador inteligente. Além do presidente da Fiesc, Glauco José Côrte (segundo à esq.), participaram do evento o prefeito de Joinville Udo Döhler (E), o secretário de Estado da Educação, Eduardo Deschamps, e a reitora do IFSC, Maria Schneider (D).

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Fiesc deve propor redução da alíquota de ICMS sobre energia

22 de julho de 2015 0

A sugestão de suspender o reajuste da conta de luz para a indústria em agosto é um dos pleitos da Fiesc. Segundo o presidente Glauco José Côrte, em breve a entidade vai propor também a redução da alíquota de ICMS sobre energia ao governo do Estado. Está em 33%, uma das mais altas do país.

Fiesc pede suspensão da nova alta da conta de luz para a indústria

Fiesc pede suspensão da nova alta da conta de luz para a indústria

21 de julho de 2015 0
foto: Rodrigo Philipps, BD, 20/03/2015

Produção de motores na GM de Joinville. Foto: Rodrigo Philipps, BD, 20/03/2015

Diante das dificuldades para repassar aumento de custos aos preços nesta fase de recessão, o presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), Glauco José Côrte, defende a suspensão do próximo reajuste anual da conta de energia no Estado para o setor, previsto para 7 de agosto. Em ofícios enviados ontem para o diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, e ao presidente da Celesc, Cleverson Siewert, a federação alerta que o preço do insumo, um dos que mais pesam na produção industrial, já teve alta acumulada superior a 40% este ano em SC. Um reajuste de 10% a 15% sobre essa variação vai afetar ainda mais a competitividade e dificultar a recuperação do setor produtivo. A entidade solicita medidas emergenciais para a Aneel.

Conforme a Fiesc, a indústria catarinense registra queda dos seus indicadores. A produção industrial recuou 9,9% em maio e as exportações tiveram retração de 14,5% em junho, ambas frente aos mesmos meses de 2014. O nível de emprego do setor, que está perdendo fôlego – foram fechadas 4.174 vagas em junho – será ainda mais afetado com a alta da luz.

O impacto de custos da Celesc, na avaliação da federação, pode ser amenizado com a antecipação do uso da cota de energia barata de usinas já pagas. Essa mudança está prevista pela Aneel, mas só em 2021.

– A nossa principal bandeira e meta é em relação à indústria porque as tarifas do setor em SC estão acima da média brasileira. Além disso, a indústria não tem como economizar energia se produzir. A única forma de economizar é reduzir a produção. Em casa dá para fazer um programa de redução, o comércio tem condições de fazer isso. A Aneel, às vezes, dá tarifa diferenciada – observa Côrte.

O presidente da Celesc disse que ainda não tinha recebido o ofício, mas avaliou que essa é uma decisão do órgão regulador, a Aneel. Segundo ele, se o reajuste for suspenso, terá de ter um subsídio do governo federal, o que é difícil. A Aneel foi procurada mas não respondeu ontem.

SC tem energia mais cara
Entre as razões que levam a Fiesc a tomar uma decisão diferenciada no país e cobrar suspensão do reajuste é o preço alto da energia em sc.
Pesquisa apurou que este ano a tarifa industrial de energia no Estado é 11,39% mais cara que a média praticada no Brasil e a carga tributária na conta de luz catarinense é 4,8% superior a do país.

Consumo industrial
Em dezembro do ano passado, o consumo industrial respondia por 42,3% do total de energia disponibilizado pela Celesc na sua área de atuação.

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Representantes do setor calçadista também participaram da reunião do presidente da Fiesc

14 de julho de 2015 0

Representantes do setor calçadista também participaram da reunião do presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, com o ministro Armando Monteiro. Cobraram ações dos mercados interno e externo. Entre os líderes estavam o presidente do Grupo Dass, de SC, Vilson Hermes; o presidente da Abicalçados, Heitor Klein; e Lioveral Bacher, da Paquetá.

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Fiesc lança o programa com jovens embaixadores da educação

09 de julho de 2015 0

 

Heraldo Carnieri, divulgação

Heraldo Carnieri, divulgação

Vem aí mais uma iniciativa para melhorar a qualidade de ensino nas escolas públicas. Cerca de 32 instituições do Estado concordaram em participar do projeto da Fiesc Escola parceira: educação que faz sentido,  apresentado ontem na reunião do conselho de governança do Movimento A Indústria pela Educação. A intenção é  contribuir para que essas escolas se tornem modelos de educação de qualidade a serem replicados. Esta será importante missão dos jovens embaixadores do movimento com as Câmaras Regionais de Educação da Fiesc no Estado. O presidente da federação, Glauco José Côrte (D), conversou com os já engajados jovens embaixadores de Lages.

Portal Monitora Fiesc visa transparência à evolução das obras do governo federal em SC

30 de junho de 2015 0

Para dar transparência à evolução das obras de infraestrutura do governo federal em SC, foi lançado o portal Monitora Fiesc. Segundo o primeiro-vice-presidente da entidade, Mario Cezar Aguiar, serão mostrados todos os dados importantes de cada projeto.

Ferrovias
Para o setor privado, SC precisa mesmo da ferrovia Norte-Sul para trazer grãos. E o prefeito de Jaraguá do Sul, Dieter Jansen cobrou ontem no evento o contorno ferroviário da cidade.

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Fiesc revela análises sobre a situação de rodovias no Estado

28 de junho de 2015 0
Foto: Cristiano Estrela

Foto: Cristiano Estrela

Preocupada com a lentidão dos investimentos em infraestrutura, a Fiesc realizou série de estudos para transporte e logística. Nesta segunda-feira, a partir das 8h30min, serão reveladas análises sobre a situação das rodovias BR 282, 163, 158, 153, 470, 101, mais uma agenda para os portos serem mais competitivos. A entidade também abordará o atraso dos projetos de ferrovias para o Estado.

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Ministro Afif Domingos discute na Fiesc o novo projeto do Supersimples

21 de junho de 2015 0

Entrevista: Guilherme Afif Domingos

Foto: Diógenes Pandini, BD/ 17/11/2014

Foto: Diógenes Pandini, BD/ 17/11/2014

Para aperfeiçoar o projeto de lei do Supersimples, o PLP 025/2007 que deve ser votado no início do próximo mês, acontece nesta segunda-feira, às 9h30min, na sede da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc) uma audiência pública com a participação do ministro-chefe da Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República (SMPE/PR) Guilherme Afif Domingos. O evento é organizado pela Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa presidida pelo deputado federal de SC Jorginho Mello e o Conselho das Federações Empresarias (Cofem). Em entrevista ao Diário Catarinense, o ministro Afif Domingos falou sobre as propostas que integram o projeto de lei e outros desafios para impulsionar esse grupo de empresas.

Qual é o objetivo da audiência desta segunda-feira e o que falta para melhorar as condições das pequenas empresas?
É uma reunião promovida pela Frente Parlamentar Mista comandada pelo nosso companheiro Jorginho Mello. Essa frente representa esse projeto que está numa comissão especial com data prevista para votação para o dia 1º de julho. O objetivo de hoje é transmitir à sociedade e colher subsídios para que a gente possa aperfeiçoar a legislação do Simples, que vem registrando vários avanços através do tempo. Isso é importante porque o Simples deu certo, é um projeto de grande sucesso. O que falta, agora, é o fato do Crescer Sem Medo (um novo projeto da pasta) porque o atual sistema das tabelas do Simples depois que nós fizemos a universalização trazendo todas as empresas de pequeno porte para o Simples, a gente enxerga um certo temor das empresas em crescer em função do salto que dá em cada faixa devido a tributação crescente. Precisamos criar para esses saltos uma rampa mais suave e a forma encontrada foi a mesma do imposto de renda progressivo. Você quando passa de uma faixa para outra, só paga o imposto novo sobre a diferença, continua pagando o imposto da faixa anterior. Então, se você fatura R$ 100 e tem X de taxação, quando for faturar R$ 120, sobre os R$ 100 paga o mesmo X e sobre os R$ 20 você paga a diferença. Isso não dá salto, permitirá à empresa crescer sem medo porque hoje, quando ela começa a ultrapassar a faixa, ela abre outra empresa em nome de parentes. Cresce de lado, como caranguejo.

Como foi o estudo que vocês fizeram para chegar a essa solução?
Esse estudo foi um compromisso que assumi com o Congresso Nacional quando fizemos a sanção da Lei Geral em agosto. Ficou faltando o problema do limite da tabela do Simples. Então, contratamos quatro instituições universitárias de respeito, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro, a Fipe e o Insper, de São Paulo, e a Fundação Dom Cabral, de Minas Gerais. Esse trabalho é fruto desse consenso. Por coincidência, quem coordenou o trabalho pela FGV foi o nosso atual ministro do Planejamento Nelson Barbosa. Foi tudo feito com muito cuidado, olhando os dois lados da questão: o problema da arrecadação e o do crescimento da pequena empresa. Inclusive porque quando ela chega aos R$ 3,6 milhões, quando ela sai do Simples ela cai no complicado, e isso pode ocasionar a morte súbita da empresa. Então, criamos uma rampa mais suave, que ela só entra no lucro presumido quando faturar R$ 7,2 milhões. Foi um projeto construído com extrema responsabilidade para que a gente possa discuti-lo agora no Congresso.

Empresários do setor reclamam que tudo é reajustado no Brasil pela inflação menos a tabela do Simples. Por que não há reajuste desde 2011?
Essa é uma questão mais delicada porque isso remete à indexação na economia. Na hora que você coloca na lei um processo indexador, o temor é voltar ao passado com a alimentação da inflação por medidas indexadoras. Como o Simples tem sido objeto de permanentes revisões, pode ser que desta vez, como estamos fazendo um bom ajuste, inclusive um ajuste técnico na tabela e não só sob o ponto de vista inflacionário, que a gente tenha ainda o mesmo sistema e jogue para daqui a dois ou três anos uma nova revisão.

No ano que vem, as empresas já poderão contar com novos limites?
Elas terão o novo limite de R$ 7,2 milhões. E para as indústrias – Santa Catarina tem muitas pequenas indústrias – nós criamos um novo limite especial para a indústria, de R$ 14,4 milhões. E para a indústria que exporta, pela nossa proposta o limite dobra, então pode chegar a R$ 28,8 milhões de faturamento se 50% for exportação.

O Brasil chegou, na última semana, a 5 milhões de Microempreendedores Individuais (MEI). Qual é a importância desse programa e expectativas?
O sucesso do MEI é o sucesso de uma tese que deve permear toda e qualquer política de reformas no Brasil. Quanto todos pagam menos os governos arrecadam mais. Não adianta você aumentar a carga tributária, você tem que aumentar a base do contribuinte, que você pode até diminuir o imposto que você vai ter uma adesão muito maior, uma formalização muito maior. Esse total de 5 milhões de MEIs é o equivalente a uma vez e meia a população do Uruguai e mais do que as populações da Finlândia, República Tcheca. A nossa meta é chegar a 10 milhões de MEIs. Temos o acréscimo de 1 milhão por ano. Essa população de empreendedores existe, não estamos inventando. Estamos incluindo ela na economia formal.

As pequenas empresas reclamam que poderiam participar mais de obras públicas. É possível melhorar isso?
Existe na lei a obrigatoriedade de que micro e pequenas empresas têm preferência nas licitações até R$ 80 mil. O segundo ponto é que as licitações devem ser decentralizadas porque a conta pública é um forte instrumento de desenvolvimento regional. Na hora que você concentra as contas públicas, ela não cumpre esse papel. Isso está na lei e precisa ser regulamentado. Quanto ao aspecto obra, é uma coisa mais complexa. Quanto a fornecimento da merenda escolar e outros serviços regionais a descentralização é uma obrigatoriedade.

Como vê a questão do crédito para o setor?
Temos que olhar muito o problema do crédito. Com a concentração do sistema financeiro, os bancos concentram a captação da poupança nacional e acabam emprestando mais para os grandes. Hoje, para capital de giro o pequeno paga mais de 3% ao mês, o que dá 40% ao ano. Precisamos discutir muito isso. Acho que está na hora de nós estabelecermos uma visão de maior concorrência do sistema. Agora vai fechar um grande banco, o HSBC. Então vamos ficar com três grandes bancos privados e dois públicos de grande porte. Isso beneficia muito mais a concentração de renda do que a distribuição de renda. Não tem mais banqueiro, vamos ter que recompor esse tecido.

Hoje, uma pequena empresa paga os mesmos encargos trabalhistas de um grande grupo. É possível aprovar um Simples trabalhista?
Não porque a Constituição autoriza e obriga o tratamento diferenciado nos campos tributário, previdenciário, creditício e administrativo. Não fala no trabalhista. Então não podemos mexer na legislação trabalhista sobre direito do trabalhador. Porém, no campo administrativo e no previdenciário sim. Tanto é que o encargo da micro e pequena empresa não é sobre folha, mas sobre faturamento. Um segundo ponto, são as obrigações acessórias á geração de empregos. agora vamos ter o eSocial que vem aí com tratamento diferenciado no campo administrativo, o que vai facilitar muito a administração de funcionários através de um sistema simplificado.

O Brasil carece de legislação para micro e pequenas empresas rurais. Lideranças acreditam que essa mudança poderia gerar um desenvolvimento econômico maior. Qual a sua opinião?
Eu concordo. Só que o setor rural já tem o sistema do produtor rural com uma legislação específica, com a cédula G para o Imposto de Renda. Esse é um assunto que estamos estudando ainda não para essa modificação, mas vamos começar a trabalhar essa ideia principalmente para a agricultura familiar que tem um peso grande no Brasil e aí poderemos fazer uma grande evolução em termos de tratamento diferenciado para que ela possa crescer.

Fiesc lança hoje pesquisa sobre investimentos da indústria

19 de junho de 2015 0

Durante a reunião de hoje da diretoria, a Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) lança a publicação Desempenho e Perspectivas da Indústria Catarinense. Ela inclui os investimentos atuais e as expectativas para 2016 e 2017. A apresentação será às 10h30min. 

Fiesc vai realizar seminário para discutir problemas de logística que afetam a indústria catarinense

05 de junho de 2015 0

Em reunião com o vice-presidente da Fiesc, Mario Aguiar, o deputado Patrício Destro falou sobre os problemas crônicos na BR 101. Um estudo da ANTT que contou com a participação da Fiesc aponta que o trecho de São José-Florianópolis é o que o registra o maior número de acidentes no Brasil. A Fiesc vai realizar dia 29 um seminário amplo para discutir problemas de logística que afetam a indústria catarinense.

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