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Resultados da pesquisa por "joaquim levy"

Joaquim Levy é esperado no Confaz nesta sexta-feira

02 de outubro de 2015 0

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Esperado para a reunião desta sexta-feira do Confaz, em Florianópolis, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy (E) não havia confirmado presença até quinta. Terça, ele conversou em São Paulo com Ovandi Rosenstock (D), presidente da Schulz. Foi na entrega da premiação Empresas Mais do O Estado de S. Paulo, no qual a indústria joinvilense ficou em terceiro lugar no ranking de Máquinas e Equipamentos. A fabricante de autopeças e compressores de ar vai bem apesar da crise. Encolheu mas fechou o primeiro semestre com lucro líquido de R$ 24,025 milhões.

Encontro de secretários da Fazenda em Santa Catarina decide futuro econômico dos Estados de todo o país

"Não são sexy nem divertidas", afirma Joaquim Levy sobre novas medidas

06 de agosto de 2015 0

Por Julia Pitthan*

Foto: Evaristo Sá, AFP

Foto: Evaristo Sá, AFP

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, deixou claro ao mercado ontem a orientação do Planalto de adotar medidas pouco populares na expectativa de voltar a crescer. Será necessário, no entanto, alguma paciência, já que em todas as ações, o objetivo não é o curto prazo. Ele explicou que as mudanças propostas pelo governo têm um lado microeconômico de melhorar o funcionamento da economia. As medidas não são sexy nem divertidas, afirmou.

Na relação de ações necessárias para o ministro estão a reforma do ICMS e do PIS/Cofins, redução da desoneração da folha e o equilíbrio das contas públicas. Ele falou durante o Novo Ciclo do Cooperativismo de Crédito no Brasil, realizado no BC.

Levy disse também no evento que é preciso entender o desafio que se enfrenta, as condições existentes, para, a partir daí, ter a determinação de tomar as ações necessárias para encontrar o caminho do crescimento. “O diagnóstico econômico do Brasil parece convergir entre economistas e governo”, enfatizou.

Apesar do discurso, a sintonia do Planalto com o setor privado está longe do ideal. A presidente Dilma Rousseff deve se reunir com empresários, ainda neste mês, na tentativa de melhorar essa relação e transmitir otimismo.
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* A colunista Estela Benetti está em férias até dia 19 de agosto, neste período a jornalista Julia Pitthan assume como interina.

Com Joaquim Levy, Dilma deve ser 'mais Lula'

05 de janeiro de 2015 0

O novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, receberá o cargo hoje, às 15h, das mãos do secretário-executivo da pasta, Paulo
Caffarelli. O ex-ministro Guido Mantega não vai participar. Com Levy, a grande expectativa é de que a presidente Dilma Rousseff seja ‘menos Dilma e mais Lula’, ou seja, siga o exemplo do ex-presidente que, no primeiro mandato, de 2003 a 2006, deu autonomia para a equipe econômica trabalhar e o crescimento logo foi retomado.

Vale lembrar que Levy integrava aquele grupo como o Secretário do Tesouro Nacional e ganhou o apelido de “mãos de tesoura” porque cortava gastos. Agora, é ele quem comanda a pasta, mas o temor é de que a presidente não dê a ele a liberdade para fazer os ajustes necessários ao equilíbrio das contas públicas. Sem isso, o mercado não voltará a investir e, ao invés da retomada do crescimento, o país entra numa recessão.

O novo ministro disse que recebeu autonomia e o governo já anunciou alguns ajustes para correção de excessos em seguro-desemprego, abono e previdência, mas a presidente Dilma surpreendeu negativamente duas vezes nos últimos dias. Uma foi
no discurso de posse, quando disse que o que vinha fazendo está certo, e no final de semana, quando desautorizou o ministro
do Planejamento, Nelson Barbosa, sobre informação de que o governo vai apresentar projeto para mudar o atual modelo de reajuste do salário mínimo.

Entre as medidas previstas estão mais cortes de gastos, volta da Cide e menos intervenção no câmbio. Muitos petistas gostariam da volta da CPMF para a saúde, mas como é um aumento da carga tributária, a reação contra será grande.

Fazenda nega que Levy tenha pedido demissão

17 de outubro de 2015 2
Foto: Tânia Rêgo, Agência Brasil, divulgação

Foto: Tânia Rêgo, Agência Brasil, divulgação

Enquanto políticos deram atenção ontem a possíveis provas de corrupção vindas do exterior contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, o setor econômico enfrentou uma série de boatos de que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, teria apresentado para a presidente Dilma Rousseff uma carta de demissão à tarde. Mas no início da noite, após uma reunião com a presidente e outros ministros, o titular da Fazenda voltou ao ministério e pediu para a assessoria dizer que ele continua no governo.
O boato cresceu porque Levy passou a enfrentar uma série de críticas diretas do ex-presidente Lula e até de empresários, o que estaria aumentando seu descontentamento. Engenheiro com doutorado em economia na Universidade de Chicago, o ministro é muito preparado para a função, conhece as contas públicas brasileiras e está procurando colaborar com o país, independentemente de problemas. À frente da pasta, ele colaborou para melhorar uma série de contas para o ajuste fiscal e segue trabalhando com esse objetivo. O novo obstáculo é um déficit de R$ 20 bilhões para o orçamento do ano que vem.
Para o PT e outros partidos da base aliada, é fácil fazer críticas contra os ajustes, mesmo sabendo que o país não tem mais dinheiro para pagar uma muitos serviços e benefícios. Eles esquecem, no entanto, que o ministro Levy é praticamente o único pilar que sustenta o otimismo do setor privado em torno de uma continuidade do governo Dilma até 2018. Sem ele, a crise pode se aprofundar e a população poderá ir para a rua defender o impeachment. Isso tornará a situação do governo bem menos sustentável no poder.

Levy é esperado para a reunião do Confaz

01 de outubro de 2015 0

A Secretaria da Fazenda do Estado é anfitriã, desde ontem, a reunião do Confaz. O evento vai até amanhã (02) no hotel Il Campanário, em Jurerê Internacional. Animado com a melhor condição da economia catarinense, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, foi quem sugeriu que o evento fosse em Florianópolis. Ele confirmou presença, mas não é impossível a presidente Dilma convocá-lo de última hora e ele tenha que cancelar a participação nesta sexta de manhã.

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Levy em Santa Catarina para o Confaz

15 de setembro de 2015 0

Por sugestão do ministro Joaquim Levy ao secretário da Fazenda, Antonio Gavazzoni, SC vai sediar a 158ª reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária, o Confaz. Como é presidente do conselho, o ministro confirmou sua vinda ao Estado para liderar a mesa de discussões. O evento será dia 2 de outubro, no Il Campanário, em Jurerê Internacional, Florianópolis. É esperada a participação dos secretários de Fazenda de todos os Estados e de profissionais de outros órgãos.

– A expectativa é que nesta reunião haja um alinhamento nas questões federais e estaduais e que possamos construir soluções para retomada do crescimento – disse Gavazzoni.

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Ajuste, Gisele e mais: presidente da Acij pede para Levy não arrochar demais as empresas

18 de maio de 2015 0

Foi com humor o recado do presidente da Acij, João Martinelli, ao ministro Joaquim Levy, para não arrochar demais as empresas. Ele citou algumas das mais conhecidas empresas de SC presentes, entre elas a Colcci, que tem Gisele Bündchen como garota- propaganda.

- Ministro, a Gisele não pode vir, mas o nosso recado para o senhor é o mesmo que ela costuma passar na hora dos desfiles: pode apertar o corpete, mas deixe espaço para a gente respirar – brincou.

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Governo estadual vai entregar estudo para pressionar por concessões de rodovias em Santa Catarina

Ministro da Fazenda Joaquim Levy palestra em Florianópolis

No café com Levy, números de SC e apelo da Fiesc

18 de maio de 2015 0

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Foto: Jaqueline Nocetti/Secom , Divulgação

Foi de trabalho intenso a passagem do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, por Florianópolis e Joinville sábado. Logo no café da manhã com o governador Raimundo Colombo e outras autoridades na Casa d’Agronômica, ele conheceu os números positivos do Estado apresentados pelo secretário da Fazenda, Antonio Gavazzoni, e dados da indústria bons e ruins, informados pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), Glauco José Côrte. Levy aproveitou o momento para defender o ajuste fiscal e renovar o pedido de apoio de SC para a aprovação das medidas. Preocupado com o cenário atual, Côrte cobrou uma agenda positiva com urgência, para que seja simultânea às medidas do ajuste fiscal. Segundo o empresário, a prioridade para essa agenda são os investimentos em infraestrutura, com a participação privada ou não. Conforme Gavazzoni, Levy conhece os bons números do governo do Estado.

– Nosso Estado é referência no Tesouro Nacional sobre disciplina fiscal, eles definem regras e a gente cumpre – explicou o secretário, ao observar que as maiores preocupações, atualmente, são as pressões causadas pela folha de salários e a previdência, que precisam ficar dentro do limite fiscal.

Ministro pé no chão

Convidado para falar sobre a indústria e outros dados, Côrte destacou para Levy que no ano passado a indústria de SC liderou a oferta de empregos no Brasil e este ano também. De janeiro a março, a indústria nacional registrou saldo de 15 mil novos empregos e a de SC alcançou 17.500. Mas registra queda na produção, vendas e exportações, embora menor do que a média do país. Por isso o empresário defendeu a continuidade da desoneração da folha e investimentos em infraestrutura. No teatro, após a palestra de Levy, Côrte reforçou o alerta.

– A gente nota um descasamento entre os tempos. O ajuste fiscal, bem ou mal, está avançando no Congresso. E as concessões demoram muito para sair. Então, nós queremos pedir que o senhor aplique a mesma energia que tem usado para fazer caminhar o ajuste fiscal no sentido de apressar medidas e decisões que possam restabelecer as concessões. Este é um tema importante para SC – explicou Côrte.

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Ministro da Fazenda Joaquim Levy palestra em Florianópolis

Novos cortes visam voltar ao patamar de gastos de 2013, diz Levy

16 de maio de 2015 0

Após a viagem por Santa Catarina, em Florianópolis e Joinville, o novo compromisso de Joaquim Levy será a reunião neste domingo com a equipe econômica e outros ministros, para definir mais cortes no orçamento da União. Ele adiantou na entrevista na Capital que o parâmetro será a média de gastos de 2013 porque a de 2014 foi elevada.

- Diante da própria evolução da arrecadação, na área que a gente pode – em despesas que não são obrigatórias – vamos tentar voltar ao nível de 2013 num exercício de disciplina. Em 2014 foi um pouco além do que a gente pode sustentar, 2013 foi um ano bom, pouco expansionista, é uma boa linha de referência – afirmou.

Veja os bons números de SC que o governo mostrou a Levy

16 de maio de 2015 0
Foto:Jaqueline Nocetti/Secom, divulgação

Foto:Jaqueline Nocetti/Secom, divulgação

A iniciativa de passar um sábado em Santa Catarina para conhecer as razões pelas quais o Estado apresenta indicadores acima da média nacional foi do próprio ministro da Fazenda, Joaquim Levy (D). A equipe do governo fez um levantamento amplo, incluindo não só os indicadores econômicos, mas também os de educação, saúde, segurança e área social. Os dados foram apresentados a ele no café da manhã na Casa D’Agronômica pelo governador Raimundo Colombo (E), o vice-governador Eduardo Moreira (segundo à esq.)  e o secretário da Fazenda, Antonio Gavazzoni (C). Confira:

SANTA CATARINA EM PRIMEIRO LUGAR

ECONOMIA

#Menor nível de desemprego do país = 3,9%. (2º lugar: Rondônia) Brasil: 7,9%. Fonte: IBGE

2015.

#Maior taxa de geração de empregos no país em 2014 = 53.887 novas vagas. Fonte:

CAGED/MTE.

#Maior taxa de atividade das pessoas de 15 anos ou mais trabalhando = 71,6%. Brasil: 58,9%.

Fonte: Censo 2010.

#Maior taxa de proporção de domicílios particulares com rendimento nominal

mensal domiciliar per capita de até ½ salário mínimo = 0,89%. Brasil: 0,67%. Fonte:

ODM – Objetivos de Desenvolvimento do Milênio 2014/ONU.

#Menor Proporção de pessoas com baixa renda = 13,86. Brasil = 34,67

#Menor percentual de pessoas sem rendimentos = 27,73%. Fonte: Censo 2010

#Melhor índice de Gini = 0,65 (diferença entre os rendimentos dos mais pobres e dos

mais ricos). Brasil = 0,63. Fonte: Atlas de Exclusão Social.

#Melhor Índice de Bem-Estar Econômico (IBEE*) Fonte: USP

#Menor percentual de crianças pobres = 9,7% (Crianças de 0 a 14 anos nas famílias

com renda média mensal baixa e muita dificuldade para chegar ao fim do mês com o

rendimento). Brasil = 20,7%

#Menor taxa de Pobreza Extrema = 3,23% (domicílios com renda per capita de até ¼

salário mínimo). Brasil = 13,10%.

#Menor percentual de pessoas sem rendimento = 27,73%. Brasil = 37,08%

#Maior número de trabalhadores com carteira assinada = 26 por mil habitantes. Brasil

= 16,6%

#Melhor Destino Turístico Nacional por 7 anos consecutivos 2007-2013 (revista

Viagem e Turismo/Editora Abril)

#Maior transparência nos julgamentos administrativos tributários. Fonte: ranking

elaborado pelo Núcleo de Estudos Fiscais da FGV (NEF FGV/Direito).

#Melhor município do país para abrir uma empresa = Florianópolis. Fonte: Endeavor.

# Terceiro melhor IDH (0,774), atrás de DF e SP

AGRICULTURA

#Primeiro Estado a receber a certificação de área livre de febre aftosa sem vacinação

(2007)

#Estado zona livre de peste suína clássica (PSC)

#Maior produtor brasileiro de suínos e cebola

#Maior produtor brasileiro de pescados, ostras e mexilhões

#Segundo maior produtor de aves, arroz, fumo e maçã

#Maior exportador de carne suína (35%) e frango (23,7%)

SEGURANÇA

#Maior sensação de segurança nos bairros e cidades* = 79,1% e 68,3%,

respectivamente. Brasil = 67,1% e 52,8%, respectivamente para bairros e cidades.

(PNAD 2009)

#Menor taxa de vitimização: Santa Catarina (17%), seguido por Rio Grande do Sul

(17,2%) e Paraná (17,4%). (Fonte: 1ª Pesquisa Nacional de Vitimização – Datafolha e

CRISP)

#Menor taxa de população residente em moradias inadequadas = 29,8%. Brasil:

36,6%. Fonte: ODM – Objetivos de Desenvolvimento do Milênio 2012/ONU.

#Menor taxa de homicídios por 100 mil habitantes = 0,63%. Brasil = 0,86. Fonte: Atlas

de Exclusão Social 2015.

#Líder no ranking dos Estados que promovem a ressocialização pela oferta de

trabalho = 57% dos presos hoje estão trabalhando, o que corresponde a 9.300

reeducandos. Fonte: Projeto Começar de Novo, do Ministério da Justiça – 2012.

EDUCAÇÃO

#Menor taxa de analfabetos do Brasil = 3,2%. Fonte: IBGE

#Maior taxa de atendimento de alunos de 6 a 14 anos = 99,20%. Brasil = 97,79%

#Maior taxa de alfabetização dos jovens de 15 a 24 anos = 99,6%. Brasil = 98,7%.

Fonte: ODM – Objetivos de Desenvolvimento do Milênio 2014/ONU.

#Segunda menor taxa de distorção idade/série do Ensino Médio = 19,10%. Brasil

=39,66% Fonte: INEP 2014

#Maior taxa de adequação entre idade e série dos estudantes de 9 a 17 anos = 88,7%.

Brasil: 79,6%. Fonte: ODM – Objetivos de Desenvolvimento do Milênio 2014/ONU.

#Maior percentual de alunos em escolas com laboratório de informática com acesso

a internet = 98,73%. Brasil = 86,88%.

#Maior proporção de pessoas com mais de 17 anos (ou mais) que concluíram o

Ensino Médio = 0,92% (empatado com Distrito Federal). Brasil = 0,79%. Fonte: Atlas

Exclusão Social 2015.

#Maior taxa de escolarização da população entre 7 e 14 anos no ensino fundamental

= 98,9%. Brasil = 97,7%. Fonte: ODM – Objetivos de Desenvolvimento do Milênio

2014/ONU.

#Maior taxa de escolarização da população de 15 a 17 anos no ensino médio = 61,4%.

Brasil: 57,9%. Fonte: ODM – Objetivos de Desenvolvimento do Milênio 2014/ONU.

#Menor taxa de desocupação entre pessoas com 11 anos ou mais de estudo = 3%.

Brasil = 6,6%.

# Menor taxa de abandono entre os Estados Brasileiros, no Ensino Fundamental: taxa

de 0,7% (anos iniciais 0,1%, anos finais 1,2%). Brasil = 2,2% (anos iniciais 1,2%, anos

finais 3,6%). Fonte: INEP/Censo Escolar-SC

SAÚDE

#Menor Número de óbitos infantis (menores de 1 ano) por 1.000 nascidos vivos =

10,02. Brasil = 15,3 – Fonte: RIPSA (SC)/ODM – Objetivos de Desenvolvimento do

Milênio 2014/ONU.

#Menor Taxa de mortalidade na infância = 11,8 (número por 1.000 nascidos vivos).

Brasil = 17

#Maior Expectativa de vida = 78,1 anos (empatado com Distrito Federal). Brasil = 74,9

#Maior número de doadores de órgãos (por quatro anos consecutivos)= 32,6

doadores por milhão da população (pmp). Brasil = 13,4 pmp

#Referência nacional em Hemoterapia/Hemosc (Há 12 anos consecutivos o Hemosc

recebe a certificação ISO 9001)

#1º Estado com rede estadual integrada do Serviço de Atendimento Médico de

Urgência (SAMU)

#1º lugar no Índice de Desenvolvimento do SUS (IDSUS) (criado em 2012 pelo

Ministério da Saúde)

#Maior acesso a rede de esgoto ou fossa séptica = 85,5%. Brasil: 77%. Fonte: ODM –

Objetivos de Desenvolvimento do Milênio 2012/ONU.

SOCIAL

#Maior grau de inclusão social no país = Município de Pomerode. Fonte: Atlas

Exclusão Social 2015.

FONTES:

Indicadores e Dados Básicos – Brasil – 2011 (IDB-2011) / ABTO – RBT 2012 (dados de janeiro a dezembro de 2012)

REGISTRO BRASILEIRO DE TRANSPLANTES / Secretaria de Estado da Saúde / IBGE – SIS 2010. Base 2009 tab. 6.29 /

Censo 2010 – IBGE tab.3278 /IBGE PNAD 2011. ANO BASE 2011. tabela 4.1.20 e 4.1.21 /Censo 2010 –IBGE tabela

1384 / CAGED/ 2009 / Secretaria de Estado da Agricultura / IDEB 2011 / Relatório Consad / SSP SC e Ministério da

Justiça –ano base 2012/ Atlas da Exclusão Social 2015/ODM – Objetivos de Desenvolvimento do Milênio 2014/0NU/

INEP 2014/ PNAD 2009/

*Pesquisa USP: O IBEE é composto por quatro dimensões distintas: “fluxos de consumo”, obtida pelos indicadores de

consumo privado e consumo público; “riqueza real – legado intergeracional”, resultante dos indicadores capital

físico, capital humano, gastos com pesquisa e desenvolvimento e débito público; “equidade”, construída a partir do

Índice de Gini (índice de desigualdade de renda) e do Índice FGT (índice de intensidade de pobreza); e “seguridade

econômica”, formada pelo indicadores de risco de desemprego, risco financeiro associado à doença, risco de

pobreza em idade avançada e risco de violência.

Levy prevê retomada do crescimento só em 2016

16 de maio de 2015 0

A economia brasileira vai seguir com cenário difícil até o final do ano. Questionado na entrevista coletiva sobre quando o pais vai retomar o crescimento, o ministro da Fazenda Joaquim Levy disse que primeiro tem que ser feito o ajuste fiscal. Retomada do crescimento só no ano que vem. Ele está mais cauteloso que o setor privado, que prevê a volta do crescimento no quarto trimestre deste ano.

Levy vem conhecer bons números de SC e empresas inovadoras

15 de maio de 2015 0

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Foto: Wilson Dias/ Agência Brasil

Modelos de gestão pública e privada que dão resultado apesar das dificuldades econômicas enfrentadas pelo Brasil. Será mais nesse tom a agenda que lideranças políticas e empresariais de SC preparam para o principal ministro do governo Dilma, o titular da Fazenda, Joaquim Levy, neste sábado em Florianópolis e Joinville. No programa, reuniões sobre bons números da economia do Estado e visita a três indústrias, a Whirlpool (Embraco e unidade de eletrodomésticos) e a Schulz em Joinville; e a BMW em Araquari. Na Capital, haverá palestra aberta a interessados, no Teatro Pedro Ivo às 10h.

Enquanto em Florianópolis o ministro será informado sobre números positivos como a alta de 13% na arrecadação do Estado em abril frente ao mesmo mês do ano passado e liderança nacional na geração de empregos em 2014, em Joinville o foco dos empresários será mostrar ao ministro o que vem sendo feito em inovação nas empresas.

Ministro da Fazenda, Joaquim Levy fará palestra em Florianópolis neste sábado

Segundo o diretor de Relações Institucionais e de Comunicação da Whirlpool Latin America, Guilherme Marco de Lima, a companhia vai destacar a Levy como trabalha a inovação. Em apenas um ano, a Whirlpool Eletrodomésticos lançou 200 novos produtos inovadores, entre os quais, a cervejeira Consul e a plataforma para produzir bebidas em casa a partir de cápsulas, a B.Bland, da Brastemp.

No encontro organizado pela Associação Empresarial (Acij) também haverá mais uma apresentação do que o setor privado vem fazendo. Os empresários teriam muitos pleitos ao ministro, mas conhecem os números do governo federal e sabem que essa crise de confiança enfrentada pelo país vai se dissipar gradativamente. O ano ainda será difícil para todos.

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Levy vem sábado a SC. Faz palestra em Florianópolis e vai à missa de sétimo dia do LHS em Joinville

13 de maio de 2015 0

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, confirmou ao secretário da Fazenda, Antonio Gavazzoni, a visita a Santa Catarina sábado. A agenda começará cedo, com café da manhã na Casa D’Agronômica com o governador Raimundo Colombo. Às 10h, fará palestra aberta a interessados no Teatro Pedro Ivo, sede do governo. Depois, seguirá para Joinville onde visitará empresas e vai participar da missa de sétimo dia em homenagem ao senador Luiz Henrique da Silveira, que faleceu domingo. Na agenda, também está uma entrevista coletiva em Florianópolis.

Levy visita Santa Catarina dia 16. Fará palestra para empresários

08 de maio de 2015 0

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Foto: Evaristo Sa/AFP

O ministro da Fazenda Joaquim Levy, que ganhou destaque nacional e internacional pelo seu esforço para recolocar a economia brasileira nos trilhos, vem a Florianópolis dia 16, o sábado da próxima semana.

Na agenda, uma palestra sobre economia aberta a interessados e reuniões com o governador Raimundo Colombo e o secretário de Estado da Fazenda, Antonio Gavazzoni. O ministro quer entender melhor os bons números da economia catarinense. Mês passado, por exemplo, a arrecadação do Estado teve alta de 13% frente ao mesmo mês de 2014 e a economia local tem crescido acima da média nacional desde o ano passado quando liderou a geração absoluta de empregos no país segundo o Caged. No primeiro trimestre deste ano, o Estado continuou à frente na geração de empregos na indústria e registrou a menor taxa de desocupação do país, 3,9%, segundo o IBGE.

Gavazzoni encontrou Levy na última reunião do Confaz, recentemente, em Goiânia. Surpreendeu o ministro ao informar que o governo de SC havia mudado de posição e iria aderir ao convênio 70 para acabar com a guerra fiscal.

A palestra do ministro será aberta a interessados, especialmente ao público empresarial. A Secretaria da Fazenda ainda está decidindo o local, que pode ser anunciado nesta sexta-feira.

Correção

O dia da visita de Levy saiu errado em parte da edição impressa do Diário Catarinense desta sexta-feira. O correto é 16 de maio e não neste sábado, 9.

Leia mais:
::: Ministro Joaquim Levy quer vir a SC

::: Joaquim Levy diz que governo analisará decisão do TCU sobre práticas fiscais

::: Joaquim Levy diz que é preciso votar MPs do ajuste fiscal com rapidez

No Confaz, Levy fala de crise

06 de fevereiro de 2015 2

Foi surpresa o tom realista do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, na reunião do Confaz, ontem em Brasília. Segundo o secretário da Fazenda de SC, Antonio Gavazzoni, o ministro alertou para uma iminente crise econômica e acionou um sinal de alerta para a economia nacional durante todo o ano.

– O ministro e sua equipe foram acessíveis, mas o recado não foi dos melhores. Ainda assim estamos confiantes em relação à economia no Estado. Confiamos nos nossos empreendedores e estamos vendo a economia mundial crescer muito mais do que no último ano – avaliou Antonio Gavazzoni.

Cobranças à União

O secretário da Fazenda, Antonio Gavazzoni, aproveitou a reunião do Confaz para cobrar temas prioritários às finanças do Estado. Ele reivindicou do Governo Federal a regulamentação do novo indexador da dívida dos Estados com a União e a quitação de repasses atrasados da Lei Kandir, que chegam a R$ 45 milhões. Conforme os cálculos da Fazenda, a mudança no indexador poderá gerar economia de R$ 120 milhões por ano ao Estado. Apesar dessa decisão já estar aprovada, não houve boa vontade do ministro em anunciar sua adoção.

Levy assume com promessa de equilíbrio fiscal e ajustes em tributos

05 de janeiro de 2015 0

Numa das posses ministeriais mais concorridas do governo, o engenheiro naval Joaquim Levy assumiu hoje, às 15h, o cargo de Ministro da Fazenda. Confiante e experiente, ele disse que o equilíbrio fiscal de 2015 e o cumprimento das metas em 2016 e 2017 serão o fundamento de um novo ciclo de crescimento. O ministro também afirmou que possíveis ajustes em tributos serão considerados para elevar a poupança doméstica, que é importante harmonizar o ICMS para desestimular a guerra fiscal entre Estados e que o realinhamento de preços administrados é uma prioridade. O ex-ministro Guido Mantega não compareceu na transmissão do cargo.

Confederação de associações empresariais lança carta para o Brasil não chegar ao fundo do poço

29 de setembro de 2015 0

O documento é a síntese das conclusões do Fórum nacional da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil que se encerrou hoje (29), no Costão do Santinho, em Florianópolis. É assinado pelo presidente nacional da entidade, José Cairoli.

CARTA DE FLORIANÓPOLIS

A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, que congrega 27 Federações, 2.300 Associações Empresariais, representa mais de 2 milhões de empresários, dos mais diversos setores. Nossa organização constitui um sistema associativo politicamente independente. Neste sentido, manifestamos  nossa preocupação com os rumos do País.

Para tanto, como resultado de seu 2º Fórum CACB Mil, propõe algumas medidas que possam mudar drasticamente a tendência negativa da conjuntura brasileira, em nome da estabilidade econômica e social do Brasil e pela preservação do emprego. Ainda acreditamos que é possível restabelecer uma política fiscal responsável, conforme manifestou o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, em sua posse. Lembramos que a indicação do ministro Levy recebeu apoio até mesmo dos líderes mundiais que participaram do Fórum Mundial de Davos, em fevereiro deste ano.

O fato é que estamos caminhando para o fundo do poço conforme mostram os indicadores. Somente a gasolina teve um reajuste de 54,5% em 12 meses. O dólar pulou do patamar de R$ 3,00 para R$ 4,02 com uma desvalorização de 67,29% nos últimos 12 meses perdendo apenas para a Rússia que, no mesmo período, desvalorizou 72,37%. Aliado a esta conjunção dramática, estamos vendo os empregos minguarem numa velocidade inimaginável. Tudo que levamos para construir nas últimas duas décadas está sendo pulverizado em menos de um ano.

Aliado a isso, a inflação e a recessão nos remete à estagflação, ou seja, inflação com recessão. O pior quadro a que um País pode chegar.

Nesse cenário não resta outra alternativa ao governo para restabelecer a confiança dos agentes econômicos. Precisamos encarar com seriedade a questão fiscal do País onde o principal fator é o corte de gastos em conjunto com as reformas econômicas que, diante mão, já contam com nosso apoio.

A saber:

1 – Estabelecer de forma imediata uma idade para a aposentadoria dentro dos padrões mundiais a fim de salvar o rombo da previdência que, a cada dia que passa, é mais assustador e que deve atingir R$ 72,8 bilhões até dezembro deste ano

2 – Apoiar o trabalho do Ministério Público, em especial a autonomia da Polícia Federal e especialmente, o juiz Sérgio Moro.

3 – Resgatar as concessões como ferramenta de estímulo ao investimento privado. Neste sentido é fundamental a rápida tramitação da nova lei de licitações que está em debate na Câmara dos Deputados.

4 – Exigir a contrapartida, por parte do governo, de cortes de dispêndio se for inevitável o aumento da carga tributária.

5 – Lutar incansavelmente pela ética para que, em todas as instâncias da vida nacional, a transparência e uma nova atitude possam corresponder aos anseios dos movimentos que estão clamando por um novo Brasil. Este novo País já começa a acontecer com as revelações da Operação Lava-Jato que não pode ser desmembrada, sob pena de comprometer todo o trabalho feito até aqui.

6 – Defender os direitos do empreendedor, hoje o segmento responsável pela criação de mais de 70% dos empregos diretos e pouco mais de um terço do PIB nacional.

Florianópolis (SC), 28 de setembro de 2015.

José Paulo Dornelles Cairoli

Presidente

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Corte no Sistema S pode fechar 20 mil matrículas e 1,6 mil empregos, prevê a Fecomércio SC

19 de setembro de 2015 10

Assustada com o plano do governo de Dilma Rousseff de tirar 30% da receita do Sistema S para cobrir despesa com a Previdência, a Fecomércio SC, federação que representa mais de 400 mil empresas de comércio, serviços e turismo no Estado, fez as contas e concluiu que, se a medida realmente for adotada, vai causar elevados prejuízos ao setor e ao Estado. As projeções mostram que será necessário fechar 20 mil matrículas de cursos, demitir 1,6 mil trabalhadores, suspender e reduzir uma série de serviços de saúde, educação e cultura. Os cortes no Senac podem chegar a R$ 24 milhões. Segundo o presidente da federação que representa o Senac e o Sesc, Bruno Breithaupt, os investimentos também terão que ser cortados.

Segunda-feira (21), os presidentes das federações do comércio de todo o país vão se reunir na sede da Confederação Nacional do Comércio (CNC), em Brasília, para debater a repercussão desse possível confisco. As entidades também estão se mobilizando para pedir apoio aos parlamentares que intercedam contra o plano do governo.

- A parcela do recurso destinada ao Sistema S jamais poderia sofrer com as inconsistências nas políticas fiscal e tributária de qualquer governo porque está garantida pela Constituição Federal. Esta intenção manifestada pelos ministros Joaquim Levy e Nelson Barbosa, além de não permitir a retomada da capacidade de investimento do país pelo poder público, prejudica a sociedade brasileira uma vez mais – comentou Breithaupt.

A propósito, o empresário alerta que cortes no Sistema S significa redução de serviços essenciais prestados aos comerciários e à população. Segundo ele, cortar recursos do Sistema S significa contingenciar o acesso à educação em vários níveis, cultura, práticas desportivas, ensino técnico e profissionalizante, trabalho que é realizado porque há graves deficiências por parte do setor público. Se o Sesc e Senac tiverem que cortar, terão que reduzir serviços na educação infantil, ensino médio, profissionalizante, superior, pós-graduação e inclusive programas como o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico (Pronatec) em todo país.

Indústria também em alerta
Além do comércio, o setor industrial está muito preocupado. Dependendo da área, o corte no Senai pode chegar a 50% caso o confisco seja realizado, informou uma fonte ligada à instituição em SC.

Erro estratégico
Caso avance nessa medida, o governo Dilma estará cometendo mais um erro estratégico. Cortará investimento no futuro do país – a educação técnica de qualidade reconhecida internacionalmente – para investir no passado, em aposentadorias que, pelo menos parcialmente, poderiam ser postergadas. O que se espera é que o governo tenha bom senso e desista dessa medida.

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Erros do governo derrubam grau de investimento

10 de setembro de 2015 2

Foram longos anos, numa escalada de degrau por degrau, para o Brasil conquistar o sonhado grau de investimento (Investiment Grade) em 2008. O trabalho começou com o ajuste dos gastos públicos no governo de Fernando Henrique Cardoso. Mas os excessos de políticas anticíclicas que começaram no final do governo Lula e continuaram no primeiro mandato da presidente Dilma trouxeram de volta o desequilíbrio nas contas públicas. A decisão da agência Standard & Poors de reduzir a nota do Brasil e derrubar o grau de investimento, na quarta-feira (10) não surpreendeu porque o governo mostrou que não tem condições de ajustar as contas e dar a segurança necessária aos investidores estrangeiros. A gestão da presidente Dilma neste segundo mandato enfrenta uma série de crises ao mesmo tempo. O que mais pesou, segundo a S&P, foi a crise política que está impedindo a tomada de decisão para retomar o equilíbrio fiscal.

Parece que a decisão da agência de maior credibilidade, que vai levar as demais a fazerem o mesmo em breve, acendeu a luz vermelha e o governo começou a se mobilizar. O  ministro da Fazenda, Joaquim Levy, deu longa entrevista ao Jornal da Globo dizendo o ajuste fiscal vai ser buscado com o corte de gastos, inclusive em programas sociais, e aumento de impostos.

Nessa confusão toda, dois fatos novos envolvendo o PMDB sinalizam mudança: o partido do vice-presidente Michel Temer, acusado de atrapalhar, mostrou união ontem e determinação para não aceitar um simples aumento de impostos. Resta saber se mudanças virão ou será apenas mais um movimento para lugar nenhum. De uma coisa é certa, a população não aceita mais pagar impostos sem ter serviços essenciais em troca. O país pode retomar o grau de investimento mais rapidamente ou só num futuro distante. Tudo vai depender do ajuste das contas.

A propósito, a perda do investiment grade obriga fundos a retirarem investimento do Brasil. Mas muitos já reduziram suas posições e foram para mercados mais atrativos dos EUA, México e outros.

“Não houve falha, existe um problema difícil”, afirma Levy sobre rebaixamento da nota de crédito do Brasil
Dólar chega a R$ 3,90 após Brasil perder grau de investimento

A repercussão nacional da crise do Rio Grande do Sul e outros destaques desta segunda-feira

07 de setembro de 2015 0

Com as finanças mais frágeis e maior desequilíbrio fiscal, o Rio Grande do Sul é o Estado que sente mais a recessão econômica do Brasil. Teve que parcelar os salários dos servidores públicos pela segunda vez e enfrenta dificuldades crescentes. Mas chama a atenção o fato de a crise gaúcha ser pouco abordada por lideranças políticas nacionais e até pelos economistas que analisam cenários. A urgente solução da crise nacional ajudaria os gaúchos. O governo federal precisa adotar medidas que tragam de volta a credibilidade. Mas a mudança mais rápida seria com um novo governo.

IMPOSTO PROVISÓRIO

Como não foi possível a volta da cpmf e o governo diz que não há mais onde cortar gastos, a equipe econômica estuda a criação de um imposto temporário. a novidade foi informada pelo ministro da fazenda, joaquim levy, durante viagem à turquia.

DESCONTOS

Com uma série de promoções, a rede de supermercados Koch, que atua mais no litoral Norte de SC, projeta ampliar as vendas em 30% este mês frente ao mesmo período de 2014. A ação é para comemorar a maior idade da empresa: a rede faz 21 anos este mês. Os descontos oferecidos variam de 15% a 30%.

LIQUIDAÇÃO

Shopping center de Palhoça, o Via Catarina realiza neste feriadão a sua liquidação denominada Dias Insanos, com descontos de até 70%. O centro comercial aposta nesta fase em que as pessoas estão renovando o guarda-roupa e as lojas lançam a coleção primavera-verão.

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