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Resultados da pesquisa por "obras"

CentroSul apresenta obras de modernização nesta quinta-feira

13 de agosto de 2015 1
Foto: Charles Guerra

Foto: Charles Guerra

Por Julia Pitthan*

Em sintonia com o novo Mercado Público, o Centro de Convenções de Florianópolis (CentroSul) está se reinventando para atrair novos eventos na capital catarinense. Obras de modernização, que serão apresentadas ao mercado nesta quinta-feira (13), garantiram um novo tratamento acústico ao espaço. O investimento foi feito nos 5,2 mil m² do Pavilhão A. Com as novidades, o CentroSul pode receber, a partir desta semana, shows e espetáculos de grande porte, marcando presença definitiva no calendário dos maiores eventos do país. Até o final do ano, estão previstos cinco ou seis grandes shows, ainda em fase de negociação.

Isso além dos tradicionais eventos de negócios, como congressos médicos e feiras, que movimentam o espaço até o final do ano.

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* A colunista Estela Benetti está em férias até dia 19 de agosto, neste período a jornalista Julia Pitthan assume como interina.

Obras do novo setor do Parque Vila Germânica chegam à reta final

06 de agosto de 2015 0

Por Julia Pitthan*

Foto: Gilmar de Souza, Divulgação

Foto: Gilmar de Souza, Divulgação

O secretário de Turismo de Blumenau, Ricardo Stodieck, comemora a fase final nas obras do Eisenbahn Biergarten, uma construção de 4,5 mil metros quadrados e investimento de R$ 13 milhões no Parque Vila Germânica. O espaço inaugura em 2 de setembro no aniversário da cidade.

A construção faz parte do patrocínio da Brasil Kirin, que detém a marca Eisenbahn, na Oktoberfest. O contrato vai até 2020.

Segundo Stodieck, a festa é superavitária. No ano passado, teve um saldo de R$ 1,6 milhão. A expectativa para esse ano é de crescimento modesto, diz o secretário.

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Mais leitos
Não é apenas a Oktoberfest que movimenta a Vila Germânica. Segundo Stodieck, o parque teve um aumento de 50% no número de vans e ônibus com visitantes em relação ao ano passado. Festival Brasileiro da Cerveja, Natal e Páscoa já se consolidam como atrações na região. Para acomodar melhor os visitantes, a cidade atraiu novos investimentos em hotelaria. Juntos, os três novos empreendimentos somam mais de 350 novos leitos. O Hotel 10, Intercity e Ibis Budget estão nesse cálculo.

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* A colunista Estela Benetti está em férias até dia 19 de agosto, neste período a jornalista Julia Pitthan assume como interina.

Petrobras tem corte de 37% no total de investimentos da companhia

30 de junho de 2015 0
Foto: Petrobras

Foto: Petrobras

Um dos efeitos mais danosos da corrupção crônica na Petrobras foi revelado ontem: o corte de 37% no total de investimentos da companhia para o período 2015-2019. Aprovado sexta, o plano de negócio prevê US$ 130,3 bilhões para investimentos, 37% menor que o anterior. Do total, 83% serão para exploração e produção, 10% para abastecimento, e 10%, gás e energia.

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Portal Monitora Fiesc visa transparência à evolução das obras do governo federal em SC

30 de junho de 2015 0

Para dar transparência à evolução das obras de infraestrutura do governo federal em SC, foi lançado o portal Monitora Fiesc. Segundo o primeiro-vice-presidente da entidade, Mario Cezar Aguiar, serão mostrados todos os dados importantes de cada projeto.

Ferrovias
Para o setor privado, SC precisa mesmo da ferrovia Norte-Sul para trazer grãos. E o prefeito de Jaraguá do Sul, Dieter Jansen cobrou ontem no evento o contorno ferroviário da cidade.

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Obras para atrair navios gigantes

17 de março de 2015 0

Mais um passo para viabilizar a chegada de navios gigantes aos terminais do Complexo Portuário Itajaí foi dado ontem. O governador Raimundo Colombo assinou a ordem de serviço para as obras da nova bacia de evolução, que atenderá os portos de Itajaí e Navegantes e está orçada em R$ 103,9 milhões, com recursos do Estado. Na prática, é a primeira etapa da abertura de uma nova área de manobras que permitirá receber navios maiores e mais carregados, com até 366 metros de comprimento. Hoje, o limite é de 305 metros.

A segunda etapa, orçada em cerca de R$ 280 milhões, será feita depois com recursos do governo federal. Incluirá realocação do molhe norte ampliando o canal de acesso para largura de 220 metros, ampliação da nova bacia de evolução no Saco da Fazenda para 530 metros de diâmetro e dragagens na bacia e canais de acesso.

Esses investimentos são considerados vitais para a economia no Estado. Por falta de espaço para os gigantes que já estão operando na costa brasileira, no ano passado o Complexo perdeu duas linhas asiáticas, uma em Itajaí e outra em Navegantes. Só na APM Terminals, arrendatária do Porto de Itajaí, são 10 mil contêineres a menos todo mês.

Dada a importância da estrutura, os estudos iniciais, feitos em 2012, foram pagos integralmente pela APM Terminals e pela Portonave, que opera na margem de Navegantes. As pesquisas ficaram sob a responsabilidade de técnicos holandeses e incluiu simulações que demonstraram o modo mais seguro de manobrar os gigantes na bacia de evolução.

Alexandre Marujo, diretor de obras da Triunfo Construtora, empresa que venceu a licitação, diz que o maior desafio será executar a empreitada sem paralisar as atividades dos terminais, que continuarão operando.

Obras em Laguna estão lentas por falta de liberação de verba

01 de março de 2015 2

Nem a tão sonhada ponte estaiada Anita Garibaldi, que está sendo construída em Laguna, escapou do atraso generalizado de pagamentos das obras do PAC pelo governo federal. O consórcio Ponte de Laguna, que faz os trabalhos, não recebe desde o final do ano passado. Quinta-feira, o diretor nacional do Dnit, Adailton Cardoso Dias, informou ao deputado federal Ronaldo Benedet que até o final da semana passada seria depositada uma parcela de R$ 16 milhões, mas até ontem o parlamentar não tinha conseguido confirmar se o depósito foi efetuado. Espera ter a resposta hoje. A preocupação é que a obra também tenha sido atingida pelos cortes feitos a empresas envolvidas na operação Lava-Jato da Petrobras, porque uma das que integram o consórcio é a Camargo Corrêa, cujos diretores podem acertar delação premiada nos próximos dias. Mas o diretor do Dnit negou essa vinculação a Benedet.
A estrutura da ponte está finalizada e o asfalto da rodovia começou a ser feito. O temor é de atraso por falta de recursos. O consórcio tem ainda mais de R$ 90 milhões para receber. Quando os pagamentos estavam dentro do cronograma, a previsão era de que a Ponte Anita Garibaldi seria concluída antecipadamente, dia 15 deste mês, o que seria daqui a duas semanas. Mas com a falta de recursos, a construtora reduziu o ritmo e pretende finalizar em maio, prazo previsto no contrato. É lamentável porque este é, hoje, o principal gargalo rodoviário do Estado e sua liberação é muito esperada por Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Solução caseira na Petrobras

08 de fevereiro de 2015 0

A solução caseira do governo federal de escolher o presidente do Banco do Brasil Aldemir Bendini para presidir a Petrobras sugere que quer proteção para eventuais investigações na estatal. Mas se continuar assim, com interferência do governo, parte dos acionistas terá que esperar mais de quatro anos para recuperar perdas em ações da empresa.

Danos da corrupção na Petrobras chegam ao Estado

06 de fevereiro de 2015 3

Investigação da operação Lava-Jato da Polícia Federal na indústria Arxo, de Piçarras, líder nacional na produção de tanques de combustíveis para postos, com 70% do mercado, mostra que os tentáculos da corrupção envolvendo a Petrobras podem causar muitos danos também à economia de Santa Catarina.

A Arxo afirma que não está envolvida em fraudes e, a princípio, não reduzirá empregos em função do episódio, mas o Litoral Norte do Estado, especialmente na região de Itajaí e Navegantes, teme demissões em série por parte de empresas fornecedoras da estatal. Isto porque diversas indústrias, principalmente estaleiros produtores de embarcações de apoio a plataformas, não estão recebendo os pagamentos relativos a contratos com a Petrobras.

Há lideranças do setor que estimam o fechamento de até 5 mil vagas na região. A maioria dessas empresas se instalou em Itajaí e Navegantes nos últimos 10 anos. Além disso, há indústrias tradicionais do Estado que passaram a fornecer mais à estatal por incentivos da própria Federação das Indústrias do Estado (Fiesc) e da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que organizaram eventos anuais com representantes da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip). Vale destacar que o setor de óleo e gás do país movimentava cerca de US$ 60 bilhões por ano e cresceu, especialmente na última década em função do pré-sal. A Petrobras, que responde pela maioria dos negócios, tem mais de 20 mil fornecedores.

A participação de Santa Catarina ocorre porque a região de Itajaí é um dos principais polos de indústria naval do Brasil que foi reativado a partir do governo Lula após passar por dura crise e encolher nos anos de 1990. SC tem ainda outros setores competitivos no fornecimento a empresas petrolíferas, como o metalmecânico e o químico.
Tudo indica que, em breve, o efeito negativo em cascata no emprego também chegará ao Estado. Já atingiu o Rio Grande do Sul e Pernambuco.

OUTRA EMPRESA ENVOLVIDA
Além da Arxo, outra indústria baseada em SC foi citada ontem na operação Lava-Jato: a unidade de navegantes do estaleiro Keppel, de Cingapura. Segundo o ex-diretor da Petrobras e delator Pedro Barusco, o tesoureiro do PT, João Vacari Neto, recebeu US$ 4,523 milhões da Keppel.

O efeito cascata da corrupção na Petrobras

05 de fevereiro de 2015 0

A chegada da operação Lava Jato, agora com o nome My Way, a uma indústria de tanques de combustíveis de Santa Catarina, a Arxo, de Piçarras,  mostra o quanto é nociva e cheia de tentáculos a corrupção que envolve a Petrobras, maior empresa brasileira. Ela tem mais de 20 mil fornecedores no país – algumas dezenas em SC – e um volume financiado junto a bancos que soma cerca de R$ 130 bilhões. Isso mostra que, se há corrupção de “A a Z” e quase tudo for apurado, o impacto recessivo na economia do país será grande.

Estimativas apontam que a cadeia responde pela movimentação de Us$ 60 bilhões por ano e havia um crescente interesse de empresas em participar em função dessas altas somas envolvidas. A própria CNI promovia aproximação de indústrias com o setor por meio da Onip, a Organização Nacional da Indústria do Petróleo. Há empresas que passaram a fornecer ao setor e cresceram mais rápido do que a média. Algumas, agora, são acusadas de envolvimento em corrupção.

Nildemar Secches, ex-BRF, é um dos cotados para a Petrobras

04 de fevereiro de 2015 0

O executivo Nildemar Secches, que reergueu a Perdigão a partir de 1995 e em 2009 foi transformada em BRF na fusão com a Sadia, é um dos nomes considerados pela presidente Dilma para presidir a Petrobras. Vale observar que um dos pontos fortes de Secches à frente da gigante de alimentos foi justamente a confiança que conquistou no mercado pela governança corporativa que adotou. Ele focou no negócio com transparência, passo a passo, o que permitiu um crescimento acelerado, mas seguro. Sua concorrente Sadia arriscou nos derivativos e quebrou financeiramente com a crise global de 2008. O então presidente do conselho da Perdigão articulou a compra da concorrente.
Também são cotados para comandar a Petrobras o ex-presidente do BC, Henrique Meirelles e o ex-executivo da Petrobras e OGX, Rodolfo Landim. Como Meirelles foi do governo petista, pode gerar menos confiança no mercado.
Secches foi para a Perdigão após o empresário catarinense Eggon João da Silva, um dos fundadores da WEG, liderar a articulação de salvamento da empresa da falência em 1993. Eggon buscou os fundos de pensão porque ficou muito preocupado com o risco de fechamento de uma das maiores agroindústrias catarinenses, deixando milhares de desempregados.
Desde aquela época, Secches ficou muito próximo de SC e da WEG. Atualmente, é vice-presidente do conselho de administração do grupo jaraguaense que atua no setor elétrico e em outros.

Dificuldades na Petrobras

18 de janeiro de 2015 0

Como a Petrobras, maior estatal brasileira, não sai das manchetes negativas desde que foi iniciada a operação Lava-Jato, tudo indica que a presidente da companhia, Graça Foster, terá que fazer muito mais para se manter no posto. Desde que assumiu, escolheu técnicos de carreira da empresa para a maioria dos cargos de gestão. O problema maior está com fornecedores que, em função dos esquemas políticos, não entregam o que prometem à empresa. Atrasam investimentos e/ou solicitam reajustes de valores de projetos. A situação está difícil.

Empreiteiras criticam alta de 40% do cimento asfáltico da Petrobras

14 de janeiro de 2015 0

Apesar de o preço do petróleo estar baixo no mercado mundial e de o Brasil enfrentar enormes carências de infraestrutura rodoviária, a Petrobras elevou o preço do cimento asfáltico de petróleo bem acima da inflação nos últimos meses. Segundo a Associação Catarinense de Obras Públicas (Aceop), as empresas que utilizam o insumo enfrentaram reajuste de aproximadamente 14% em novembro e de 23% em dezembro, o que resulta numa alta acumulada de 40,22% em apenas dois meses.

Segundo o presidente da associação, Wagner Sandoval Barbosa, esse reajuste colocou muitas empresas numa situação extremamente difícil porque não poderão concluir as obras com os recursos orçados antes dessas majorações. E como, nos contratos públicos, não dá para reajustar apenas o valor de um insumo, muitas que não poderão arcar com esse custo maior terão que solicitar readequação do valor de todo o contrato junto ao Tribunal de Contas, o que é um processo demorado. De acordo com Wagner Barbosa, o cimento asfáltico representa quase 50% do custo do asfalto. Por isso o reajuste pesa muito para empreiteiras que só fazem obras asfálticas.

A Petrobras confirmou ontem os reajustes de preços dos ligantes asfálticos às distribuidoras no percentual médio de 12% a partir de 23 de novembro do ano passado e de 20% em 24 de dezembro. A companhia deu mais detalhes sobre os novos preços, informando que os revendedores também aplicaram reajustes, o que explica a variação mais alta ao consumidor final.

– As cláusulas de sigilo presentes nos contratos firmados entre a Petrobras e seus clientes impedem a divulgação dos preços ou percentuais específicos de um local. Entretanto, informamos que os reajustes foram aplicados em todos os pontos de venda da Petrobras, em percentuais variáveis. Os índices supracitados referem-se à média Brasil – informou ontem a empresa por meio da sua assessoria de imprensa.

Impacto da Petrobrás

16 de dezembro de 2014 0

A indústria de SC que fornece para a Petrobras sofre com atrasos de pagamentos de produtos já entregues e enfrenta dificuldades para realizar novas vendas, disse o presidente da Fiesc, Glauco Côrte. As empresas mais afetadas são estaleiros da região de Itajaí e indústrias do Norte do Estado. A troca da diretoria da estatal é esperada.

Estaleiros esperam manutenção de negócios com a Petrobras

25 de novembro de 2014 0

Os estaleiros locais que fornecem direta ou indiretamente à Petrobras ainda não se manifestaram oficialmente sobre os reflexos que a Operação Lava Jato poderá ter sobre futuros contratos. No setor, a perspectiva é pela manutenção dos bons negócios. As embarcações produzidas e consertadas por aqui são consideradas essenciais à continuidade dos trabalhos da estatal na exploração de petróleo (Colaborou Dagmara Spautz).

Óleo e Gás
O grupo Tuper, de São Bento do Sul, diante da demora para fazer contratos com a Petrobras, foi além para manter atuante a sua novíssima fábrica voltada a produtos ao setor de óleo e gás. O presidente da companhia, Frank Bollmann, contou para a Época Negócios que estão sendo prospectados clientes na América Latina e África. Para Bollmann, o pré-sal é uma oportunidade de negócios, mas não a única.

Corrupção na Petrobras pode atrasar negócios com indústrias de SC

23 de novembro de 2014 0

A expectativa de atrasos em projetos da Petrobras devido ao escândalo de corrupção que abala a companhia pode retardar contratos de indústrias catarinenses que fornecem à estatal. Como uma das maiores investidoras globais, com plano de negócios orçado em US$ 220 bilhões (R$ 554 bilhões) para o período de 2014 a 2018, a empresa atraiu interesse de diversas indústrias do Estado e também motivou instalação de estaleiros em SC. Entre as empresas que fornecem à estatal está o estaleiro Detroit, de Itajaí, que repara e constrói rebocadores portuários, navios PSV e embarcações de trabalho para atender plataformas de petróleo. Além disso, os estaleiros Oceana e Keppel Signmarine, que fornecem ao setor, estão fazendo elevados investimentos na região de Itajaí.
Na lista de fornecedores da Petrobras estão ainda grupos catarinenses tradicionais como WEG, Tuper, Ciser e Altona, entre outros. Esses tendem a sofrer menos porque não concentram muitas vendas ao setor.
E vem aí um novo estaleiro, o CMO, de R$ 650 milhões. Ainda está em fase de licenciamento, pretende se instalar em São Francisco do Sul para montar plataformas de petróleo e outros itens. Um dos clientes principais será a estatal brasileira.

Crise na Petrobras, ações e investimentos

18 de novembro de 2014 0

A série de prisões realizadas pela Operação Lava-Jato, que investiga desvios de recursos da Petrobras estimados em R$ 10 bilhões, preocupa pela série de impactos. Para o segmento empresarial, uma das preocupações é com a sinalização de que o setor energético pode estar envolvido em corrupção semelhante e uma possível investigação atrase investimentos numa área que requer novas obras com urgência.

Para quem investe em ações da Petrobras, o cenário não é tão ruim, na avaliação de dois analistas ouvidos pela coluna.
O agente autônomo de investimentos de Joinville, Kléber Falchetti, diz que o momento não é para venda de ações. Isto porque já houve uma queda acentuada na eleição e, com a operação Lava-Jato, poderá melhorar a gestão e os papéis da companhia poderão ter alta em breve. Segundo ele, do início do ano até ontem, as ações da Petrobras PN tiveram queda acumulada de 21,54% e durante todo o ano passado recuaram 9,06%. Apesar desses recuos, os que investiram no longo prazo, como os que aplicaram recursos do FGTS, não estão perdendo. Desde quando o PT assumiu o governo federal, de 2003 até agora, a alta acumulada é de 260%. 

Na avaliação do economista Rafael Costa, gestor do fundo Próprio Capital, de Florianópolis, para investidores que optam por carteira diversificada, numa média de 15 empresas, agora é um bom momento para comprar ações da Petrobras de olho no longo prazo – um período de até cinco anos. Isto porque, apesar dos problemas atuais, a companhia tem um grande mercado, está mantendo investimentos, concluindo uma refinaria e 25% do que produz já vem do pré-sal,

– Outro ponto é que a dívida da empresa, apesar de grande, é de longo prazo – diz Costa.

O fundo Próprio Capital prioriza investimentos em ações de empresas privadas, que não sofrem as oscilações da política, independentemente de governos. Por isso não investe na Petrobras há alguns anos, explica Costa. Atualmente, conta com 68 participantes e uma carteira de R$ 11 milhões. Seguindo estratégia mais parecida com a de Warren Buffet, o Próprio Capital não investe em projetos, somente em empresas, explica o gestor.

 

Furlan mostra otimismo com o futuro do país, mas critica atraso de obras

30 de setembro de 2014 0
Foto: Diorgenes Pandini / Agência RBS

Foto: Diorgenes Pandini / Agência RBS

O empresário Luiz Fernando Furlan, conselheiro da BRF, a maior empresa de SC que é dona da Sadia e Perdigão, e ex-ministro de Desenvolvimento, mostrou otimismo com o futuro do Brasil em palestra hoje na reunião-almoço do Lide Santa Catarina, no CentroSul, em Florianópolis. Disse que tem essa visão porque vê o país de fora em função das muitas viagens. Mas questionado pela imprensa sobre obstáculos à economia, criticou os atrasos em obras de infraestrutura.

- Eu gosto muito de disciplina econômica. A gente perdeu um pouco o rumo disso e acabou contaminando o ânimo empresarial. Quando você anuncia um determinado projeto, diz que ele vai custar 100 e vai demorar três anos para fazer. Aí chega no final do terceiro ano, você terminou e ele custou 105, tá tudo bem. Agora, quando você chega no terceiro ano, o projeto está pela metade e ele já custa o 100 – o que, em grande parte, do Brasil está desse jeito – aí as pessoas vão ficando inquietas porque contavam com ele para logística,para a eficiência do sistema. Acho que a gente tem começado coisas demais e entregado coisas de menos. Não estou falando só em governo federal. Em geral,com raras exceções. Tem uma disciplina: abraçar menos coisas, mas entregar _ disse Furlan, ao observar que a logística afeta muito as atividades da BRF porque a companhia trabalha com milhões de toneladas.

Entre as lideranças presentes no concorrido almoço, que teve como anfitriões, o presidente do Lide SC, Wilfredo Gomes; e o vice-presidente, José Netto, estavam os senadores Luiz Henrique da Silveira e Casildo Maldaner; o secretário nacional de Políticas para Turismo, Vinícius Lummertz; a secretária de Estado de Desenvolvimento Sustentável, Lucia Dellagnelo;o ex-prefeito e candidato ao senado Dario Berger; o presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis, Sander de Mira e a presidente do Instituto Guga Kuerten, Alice Kuerten.

Sobras altas

15 de agosto de 2014 0

O Sicoob Advocacia, cooperativa de crédito que atende os advogados e seus familiares fechou 10 anos com recorde na distribuição de sobras, diz o presidente do Conselho de Administração, Rafael de Assis Horn. Foram R$ 1,3 milhão distribuídos entre os cooperados.

Obras da fábrica da BMW em ritmo acelerado

12 de junho de 2014 0

bmwthomasSempre que vai para Joinville ou região, o governador Raimundo Colombo gosta de sobrevoar sobre o parque fabril da BMW, que está sendo construído. As obras estão avançadas e a empresa projeta inaugurar a unidade dia 30 de setembro, às vésperas da eleição. Na foto, imagem do atual estágio das obras, captada ontem pelo diretor de Imprensa do governo, Cláudio Thomas, que acompanhou Colombo em viagem a Joinville.

Sul tem pressa para obras de logística e propõe concessão ao setor privado

27 de março de 2014 0

O Fórum Industrial Sul, formado pela Fiesc, Fiergs e Fiep, apresentou ontem o estudo Sul Competitivo, pela melhoria logística, ao ministro dos Transportes César Borges. O presidente da Fiesc, Glauco Côrte, disse que o objetivo é atrair investidores privados. O Sul quer incluir alguns projetos no futuro PAC 3.