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Entrevista: Pamplona no clube das bilionárias

28 de junho de 2015 0
Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Esta é uma fase especial da Pamplona Alimentos, de Rio do Sul, agroindústria de carnes presidida por Irani Pamplona. A companhia inaugurou neste sábado fábrica de industrializados que recebeu investimento de R$ 70 milhões e, em breve, entrará no clube das empresas que faturam mais de R$ 1 bilhão por ano. Planeja fechar 2015 com receita bruta de R$ 1,1 bi.

Este é o ano em que a Pamplona Alimentos entra no seleto grupo das companhias bilionárias. Em que período vai alcançar essa marca?

No último trimestre deste ano.

Como foi a trajetória da empresa nos últimos anos?

Desde 2009, com a implementação do business plan da companhia, alinhado com o planejamento estratégico, a Pamplona Alimentos S.A. vem ampliando a comercialização dos produtos industrializados nos diversos canais, destacando-se a ampliação no varejo, melhorando significativamente a lucratividade, possibilitando a modernização do parque fabril.

O que representa a nova fábrica de industrializados inaugurada neste sábado em Rio do Sul?

É a concretização de um sonho que foi desenhado no planejamento estratégico da empresa e que só se tornou possível graças ao empenho dos acionistas, executivos e de todos stackholders (públicos estratégicos).

Em quais mercados a Pamplona comercializa industrializados e como se posiciona em termos de preços?

Estamos, nos últimos anos, ampliando as nossas vendas para todo o território nacional, direcionando a produção desta nova fábrica para o mercado interno, grande parte ao varejo. Acreditamos que com os atributos e qualidade alcançados pelos nossos produtos com a tecnologia de ponta adquirida vamos agregar ainda mais valor, aproximando nossos preços aos dos grandes players do mercado.

Quanto da produção da companhia é exportada e em quais mercados projeta crescer mais no exterior?

Exportamos 45% da nossa produção para mais de 20 países. Se destacam os crescimentos ainda em 2015 para o Japão, África do Sul e China, e no próximo ano, para a Coreia do Sul.

A Pamplona atua no segmento de proteína animal com carnes suína e bovina. Planeja atuar na avicultura?

Manteremos a nossa estratégia de focarmos somente em suínos, industrializando 40% do total faturado pela empresa, e pequena parte em bovinos.

A Pamplona aperfeiçoou a gestão, criou o conselho de administração. Quais são os principais resultados dessas mudanças?

O processo de governança começou em 2009 pela então presidente, dona Ana Pamplona, apoiada pelos demais acionistas. Naquele ano, com o apoio da Fundação Dom Cabral, a empresa reformulou a diretoria e instituiu o conselho de administração do qual o nosso irmão mais velho, Valdecir Pamplona, é presidente. Desde o início, foi integrado por conselheiros independentes. Atualmente são quatro. Esta mudança contribuiu sobremaneira para a recuperação econômico-financeira da Pamplona Alimentos, que desde então, suportada nos seus investimentos alinhados com planejamento estratégico, vem crescendo de forma sustentável, ampliando o mix de produtos e market share no mercado interno.

A senhora acaba de assumir a presidência do Sindicato das Indústrias de Carnes (Sindicarnes/SC). Quais são as prioridades da entidade?

A maior, sem sombra de dúvidas, é lutar pela manutenção da segurança sanitária do nosso Estado. Com o apoio das agroindústrias e dos órgãos públicos, manteremos o status diferenciado em relação aos demais Estados do Brasil, nos credenciando a ter acesso aos importantes mercados como o Japão, Estados Unidos, China, África do Sul e, futuramente, também a Coreia do Sul.

Qual é a sua avaliação sobre o cenário do setor para este ano e 2016?

Estamos otimistas com a nossa performance para 2015 e 2016. Entendemos que esta crise que assola os demais setores se dissipará nos próximos semestres.

A senhora preside a Pamplona Alimentos desde 2009. Como foi sua trajetória na empresa?

Minha vida profissional foi toda dedicada à Pamplona, desde muito cedo, aos 14 anos. Trabalho há 48 anos na empresa, sendo nove como diretora financeira, 25 no administrativo e, em 2009 assumiu a presidência. Nossos pais, os fundadores Ana e Lauro Pamplona tiveram cinco filhos: Edina, Valdecir, Irani, Jacir e Daurete. Hoje, Valdecir preside o conselho, Edina é conselheira e gerente da fábrica de Rações, Maria Daurete é gerente Comercial da filial de Itajaí e secretária do conselho.

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Pamplona inaugura fábrica de alimentos com tecnologia de ponta

27 de junho de 2015 0
Julio Cavalheiro, Secom, divulgação

Julio Cavalheiro, Secom, divulgação

Com evento festivo para autoridades e parceiros do Brasil e exterior, a Pamplona Alimentos, inaugurou na manhã de hoje moderna fábrica de alimentos junto ao parque fabril da matriz, às margens da BR-470, em Rio do Sul. O tom foi de otimismo e confiança no futuro, afinal, as agroindústrias estão entre os setores que sentem menos a crise. A fita inaugural foi descerrada pela presidente da companhia, Irani Pamplona Peters (E); o governador Raimundo Colombo; o presidente do conselho da companhia,Waldecir Pamplona; e o superintendente Federal de Agricultura no Estado, Jacir Massi. Entre as autoridades presentes, os secretários de Estado da Agricultura, Moacir Sopelsa; da Fazenda, Antonio Gavazzoni; e da Defesa Civil, o riosulense Milton Hobus. O presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), Glauco José Côrte, e o prefeito de Rio do Sul, Garibaldi Ayroso também estiveram presentes.

Com equipamentos de última geração importados da Itália e Alemanha, a Pamplona está confiante de que fará produtos premium e poderá competir com as empresas maiores. O investimento somou R$ 70 milhões, sendo 58% de financiamento do BNDES, 26% pelo Itaú e 16% de capital próprio. O novo prédio de três andares tem 8,5 mil metros de área construída e vai acrescentar 14 mil toneladas de produtos ao ano.

Pamplona avança em alimentos industrializados

26 de junho de 2015 0

Alinhada com a tendência do mercado de derivados de carnes que demanda mais industrializados, a Pamplona Alimentos, de Rio do Sul, vai oferecer linha premium de salames, copas, presuntos e linguiças. A nova unidade que fabrica esses itens recebeu investimentos de R$ 70 milhões e será inaugurada amanhã, às 10h, em evento com a presença do governador Raimundo Colombo. Segundo a presidente Irani Pamplona, a expansão gerou 120 empregos diretos e contribuirá para a empresa atingir receita de R$ 1,1 bilhão este ano.

ENTRE AS TENDÊNCIAS DA AGROPECUÁRIA DISCUTIDAS NO CONGRESSO DA SOJA, QUE SE ENCERROU ONTEM, NA CAPITAL, ESTÁ A PRODUÇÃO DE GRÃOS, BOVINOS E FLORESTAS NUMA MESMA PROPRIEDADE, COM ROTAÇÃO DE ÁREA E MAIS USO DE TECNOLOGIA NO SOLO.

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Pamplona investe R$ 75 milhões em fábrica de embutidos

05 de maio de 2014 0

A  Pamplona Alimentos planeja investir R$ 75 milhões na sua unidade produtiva de Rio do Sul, onde está sua sede. Vai instalar nova planta industrial para produzi rpresuntos, salames, bacon, fatiados e linguiças. A produção será iniciada no primeiro semestre do ano que vem. A empresa também investirá R$ 11 milhões na fábrica de Presidente Getúlio. As informações são do Valor.

Expolages projeta polo de bovinos jovens para corte

13 de outubro de 2015 0
Associação Rural de Lages, divulgação

Associação Rural de Lages, divulgação

Um dos maiores eventos agropecuários do Sul do Brasil, a Expolages acontece esta semana no Parque Conta Dinheiro, em Lages. A recepção de animais começa hoje e o evento segue até domingo, com leilões e palestras. Segundo o pecuarista Márcio Pamplona, presidente da Associação Rural de Lages, organizadora do evento, a região avança como produtora de animais jovens para carne de alta qualidade.

Quais são as expectativas para a Expolages?

As melhores possíveis. A agropecuária está liderando o crescimento da economia. Apesar de todo o conjunto de crises, o produtor precisa continuar investindo para ter retorno. Vemos um momento favorável para investimentos, tanto na área de genética para bovinos de corte, quanto na agricultura. A nossa exposição é tradicional e forte na pecuária. É a mais antiga do Estado, realizada há 95 anos. A primeira foi em 1920 e desde 1949 é realizada todos os anos.

Como evolui a pecuária de corte na região de Lages?

Bem, mas estamos trabalhando para ampliar a produção e aprimorar ainda mais a genética e a precocidade. Tivemos uma evolução expressiva na comercialização de animais. Números da Cidasc mostram que em 2009 foram comercializados na região 93.580 animais, e em 2014 alcançamos 209.698, o que significa 115% a mais, considerando os que foram para abate ou para terminação. O diferencial é que nossa região está se tornando um polo de animais jovens que são encaminhados para terminação no Litoral, em confinamento ou não. Esses animais são vendidos com 10 meses ou 12 meses e são abatidos com menos de 20 meses ou até 30 meses.

E o mercado para carnes?

Temos muito mercado. O Estado importa cerca de 140 mil toneladas de carne bovina por ano. Em valores, é mais de R$ 1 bilhão. Nós queremos ampliar a produção para abastecer o mercado catarinense com carnes de qualidade, marcas próprias locais. Precisamos alcançar um padrão. Carnes de frango e de suíno de Santa Catarina já têm um padrão.

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Santa Catarina espera para julho abertura da Coreia

29 de junho de 2015 0
Foto: Julio Cavalheiro, Secom / Divulgação

Foto: Julio Cavalheiro, Secom / Divulgação

Nas próximas semanas – talvez na segunda quinzena de julho – autoridades sanitárias da Coreia do Sul devem anunciar a abertura do mercado do país à carne suína de Santa Catarina. Esta informação foi destacada pelo governador Raimundo Colombo na inauguração da fábrica de industrializados da Pamplona Alimentos, sábado, em Rio do Sul. Também no evento, o superintendente federal de Agricultura em SC, Jacir Massi, disse que todos os trâmites técnicos estão cumpridos. Falta apenas a Secretaria de Relações Institucionais do Itamaraty fornecer as últimas informações para a Coreia do Sul poder abrir seu mercado. Agroindústrias de SC aguardam com muita expectativa a decisão porque a Coreia importa cerca de 880 mil toneladas de carne suína por ano e será um importante mercado ao lado do Japão, que compra de SC desde meados de 2013.

O evento da Pamplona foi bem prestigiado por ser mais um investimento numa fase de crise no país.Também presente, o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte disse que em breve será inaugurada mais uma fábrica, a da Netzsch, em Pomerode.
Fábrica de ponta

A presidente da Pamplona Alimentos, Irani Pamplona (D), apresentou a nova fábrica a convidados, entre os quais o governador Raimundo Colombo e os secretários de Estado da Agricultura, Moacir Sopelsa, Defesa Civil, Milton Hobus, e Fazenda, Antonio Gavazzoni. Equipada com máquinas de ponta do exterior, a unidade produzirá salame, presunto, apresuntado e copa, que chegarão ao mercado em agosto. Os industrializados responderão por 33% da receita deste ano.

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Agronegócio pede atenção à preservação da sanidade em SC

14 de abril de 2015 0

Líderes do setor agroindustrial de carnes se reuniram ontem com o governador Raimundo Colombo para convidá-lo pessoalmente a participar do Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (Siav), dia 27 de julho, no Anhembi, em São Paulo, e para reforçar a importância do trabalho da vigilância sanitária em todo o Estado.

– Santa Catarina pauta o Brasil na sanidade. Quando um mercado é aberto para carne suína, o primeiro Estado é SC por ser uma referência. O bem mais precioso que temos é a sanidade. Diante de um quadro de tantos problemas no mundo, viemos pedir vigilância integral, apoio de pessoas nos portos, aeroportos e fronteiras – afirmou Francisco Turra, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que participou da reunião de ontem na sede do governo.

Também estiveram no encontro o secretário de Estado da Agricultura Moacir Sopelsa, a presidente do Sindicarnes Irani Pamplona, o presidente da Aurora Alimentos Mário Lanznaster e executivos de outras agroindústrias e entidades do setor. No documento entregue a Colombo, reforçaram a importância econômica e social do setor no Estado, como gerador de empregos e de renda.

Conforme Turra, o setor trabalha com o Ministério da Agricultura para abrir os mercados da Coreia do Sul e da Europa para a carne suína catarinense. Para a Coreia está quase tudo pronto, os últimos questionários estão sendo finalizados. E a Europa mostrou interesse em importar de SC porque vem enfrentando sérios problemas de peste suína clássica.

Carnes em alta

A carne bovina continuará muito cara no Brasil em função da oferta, explica o presidente da ABPA, Francisco Turra. A alta ocorre em função da oferta limitada e grande procura mundial. O preço da carne suína, segundo ele, deverá subir porque o Brasil vai exportar mais. Além disso, tanto a carne suína quanto de aves seguirão com bons preços porque elas são as opções de substituição à carne bovina, que está mais cara.

Porto de Itapoá completa três anos com 100% de ocupação

15 de junho de 2014 3

ItapoáMachadoUm dos mais modernos do mundo, o Porto de Itapoá, no Norte de SC, completa hoje três anos de atividades já operando com quase 100% de ocupação da sua capacidade. Investe R$ 500 milhões para quadruplicar a movimentação de cargas – dos atuais 500mil TUs (contêineres de 20 pés) por ano para 2 milhões de TUs até 2016. Mas para esse moderno terminal operar plenamente, e o Porto de São Francisco, seu vizinho, também receber navios maiores, o setor público precisa investir R$ 200 milhões no aprofundamento do canal da Baía da Babitonga dos atuais 11 metros para 14 metros. A obra vai favorecer ainda berços privados e poderá acelerar o investimento no Porto de Laranjeiras, da iniciativa privada, que ainda não saiu do papel.

Segundo o presidente do Porto de Itapoá, Patrício Junior, há perda de receita de US$ 40 mil por navio pelo fato de não poder carregar além do limite permitido para navegar na profundiade de 11 metros. Os portos colaboram com a realização do projeto.

Sabemos que o Estado está fazendo obras para os complexos portuários de Itajaí e Imbituba, que são necessárias, mas nós, no Norte, também precisamos de dragagem disse Patrício Junior.

Lideranças do Norte solicitaram apoio ao senador Luiz Henrique e ao prefeito de Joinville, Udo Döhler, para convencer o governo de SC sobre a importância do investimento.Itapoá2

 

Logística perfeita

Com cinco portos, Santa Catarina oferece logística portuária perfeita, avalia o presidente do Porto de Itapoá, Patrício Junior. Seguindo o velho conselho de não por todos os ovos na mesma cesta, grandes empresas usam quase todos os portos.

As maiores em Itapoá são: BRF, JBS, Tupy, Whirpool, Ingredion, WEG, Braslumber, Seara, Pamplona, Incepa, Amanco, DowBrasil, Volkswagen, CNH, P&G, Marisa, Electrolux, Cooper Trading, Braskem e BMW.

Foto 1: Alberto Machado, BD/01/11/2013

Foto 2:Divulgação, BD/05/04/2013

 

 

Rússia anuncia frigoríficos habilitados para exportação

16 de maio de 2014 0

Diante da queda de oferta de carne suína no mercado mundial em função da diarréia que aginge a produção em vários países, a Rússia decidiu habilitar cinco empresas brasileiras para exportar ao seu mercado. Segundo o Mínistério da Agricultura, ela voltará a comprar carne suína da Seara, em planta de SC, e incluiu mais quatro plantas de carne bovina: Frigorífico Astra, do Paraná; VPR Brasil, Paraná; Vale Grande, Mato Grosso; e JBS, Goiás.
O serviço russo também retirou oito estabelecimentos que abatem aves, suínos e bovinos da condição de restrição temporária. Então, poderão voltar a exportar a Alibem Comercial de Alimentos, do Rio Grande do Sul; Pamplona Alimentos, Santa Catarina; Seara, Rio Grande do Sul ;Minerva, São Paulo; Minerva, Tocantins; Aurora Alimentos, Santa Catarina; Seara, São Paulo; e BRF, Goiás.

Brasil precisa suspender o uso de ractopamina

26 de setembro de 2013 9

A Rússia anunciou ontem a suspensão temporária das compras de carne suína de dez frigoríficos brasileiros a partir de dois de outubro, incluindo unidade do Pamplona, de Rio do Sul, Marfrig, Minerva e Friboi. A razão apontada foi a identificação de traços de ractopamina, um melhorador de crescimento, em carnes dessas empresas. Há outras inconformidades também. Isso mostra que passou da hora de as autoridades sanitárias do país ou pelo menos as catarinenses abolirem o uso da ractopamina na suinocultura. Se a metade do mundo não quer, alegando que faz mal para a saúde, faz mal também para a saúde dos brasileiros. Além disso, para melhorar os ganhos, essas empresas acabam perdendo mercado. Pior do que essa mistura que as empresas fazem de produto que tem que ir para um mercado e outro, é vender ao consumidor um produto de qualidade questionável. A ractopamina e outros melhoradores de crescimento são aceitos no mercado americano e japonês, mas não no europeu, chinês e russo.

Exportações de carne suína ao Japão por contêineres começam neste final de semana

11 de julho de 2013 0

As empresas BRF e Seara vão embarcar os primeiros contêineres de carne suína catarinense ao Japão neste final de semana. Segundo informações da Superintendência do Ministério da Agricultura, a movimentação das cargas já foi aprovada e será pelo Porto de Itajaí. As empresas Aurora, Pamplona e Sul Valle também estão preparando cargas. Este não será o primeiro embarque ao país asiático desde que SC conseguiu autorização das autoridades japonesas para exportar. A estreia foi com um pequeno lote via aérea, emviado pela BRF e que chegou à embaixada do Brasil no Japão dia 25 de junho, conforme antecipei no Diário Catarinense de 28 de junho.

Beiramar Shopping tem novo gerente de marketing

23 de outubro de 2012 0

O Beiramar Shopping escolheu o executivo Carlos Pamplona Junior para o cargo de gerente de marketing. Antes de aceitar o desafio, ele atuou por nove anos como gerente de marketing da rede Carioca Calçados. Pamplona tem 36 anos, é graduado em Administração e pós-graduado em Gestão Estratégica de Empresas pela Universidade Federal de Santa Catarina. Ele disse que vai trabalhar em todos os pontos que se referem ao marketing do shopping por meio de ferramentas diferenciadas, produzindo conteúdo e conceito relevantes para o mesmo.

Fiesc cria a Câmara da Agroindústria

15 de junho de 2012 0

A maior aproximação do agronegócio catarinense com a Federação das Indústrias (Fiesc) vai trazer maior entregação de setores importantes da economia catarinense, debates, defesa de interesses comuns e maior desenvolvimento econômico ao Estado. Essa interação maior começou ainda na gestão passada da Fiesc, que tinha à frente o empresário Alcantaro Corrêa, e se consolida agora, na gestão de Glauco Côrte, com a criação da Câmara de Desenvolvimento da Agroindústria, que tem à frente o presidente da Coopercental Aurora, Mário Lanznaster.

Leia, abaixo, a notícia sobre a primeira reunião da câmara, divulgada pela Fiesc:



Primeira reunião da Câmara teve a participação de representantes de diversas empresas do setor (foto: Dâmi Radin)

Primeira reunião da Câmara teve a participação de representantes de diversas empresas do setor (foto: Dâmi Radin)

Florianópolis, 14.6.2012 – Na primeira reunião da Câmara de Desenvolvimento da Agroindústria da Federação das Indústrias (FIESC), realizada nesta quinta-feira (14), em Florianópolis, o setor definiu como prioridade a mobilização por melhores condições de infraestrutura para transportar os produtos e para receber os insumos. “Nossa batalha é pela construção de uma ferrovia para que os insumos venham com frete mais barato”, defendeu o presidente da Câmara, o industrial Mário Lanznaster, para quem a falta de infraestrutura pode inviabilizar a agroindústria catarinense.

Lanznaster também chamou a atenção para a situação da BR-282, que faz os produtos do Oeste chegarem aos Portos do Estado. “A principal bandeira será a defesa da infraestrutura para manter as empresas aqui. A BR-282 está intransitável, é uma carnificina. O movimento na rodovia aumentou dez vezes e a capacidade continua a mesma. Isso faz com que as empresas realmente comecem a repensar”, disse.

Até há poucos anos, as empresas do Oeste compravam o milho no Paraná, mas o Estado vizinho já se tornou o maior produtor de frangos do Brasil e consome todo o insumo produzido. Então, as agroindústrias catarinenses precisam comprar o insumo do Mato Grosso e do Paraguai, explica o presidente da Câmara. “Hoje, em Sorriso (MT), o milho está R$ 13 a saca. No entanto, o produto chega ao Oeste a R$24, ou seja, a matéria-prima praticamente dobra de valor só por causa do frente. A alimentação de frangos e suínos, composta por milho e farelo de soja, representa 70% do custo de produção”, informou. “Isso é muito caro. É inconcebível. Ou as empresas se instalam onde têm os insumos ou elas fecham”, acrescentou.

O industrial, que também preside a Aurora Alimentos, afirmou que a criação da Câmara é importante em função do peso segmento na indústria catarinense. “Existem desafios a serem vencidos. Se não prestarmos atenção agora, vamos pagar caro por isso no futuro”, afirmou.

No encontro, que teve a presença do secretário de Infraestrutura, Valdir Cobalchini, o diretor de relações industriais e institucionais da FIESC, Henry Quaresma, afirmou que em breve as Federações de Indústria do Sul vão apresentar o Projeto Sul Competitivo, o maior estudo até hoje realizado sobre modais logísticos na região. “O trabalho vai surpreender. Vai desmistificar muitas questões e ser um balizador para os governos federal e estaduais”, salientou Quaresma.

Na reunião, o economista e professor da UFSC, Sílvio Cário, apresentou os principais gargalos e o que é preciso fazer para aumentar a competitividade do setor.

No encontro também estiveram presentes representantes do Grupo Marfrig, BR Foods, Frigorífico Pamplona, Sindicarne e a Associação Catarinense de Avicultura.

Rússia: trigo em troca de carne suína

22 de janeiro de 2012 3

A tão esperada reunião entre o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, e a ministra da Agricultura da Rússia, Yelena Scrynnik, aconteceu hoje, na Alemanha. A líder russa sinalizou que seu país quer vender mais trigo em troca da compra de carnes brasileiras. Mendes Ribeiro solicitou a suspensão dos embargos às compras de carne da Região Sul e Mato Grosso pela Rússia. Disse que a região tem uma situação privilegiada em termos de controle sanitário, que o sistema de defesa é organizado nacionalmente e, logo, os critérios são os mesmos para todos. Também falou que, pelo fato de o país ter dimensões continentais, a defesa será regionalizada.

A ministra falou que vai avaliar pessoalmente a questão do embargo. Aproveitou para solicitar apoio do ministro para a exportação de trigo russo ao Brasil e reclamou das tarifas do Mercosul. Ribeiro se comprometeu a conduzir as discussões sobre o tema no Mercosul e convidou a ministra para participar da conferência ambiental da ONU Rio + 20, em junho. Ela disse que virá caso seja mantida no cargo.

Atualmente, na Região Sul, apenas o Frigorífico Riosulense, de SC, que atua com a marca Pamplona, está autorizado a exportar carne suína à Rússia. Em agosto do ano passado, o país fez o último embargo a um frigorífico catarinense, sob a alegação de ter encontrado bactéria no produto. Com as restrições a dezenas de plantas frigoríficas, o país deixou de vender ao exterior 10 mil toneladas de carne suína por mês.

Suinocultura em nova fase

17 de abril de 2010 0

Com mais chances de se tornarem fornecedores de carne suína ao mercado americano daqui a 60 dias, após a decisão de ontem do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), os produtores catarinenses vislumbram cenário melhor. O governador Leonel Pavan informa que chamará, logo, missão sanitária do Japão para abrir aquele mercado, que paga preços mais altos. Há, também, a expectativa de abertura da Coreia do Sul e Comunidade Europeia ainda este ano.

Os mais animados com essas perspectivas são as cooperativas Coopercentral Aurora e Coopercampos, além da Pamplona, que têm frigoríficos modernos. O presidente da Aurora, Mário Lanznaster, não vê pressão de alta dos preços da carne suína no mercado interno com a abertura gradual desses países porque a produção está crescendo no Brasil, especialmente na região Centro–Oeste.

Sustentável

O presidente da Coopercentral Aurora, Mário Lanznaster, não acredita em barreiras ambientais para a carne suína catarinense nos próximos anos. Isto porque os produtores do Estado estão seguindo normas de tratamento de dejetos de suínos com orientação da Fatma. Há projetos de geração de energia e normas para preservação dos mananciais de água. O setor também espera melhor remuneração aos produtores.

Filipinas vai comprar carne suína de SC

08 de setembro de 2009 0

As autoridades sanitárias de Filipinas acabam de confirmar para o Ministério da Agricultura que o país vai importar carne suína “in natura” de SC. Sete plantas frigoríficas das empresas Aurora, Sadia, Pamplona, e Seara foram crecenciadas para vender ao país asiático.

Postado por Estela Benetti

SC define ações para exportar carne suína à UE

15 de janeiro de 2009 0

A crise global está motivando estratégias mais firmes de SC para exportar carne suína à União Européia (UE). Ontem, o governador Luiz Henrique da Silveira e o secretário de Agricultura, Antônio Ceron, receberam o diretor do Instituto Zooprofilático G. Caporale, de Teramo, Itália, Vincenzo Caporale, e empresários do setor para discutir a busca de novos mercados.

Caporale afirmou que a Itália tem grande interesse em importar carne de SC, mas depende do acordo sanitário entre o Brasil e a UE. Para isso, o Estado fará um dossiê sobre conquistas sanitárias e pedirá ajuda ao Ministério da Agricultura.

Também participaram da reunião executivos da Sadia, Perdigão, Cargill/Seara, Coopercentral Aurora, Pamplona e o presidente da Abipecs, Pedro Camargo Neto.

Postado por Estela Benetti