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Resultados da pesquisa por "petrobras"

Petrobras tem corte de 37% no total de investimentos da companhia

30 de junho de 2015 0
Foto: Petrobras

Foto: Petrobras

Um dos efeitos mais danosos da corrupção crônica na Petrobras foi revelado ontem: o corte de 37% no total de investimentos da companhia para o período 2015-2019. Aprovado sexta, o plano de negócio prevê US$ 130,3 bilhões para investimentos, 37% menor que o anterior. Do total, 83% serão para exploração e produção, 10% para abastecimento, e 10%, gás e energia.

Leia as últimas notícias sobre Petrobras

Solução caseira na Petrobras

08 de fevereiro de 2015 0

A solução caseira do governo federal de escolher o presidente do Banco do Brasil Aldemir Bendini para presidir a Petrobras sugere que quer proteção para eventuais investigações na estatal. Mas se continuar assim, com interferência do governo, parte dos acionistas terá que esperar mais de quatro anos para recuperar perdas em ações da empresa.

Danos da corrupção na Petrobras chegam ao Estado

06 de fevereiro de 2015 3

Investigação da operação Lava-Jato da Polícia Federal na indústria Arxo, de Piçarras, líder nacional na produção de tanques de combustíveis para postos, com 70% do mercado, mostra que os tentáculos da corrupção envolvendo a Petrobras podem causar muitos danos também à economia de Santa Catarina.

A Arxo afirma que não está envolvida em fraudes e, a princípio, não reduzirá empregos em função do episódio, mas o Litoral Norte do Estado, especialmente na região de Itajaí e Navegantes, teme demissões em série por parte de empresas fornecedoras da estatal. Isto porque diversas indústrias, principalmente estaleiros produtores de embarcações de apoio a plataformas, não estão recebendo os pagamentos relativos a contratos com a Petrobras.

Há lideranças do setor que estimam o fechamento de até 5 mil vagas na região. A maioria dessas empresas se instalou em Itajaí e Navegantes nos últimos 10 anos. Além disso, há indústrias tradicionais do Estado que passaram a fornecer mais à estatal por incentivos da própria Federação das Indústrias do Estado (Fiesc) e da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que organizaram eventos anuais com representantes da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip). Vale destacar que o setor de óleo e gás do país movimentava cerca de US$ 60 bilhões por ano e cresceu, especialmente na última década em função do pré-sal. A Petrobras, que responde pela maioria dos negócios, tem mais de 20 mil fornecedores.

A participação de Santa Catarina ocorre porque a região de Itajaí é um dos principais polos de indústria naval do Brasil que foi reativado a partir do governo Lula após passar por dura crise e encolher nos anos de 1990. SC tem ainda outros setores competitivos no fornecimento a empresas petrolíferas, como o metalmecânico e o químico.
Tudo indica que, em breve, o efeito negativo em cascata no emprego também chegará ao Estado. Já atingiu o Rio Grande do Sul e Pernambuco.

OUTRA EMPRESA ENVOLVIDA
Além da Arxo, outra indústria baseada em SC foi citada ontem na operação Lava-Jato: a unidade de navegantes do estaleiro Keppel, de Cingapura. Segundo o ex-diretor da Petrobras e delator Pedro Barusco, o tesoureiro do PT, João Vacari Neto, recebeu US$ 4,523 milhões da Keppel.

O efeito cascata da corrupção na Petrobras

05 de fevereiro de 2015 0

A chegada da operação Lava Jato, agora com o nome My Way, a uma indústria de tanques de combustíveis de Santa Catarina, a Arxo, de Piçarras,  mostra o quanto é nociva e cheia de tentáculos a corrupção que envolve a Petrobras, maior empresa brasileira. Ela tem mais de 20 mil fornecedores no país – algumas dezenas em SC – e um volume financiado junto a bancos que soma cerca de R$ 130 bilhões. Isso mostra que, se há corrupção de “A a Z” e quase tudo for apurado, o impacto recessivo na economia do país será grande.

Estimativas apontam que a cadeia responde pela movimentação de Us$ 60 bilhões por ano e havia um crescente interesse de empresas em participar em função dessas altas somas envolvidas. A própria CNI promovia aproximação de indústrias com o setor por meio da Onip, a Organização Nacional da Indústria do Petróleo. Há empresas que passaram a fornecer ao setor e cresceram mais rápido do que a média. Algumas, agora, são acusadas de envolvimento em corrupção.

Nildemar Secches, ex-BRF, é um dos cotados para a Petrobras

04 de fevereiro de 2015 0

O executivo Nildemar Secches, que reergueu a Perdigão a partir de 1995 e em 2009 foi transformada em BRF na fusão com a Sadia, é um dos nomes considerados pela presidente Dilma para presidir a Petrobras. Vale observar que um dos pontos fortes de Secches à frente da gigante de alimentos foi justamente a confiança que conquistou no mercado pela governança corporativa que adotou. Ele focou no negócio com transparência, passo a passo, o que permitiu um crescimento acelerado, mas seguro. Sua concorrente Sadia arriscou nos derivativos e quebrou financeiramente com a crise global de 2008. O então presidente do conselho da Perdigão articulou a compra da concorrente.
Também são cotados para comandar a Petrobras o ex-presidente do BC, Henrique Meirelles e o ex-executivo da Petrobras e OGX, Rodolfo Landim. Como Meirelles foi do governo petista, pode gerar menos confiança no mercado.
Secches foi para a Perdigão após o empresário catarinense Eggon João da Silva, um dos fundadores da WEG, liderar a articulação de salvamento da empresa da falência em 1993. Eggon buscou os fundos de pensão porque ficou muito preocupado com o risco de fechamento de uma das maiores agroindústrias catarinenses, deixando milhares de desempregados.
Desde aquela época, Secches ficou muito próximo de SC e da WEG. Atualmente, é vice-presidente do conselho de administração do grupo jaraguaense que atua no setor elétrico e em outros.

Dificuldades na Petrobras

18 de janeiro de 2015 0

Como a Petrobras, maior estatal brasileira, não sai das manchetes negativas desde que foi iniciada a operação Lava-Jato, tudo indica que a presidente da companhia, Graça Foster, terá que fazer muito mais para se manter no posto. Desde que assumiu, escolheu técnicos de carreira da empresa para a maioria dos cargos de gestão. O problema maior está com fornecedores que, em função dos esquemas políticos, não entregam o que prometem à empresa. Atrasam investimentos e/ou solicitam reajustes de valores de projetos. A situação está difícil.

Empreiteiras criticam alta de 40% do cimento asfáltico da Petrobras

14 de janeiro de 2015 0

Apesar de o preço do petróleo estar baixo no mercado mundial e de o Brasil enfrentar enormes carências de infraestrutura rodoviária, a Petrobras elevou o preço do cimento asfáltico de petróleo bem acima da inflação nos últimos meses. Segundo a Associação Catarinense de Obras Públicas (Aceop), as empresas que utilizam o insumo enfrentaram reajuste de aproximadamente 14% em novembro e de 23% em dezembro, o que resulta numa alta acumulada de 40,22% em apenas dois meses.

Segundo o presidente da associação, Wagner Sandoval Barbosa, esse reajuste colocou muitas empresas numa situação extremamente difícil porque não poderão concluir as obras com os recursos orçados antes dessas majorações. E como, nos contratos públicos, não dá para reajustar apenas o valor de um insumo, muitas que não poderão arcar com esse custo maior terão que solicitar readequação do valor de todo o contrato junto ao Tribunal de Contas, o que é um processo demorado. De acordo com Wagner Barbosa, o cimento asfáltico representa quase 50% do custo do asfalto. Por isso o reajuste pesa muito para empreiteiras que só fazem obras asfálticas.

A Petrobras confirmou ontem os reajustes de preços dos ligantes asfálticos às distribuidoras no percentual médio de 12% a partir de 23 de novembro do ano passado e de 20% em 24 de dezembro. A companhia deu mais detalhes sobre os novos preços, informando que os revendedores também aplicaram reajustes, o que explica a variação mais alta ao consumidor final.

– As cláusulas de sigilo presentes nos contratos firmados entre a Petrobras e seus clientes impedem a divulgação dos preços ou percentuais específicos de um local. Entretanto, informamos que os reajustes foram aplicados em todos os pontos de venda da Petrobras, em percentuais variáveis. Os índices supracitados referem-se à média Brasil – informou ontem a empresa por meio da sua assessoria de imprensa.

Impacto da Petrobrás

16 de dezembro de 2014 0

A indústria de SC que fornece para a Petrobras sofre com atrasos de pagamentos de produtos já entregues e enfrenta dificuldades para realizar novas vendas, disse o presidente da Fiesc, Glauco Côrte. As empresas mais afetadas são estaleiros da região de Itajaí e indústrias do Norte do Estado. A troca da diretoria da estatal é esperada.

Estaleiros esperam manutenção de negócios com a Petrobras

25 de novembro de 2014 0

Os estaleiros locais que fornecem direta ou indiretamente à Petrobras ainda não se manifestaram oficialmente sobre os reflexos que a Operação Lava Jato poderá ter sobre futuros contratos. No setor, a perspectiva é pela manutenção dos bons negócios. As embarcações produzidas e consertadas por aqui são consideradas essenciais à continuidade dos trabalhos da estatal na exploração de petróleo (Colaborou Dagmara Spautz).

Óleo e Gás
O grupo Tuper, de São Bento do Sul, diante da demora para fazer contratos com a Petrobras, foi além para manter atuante a sua novíssima fábrica voltada a produtos ao setor de óleo e gás. O presidente da companhia, Frank Bollmann, contou para a Época Negócios que estão sendo prospectados clientes na América Latina e África. Para Bollmann, o pré-sal é uma oportunidade de negócios, mas não a única.

Corrupção na Petrobras pode atrasar negócios com indústrias de SC

23 de novembro de 2014 0

A expectativa de atrasos em projetos da Petrobras devido ao escândalo de corrupção que abala a companhia pode retardar contratos de indústrias catarinenses que fornecem à estatal. Como uma das maiores investidoras globais, com plano de negócios orçado em US$ 220 bilhões (R$ 554 bilhões) para o período de 2014 a 2018, a empresa atraiu interesse de diversas indústrias do Estado e também motivou instalação de estaleiros em SC. Entre as empresas que fornecem à estatal está o estaleiro Detroit, de Itajaí, que repara e constrói rebocadores portuários, navios PSV e embarcações de trabalho para atender plataformas de petróleo. Além disso, os estaleiros Oceana e Keppel Signmarine, que fornecem ao setor, estão fazendo elevados investimentos na região de Itajaí.
Na lista de fornecedores da Petrobras estão ainda grupos catarinenses tradicionais como WEG, Tuper, Ciser e Altona, entre outros. Esses tendem a sofrer menos porque não concentram muitas vendas ao setor.
E vem aí um novo estaleiro, o CMO, de R$ 650 milhões. Ainda está em fase de licenciamento, pretende se instalar em São Francisco do Sul para montar plataformas de petróleo e outros itens. Um dos clientes principais será a estatal brasileira.

Crise na Petrobras, ações e investimentos

18 de novembro de 2014 0

A série de prisões realizadas pela Operação Lava-Jato, que investiga desvios de recursos da Petrobras estimados em R$ 10 bilhões, preocupa pela série de impactos. Para o segmento empresarial, uma das preocupações é com a sinalização de que o setor energético pode estar envolvido em corrupção semelhante e uma possível investigação atrase investimentos numa área que requer novas obras com urgência.

Para quem investe em ações da Petrobras, o cenário não é tão ruim, na avaliação de dois analistas ouvidos pela coluna.
O agente autônomo de investimentos de Joinville, Kléber Falchetti, diz que o momento não é para venda de ações. Isto porque já houve uma queda acentuada na eleição e, com a operação Lava-Jato, poderá melhorar a gestão e os papéis da companhia poderão ter alta em breve. Segundo ele, do início do ano até ontem, as ações da Petrobras PN tiveram queda acumulada de 21,54% e durante todo o ano passado recuaram 9,06%. Apesar desses recuos, os que investiram no longo prazo, como os que aplicaram recursos do FGTS, não estão perdendo. Desde quando o PT assumiu o governo federal, de 2003 até agora, a alta acumulada é de 260%. 

Na avaliação do economista Rafael Costa, gestor do fundo Próprio Capital, de Florianópolis, para investidores que optam por carteira diversificada, numa média de 15 empresas, agora é um bom momento para comprar ações da Petrobras de olho no longo prazo – um período de até cinco anos. Isto porque, apesar dos problemas atuais, a companhia tem um grande mercado, está mantendo investimentos, concluindo uma refinaria e 25% do que produz já vem do pré-sal,

– Outro ponto é que a dívida da empresa, apesar de grande, é de longo prazo – diz Costa.

O fundo Próprio Capital prioriza investimentos em ações de empresas privadas, que não sofrem as oscilações da política, independentemente de governos. Por isso não investe na Petrobras há alguns anos, explica Costa. Atualmente, conta com 68 participantes e uma carteira de R$ 11 milhões. Seguindo estratégia mais parecida com a de Warren Buffet, o Próprio Capital não investe em projetos, somente em empresas, explica o gestor.

 

O poder de Graça Foster e a pujança da Petrobras

07 de fevereiro de 2014 0

GraçaFosteNo ranking da revista Forbes sobre mulheres poderosas que estão à frente de companhias de grande impacto econômico no mundo ou em grandes países, a presidente da Petrobras, Graça Foster, ficou em quarto lugar. Está atrás apenas das presidentes da GM, Mary Barra (primeira colocada), seguida por Ginni Rommety, da IBM e de Indra Nooiy, da Pepsico. A destacada posição da engenheira brasileira tem a ver com a pujança da Petrobras, petroleira que detém a maior parte do mercado brasileiro de exploração, refino e comercialização de petróleo, além de outros negócios na área de energia.

Entre os critérios considerados para o ranking estão: tamanho e a importância do negócio que elas comandam, a saúde financeira, a gestão e o histórico da carreira. Os editores da Forbes priorizaram a natureza internacional da operação liderada pela executiva e sua posição na comunidade global de negócios. Vale observar que apesar da queda das ações da companhia pelo fato de o governo não permitir os aumentos dos combustíveis de acordo com as variações de mercado, a executiva mantém a liderança fora dos EUA. Isso mostra a força da empresa e o seu potencial de mercado.

Trajetória

Graduada em engenharia química, Maria das Graças Silva Foster, está na Petrobras há 33 anos e se tornou a primeira mulher a assumir a presidência da companhia, em fevereiro de 2012. Ela acumula também as funções de conselheira de Administração e diretora da Área Internacional da Petrobras, e é presidente dos conselhos de administração da Transpetro, da Gaspetro e do conselho de administração do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP). É também membro dos conselhos de administração da Petrobras Distribuidora (BR) e da Petrobras Biocombustível S.A. (PBIO).

Petrobras diz que não pode ampliar oferta de gás natural para SC

21 de novembro de 2013 2

As empresas e os demais consumidores de gás natural do Estado terão que buscar outras fontes de energia para novos investimentos. Isto porque a Petrobras não poderá fazer um acréscimo adicional de 140 mil metros cúbicos por dia solicitado pela SCGás, informou o gerente de Venda de Gás Natural da petroleira, Carlos David Carvalho Barbosa Júnior. Segundo a SCGás, o último pedido foi protocolado em agosto porque é grande a procura por parte das indústrias, que necessitam ampliar seus parques fabris. O último levantamento da empresa apontava mais de 60 empresas na lista de espera de mais gás natural. Para o Rio Grande do Sul, a Petrobras fez uma suplementação.De acordo com a SCGás, com esse comunicado as empresas terão que fazer seus investimentos com uso de outras fontes energéticas, mais poluentes e mais caras. O maior obstáculo é instalar outra estrutura de abastecimento quando a única adotada é a do gás.

Conforme a SCGás, a região Sul que vê seu crescimento econômico limitado pela falta de oferta do produto e pelo oneroso custo de aquisição do gás que é importado da Bolívia e sofre com a variação cambial. Em agosto o Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul) alertou para a necessidade de investimentos federais no abastecimento de gás na região Sul. Na ocasião foi assinado e encaminhado um ofício para a Petrobras alertando sobre a situação e pedindo alternativas de solução.Até a data de hoje a estatal, única supridora do País, não respondeu aos questionamentos dos estados do Sul e o Mato Grosso do Sul.

Petrobras faz promessa antiga para a oferta de gás ao Sul

21 de agosto de 2013 0

A solução estudada pela Petrobras para resolver a falta de gás natural para a região Sul é o aumento da capacidade de transporte no trecho sul do Gasbol, da TBG, que ampliará em 2,5 milhões de metros cúbicos/dia a oferta do insumo aos três Estados. Em nota à reportagem do Grupo RBS, a companhia informou também que o investimento, que ainda depende de demonstração da viabilidade econômica e competitividade no mercado, será de R$ 700 milhões e necessita de cinco anos para implementação.
O presidente da SCGás Cósme Polêse disse que essa é uma solução de médio prazo, mas SC precisa de maior oferta no curto prazo.
– Esta é a mesma informação que me deram há dois anos. É requentada, replicada – afirmou Polêse.
Além disso, a SCGás precisa de aumento imediato da oferta para atender as 60 indústrias que estão na lista de espera. Segundo ele, é necessária uma ampliação de 10% da oferta atual, ou seja, mais 200 mil metros cúbicos/dia. A TBG informou que isto é possível. Só falta a decisão da Petrobras.
– Eu soube que uma empresa da Petrobras fez um investimento no polo petroquímico do RS que requer 300 mil metros cúbicos/dia. Se eles atenderem esse projeto e deixarem o mercado de SC sem o insumo será um contrassenso – disse o presidente da SCGás.

Segundo ele, o Sul precisa de mais molécula de gás, capacidade de transporte e preço equivalente ao de outras regiões do país.

 

Petrobras pode investir em terminal de regaseificação, sinaliza Tarso

19 de agosto de 2013 2

Governadores que integram o Conselho de Desenvolvimento e Integração do Sul, o Codesul, vão pressionar o governo federal e a Petrobras pela instalação, com urgência, de terminal de regaseificação de gás natural para resolver a falta do insumo. Na reunião de hoje, na Fiesc, presidida pelo governador Raimundo Colombo, o governador gaúcho, Tarso Genro, pediu para incluir como prioridade esse investimento na carta à Petrobras. Após o evento, questionado por mima sobre a capacidade de a estatal fazer o projeto já que enfrenta falta de recursos para investimentos, Tarso disse que a empresa tem recurso para isso. Um grupo privado faz estudos para instalar um terminal de regaseificação no RS.

Esperamos que o governador esteja certo. Há a polêmica política sobre quem vai sediar o empreendimento, mas nestas alturas, com quase uma centena de indústrias à espera de gás, o importante é que esse insumo venha logo, não importa se o fornecimento será de empresa estatal ou privada e se o terminal ficará em SC ou no Rio Grande do Sul.

Petrobras aumenta preço do diesel em 5% a partir da zero hora de amanhã

05 de março de 2013 1

A Petrobras acaba de informar novo reajuste de 5% no preço de venda do diesel nas refinarias, a vigorar a partir da 0:00h de amanhã (06/03/13). Em nota que acaba de divulgar, a estatal explica que o preço do diesel, sobre o qual incide o reajuste anunciado, não inclui os tributos federais CIDE e PIS/Cofins e o tributo estadual ICMS. Esse reajuste foi definido, levando em consideração a política de preços da companhia, que busca alinhar o preço dos derivados aos valores praticados no mercado internacional em uma perspectiva de médio e longo prazo.

SCGás e Petrobras

22 de novembro de 2012 4

No evento da SCGÁS em Apiúna, amanhã, o Estado solicitará ao principal fornecedor de gás (Petrobras) a ampliação do abastecimento do Estado. Hoje a SCGÁS vivencia uma realidade onde muitos dos atuais clientes solicitam a ampliação da quantidade diária de gás contratada, novas empresas desejam o insumo como diferencial competitivo e com a interiorização da dispoinibilidade do gás a oferta deve aumentar.

Welle Laser fornece à Petrobras e OSX

13 de setembro de 2011 0
      

A Welle Tecnologia Laser SA, empresa dos irmãos gêmeos Rafael (E) e Gabriel Mantovani Bottós, do parque tecnológico de Florianópolis, desenvolveu processo de soldagem a laser para a Petrobras capaz de atingir até 200 vezes a velocidade da soldagem convencional. A companhia também acaba de fechar um projeto de R$ 5 milhões com a OSX, a empresa de construção naval de Eike Batista que ia construir estaleiro em Biguaçu. Esse negócio é por meio de edital do pré-sal com apoio da Finep, para a qual a empresa vai desenvolver soluções para a indústria naval utilizando tecnologia de soldagem a laser.

Na parceria com a Petrobras, antes de executar o processo de soldagem mais veloz, a Welle conseguiu soldar a laser o aço API 5L X70, um dos materiais mais utilizados pela Petrobras no setor de dutos, informa o diretor da empresa, Rafael Bottós. Fundada apenas há três anos após um estágio dos irmãos na Alemanha, a Welle já foi escolhida entre as 25 empresas no Brasil a serem investidas pelo fundo Criatec (BNDES) e recebeu o Prêmio Stemmer de Inovação.


Um sócio europeu

A série de conquistas da Welle Tecnologia Laser SA também atraiu um sócio de peso. O PhD Stefan Kaierle (foto), atual presidente da European Laser Institute e chefe de departamento do Fraunhofer Institut ILT, cátedra da tecnologia laser do mundo, da Alemanha, se tornou sócio da empresa mês passado. A jovem companhia é responsável pelo maior projeto envolvendo tecnologia a laser de alta potência na América Latina, onde milhões de reais estão sendo investidos em desenvolvimento tecnológico nacional e serão gerados mais negócios, explica Rafael Bottós.

Petrobras nega projeto de porto em Itajaí

20 de setembro de 2010 0

A Petrobras nega a existência de projeto para a construção de um porto em Itajaí para ser inaugurado em 2016, visando apoiar atividades do pré-sal. A informação sobre o novo porto foi divulgada na semana passada mas, ontem, a assessoria de imprensa da companhia disse que houve um equívoco de informação, sem detalhar se foi do executivo da empresa, durante palestra na feira Rio Oil & Gas, ou da agência de notícias.

Segundo a assessoria, pode ter ocorrido um engano porque há um projeto de porto e aeroporto para dar suporte ao pré-sal em Itaguaí, no Rio de Janeiro. Afinal, Itajaí e Itaguaí são palavras muito parecidas.

A notícia sobre o projeto do porto em Itajaí foi divulgada por mim neste blog e também na coluna Informe Econômico, do Diário Catarinense, na última sexta-feira, 17 de setembro.

Petrobrás fará porto em Itajaí

17 de setembro de 2010 0

O município de Itajaí deverá ser contemplado, em 2016, com um porto da Petrobras para dar suporte logístico às operações do pré-sal. A informação é do gerente-geral de Exploração e Produção da companhia, Ricardo Albuquerque Araújo, e foi transmitida durante palestra, ontem, na Rio Oil & Gas, mostra internacional do setor que acontece no Rio de Janeiro.

Segundo ele, a Petrobras planeja novos portos e aeroportos para entrarem em operação de 2014 a 2016. Para 2014, pretende inaugurar o porto de Ubu, no Espírito Santo, e aeroporto no Rio de Janeiro. Em 2015, devem ser concluídos um porto e um aeroporto em Santos e, em 2016, além do terminal em Itajaí, está previsto aeroporto em Itagauí, no Rio.

Se a obra da estatal sair do papel, a região de Itajaí ganhará ainda mais força como polo portuário. Já sedia os portos de Itajaí e Navegantes, além de outros terminais privados.