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Banco do Brasil financia imóveis lançados pela Cohab-SC

23 de maio de 2013 0

O Banco do Brasil também aderiu ao financiamento de unidades habitacionais populares. Firmou convênio com o governo do Estado, por meio da Cohab-SC que tem plano para construir 11,5 mil novos imóveis em todo o Estado. Essas construções vão necessitar de R$ 600 milhões de investimentos, que serão distribuídos nos programas FAR, FGTS e Programa Nacional de Habitação Rural (PNRH), informa a Cohab.

Mais de 90 empresas compartilham a rede da Celesc

23 de maio de 2013 0

O presidente da Celesc Cleverson Siewert se reúne hoje, às 14h30min, com diretores das empresas Oi, GVT, Embratel e Net. Vai discutir soluções para organizar o uso compartilhado da rede elétrica pelas empresas de telefonia e TV a cabo. Um dos problemas que requerem medidas é a superlotação de cabos na faixa de compartilhamento, o que afeta mais as grandes cidades do Estado e coloca em risco a segurança.

Dados da Celesc apontam que mais de 90 empresas fazem uso compartilhado da rede elétrica. A estatal mantém controle sobre cerca de 1 milhão de pontos de compartilhamento, mas estima que há outros lançados irregularmente, sem a sua aprovação.

Indústria está confiante no futuro

23 de maio de 2013 0

Apesar de resultados aquém dos desejados nos primeiros meses do ano, a indústria catarinense, que está debatendo estratégias na Jornada de Inovação e Competitividade, na Fiesc, segue confiante no futuro. A principal prova disso foi o nível de emprego revelado pela pesquisa Caged, do Ministério do Trabalho. De janeiro a abril, o setor gerou 35.800 novos empregos enquanto o total de vagas abertas no Estado alcançou 54.329 no período.
Isso mostra que os empresários do setor estão confiantes de que o mercado vai melhorar, avaliou o presidente da Federação das Indústrias Glauco José Côrte.
Entre os números do primeiro trimestre que preocupam estão a queda de 8% das exportações, o recuo de 2,5% da produção industrial no trimestre e a queda de 1% nas vendas, no mesmo período.
As causas principais desses resultados negativos são as dificuldades para competir nos mercados interno e externo em função da defasagem cambial, alta carga tributária e custo logístico. Como nos próximos dois anos não há perspectiva de que isso vai melhorar, as empresas catarinenses estão priorizando inovação e educação. Hoje, a federação vai lançar o Programa de Desenvolvimento Industrial, elaborado a partir de trabalho com a participação de quase 500 lideranças de diversas regiões do Estado. Elas listaram setores promissores que devem receber mais atenção e investimentos.

Conheça o superiate de luxo Schaefer 800, igual ao de Luciano Huck

22 de maio de 2013 0

Uma das empresas catarinenses inovadoras que apresentaram suas trajetórias de sucesso, na manhã de hoje, na Semana da Inovação e Competitividade da Fiesc é o estaleiro Schaefer, do empreendedor Márcio Schaefer. A atenção da plateia lotada foi cativada logo no início com a exibição de filme sobre o mais luxuoso e caro produto da companhia, o iate Schaefer 800, de 80 pés, igual ao que está sendo finalizado para o apresentador da Globo, Luciano Huck. A embarcação, que tem preço inicial a partir de R$ 12 milhões, mede quase 25 metros de comprimento, tem garagem para barcos e jet skis, três motores Volvo e quatro suítes.

 

A velocidade da Schaefer 620

 Outro destaque no evento, que também ganhou filme especial é a Schaefer 620, de 21 metros, cujo preço inicial é R$ 5,6 milhões. Os dois filmes foram feitos nas baías de Florianópolis, região onde está baseado um dos estaleiros da empresa.

 

Movimento A Indústria pela Educação ganha conselho de governança

22 de maio de 2013 0

Um dos eventos da Semana da Inovação e Competitividade, que vai até sexta, na Fiesc, foi a posse, ontem, do Conselho de Governança do Movimento A Indústria pela Educação. O grupo, liderado pelo presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, é formado por industriais e executivos de organizações ligadas ao tema, como a Todos pela Educação e a campanha A Educação Precisa de Respostas, do Grupo RBS. O presidente da Fiesc também assinou termo de cooperação técnica com os movimentos Todos pela Educação e Educar para Crescer. O objetivo é promover o intercâmbio e a cooperação em assuntos relacionados ao campo da educação básica, continuada, profissional e executiva para o compartilhamento de conhecimentos e a transferência de experiências.

O Movimento A Indústria pela Educação foi lançado ano passado pela Fiesc para despertar o interesse das indústrias em apoiar e desenvolver ações relacionadas à qualificação e à formação escolar de seus trabalhadores. A iniciativa visa a estimular o setor a apoiar a formação dos trabalhadores da indústria, além de elevar fortemente a oferta de serviços educacionais por meio do Sesi, Senai e IEL, entidades do Sistema Fiesc, que planejam registrar mais de 800 mil matrículas até 2014. Todos os participantes do conselho de governança receberam das mãos de alunos do Sesi, Senai e de estagiários do IEL camisetas alusivas ao movimento (foto).

O que afeta a indústria, segundo Gerdau

22 de maio de 2013 0

Palestrante do lançamento do programa Gestão Municipal para a Nova Economia, ontem, na Capital, o empresário Jorge Gerdau, incentivador da adoção de modelos de administração privada no setor público, convenceu a maioria dos 30 empresários presentes de que o projeto lançado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Sustentável, sob a liderança do secretário Paulo Bornhausen, é viável. Além dos conselhos e elogios ao método PDOC, da Falconi Consultores, o empresário foi um dos primeiros a anunciar contribuição ao plano. No final, falou com esta colunista sobre as razões pelas quais a indústria não decola.

 O que está afetando o crescimento da indústria brasileira?

Jorge Gerdau - O que afeta diretamente a indústria, hoje, são o custo da logística e o custo tributário. Esses fatores, na sua soma, devem dar uns 20% de não competitividade, fora dos muros da nossa responsabilidade empresarial. Medidas já foram tomadas embora o processo tributário seja muito complexo por envolver os governos federal, estadual e municipal. Na parte de logística, algumas medidas básicas foram tomadas, abriram PPPs e concessões, mas é um grande desafio.

 E o câmbio?

Gerdau – O câmbio é peça-chave. Tenho falado nisso. De 2008 até hoje, considerando a valorização do real e a estrutura de câmbio da China, ela tem um diferencial de câmbio em relação ao Brasil de 40%. É tremendamente difícil trabalhar com essa situação.

Nota:

Vínculos como SC

Residente em Porto Alegre e sócio da siderúrgica Gerdau, o empresário tem duas ligações fortes com Santa Catarina. Uma são as várias unidades da Gerdau no Estado. A outra é a prática de surfe no Litoral Sul do Estado. Ele contou, ontem, que ainda pega ondas na região da Praia do Rosa.

Inspeção sanitária de SC valerá para todo o Brasil

22 de maio de 2013 0

O serviço de inspeção sanitária do Estado feito pela Cidasc passa a ter reconhecimento nacional. O Ministério da Agricultura autorizou o Estado a aderir ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-Suasa). O secretário de Agricultura João Rodrigues explica que, com o selo Sisbi-Suasa, empresas de SC poderão vender seus produtos em outros estados. Entre as empresas beneficiadas estão, principalmente, pequenas agroindústrias que fabricam itens de alto valor. Fornecedores da rede Angeloni, por exemplo, poderão vender os produtos nas lojas de SC e Paraná.

Copobras investe em três novas fábricas

21 de maio de 2013 0

O Grupo Copobras, produtor de copos de plástico e embalagens de São Ludgero, Sul de SC, vai investir em três novas fábricas no Brasil, que serão baseadas em São Paulo, Goiânia e Manaus. Elas farão bandejas de EPS (isopor) para alimentos. Juntas, terão capacidade produtiva de 10 mil toneladas por ano. A Copobras, fundada em 1970 pela família Schlickmann, tem 11 unidades produtivas em cinco plantas industriais, em SC, Paraná, Minas Gerais, Amazonas e Paraíba.

Tigre instala cinco novas fábricas

21 de maio de 2013 0

A multinacional joinvilense Tigre mantém o plano de investimento de R$ 250 milhões para este ano, que inclui cinco novas fábricas, informa o presidente da companhia, Evaldo Dreher (foto). Serão duas unidades para caixas d’água na Bahia e São Paulo, mais uma da Tigre/ADS (joint venture com a empresa dos EUA) em Alagoas. As outras duas serão no Peru, sendo uma da Tigre e outra com a parceira americana. Segundo ele, a companhia projeta obter crescimento consolidado, incluindo Brasil e exterior, de 10% este ano.

Dólar em fase de valorização

21 de maio de 2013 0

Com o crescimento da economia americana, o governo dos EUA deverá suspender a compra mensal de ativos que vinha fazendo para aquecer o mercado, as commodities estão perdendo valor e o Brasil registra piora no déficit de transações correntes. Esses fatos colocam o dólar num cenário de valorização internacional e nacional. Ontem, a moeda americana teve o quinto dia de alta, com expansão de 0,09% , chegando a R$ 2,04.

Apesar disso, os analistas não acreditam que o governo vai desvalorizar o real. O professor da USP Fabio Kanczuk disse ao jornal O Estado de S. Paulo que o Banco Central deverá ficar segurando o câmbio por volta de R$ 2 a R$ 2,05, em função das pressões inflacionárias. Depois da eleição presidencial de 2014, por volta do início de 2015, a expectativa dos analistas é de que poderá haver valorização e o câmbio de equilíbrio deverá ser em torno de R$ 2,40.