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Resultados da pesquisa por "ibge"

Site aponta os 10 cargos com as melhores oportunidades de empregos em SC

10 de abril de 2015 1

Carreiras técnicas estão em alta no Estado, confirmando o que empresários têm informado sobre estratégias dos seus negócios, especialmente na indústria e serviços. Foi isso que confirmou levantamento feito na base de dados do site vagas.com.br para Santa Catarina que apurou os 10 cargos com as melhores oportunidades de empregos durante 2014.

O ranking é liderado pela função de coordenador de projetos (1), seguida por engenheiro de segurança do trabalho (2), engenheiro civil (3), engenheiro mecânico (4), gerente de operações (5), gerente de marketing (6), engenheiro eletricista (7), especialista de marketing (8), líder de projetos (9) e gerente de projetos (10).

O levantamento foi realizado na base de dados do site vagas.com para apontar tendências devido a mais uma edição do Concarh, o Congresso Estadual de Recursos Humanos, que será nos dias 16 e 17 de abril, na Expoville, em Joinville.

A relação foi baseada na quantidade de vagas abertas por cargo dividida pelo total da população do Estado (estimativa do IBGE). O portal tem, também, o mapa Vagas de Carreiras, novo serviço gratuito. O vagas.com tem 9,5 milhões de currículos, fechou o ano passado com faturamento de R$ 34 milhões e cerca de 160 colaboradores.

Varejo segue fraco

14 de março de 2015 0

O volume de vendas do varejo catarinense em janeiro cresceu 2,2% frente ao mesmo mês do ano passado, segundo o IBGE. Mas ao longo de 2014, a alta real acumulada ficou em apenas 0,1%. Conforme a Fecomércio SC, em janeiro, o comércio varejista catarinense reduziu pelo nono mês consecutivo o volume de vendas no acumulado de 12 meses e se aproxima do resultado negativo. Passou de 3,6% em abril de 2014 para 0,1% no primeiro mês do ano.

Na avaliação da entidade, esses resultados preocupam porque a desaceleração do setor está se prolongando por um longo período, o que prejudica os investimentos. No país, o varejo registrou em janeiro alta de 0,8% no volume de vendas frente ao mês anterior.

PIB e o mínimo

13 de março de 2015 0

Tão logo o IBGE revelou o novo PIB de 2010 e 2011 com ajustes, as centrais sindicais informaram que vão cobrar a diferença salarial relativa aos novos números. Com o caixa vazio, o governo federal não quer falar nisso agora. Como os salários já foram contemplados com a inflação e mais altas, melhor seria deixar para 2016 ou 2017 quando o mínimo terá reajuste menor porque o crescimento do PIB nesses anos será perto de zero. Para lembrar: o mínimo é reajustado pela inflação mais a variação do PIB de dois anos atrás.

Fórum Parlamentar Catarinense inicia trabalho para viabilizar um novo pacto federativo

11 de março de 2015 0

Para garantir melhor distribuição do bolo tributário nacional aos municípios, o Fórum Parlamentar Catarinense inicia hoje, em Santa Catarina, trabalho para viabilizar um novo pacto federativo. A intenção é mobilizar as assembleias estaduais para encaminhar ao Congresso Nacional uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC). Hoje, às 15h, será realizada reunião na Assembleia que terá à frente o deputado federal Fernando Coruja (PMDB- SC).

De acordo com o IBGE, mais de 45% dos 5.570 municípios brasileiros dependem quase que exclusivamente dos repasses financeiros do governo federal por meio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), composto pela arrecadação do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Como os incentivos fiscais da União são sempre via IPI, essa receita caiu e o caixa dos municípios está ficando limitado.

Dados da Federação dos Municípios (Fecam) do ano passado apontaram que 85% das prefeituras de SC enfrentavam déficit financeiro, segundo apurou o repórter Luis Hangai, do Diário Catarinense. Para Coruja, é preciso buscar a mudança constitucional por meio da pressão dos Estados porque o governo federal e a maioria dos congressistas não têm interesse nessa mudança.

O senador Luiz Henrique defende o novo pacto há cerca de duas décadas porque, da forma que está, a receita é insuficiente para os municípios.

Inflação nas alturas e indexação

06 de março de 2015 0

A alta de 1,22% da inflação oficial, o IPCA, de fevereiro resultou em variação acumulada de 7,7% em 12 meses. O número divulgado hoje pelo IBGE não surpreendeu e reflete principalmente o tarifaço de de energia, elevação dos combustíveis e o descontrole geral dos gastos do governo federal. Apesar da alta dos juros básicos para 12,75% ao ano para conter a inflação, o brasileiro vai continuar amargando preços em alta porque a economia está quase toda indexada, com majorações na maioria dos setores, retomando aquela antiga cultura dos tempos de hiperinflação no país, embora com variações menores. Além disso, o dólar alto está pressionando a maioria dos preços direta ou indiretamente. Ao consumidor só resta fugir dos itens mais caros quando possível porque é o único que não tem como transferir custos.

Indústria do país registrou alta de 2% em janeiro

05 de março de 2015 0

Graças às maiores vendas de máquinas e equipamentos, a indústria do país registrou alta de 2% em janeiro frente a dezembro. O avanço é o maior desde junho de 2013 mas é só um suspiro diante de dois anos de resultados negativos. Nos últimos 12 meses encerrados em janeiro, o setor acumulou perda de 3,5%, divulgou o IBGE.

Produção industrial de SC caiu 5,9% em dezembro

08 de fevereiro de 2015 0

A crise bateu forte na indústria catarinense em dezembro, quando o setor registrou queda de -5,9% da produção, segundo o IBGE. No ano, o nível de atividade, no Estado, recuou -2,2%, uma queda menor do que a média do país que ficou em -3,2%. Em dezembro, a indústria brasileira de transformação recuou -2,8%.
Boa parte do recuo do setor foi em função do menor dinamismo do setor automotivo, de autopeças e têxteis, informou o Instituto de Desenvolvimento de Estudos Industrias (Iedi).

SC tem quase 2 milhões de carros para 6,234 milhões de habitantes

19 de janeiro de 2015 1

Com uma média de 30,6 carros para cada 100 pessoas – 1,906 milhão de automóveis para 6,234 milhões de pessoas, o Estado enfrenta falta de mobilidade nas maiores cidades por excesso de carros e, nas menores, por falta de estradas e transporte público. São dados da pesquisa Mobilidade Urbana em Santa Catarina, realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-SC), divulgada na manhã de hoje. Segundo a entidade, os dados do IBGE estampam o resultado de avanço da renda, queda da inflação e do desemprego na última década.Faltou, no entanto, uma série de investimentos em infraestrutura.

Tópicos destacados pela Fecomércio:

Carros x habitantes

As cidades de Florianópolis e Blumenau lideram o ranking de automóvel por habitante no Estado. Na Capital, são 41,8 automóveis para cada 100 habitantes. Em Blumenau, 41,3 automóveis, sendo que a média estadual é de 30,6. No ranking das 16 cidades também estão Pomerode (40,8%), Brusque (39,85), Rio do Sul (37,4%), Timbó (37,3%), Joaçaba (36,9%), Jaraguá do Sul (36%), Rio Fortuna (35,2%), Botuverá (34,9%), Criciúma (34,9%), São Miguel do Oeste (34,7%), Indaial (34,6%), Tubarão (34,5%), Cocal do Sul (34,2%) e Joinville (34%).

Trabalho em cidades vizinhas

Com o crescimento populacional e a dinâmica do preço do aluguel imobiliário, as cidades satélites dos grandes polos cresceram, criando um fluxo de trabalhadores rumo às cidades polos. Além do exemplo de Camboriú, a Grande Florianópolis também registra um dos maiores percentuais de moradores que trabalham fora de suas cidades. Dentre os 15 municípios que são destaque neste item, seis são da região metropolitana da Capital: Governador Celso Ramos (40,57%), Biguaçu (39,72%), Palhoça (38,34%), São José (35,35%), Santo Amaro da Imperatriz (32,18%) e São Pedro de Alcântara (30,92%). Assim, a região da Grande Florianópolis é o principal gargalo de mobilidade urbana do Estado.

Melhor mobilidade

A média estadual de trabalhadores que levam menos de meia hora para chegar ao trabalho é de 87,63%. Nesta lista, estão a própria Capital do Estado e os municípios próximos a Joinville, como Araquari. No ranking de mobilidade urbana das maiores cidades catarinenses, Itajaí apresenta a melhor taxa – 88,38% – e Palhoça a pior, com 60,41%.

Na comparação com outras regiões metropolitanas brasileiras, Florianópolis tem os menores percentuais de trabalhadores que levam entre meia hora e uma hora e mais de uma hora para chegar ao trabalho. Uma explicação para este dado é que, apesar do grande crescimento verificado nos últimos anos, a Capital tem um porte menor do que as demais regiões metropolitanas do país e, devido às suas condições geográficas, não abriga um grande centro industrial.

A Fecomércio também disponibilizou toda a pesquisa. Acesse no link abaixo:

 

http://www.fecomercio-sc.com.br/fmanager/fecomercio/pesquisas/arquivo380_1.pdf

 

 

Resultado da indústria foi pior que o esperado em novembro

08 de janeiro de 2015 0

Um dos setores que mais sentem a crise no Brasil é a indústria. Depois de registrar crescimento de 0,1% na produção em outubro frente ao mês anterior, a expectativa era de crescimento em novembro, mas foi pior: houve queda de 0,7%, informou o IBGE. Os analistas de mercado esperavam um resultado positivo. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a produção teve recuo de -5,8% e, no acumulado do ano, houve queda de -3,2%, variação idêntica a dos últimos 12 meses. Essa situação difícil é preocupante porque a indústria, quando cresce, puxa quase todos os demais setores da economia. O governo federal precisa trabalhar para fazer a sua parte e reverter isso. O ciclo positivo virá com o ajuste fiscal, a volta da confiança dos investidores na economia e retomada dos investimentos.

Soja avança na área de milho no Estado

11 de dezembro de 2014 0

Santa Catarina deve registrar safra recorde de soja com crescimento de 7,63% da área plantada enquanto o milho perde espaço para a oleaginosa há 10 anos e registra queda de 5,12% na área cultivada este ano, segundo dados do IBGE. Isso sinaliza que SC continuará com déficit de 2,5 milhões de toneladas na oferta do cereal.

Conforme o IBGE, a área plantada de 420 mil hectares de milho é menos da metade da cultivada em 2003, que foi de 856 mil hectares. Em compensação, a de soja mais que dobrou, passando de 257 mil hectares em 2003 para os atuais 602 mil hectares.

De acordo com a doutora em Economia e analista do Centro de Socieconomia e Planejamento Agrícola da Epagri, Gláucia de Almeida Padrão, os motivos dessa mudança é que a lavoura de milho tem um custo maior e a lavoura de soja tem dado melhor rendimento para o agricultor.

Mesmo com a redução da área a safra de milho deve ser similar à de 2013, de 3,1 milhão de toneladas devido ao aumento de 7% na produtividade, fruto de investimento em melhores sementes, adubação e tecnologia. SC deve colher este ano cerca de 4,5 milhões de toneladas de milho e 1,96 milhão de toneladas de soja.

Reflexos econômicos do futebol em SC no ano que vem

29 de novembro de 2014 3

Que tipo de reflexo terá a presença de quatro clubes catarinenses na Série A do Campeonato Brasileiro de Futebol? Esta é uma das indagações que surgem com a presença do Avaí, Chapecoense, Figueirense e Joinville na disputa de elite do esporte no Brasil. A comemoração cresceu com a vitória do Avaí contra o Vasco, neste sábado, garantindo a volta do time à Série A e a presença dos quatro catarinenses na disputa.

É claro que 2015 será um ano de ouro para o futebol catarinense. Essa presença destacada vai projetar mais o Estado, as três cidades, os clubes e seus patrocinadores, com mais turistas e mais vendas. Entre as marcas que estampam camisas estão WOA, Unimed, Caixa, Aurora e Taschibra. No ano que vem, a camisa do Joinville poderá ganhar a marca BMW, da montadora sediada na vizinha Araquari.

Até pouco tempo, poucos imaginavam uma participação tão forte de SC no futebol. Com população de 6,7 milhões segundo estimativa do IBGE, o Estado é o que tem, proporcionalmente ao número de habitantes, a maior presença na elite do futebol. São Paulo tem três clubes na Série A  – São Paulo, Corinthians e Santos – e pode garantir  mais um, o Palmeiras, mas sua população é de 44,035 milhões de habitantes. Isto mostra que SC, de longe, é destaque nesse quesito.

A projeção do futebol dá força especial ao turismo. Aliás, sempre se fala que os clubes brasileiros gostam da presença de Florianópolis na Série A porque podem curtir a ilha nos períodos de jogos aqui. Em 2015 terão dois times da Capital. Além disso, poderão desfrutar de serviços de qualidade e das belezas de Joinville e de Chapecó.

O Estado poderia ter cinco times na A caso o Criciúma tivesse conseguido se manter. O clube do Sul se esforçou muito, mas não teve sorte desta vez. Esperamos que consiga subir logo, já no final do ano que vem. A propósito, vale observar que a cidade de Criciúma está cada vez mais bela também.Ganhou uma série de edifícios luxuosos, alguns com design exclusivos e outros com floreiras, fato raro em SC.

Num ano que promete ser difícil para a economia, o Estado tem registrado crescimento acima da média, viverá um 2015 com muitas emoções no futebol, segmento em que também ficou acima da média. Esperamos que seja com muitas vitórias e sem episódios de violência.

 

 

Da indústria

13 de novembro de 2014 0

A estagnação econômica do país atinge mais a indústria e SC não foge à regra. Segundo o IBGE, o emprego da indústria de SC teve queda de 1,9% em setembro frente ao mesmo mês de 2013. Mas as exportações acumularam alta de 6,4% entre janeiro e outubro frente ao ano passado.

Produção industrial cai 0,2% e setor segue em recessão

04 de novembro de 2014 2

Quem sente mais o impacto da crise econômica no Brasil é a indústria. Segundo dados do IBGE divulgados hoje, a produção do setor caiu 0,2% em setembro frente a agosto (mês imediatamente anterior) e teve recuo de 2,1% na comparação com setembro do ano passado. No ano, a queda acumulada alcançou 2,9% e em 12 meses recuou 2,2%. O maior recuo de setembro foi no segmento de bens intermediários, que varou -1,6%. Esses dados mostram que a indústria continua em recessão e são preocupantes porque o setor de manufatura é um dos que mais puxam o crescimento econômico.

Sonhos com a riqueza vinda do ouro negro

01 de novembro de 2014 0

Sexta maior economia do país pela força do seu povo empreendedor, Santa Catarina sonha há décadas com uma descoberta de petróleo ou um investimento de peso do setor para contar com mais uma atividade econômica de alta rentabilidade. O avanço dos testes de prospecção de petróleo pela empresa australiana no mar do litoral catarinense trouxe nova esperança ao Estado.

Entre os recentes movimentos para inserir SC na indústria de petróleo e gás houve a insistente defesa para que a Petrobras instale uma refinaria no Estado ou um outro negócio. Também foram criados os cursos de Engenharia do Petróleo da Udesc e Unisul. A SCGás e a Fiesc cobram a instalação de uma unidade de regaseificação de gás natural liquefeito para fornecer gás à região Sul. E surgiu também o projeto de estaleiro para fabricação de plataformas em São Francisco do Sul, que precisa sair do papel.

Caso a decisão judicial em busca de royalties não seja favorável, o Estado e municípios passarão a perder cifras cada vez maiores. Se isso ocorrer, SC continuaria vítima de duas injustiças, a da vantagem hoje garantida aos Estados mais produtores e das perdas causadas pelas linhas imaginárias do IBGE. Mas se tiver um acidente no mar, SC poderá sofrer as consequências ambientais porque a exploração é, de fato, no litoral catarinense.

Maior queda

16 de outubro de 2014 0

Santa Catarina registrou a maior queda de vendas do varejo brasileiro no mês de agosto, segundo o IBGE. O estado teve queda de 5,1% frente ao mesmo mês do ano passado. No país, houve expansão de 1,1% no mesmo período após dois meses de queda no indicador. Ainda em SC, nos últimos 12 meses houve queda de 1,2%.

Números que preocupam a indústria

02 de outubro de 2014 0

Enquanto candidatos à eleição evitam temas relevantes para o futuro, especialmente na área econômica, e números recentes preocupam, o setor industrial de SC planeja um futuro com mais competitividade. A atividade da indústria brasileira caiu em agosto, segundo a CNI. As horas trabalhadas na produção frente ao mês anterior caíram 0,8% e o uso da capacidade instalada recuou 0,5 ponto percentual. O fraco desempenho é devido às dificuldades para competir com produtos do exterior, menor consumo das famílias e queda dos investimentos.

De janeiro a julho, a produção industrial, segundo o IBGE, teve queda de 2,7% no Brasil e de 1,8% em SC. A perda da competitividade da indústria aumenta o déficit da balança comercial. Mês passado, as exportações caíram 10,2%. Em meio a esses obstáculos, a indústria do Estado planeja o futuro com o Programa de Desenvolvimento da Indústria Catarinense. Amanhã, em Joinville, a Fiesc começa a apresentar as 16 rotas de crescimento setorial que vão compor o Masterplan. A primeira será para o setor metalmecânico.

Fecomércio realiza painel com candidatos a governador

21 de setembro de 2014 1

A Fecomércio-SC realiza nesta segunda-feira, às 10h, na sua sede, um painel com os candidatos ao governo do Estado Claudio Vignatti, Paulo Bauer e Raimundo Colombo. Lideranças da entidade vão entregar a eles a Carta do Comércio, que foi elaborada com sugestões de lideranças de todo o Estado e traz os desafios do setor em educação, inovação, infraestrutura, legislação trabalhista e carga tributária.O evento será no auditório da entidade, no Centro de Florianópolis.

Segundo o presidente da Fecomércio, Bruno Breithaupt, esse documento reforça o compromisso do setor e da entidade com o Estado.
- O nosso objetivo, como entidade representativa do sindicalismo patronal, é colaborar e construir a sustentabilidade e a longevidade das empresas catarinenses e proporcionar um ambiente propício de crescimento, agindo de forma participativa e decisiva junto a todos os órgãos da administração pública – afirmou.

A propósito, o comércio de SC também sofre com o pífio crescimento da economia brasileira. No mês de julho, as vendas do varejo restrito, que inclui a maioria dos setores menos veículos e materiais de construção, cresceram apenas 0,9% frente ao mesmo mês do ano passado, enquanto no Brasil a expansão alcançou 3,5%, conforme dados do IBGE. No varejo ampliado, que inclui carros e materiais de construção, as vendas cresceram 2,1% em SC, em julho frente a mesmo mês de 2013 enquanto no país houve queda de 0,6%.

Indústria de SC cresce 4%

08 de setembro de 2014 0

A produção da indústria de SC cresceu 4% em julho frente a junho segundo dados do IBGE. Na comparação com julho do ano passado, recuou 2,7% e, no acumulado do ano, teve queda de 1,8%. A alta de 8% do setor de madeira ajudou no resultado de julho, mas a metalurgia teve queda de 8,7%, máquinas e equipamentos elétricos recuaram 5,3% e a produção de máquinas caiu 3,7%.

O Estado precisa de serviços regionais

29 de agosto de 2014 0

Segundo o IBGE, a região metropolitana do Norte-Nordeste do Estado, que inclui Joinville e Jaraguá do Sul, tem 1.191.558 habitantes. Na região metropolitana de Florianópolis são 1.111.702 habitantes. SC precisa oferecer serviços regionais, especialmente de transporte coletivo.

Produção industrial de SC cai 4% em junho

06 de agosto de 2014 0

O IBGE divulgou hoje a produção industrial de 14 regiões do Brasil relativa a junho. Santa Catarina, pela primeira vez no ano, teve uma queda expressiva, de 4% frente ao mês anterior, maio, e bem maior, de 7,5% em relação a junho do ano passado. No acumulado do primeiro semestre do ano, o Estado teve recuo de 1,75 e fechou com alta de 0,5% os últimos 12 meses. O Brasil, na média, teve queda da produção industrial de 1,4% frente a maio e de 6,9% na comparação com o mesmo mês de 2013. São Paulo, que é a principal locomotiva do setor, teve queda de 1% na comparação de junho com o mês anterior, maio; e de 6,5% frente a junho do ano passado.

Esses dados estampam os impactos negativos da Copa e, também, a retração da produção nacional em função da queda das vendas devido a  inflação e juros altos. Esta foi a quarta queda consecutiva da produção da indústria frente ao mês anterior. Em março recuou 0,7%, em abril 0,5% e em maio 0,8%. A Copa afetou mais em função das paralisações e férias coletivas para as pessoas poderem acompanhar os jogos do Brasil.