Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts com a tag "Celesc"

Hidrelétricas antigas da Celesc vão a leilão

24 de setembro de 2015 0

Cinco pequenas hidrelétricas antigas da Celesc, que voltaram para a União, serão leiloadas pelo governo federal junto com mais 25 de outras empresas no final de outubro. As unidades catarinenses geram juntas 63,402 MW e estão avaliadas em R$ 228,5 milhões. São as usinas Palmeiras, Garcia, Bracinho, Cedros e Salto (Salto Weissbach). Segundo o presidente da Celesc, Cleverson Siewert, a empresa fez um grupo de trabalho para avaliar se vale a pena participar do leilão para recomprar.

Leia as últimas notícias

Celesc entra na Banda Larga

18 de setembro de 2015 0
Foto: Vânia Matozzo, Celesc, Divulgação

Foto: Vânia Matozzo, Celesc, Divulgação

Famílias e instituições mais pobres do Estado deverão ter facilidade de acesso à internet pelo Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). Acordo com esse objetivo foi assinado pelos presidentes dos grupos Celesc, Cleverson Siewert (E), e Telebrás, Jorge Bittar (D). A Celesc disponibilizará postes e fibra ótica para expandir a rede. Pela parceria firmada semana passada, as duas empresas vão fazer intercâmbio tecnológico para expandir a atual infraestrutura. A Celesc também firmou parceria com o grupo italiano Dolomiti Energia para projetos na área de eficiência energética.

– A Celesc atua em distribuição de energia, mas desde 2011 procuramos incrementar o perfil da companhia, com mais iniciativas voltadas para geração e transmissão. Por isso, essas novas parcerias são fundamentais não só para consolidar esse novo perfil como continuar atendendo bem à sociedade catarinense – explicou Siewert.

Leia as últimas notícias

Como pequenas empresas podem fornecer para estatais

17 de setembro de 2015 0

Com o objetivo de aproximar micro e pequenas empresas (MPEs) de estatais para facilitar negócios, o Sebrae/SC, numa parceria com a prefeitura de São José, vai realizar na próxima quarta-feira,23, o seminário Fomenta para MPEs da Grande Florianópolis. Durante todo o dia, representantes da Celesc, Casan, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, secretarias de Estado, prefeituras e outras instituições vão mostrar regras seus fornecedores precisam cumprir para produtos e serviços. O seminário faz parte do movimento Compre do Pequeno Negócio que visa estimular o consumo de pequenas empresas locais. Essa prática, além de dinamizar mais a geração de riqueza regional, é mais ecológica porque gera menos impacto ambiental.

Leia as últimas notícias 

Celesc reforça energia na região de Imbituba

09 de setembro de 2015 0

A informação do presidente da Celesc, Cleverson Siewert, de que a empresa vai reforçar a geração de energia da região de Imbituba em função da duplicação da BR-101 animou investidores. O Porto de Imbituba vai fechar com movimento estável este ano.

Leia as últimas notícias

Celesc discute segurança energética em reunião com grupo de trabalho

02 de setembro de 2015 0

Visando mais segurança energética, a Celesc discutiu o tema na reunião do Grupo de Trabalho de Atendimento ao Estado de SC na última semana com presenças de peso como o diretor-geral do ONS, Hermes Chipp; diretor do ONS Sul, Manoel Botelho; presidente da Fatma, Alexandre Waltrick; além de representantes da Empresa de Pesquisa Energética, Eletrosul, Tractebel e das usinas Foz do Chapecó, Quebra Queixo e Salto Pilão. De acordo com o presidente da companhia, Cleverson Siewert, os conselheiros concluíram que o Estado tem uma das melhores médias de pontos de conexão do sistema da distribuidora com o sistema integrado nacional da Eletrosul, de alta tensão. São 16 pontos, a maioria nas regiões do litoral, Vale e Norte. O Oeste tem apenas um, mas a Eletrosul investe em mais um, que será concluído em meados do ano que vem. Segundo o presidente, com a duplicação da BR-101, o Sul de SC vai receber mais investimentos, por isso precisa de reforço. A região da Grande Florianópolis também.

Leia as últimas notícias

 

Aneel destina 10 milhões para Programa de Eficiência Energética da Celesc

02 de setembro de 2015 0

Ações voltadas à sustentabilidade e à transparência projetam o Programa de Eficiência Energética da Celesc Distribuição. Numa aprovação inédita da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), o próximo edital de R$ 20 milhões vai reservar a metade dessa verba, R$ 10 milhões, para projetos empresariais voltados à energia limpa. Nesta quita-feira (03) à tarde, a empresa realiza em Florianópolis o 2º Workshop sobre a nova chamada pública do programa, com a presença de cerca de 200 pessoas interessadas. Segundo o presidente da estatal, Cleverson Siewert, nesse segmento de energia limpa empresas poderão apresentar projetos de cogeração, aerogeradores e geração solar. Tudo dentro do projeto estadual SC + Energia. A outra parte dos recursos vai para iniciativas tradicionais de eficiência energética como compra de motores elétricos mais eficientes, mudança de lâmpadas e de equipamentos.

Pode envolver não só indústria, mas comércio, serviços, instituições e residências. O prazo para apresentar projetos vai até 30 de outubro. Outras informações sobre o edital estão no portal da empresa, link do PEE-Celesc.

A Aneel também reconheceu vanguarda da Celesc no fato de fazer chamada pública para o programa de eficiência energética. Em função da iniciativa da estatal catarinense, a agência passou a exigir chamada pública para o programa em todo o Brasil.

Leia as últimas notícias 

Um segundo trimestre com queda histórica

14 de agosto de 2015 0

Por Julia Pitthan*

Mudanças na regulação do setor, crise no abastecimento hídrico e o fim de uma política de subsídios do governo federal ou que se traduz no início de um realismo tarifário estão entre as explicações dos altos reajustes do custo elétrico. A análise é do presidente da Celesc, Cleverson Siewert, em comentário durante reunião da Câmara de Energia da Fiesc, na manhã de quinta-feira, em Florianópolis.

Apesar de reconhecer os efeitos dos altos reajustes para a indústria, Siewert diz que são necessários para o equilíbrio financeiro da distribuidora. Afinal de contas, a companhia também precisa pagar os acionistas e equacionar as despesas.

Reajuste da Celesc foi mais baixo do que o mercado esperava
Conta de luz subirá 3,61% no Estado

A boa notícia é que no médio prazo já é possível prever um cenário mais positivo. Para começar, voltou a chover. Os reservatórios retomam patamares aceitáveis, e as térmicas podem ser dispensadas. Por conta disso, a Aneel confirmou quinta-feira o fim da bandeira vermelha, que vigorava desde janeiro.

O pacto agora é para o acesso a uma energia mais barata – hoje disponível principalmente para as distribuidoras do Norte e Nordeste –, que poderiam ajudar a aliviar o preço da tarifa em SC. Na reunião, surgiu o alinhamento entre Celesc e Fiesc para pleitear essa garantia junto a parlamentares.

Enquanto o alívio não chega de fato, o Estado ultrapassa um período de retração no consumo de energia. Siewert afirmou que há 15 anos não havia tamanha queda de demanda no Estado. Cenário semelhante só foi visto na crise de 2008, quando 60% do PIB do Estado ficou debaixo d’água. O jeito é ter criatividade para superar a fase. E estar preparado para a bonança que, em breve, deve retornar.

Leia as últimas notícias

* A colunista Estela Benetti está em férias até dia 19 de agosto, neste período a jornalista Julia Pitthan assume como interina.

Aumento na energia em SC: alívio parcial

05 de agosto de 2015 0

Por Julia Pitthan*

A pressão da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) sobre a Celesc e Aneel para impedir um alto reajuste na tarifa de energia elétrica teve efeito positivo, pelo menos parcialmente. A majoração foi menor do que o mercado projetava, na ordem de 3,59%, em média, para a categoria de alta tensão, que compreende o segmento industrial.

Para o presidente Glauco José Côrte, a decisão da Aneel mostra que a reiterada defesa feita pela indústria para que Santa Catarina tenha um tratamento justo na cobrança da tarifa de energia surtiu efeito. Em meados de julho, a entidade encaminhou ofícios à Aneel e Celesc com o pedido de suspensão do aumento.

Conta de luz subirá 3,61% no Estado

Apesar do reajuste menor do que o esperado – e que significou alívio parcial para o setor produtivo no Estado – as entidades criticaram a decisão e querem pedir pagamento escalonado do aumento.

– Qualquer aumento nesse momento é negativo para a recuperação da indústria e da economia, mas vamos sentar com o presidente da Celesc para ver a possibilidade de um parcelamento para que o setor industrial principalmente – disse Côrte.

De acordo com o economista Danilo Kuhnen, assessor da Câmara de Energia da Fiesc, somados os reajustes de março e agosto com a incidência da bandeira vermelha, a alta para o consumidor chega a 47% este ano.

Efeitos para a agroindústria

O aumento pode parecer pequeno, mas em contas gigantes, o rombo aparece. A Cooperativa Central Aurora Alimentos paga cerca de R$ 20 milhões por mês em energia e esse novo aumento (3,59%) representa mais R$ 700 mil mensais. O presidente, Mário Lanznaster, disse que esse é mais uma alta que se soma a uma escalada que castiga as indústrias. Ele desabafou:

– Estamos perdendo a competitividade internacional com esses reajustes de preços administrados pelo governo que anulam todo o esforço de busca de eficiências das empresas.

Leia as últimas notícias

* A colunista Estela Benetti está em férias até dia 19 de agosto, neste período a jornalista Julia Pitthan assume como interina.

Celesc anuncia o percentual de reajuste nesta terça-feira

03 de agosto de 2015 0

Por Julia Pitthan*

A Celesc anuncia nesta terça-feira o percentual de reajuste das tarifas a partir de agosto. A expectativa é de que o número fique entre 10% e 15%. A alta é motivo de preocupação para o setor produtivo no Estado.

Leia as últimas notícias

A colunista Estela Benetti está em férias até dia 19 de agosto, neste período a jornalista Julia Pitthan assume como interina.

Celesc registra pequeno acréscimo no consumo de energia

31 de julho de 2015 0

No primeiro semestre, a Celesc registrou crescimento de 0,6% no consumo de energia frente aos mesmos meses de 2014. No segundo trimestre, a alta alcançou 2,9%. O consumo industrial recuou 4,0% no semestre e 2,8% no segundo trimestre. No comércio, teve expansão de 1,5% no semestre e de 3,7% de abril a junho.

Leia as últimas notícias

Chuvas reduzem o preço da energia

29 de julho de 2015 0

Enquanto o cenário atual é de tarifa de energia nas alturas, com projeção de alta de quase 95% para os consumidores da Celesc caso o reajuste do mês que vem seja aprovado, o preço da energia começa a cair no curto prazo. A boa notícia foi destacada pelo presidente da Tractebel Energia, Manoel Zaroni, antes do evento de posse da Eletrosul, ontem, e foi confirmada também pelo presidente da Eletrobras, José da Costa Carvalho Neto, e pelo secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério das Minas e Energia, Altino Ventura Filho, que representou o ministro Eduardo Braga no evento. Conforme Zaroni, o preço da energia no mercado, que estava em R$ 388 por MWh, já está em R$ 170. Isto em função da queda da carga e melhor nível de chuvas (hidrologia). Esse cenário deve continuar, informou o empresário.
A coluna apurou que, com essa redução de preço, o consumidor poderá pagar um pouco menos em agosto porque a bandeira tarifária, ao invés de ser vermelha, poderá ficar amarela. Quando é amarela, a conta de luz sobe R$ 2,50 a cada 100 kWh consumido. Se for vermelha, sobe R$ 5,5 a cada 100 KWh utilizados. O presidente da Eletrobras também ressalta a queda do preço da energia. Segundo ele, com as condições de hidrologia melhorando, o preço começa a cair. Ele acredita que em 2016 e 2017 será possível voltar ao normal, com o desligamento das térmicas temporárias.
– Estamos num período muito difícil. A notícia boa é que o sistema está tão bem preparado que numa das maiores crises hídricas da história do Brasil não será necessário fazer racionamento – disse Carvalho Neto.
Conforme Ventura, o preço da energia vai cair também em função da conclusão de obras, como novas usinas e linhas de transmissão, e da entrada de cerca de 30 usinas no regime de cotas.

Regime de cotas

O esforço da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc) para viabilizar distribuição maior de energia do regime de cotas (aquela mais barata) para a Celesc, relativa a contratos já realizados não será fácil. Altino Ventura, do Ministério das Minas e Energia, diz que esse equilíbrio está sendo seguido. A Fiesc disse que esse critério não foi obedecido no passado e vê nessa mudança uma chance de reduzir a tarifa.

Alta de quase 95% na energia assusta

25 de julho de 2015 0

Caso a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) não suspenda o reajuste da conta de luz da Celesc previsto para vigorar a partir de 7 de agosto, os consumidores da empresa terão que enfrentar alta acumulada de quase 95% num espaço de 12 meses. Essa projeção é feita pelo diretor de Relações Indústriais da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), Carlos Henrique Ramos Fonseca, considerando também possível majoração de 15% no mês que vem. Foi para evitar que a conta fique quase o dobro maior que a federação solicicitou à Aneel, esta semana, que suspenda o próximo reajuste.

A variação quase dobra considerando os 22% de agosto do ano passado, mais os 42% de março deste ano, as bandeiras tarifárias mensais e a provável alta de 15%. Tudo isso numa fase de profunda recessão, com uma série de indicadores econômicos negativos na economia do Estado.

Fiesc pede suspensão da nova alta da conta de luz para a indústria
Fiesc deve propor redução da alíquota de ICMS sobre energia

E não é só a Fiesc que está confirmando variações que assustam. A empresária Carolina Canfield, da indústria de madeiras Faqueadas Ipumirim, do Oeste do Estado, checou o valor pago por KW pela empresa há um ano e agora e concluiu que a energia subiu 92%. Ela avalia, com razão, que é um aumento excessivo.

Conforme Fonseca, não é a parcela B de custos da Celesc que onera a tarifa. Ela inclui despesas com pessoal, material, serviços e os investimentos e a empresa tem uma das menores tarifas do país nessa área. O que pesa mesmo é o custo da energia comprada de térmicas.

Nos argumentos à Aneel, a Fiesc cita problemas que estão majorando a energia de SC e aponta como isso poderia ser encaminhado, diz Fonseca. Também pede apoio aos parlamentares do Estado nessa luta.

Argumentos para evitar nova alta na tarifa da Celesc:

1 – Lei de 2013 define que a energia das usinas que venceram concessão, bem mais barata, deveria estar sendo rateada proporcionalmente ao mercado. Isso não está acontecendo para a Celesc. O governo quer mudar isso em 2021, a Fiesc sugere para que seja imediatamente.

2 – A Conta da CDE e a energia de Itaipu deveriam ser rateadas igualmente entre todos os consumidores do país.

3 – A Fiesc questiona que a alíquota de ICMS sobre energia elétrica em SC está acima da média nacional. Por isso, sugere medidas que levam a tarifa do Estado para a média do país. A entidade pondera para que pelo menos se faça uma redução gradual da alíquota a partir de agora, o que não afetaria a arrecadação.

Leia, abaixo, as sugestões da Fiesc com mais detalhes:

- Lei de 2013 define que a energia das usinas que venceram concessão por isso, bem mais barata, deveria estar sendo rateada proporcionalmente ao mercado das concessionárias e isso não está acontecendo para a Celesc. A distribuidora de SC está tendo que comprar mais energia cara de térmicas. O governo federal previu essa equalização só para 2021, mas a Fiesc diz que deveria ser feita imediatamente para permitir a suspensão do próximo reajuste da energia no Estado, programado para 7 de agosto.

- Outro ponto é a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), um encargo setorial que pesou quase 70% no aumento de março. O Sul, Sudeste e Centro-Oeste pagaram praticamente quatro vezes e meia a mais do que o Nordeste. Se o sistema é interligado, os custos setoriais deveriam ser rateados entre todos de forma equânime.

- A tarifa de Itaipu é paga pelo dólar do dia. Hoje, quem absorve esse custo de Itaipú são as concessionárias do Sul e Sudeste. Se essa energia vai para o sistema nacional, todo o pais deveria pagar.

- Por Medida Provisória, o governo federal prorrogou energia subsidiada para empresas eletrointensivas do Pará. Isso deveria ser igual para todas as empresas desse segmento, alerta a Fiesc.

- Redução da alíquota de ICMS. A Fiesc questiona que o tributo que recolhe sobre energia elétrica em SC está acima da média nacional. Sugere medidas que levariam a tarifa do Estado para a média do país.
A entidade pondera para que pelo menos se faça uma redução gradual da alíquota de ICMS a partir dos próximos reajustes já que isso não afetaria a arrecadação atual do governo.

Economistas e representantes do setor elétrico do país são recebidos hoje

14 de julho de 2015 0

Economistas e representantes do setor elétrico do país são recebidos hoje pelo presidente da Celesc, Cleverson Siewert, e diretores para seminário de planejamento estratégico. O evento marca o início da revisão do plano diretor da empresa, que avalia cenários para sua atuação futura.

Leia as últimas notícias sobre a Celesc

Indústrias investem para gastar menos luz

26 de setembro de 2014 0

Diante da certeza de conta de luz cara até 2018, com reajustes anuais da ordem de 25% ou mais, indústrias investem em equipamentos mais modernos, que gastam menos luz. A economia na conta supera 10% em boa parte dos casos. Entre as que adotaram essa estratégias estão três multinacionais de SC, a BRF, Tigre e Tupy, numa parceria com a Celesc, o que resultou em sobra de energia para abastecer uma cidade com mais de 10 mil residências por um ano.

A WEG, de Jaraguá do Sul, líder mundial em motores elétricos, criou até uma equipe que vai nas empresas e calcula quanto elas podem economizar e em quanto tempo os novos investimentos se pagam só com a economia na conta de luz. A Tigre acaba de fazer substituição de motores elétricos e sistemas de automação. Conseguiu economizar 11,17% no valor da conta, reduziu o consumo em 5.284,98 MWh/por ano. O retorno do investimento será em apenas dois anos e meio. A BRF conseguiu reduzir em 10% o consumo da sua planta de Chapecó, o que gerou economia anual superior a R$ 500 mil. A Tupy, de Joinville, economizou 10.641,83 MWh/ano, o que representa cerca de 2,06% do consumo anual. Investiu R$ 9,73 milhões e terá retorno em cinco anos.

Celesc prevê R$ 500 milhões em geração

22 de setembro de 2014 0

Como a geração de energia é o negócio mais rentável do setor elétrico, o plano diretor da Celesc prevê mais investimentos na área. Para os próximos dois anos, a meta é investir cerca de R$ 500 milhões não só em geração hidrelétrica, mas também em usinas eólicas, solares e de biomassa, informa o diretor de Geração, Transmissão e Novos Negócios da empresa, Enio Branco.

Esta semana, a empresa abre uma chamada pública para atrair parceiros privados com projetos avançados e decididos a ter a companhia como sócia com 49% do capital, no modelo de Sociedade de Propósitos Específicos (SPE) que já vem sendo adotado. Do total previsto, a Celesc deve investir R$ 200 milhões. Segundo Enio Branco, com base no plano diretor da companhia, tanto do governador Raimundo Colombo, quanto o presidente da empresa, Cleverson Siewert, focam a expansão da geração para melhorar os resultados.

Hoje, a Celesc tem 12 PCHs que geram 106,75 MW. Além disso, tem mais quatro SPEs que geram juntas 5,52 MW. A meta é chegar a 150 MW em 2016, 300 MW em 2020 e mil MW (1 GW) em 2030. O chefe do departamento de Novos Negócios, Renato Rolim, diz que um projeto alternativo é o de parque eólico na região de Laguna, que vai gerar 60 MW. Na nova chamada pública, a Celesc espera receber propostas também para geração solar e de biomassa.

Está em obras a PCH Xavantina, de Xanxerê, que vai gerar 6,08 MW. É uma SPW que ficará pronta em meados de 2015.

Plano diretor

25 de agosto de 2014 0

A Celesc iniciou a revisão anual do seu plano diretor, processo que vai durar cerca de três meses. Reuniu em Florianópolis especialistas da área econômica e lideranças do setor para fazer análises acerca de cenários para a energia.

Segundo o presidente da Celesc, Cleverson Siewert, o ciclo de revisões permite que o plano seja atualizado em função
de alterações no mercado e que os desafios para o cumprimento das metas estabelecidas sejam contornados durante a execução.

Celesc vai ampliar usina

20 de agosto de 2014 0

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou o projeto de ampliação da usina Celso Ramos, uma pequena central hidrelétrica (PCH) da Celesc situada no município de Faxinal dos Guedes, Oeste de SC. Ela gera 5,4 megawatts (MW) e vai passar para 12,6 MW, com mais 7,2 MW de potência. Com essa obra, que requer investimento de R$ 45 milhões e prazo de 18 meses, o total de geração própria da estatal catarinense, que é de 106,8 MW, vai subir 7%, para mais de 114 MW.

Segundo o presidente da Celesc, Cleverson Siewert, a expectativa é lançar o edital da obra em 30 dias, processo que deve durar de quatro a seis meses. Depois, poderá ser iniciada a obra. A empresa pretente buscar financiamento no BRDE, BNDES ou até do Banco Mundial.

A Celesc aguarda aprovação para repotencializar mais cinco usinas: Salto,Ivo Silveira, Caveiras, Cedros e Rio do Peixe, mais a construção das CGHs Rio Bonito e Pinhal, que somarão mais 75,3 MW. Há mais 230 MW em projetos em parceria com o setor privado.

Celesc lucra R$ 64,6 milhões no trimestre

19 de agosto de 2014 0
Foto: Salmo Duarte, BD, 07/04/2014

Foto: Salmo Duarte, BD, 07/04/2014

A Celesc fechou o segundo trimestre com lucro líquido consolidado de R$ 64,6 milhões, uma queda de 45,2% frente ao mesmo período do ano passado, quando obteve R$ 117,9 milhões. A receita líquida de vendas do período alcançou R$ 1,242 bilhão, 25,5% superior a dos mesmos meses de 2013 (R$ 990 milhões).

No período de janeiro a junho, a companhia teve prejuízo de R$ 8,2 milhões. Segundo a empresa, este resultado reflete os custos extras da compra de energia térmica que não foi coberto pela agência reguladora. Mas, considerando os ajustes por ativos e passivos regulatórios e por efeitos não-recorrentes, no acumulado do ano o lucro líquido ajustado alcançou R$ 87,7 milhões, revertendo prejuízo ajustado de R$ 15,7 milhões do primeiro semestre de 2013.

No segundo trimestre, o consumo de energia na região atendida pela Celesc cresceu 4,2% e totalizou 5.665 GWh. As residências lideraram o crescimento de consumo com aumento de 8,3% no período, seguidas pelo setor comercial com mais 7,2%; o rural expandiu 5,8% e a indústria ampliou o consumo em apenas 0,4%.

Na foto acima, subestação de energia inaugurada em março, em Joinville.

Fiesc decide pedir redução do reajuste da tarifa de energia

08 de agosto de 2014 0
CelescFiesc

Foto: Heraldo Carnieri, Divulgação

Em reunião nesta sexta-feira à tarde, a Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) decidiu apresentar recurso na Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) solicitando a revisão do índice de reajuste médio de 22,6% na tarifa da Celesc Distribuição, para Santa Catarina, aprovado terça-feira.

O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, fez o anúncio após reunião com o presidente da Celesc, Cleverson Siewert, na qual foi feita avaliação das notas  técnicas da agência. O principal questionamento é sobre a participação de SC na partilha de energia de hidrelétrica de usinas já amortizadas. Se a distribuição tivesse sido justa, de acordo com lei sobre a matéria que recomenda a proporcionalidade de acordo com o consumo, o reajuste da Celesc seria perto de 12% e não de quase 23%.

O presidente da Câmara de Desenvolvimento Energético da Fiesc, Otmar Müller, defendeu redução tributária para a energia elétrica em SC. Na foto, Siewert (E) e Müller durante a reunião.

 

 

Fiesc vai entrar com recurso pela redução da alta na conta de luz

07 de agosto de 2014 3

A alta média de 22,62% na tarifa de energia elétrica dos clientes da Celesc Distribuição, a partir de hoje, assustou os consumidores. A Federação das Indústrias do Estado (Fiesc) vai entrar com um recurso administrativo junto a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para tentar derrubar esse reajuste para cerca da metade, pouco mais de 11%. Os argumentos a serem usados serão técnicos, adianta o presidente da federação, Glauco José Côrte. Segundo ele, o consumidor catarinense está sendo penalizado pela má distribuição da energia mais barata do mercado, aquela das usinas hidrelétricas já amortizadas (quitadas). Como a distribuidora do Estado detém 5,5% do mercado consumidor do país, deveria ter recebido energia barata nessa proporção, mas ficou com apenas 0,5%. A outra parte teve que comprar no mercado por preço bem mais caro, o que gerou um custo superior a R$ 500 milhões, incluído na alta de 22,6%. Outro aspecto técnico a ser questionado é o critério da Aneel que estabelece um custo futuro da tarifa até agosto do ano que vem. Nesse custo, ela considera, por exemplo, uma média de inflação que pode não acontecer.

Para a energia de usinas amortizadas há uma lei que define que a distribuição pela Aneel seja proporcionalmente à participação das empresas no mercado. Mas, lá adiante, num parágrafo, diz que se isso não for possível, a agência pode estabelecer critérios para essa distribuição.

-Vamos insistir na retirada desse componente que influenciou muito no aumento. Nosso cálculo é que a metade da alta pelo menos seja em decorrência da energia comprada. A nossa tarifa poderia cair para a metade, cerca de 12% – disse Glauco José Côrte.

Segundo ele, a Fiesc reconhece que é difícil conseguir uma redução, mas vai negociar. Outro argumento para excluir da tarifa é que se a alta é incluída, passa a ser estrutural porque os próximos aumentos serão sempre sobre uma base a partir desses 23%. Há indicação, também, de cobrança na tarifa de custo financeiro embora os empréstimos feitos pelo governo federal para compensar o custo de térmicas vão começar a ser cobrados apenas em 2015.
A iniciativa da Fiesc é importante não só para evitar uma tarifa super cara que está entrando agora, mas para conter altas futuras injustas. Também deveria ficar bem claro, agora, que paga a despesa extra das térmicas, as tarifas tenham uma redução de valor.

Reunião nesta sexta-feira

A Federação das Indústrias realiza amanhã uma reunião com o presidente da Celesc, Cleverson Siewert, para discutir os aspectos técnicos do aumento da tarifa. O objetivo é embasar melhor o pedido de redução da alta aprovada pela Aneel. O presidente da Fiesc, Glauco Côrte, convidou também um representante da Aneel, mas a agência não confirmou. A Fiesc também receberá amanhã os três candidatos ao governo do Estado que estão melhor colocados nas pesquisas: Raimundo Colombo, Paulo Bauer e Claudio Vignatti. O objetivo é ouvir suas propostas de governo.