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Posts com a tag "crescimento"

Economia de SC cresce acima da média nacional

20 de setembro de 2014 1

O ritmo da atividade econômica do país segue baixo, mas Santa Catarina continua acima da média. Foi isso que mostrou novamente o Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR-SC), calculado pelo Banco Central e considerado uma prévia do PIB. No mês de julho frente a junho, o Estado teve alta de 2,6% enquanto o Brasil cresceu 1,5%. No acumulado de janeiro a julho, SC avançou 3% e o país ficou em 0,1%.

Outro indicador importante foi a geração de postos de trabalho no Estado. Segundo o Caged do Ministério do Trabalho de janeiro a agosto SC empregou 3,4% mais enquanto o Brasil teve aumento de 1,9%. A indústria de transformação do Estado expandiu o número de vagas em 3,8% no período; e em nível nacional, a alta foi de apenas 0,3%. Conforme o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, a indústria catarinense, de janeiro a agosto, abriu 25.767 novos postos de trabalho. Se for considerada a construção civil e a extração mineral, foram 37 mil novas vagas, a maior expansão nacional, comentou o empresário.

- Os números de empregos da indústria não são para soltar foguetes, mas estão melhores do que a média brasileira. O industrial catarinense resiste a demitir – avaliou Côrte.

As exportações de SC, de janeiro a agosto, avançaram 5,83% enquanto as do Brasil caíram 1,68%. O varejo restrito do Estado cresceu 0,9% até julho e o varejo ampliado teve expansão de 2,1%.

Setor de cooperativas de SC projeta crescimento entre 12% e 15% para este ano

19 de setembro de 2014 0

Apesar do crescimento econômico quase estagnado do país, o setor cooperativista de Santa Catarina mantém a projeção de crescimento de receita de 12% a 15% para este ano em relação ao ano passado. A informação é do presidente da Organização das Cooperativas do Estado (Ocesc), Marcos Antônio Zordan, que está à frente do encontro de 250 líderes cooperativistas que acontece desde ontem no Hotel Majestic, em Florianópolis.

O faturamento do segmento deve crescer de R$ 20,16 bilhões para R$ 23 bilhões este ano. A maior parte, cerca de 65% virá do agronegócio, com as produções de frango, suíno e leite. O aumento das exportações de carnes, especialmente para o Japão e a Rússia, está ajudando. Somente a Coopercentral Aurora terá receita de R$ 6,6 bilhões. Outro ramo forte é o cooperativismo de crédito, com mais de um milhão de associados.

O crescimento é bem acima da média porque o agronegócio é praticamente o único setor em alta no país, mas a baixa expansão do PIB é preocupante. Zordam afirma que independentemente de quem vencer a eleição presidencial de outubro, é preciso fazer mudanças na economia porque do jeito que está não dá. Entre as recomendações aos líderes cooperativistas no evento estão as de reforçar o caixa das organizações e não fazer gastos desnecessários.

Indústria de SC cresce 4%

08 de setembro de 2014 0

A produção da indústria de SC cresceu 4% em julho frente a junho segundo dados do IBGE. Na comparação com julho do ano passado, recuou 2,7% e, no acumulado do ano, teve queda de 1,8%. A alta de 8% do setor de madeira ajudou no resultado de julho, mas a metalurgia teve queda de 8,7%, máquinas e equipamentos elétricos recuaram 5,3% e a produção de máquinas caiu 3,7%.

Repasses aos municípios crescem 8%

05 de setembro de 2014 0

Os 295 municípios catarinenses receberam em agosto mais de R$ 327 milhões de repasses de verbas relativas ao retorno de ICMS, IPVA e transferências da União. O total teve um acréscimo de 4,9% frente ao mês anterior, julho, e de 8% na comparação com agosto do ano passado. As transferências às prefeituras dependem de receitas estaduais e federais, por isso não têm a mesma variação que a receita do governo estadual, que cresceu 6% em agosto frente ao mesmo mês do ano passado.

No acumulado de janeiro a agosto, os municípios de SC receberam R$ 2,61 bilhões, um incremento de 11,6% em relação ao mesmo período de 2013, quando a cifra ficou em R$ 2,34 bilhões.
– De tudo o que o Estado arrecada com ICMS, um quarto (25%) vai direto para os municípios. Em muitos casos, praticamente 40% da receita municipal depende da arrecadação desse imposto. Por isso é tão importante perseguirmos o crescimento constante da arrecadação – afirmou Antonio Gavazzoni, secretário da Fazenda.

Apesar do crescimento da arrecadação, a maioria das prefeituras reclama da limitação de verbas. A concentração da receita tributária na União supera 70%. Cada município tem direito a uma cota definida no Índice de Participação dos Municípios.

Expansão

15 de agosto de 2014 0

Apesar de a economia estar desacelerando, a Portobello fechou o segundo trimestre com crescimento de 12% na receita líquida frente ao mesmo trimestre de 2013. Alcançou R$ 233 milhões.

Empresas notáveis de SC

15 de agosto de 2014 0

Dezenove empresas catarinenses estão entre as 250 que mais cresceram no Brasil em 2013. Duas delas, de tecnologia, ligadas à Acate, são destaques no ranking da Exame PME. A Welle Laser foi a 1ª colocada geral. A Cianet, segunda melhor catarinense, ficou em 53º lugar.

Welle, de SC, liderou crescimento no Brasil em 2013

15 de agosto de 2014 0

Welle_Laser

A Welle Tecnologia Laser, do polo tecnológico de Florianópolis, que produz máquinas para uso de laser na indústria, foi a empresa do segmento de micro, pequenas e médias empresas que mais cresceu no Brasil em 2013. O levantamento foi feito pela consultoria Deloitte para a revista Exame PME e a premiação foi entregue ontem, em São Paulo.

Fundada pelos engenheiros gêmeos Rafael Bottós e Gabriel Bottós, a empresa ganha projeção internacional. Ela foi a empresa incluída na Endeavor com a maior nota mundial da história da instituição. Mais recentemente, tem aberto o debate no Brasil sobre conceitos novos com a Indústria 4.0 e a rastreabilidade industrial.Entre os clientes da Welle estão a Bosch, GE, Docol, Weg, Whirlpool e Tramontina.

Eletrosul fecha primeiro semestre com lucro superior ao do mesmo período em 2013

14 de agosto de 2014 0

A Eletrosul fechou o primeiro semestre do ano com lucro líquido de R$ 185,1 milhões, 69% superior ao do mesmo período de 2013, que somou R$ 109,5 milhões. Ajudaram no resultado positivo mais receitas com geração, reversão parcial de contratos onerosos e receitas de Sociedades de Propósitos Específicos.

Exportações de SC crescem 5,09%

11 de agosto de 2014 0

De janeiro a julho, as exportações via portos de SC cresceram 5,09% frente ao mesmo período de 2013, somando US$ 5,488 bilhões. A expansão dos embarques de soja (75,09%) e carne suína (57,32%) influíram mais no resultado. Segundo levantamento feito pela Federação das Indústrias (Fiesc), dos 10 produtos mais exportados pelo Estado, houve queda de 4,3% nos embarques de frango, de 40,77% no fumo e 0,94% nos compressores herméticos para refrigeração.

A China segue como o principal destino dos embarques via portos catarinenses, posição que alcançou no mês passado quando ultrapassou os Estados Unidos. Em julho, as vendas para a China cresceram 45,25%, e para os EUA, de 16,07%.
As importações catarinenses seguiram em alta. De janeiro a julho, o Estado recebeu Us$ 9,210 bilhões, 12,09% mais do que no mesmo período do ano passado. Os itens mais importados são cobre refinado, que é usado por diversas indústrias, e, em segundo lugar, ficou o polietileno, matéria-prima do setor plástico.

Exportações brasileiras de frango atingiram recorde mensal em julho

05 de agosto de 2014 0

As exportações brasileiras de frango seguem em alta. Em julho, atingiram recorde mensal, com receita de US$ 774,4 milhões, 14,3% superior a do mesmo mês do ano passado, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal. No ano, são US$ 2,274 bilhões em receita, 2% mais do que no mesmo período de 2013.

A BRF, multinacional de SC dona da Sadia e Perdigão, fez acordo com a Alyasra Food Company, sua distribuidora no Kuwait, para a aquisição de 75% do negócio de distribuição de alimentos congelados no varejo. O valor da compra, conforme a BRF, é de US$ 160 milhões. A Alyasra é líder em distribuição de alimentos no Kuwait.

Anjo abre nova fábrica em Criciúma

01 de agosto de 2014 0

A Anjo, de Criciúma, uma das principais fabricantes de tintas, solventes e complementos do país, vai inaugurar mês que vem sua quinta fábrica na cidade. O projeto visa continuar o crescimento da empresa que faturou R$ 352 milhões em 2013. A meta é crescer 8% neste ano e triplicar o valor nos próximos 10 anos. O investimento na nova planta é de R$ 9 milhões. A unidade vai fabricar  resinas para os segmentos automotivo, imobiliário, industrial e flexográfico.

Baixo crescimento afeta contas públicas

31 de julho de 2014 1

Como a economia está crescendo pouco e os gastos públicos seguem avançando bem acima da expansão da arrecadação real do governo federal, as contas estão se deteriorando. No mês de junho, o governo central, que inclui as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, teve déficit primário de R$ 1,946 bilhão. Foi o pior desempenho para o mês desde 1997, quando foi iniciada a série histórica. Essas contas consistem no resultado das receitas e despesas com pessoal, custeio, programas sociais e investimentos, excluindo despesas de juros.

No primeiro semestre, o resultado do superávit primário ficou positivo, em R$ 17,237 bilhões. Porém, representa 50% do total registrado no mesmo período do ano passado e foi o pior primeiro semestre desde 2000. Frente ao PIB, o superávit do semestre 2014 está em 0,69.

O governo tem tomado medidas para aquecer a economia, mas parece que o mercado espera a definição da eleição.

Totvs lucra 18,5% mais no trimestre

30 de julho de 2014 0

A Totvs, empresa de software para gestão que incorporou, anos atrás, as joinvilenses Datasul e Logocenter, registrou lucro líquido de R$ 64,020 milhões no segundo trimestre de 2014, o que representa alta 18,5% sobre o mesmo período do ano passado. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 110,929 milhões, aumento de 12,1% na mesma base de comparação. A margem Ebitda subiu 0,3 ponto porcentual, para 25,3%. A receita líquida da companhia somou R$ 439,300 milhões entre abril e junho deste ano, avanço de 11,1% ante igual intervalo de 2013.

Alta da energia

29 de julho de 2014 1

Uma elevação da ordem de 20% no valor das tarifas de energia, conforme solicitado pela Celesc à  Aneel, teria forte impacto na produção industrial e atrapalharia a recuperação do crescimento industrial catarinense.  Em palestra ontem na Associação Empresarial de Joinville, o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, disse que o aumento da energia teria que ser debatido tecnicamente. O impacto nos preços será grande.

 

Tecnologia de SC para transporte sobre rodas

28 de julho de 2014 0

 

Foto: Fabrine Jeremias / Divulgação

Foto: Fabrine Jeremias / Divulgação

Uma das indústrias catarinenses que aceleraram expansão nos últimos anos é a Librelato S.A. Implementos Rodoviários, de Orleans, no Sul do Estado. A companhia, que tem cinco fábricas no município e cresceu 40% ano passado, detém 11% do mercado de semirreboques e rodotrens do país. O principal investimento atual é em nova fábrica no Espírito Santo, um projeto de R$ 40 milhões. Também comprou um terreno em Criciúma para empreendimento futuro. Quem está à frente da empresa é o executivo José Carlos Sprícigo (foto), indicado pelo fundador José Carlos Librelato, que faleceu ano passado.

A Librelato vem se destacando nos mercados interno e externo. O que impulsiona essa expansão?

José Carlos Sprícigo – Ao longo dos anos, a Librelato tem aproveitado as oportunidades de mercado. Temos plantas segmentadas. Uma atende o mercado de basculante, outra o de grãos e assim por diante. Aliado a isso, oferecemos produtos de qualidade reconhecida com uma força de vendas em todo o Brasil e lá fora.

Quais produtos a empresa fabrica?

Sprícigo – Fazemos a linha pesada (para carretas e caminhões), que responde por 85% do nosso faturamento. Inclui semirreboques, bitrens e rodotrens (puxados por cavalo mecânico). Entre os mais vendidos estão o graneleiro/carga seca e o basculante. Fazemos também tanque para o transporte de combustível, semirreboque silo para grãos e o carrega tudo, que leva outros veículos. Também temos a linha leve. Os segmentos em que atuamos são semelhante aos da Randon.

Como foram os resultados de 2013 e quais as expectativas para este ano?

Sprícigo – A empresa faturou meio bilhão líquido (R$ 500 milhões) ano passado, com crescimento de 40% frente ao ano anterior. Este ano, o mercado prevê queda de 18%. O recuo maior será na linha pesada e a Librelato cresceu mais na linha leve. Seria bom se conseguissemos o mesmo resultado de 2013 que foi maravilhoso.

Como foi a trajetória da Librelato desde a fundação até agora?

Sprícigo – A empresa nasceu em 1969 fabricando carrocerias de madeira, com toda a família envolvida, liderada pelo patricarca Berto Librelato. Em 1980, José Carlos Librelato, um dos seus filhos, fundou a Irmãos Librelato, que é a empresa atual. Em 1998 fizemos o primeiro semirreboque basculante; em 2001, a primeira carreta, um semirreboque graneleiro. Em 2011, a Librelato se transformou em Sociedade Anônima (SA) de capital fechado, onde teve aporte de importantes fundos de pensão, liderado pelo CRP VII, do qual participam Funcef, Petros, PNDESpar e outros. A família ficou com 83% do capital e o fundo, 17%. Essa mudança acelerou o crescimento. Temos mais de 2 mil empregados e uma linha diversificada de produtos.

Vocês firmaram uma joint venture com um grupo italiano Como evoluiu?

Sprícigo – Fizemos uma joint venture com a empresa italiana Themac International S.A. Criamos a Libremac Ambiental Implementos Rodoviários Ltda. que já começou a produzir. Oferece equipamento para coleta lateral de resíduos sólidos (lixo) em cidades. É um sistema já adotado na Europa, exige só o motorista. No RS, duas cidades já estão utilizando: Caxias do Sul e Porto Alegre (bairro Moinhos). Em SC, Chapecó começou o projeto. O produto está credenciado no BNDES para aquisição pelo Finame. Isso facilita.

Quanto a Librelato está investindo?

Sprícigo – Vamos instalar a primeira fábrica fora de SC em Linhares, no Espírito Santo. A Brametal, de Criciúma, e a WEG, de Jaraguá, também têm projetos lá. Nosso investimento inicial é de R$ 40 milhões, para a produção de 2 mil carretas por ano. Vamos gerar 300 empregos diretos na unidade.

Como está a presença nos mercados?

Sprícigo – No Brasil estamos em todas as regiões, do Chuí ao Acre. No exterior, começamos a prospectar mercados em 2012, no ano passado já fizemos exportações para o Paraguai, Chile, Bolívia, Uruguai e Argentina. Ainda este ano vamos iniciar vendas ao Peru e estamos negociando com países da África. No exterior também está duro vender. No Chile a demanda caiu 50% devido a uma série de medidas da presidente Michele Bachellet. Hoje, exportamos 8% da nossa produção.

E os investimentos em pesquisa e desenvolvimento como estão?

Sprícigo – Temos uma diretoria de pesquisa e desenvolvimento (P&D). A Librelato foi reconhecida entre as 50 empresas mais inovadoras da região Sul. Entre as nossas inovações estão um produto de alumínio e uma linha de eixos especiais.

Fizemos exportações para o Paraguai, Chile, Bolívia, Uruguai e Argentina.

Carreira na Librelato

Graduado em Direito e Contabilidade, o executivo José Carlos Sprícigo, 50 anos, está na Librelato desde 1982, onde começou fazendo uma cotagem de estoque. Pelo seu talento em gestão, foi indicado pelo fundador para sucedê-lo na presidência. Como a companhia é uma SA, tem conselho de administração presidido por Aloir Librelato. Sprícigo é casado com Nádia Cordini e tem duas filhas: Malu e Clara.

Sem crise em Palhoça

23 de julho de 2014 0

Prova de que Palhoça é um dos municípios que crescem acima da média foi o resultado das vendas do Shopping Via Catarina no primeiro semestre:11% mais que nos mesmos meses do ano passado. Isso anima o centro comercial para o Dia dos Pais. Está sorteando uma viagem de cruzeiro com três acompanhantes.