Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Posts com a tag "exportação"

Porto de São Francisco do Sul registra alta na exportação de soja e madeira

19 de outubro de 2015 1

A movimentação do Porto de São Francisco do Sul registrou alta na exportação de soja e madeira em setembro. Com isso, manteve o título de 2º maior porto brasileiro em movimentação de carga não conteinerização. A exportação do grão aumentou 313%, se comparado ao mesmo período do ano passado.
Leia as últimas notícias

Schaefer Yatchs exporta cinco lanchas aos EUA

06 de outubro de 2015 0
Norton José, divulgação

Norton José, divulgação

Duas razões animaram o empresário Márcio Schaefer, fundador e presidente do estaleiro Schaefer Yatchs, na São Paulo Boat Show, que se encerrou nesta terça-feira: as vendas durante a mostra aos mercados interno e externo e o fato de o polo náutico catarinense, do qual foi criador, ter se projetado como líder nacional. O estaleiro lançou no evento a lancha 560, de 56 pés, uma carência no mercado. Além disso, fechou exportações na feira para os Estados Unidos.

- O país está complicado. Mesmo assim, tem gente comprando barco novo, trocando o menor por um maior ou entrando no mundo náutico. Também retomamos exportações aos Estados Unidos. Temos um parceiro lá e devemos entregar cinco embarcações até fevereiro. Entre as vendas estão unidades de 56, 64, 36 e 30 pés – revelou Schaefer.

Principal novidade no Boat Show, a Schaefer 560 foi bem recebida pelo mercado. Entre os diferenciais, a sofisticação na área interna (foto), amplo flybridge, três cabines e duas suítes. Foram investidos mais de R$ 10 milhões e, entre a fase de projeto e execução, foram dois anos de trabalho.

 Norton José, divulgação

Norton José, divulgação

Schaefer na ásia

30 de setembro de 2014 0

O empresário Márcio Schaefer, fundador e presidente do estaleiro Schaefer Yachts, viaja hoje para a Coreia do Sul. A empresa expõe pela primeira vez na Busan International Boat Show de 2 a 5 de outubro, onde cortará a fita de abertura do evento.

Na feira, vai mostrar aos asiáticos a linha de barcos já exportada para países como Inglaterra, Suécia e Noruega, de olho no outro lado do mundo. O empresário embarcou na véspera do encerramento do São Paulo Boat Show, maior feira náutica da América Latina, que termina hoje na capital paulista.

Na terra do sushi

19 de setembro de 2014 0

As exportações da Aurora Alimentos para o Japão vão de vento em popa. Segundo o presidente da organização, Mário Lanznaster, no primeiro ano de vendas, em 2013, foram embarcadas 80 toneladas. Este ano serão 400 e, para 2015, a Aurora planeja embarcar mais de mil toneladas. Dos R$ 6,6 bilhões que a empresa vai faturar este ano, 51% virão da produção de suínos.

Foto: Divulgação / 19/05/2014

Foto: Divulgação / 19/05/2014

Cautela nas exportações de frango à Rússia

18 de setembro de 2014 0

Com uma das melhores sanidades do mundo, Santa Catarina e o Brasil avançam nas exportações de frango. O produto do país já é vendido em mais de 150 países, mas essa expansão está sendo feita com cautela. A Rússia, que suspendeu compras da Europa e Estados Unidos em função do conflito com a Ucrânia, autorizou mais frigoríficos a exportar, mas o setor avícola não está disposto a fazer uma expansão grande de produção porque o país é um comprador instável, observou o presidente da Associação Catarinense de Avicultura (Acav), Luiz Adalberto Stabile Benicio.

Lideranças do setor participaram terça e ontem do simpósio técnico da Acav, em Balneário Camboriú. Conforme Benício, é importante para SC manter esse trabalho amplo para a manutenção da sanidade. Segundo ele, a produção deve crescer este ano em torno de 2%, é essa a orientação para não haver um excesso de oferta. As vendas externas poderão crescer perto de 3% e, no ano que vem, a expectativa é ficar em torno dessa média.

No mercado interno, as vendas devem crescer de 4% no segundo semestre porque as festas de final de ano sempre aumentam a procura, observa Benício. Um dos números destacados ontem foi o de que as tecnologias permitiram, nos últimos 25 anos, reduzir em 75% o custo de produção, o que garante ganhos ao consumidor.

Santa Catarina se prepara para exportar mais moda

25 de agosto de 2014 0

Após nove anos de união pelo avanço do design de moda em parceria com universidades, o Santa Catarina Moda e Cultura (SCMC), integrado por 17 empresas, dá um novo salto para ampliar as exportações. Está aderindo ao Texbrasil, programa entre a Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit) e a Apex-Brasil, agência de promoção de exportações do país que inclui capacitação, inteligência competitiva, promoção comercial e consultoria da Fundação Vanzonlini.

Sábado, empresários que integram o SCMC, movimento presidido por Claudio Grando, receberam no condomínio Vivá Cacupé, em Florianópolis, o presidente da Abit, Rafael Cervone, para discutir a adesão ao Texbrasil.

Estudos feitos pela Abit, segundo Cervone, revelam que consumidores do exterior gostam do estilo de vida alegre e colorido do Brasil. Ele diz que o maior potencial para exportar é de produtos de qualidade, mas de médio valor. Entre os mercados potenciais estão as Américas, Ásia (especialmente as grandes cidades da China, e Europa). Para o europeu, por exemplo, vestir produtos brasileiros remete à alegria, explicou Cervone.

Conforme Claudio Grando, o objetivo é que todas as empresas do SCMC possam participar do Texbrasil. Outra meta é atrair mais empresas ao movimento voltado ao design de moda no Estado. O grande objetivo, segundo ele, é colocar o Estado como polo gerador de moda, de produtos de valor agregado.
- Queremos atrair mais empresas de todas as regiões para fortalecer a nossa cadeia têxtil, que é completa – diz Grando.

Leia a entrevista com o presidente da Abit, Rafael Cervone:

Como iniciou o programa Texbrasil?
Rafael Cervone - O programa começou há 13 anos numa parceria entre a Abit e a Apex-Brasil, tem como objetivo fomentar as exportações e promover a internacionalização e o posicionamento das empresas lá fora. E um projeto muito grande que envolve a sensibilização das empresas para exportação, capacitação, inteligência competitiva, promoção comercial, missões internacionais e a internacionalização de fato (nivel cinco), que são as empresas que já se posicionaram globalmente e são referência para as demais. Hoje, estamos falando neste evento da gestão do processo de inovação. Não é só a inovação de produtos, mas a forma de inovar dentro das empresas. Isso permite que o sistema todo de inovação seja vivenciado de maneira adequada e isso faz com que a empresa dê um salto tecnológico.

Onde o Texbrasil começou a ser implantado?
Rafael – É um programa que iniciou em SP, estamos partindo para a terceira turma. Nosso parceiro é a Fundação Vanzonlini, da Universidade de São Paulo. Estamos partindo para a terceira turma e já são mais de 50 empresas participantes.

Que cenário vê para o setor têxtil brasileiro?
Rafael
- Estamos fazendo uma revisão do plano prospectivo do setor. Fizemos um plano para 15 anos que termina em 2023 e estamos atualizando para 2030, o que deve ficar pronto até o final do ano. Estamos projetando o futuro do setor, que é um dos mais importantes para a economia brasileira. É integrado por 30 mil empresas que faturaram no ano passado algo em torno de US$ 60 bilhões de dólares. É o segundo maior empregador da indústria de transformação, atrás só de alimentos e bebidas junto, emprega 75% de mulheres, das quais 40% sustentam seus lares, é um setor que tem investido mais de US$ 2 bilhões em máquinas e inovação mesmo depois da crise esse valor dobrou. Até 2008 esse valor médio era de US$ 1 bilhão, o que mostra que o setor está investindo. Temos 30 mil empresas e detemos o know-how de toda a cadeia, que é longa. Acho que pouquíssimos países do mundo detém isso, desde as fibras naturais e sintéticas até o fashion design. As empresas tendem a se verticalizar, partindo para o varejo. Essas têm conseguido resultados melhores. Aqui em Santa Catarina temos alguns exemplos. A Dudalina é um caso típico, que partiu para a inovação do lado feminino, se internacionalizou.
Como estão as empresas de SC?
Rafael - O Estado de Santa Catarina tem demonstrado uma pegada muito interessante. Primeiro com o Santa Catarina Moda e Cultura, que a gente vem acompanhando desde o início e tem feito a diferença no setor. Esse movimento tem mudado o próprio Estado, com esforço enorme de agregação de valor, trabalho em conjunto, capacidade de inovar. Isso se reflete nos números das empresas.

Quais são as perspectivas lá fora?
Rafael
– O Brasil enfrenta falta de competitividade. Não adianta o setor investir US$ 2 bilhões por ano se o país não é competitivo. Aliás, isso tem afetado a produtividade das empresas. Nos últimos anos, os salários cresceram muito acima da inflação e a lucratividade não acompanhou. É importante melhorar a infraestrutura e fazer as reformas. Há 15 ou 20 anos, nós já tivemos market share de 1% no mercado mundial. Esse cenário é muito interessante, considerando o os negócios têxteis internacionais, sem considerar o mercado interno de cada país, falamos de algo em torno de US$ 650 bilhões. Sabemos que nos próximos 10 anos esse mercado, com crise e tudo mais, vai subir para US$ 850 bilhões. Então, pensamos em qual market share queremos ter. A nossa meta é voltar a ter pelo menos 1%, aí vamos exportar US$ 7 bilhões e não US$ 1,3 bilhão como hoje.

Com que produtos vamos competir?
Rafael
– De uma coisa eu tenho certeza: o Brasil não vai competir mais em commodities. A estratégia das empresas, agora, é agregar valor. Eu também acho que o posicionamento da moda brasileira não precisa ser o mesmo da Louis Vuitton, Prada ou Gucci. Há um middle market (mercado de produtos de médio valor) onde os nossos designers podem fazer a diferença, até pela questão do preço. Não adianta se posicionar no meddle market com preço da Louis Vuitton, aí não vamos vender.

As restrições da Argentina estão prejudicando muito o setor?
Rafael
– A Argentina e o nosso principal cliente. Apesar de estarmos inseridos no Mercosul, ela não nos trata como um país do mercado comum. Ela se protege e dificulta o máximo nossas exportações. Resultado disso é que nos últimos quatro anos perdemos 40% do mercado argentino. E eles não ampliaram o parque fabril próprio,mas substituíram os nossos produtos por outros mais baratos da Ásia, especialmente da China.

E outros mercados?
Rafael
– Em função dessa restrição na Argentina, nossas empresas passaram a buscar outros mercados. Primeiro foi em outros países da América Latina. Agora, avançam no mercado Árabe, Rússia e, por incrível que pareça, a China. Nós, da Abit, estamos finalizando um estudo de mercado de dois anos na China, envolvendo as grandes e médias cidades, Essas de segunda grandeza têm de 15 milhões a 10 milhões de habitantes. Também identificamos que os consumidores chineses estão se saturando das grandes marcas e abrindo espaço para o novo. E o Brasil é visto como novo, especialmente em função da Copa do Mundo e Olimpíadas de 2016.

A questão ambiental ajuda a abrir mercados?
Rafael
– Isso tem muito apelo, especialmente na Europa. O algodão brasileiro é bem aceito. Existe algo no mundo que é o BCI, o Better Cotton Iniciative, que considera o produto auditado, controlado desde a origem, que preserva o meio ambiente e não utiliza o trabalho escravo. O Brasil representa mais de 55% do BCI mundial. Isso pouco se conhece ainda. O algodão colorido da Paraíba e da Bahia tem feito sucesso na Alemanha e no Japão. Existe empresa de Minas trabalhando design com base na etnografia indígena ou do corante natural da Amazônia. O Brasil conta com uma diversidade cultural muito grande. A moda de SC é diferente de São Paulo, que é diferente da Bahia que é diferente de Minas. Essa diversidade chama a atenção lá fora. O Brasil tem condições de exportar algo único, criativo, versátil, que agrega valor inclusive do estilo de vida brasileiro. Isto no Primeiro Mundo e na China também. A classe A chinesa está crescendo, como o país é grande, isso pode fazer a diferença para nós.

Sebrae seleciona empresas interessadas em exportar aos EUA e ter uma sede por lá

19 de agosto de 2014 0

Com o objetivo de impulsionar a internacionalização de empresas catarinenses o Sebrae-SC oferece oportunidades no maior e mais desejado mercado do mundo, os EUA. A instituição está selecionando 50 micro e pequenas empresas para participar de programa que inclui a oferta de uma sede em Fort Lauderdale, na Flórida. Por meio do programa Exporta SC, vai oferecer treinamentos, assistência jurídica, administrativa, fiscal, de logística, marketing e daptação do modelo de negócio de acordo com o perfil americano.

A estrutura disponível para as empresas instalarem sede nos EUA é um espaço coletivo com escritórios e área para armazenamento de produtos para serem usados como amostras aos potenciais clientes. Empresas interessadas em participar devem se inscrever até o dia 29 deste mês no site www.exportasc.com.br.

Segundo o gerente da unidade de Gestão Estratégica do Sebrae-SC, Marcondes da Silva Cândido, mais de 600 micro pequenas empresas catarinenses atendidas pela instituição têm produtos ou serviços que podem ser exportados. Desse grupo estão sendo selecionadas 200 e, depois, serão escolhidas 50. Ele explica que não há uma limitação por setores. Basta a empresa contar com produtos ou serviços diferenciados que sejam atrativos ao mercado internacional.

Agroindústria de SC cautelosa sobre mais vendas à Rússia

09 de agosto de 2014 0

Maior importadora mundial de carnes, a Rússia informou ao governo brasileiro que deseja comprar mais produto do país e reduzir aquisições dos EUA e Europa por questões políticas em função de críticas que recebe devido ao conflito na Ucrânia. O governo russo confirmou ontem a liberação de 89 plantas brasileiras para vendas ao seu mercado incluindo fábricas da BRF, JBS, Marfrig, Minerva e outras.

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, disse que o Brasil pode vender mais à Rússia, mas é preciso ter contratos mais duradouros. Isto porque, anos atrás, empresas de SC e de outros Estados tiveram prejuízos com a suspensão rápida de compras pelos russos. O diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Carnes de SC (Sindicarnes), Ricardo Gouvêa, tem a mesma opinião. Segundo ele, trata-se de um problema político da Rússia com fornecedores que pode mudar logo. E os contratos de exportação precisam ser longos.

Conforme Turra, hoje a Rússia importa 60 mil toneladas de frango do Brasil. Em um ano, é possível vender mais 150 mil toneladas. Segundo o ministério da Agricultura, os russos estão abrindo para 338 mil toneladas de frango. No caso de carne suína, ele diz que é mais difícil porque o ciclo produtivo é de 10 meses. A Rússia é o maior comprador do Brasil, com 36% do total. Além disso, SC atingiu equilíbrio entre oferta e demanda de carne suína, diz Ricardo Gouvêa.

Exportações brasileiras de frango atingiram recorde mensal em julho

05 de agosto de 2014 0

As exportações brasileiras de frango seguem em alta. Em julho, atingiram recorde mensal, com receita de US$ 774,4 milhões, 14,3% superior a do mesmo mês do ano passado, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal. No ano, são US$ 2,274 bilhões em receita, 2% mais do que no mesmo período de 2013.

A BRF, multinacional de SC dona da Sadia e Perdigão, fez acordo com a Alyasra Food Company, sua distribuidora no Kuwait, para a aquisição de 75% do negócio de distribuição de alimentos congelados no varejo. O valor da compra, conforme a BRF, é de US$ 160 milhões. A Alyasra é líder em distribuição de alimentos no Kuwait.

Exportação de carne suína ao México

31 de julho de 2014 0

Agroindústrias de SC ficaram animadas com o resultado da missão liderada pelo presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal, Francisco Turra, ao México. Segundo o gerente de Comércio Exterior da Aurora Alimentos, Dilvo Casagranda, o setor quer entrar no mercado mexicano com carne suína, mas a expectativa é de que a abertura demore um pouco em função dos trâmites burocráticos necessários na área sanitária.

Como está difícil vender para a Argentina, é bom conseguir outro mercado na região.

México pode importar carne suína e peru de SC

29 de julho de 2014 0

As exportações catarinenses de carnes, genética e ovos para o México devem ter salto expressivo nos próximos meses. Negociação realizada ontem no México por missão liderada pelo presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, e o secretário de Relações Internacionais do Ministério de Agricultura (Mapa), Marcelo Junqueira, superou expectativas.

Segundo Turra, os mexicanos manifestaram interesse em ampliar as compras de carne de frango do Brasil, surpreenderam com o interesse em comprar até 100 mil toneladas de carne de peru e iniciaram tratativas para abrir seu mercado à carne suína catarinense, que é livre de aftosa sem vacinação. Concordaram também em ampliar importação de genética e ovos do Brasil.

A agroindústria brasileira quer aproveitar o fato de o México e seu principal fornecedor, os EUA, estarem com problemas sanitários. Ambos enfrentam focos de influenza aviária e de Diarréia Suína Epidêmica.
- Solicitamos a abertura para carne suína. Eles ficaram em dúvida sobre o aspecto sanitário. Mas quando dissemos que Santa Catarina é livre de aftosa sem vacinação, já está vendemos para o Japão e os EUA, foi o passaporte para eles admitirem e contatarem o Ministério de Agricutura do Brasil para fazer as tratativas para a abertura de mercado para suínos – disse Turra.

Segundo Junqueira, esta janela de oportunidades está sendo aberta em função da sanidade brasileira porque fora das cotas, o imposto de importação de carnes no México é de 150%, proibitivo.
- No ano passado, abrimos cota de 300 mil toneladas de frango. Vendemos no primeiro semestre deste ano US$ 5 milhões, podemos chegar a US$ 20 milhões este ano e crescer mais ano que vem. A cota vai até 2016 – disse Junqueira.

Hoje, são cinco plantas brasileiras  habilitadas para exportar  frango ao México. A comitiva brasileira sugeriu às autoridades sanitárias mexicanas abrir para mais 25 plantas.