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Posts com a tag "fecomércio-SC"

Contadores discutem inovação na 29ª Convenção da Contabilidade, em Florianópolis

13 de outubro de 2015 0

Uma das categorias mais importantes para empresas, governos e outras instituições, os contadores vão discutir inovação no seu dia a dia e outros temas na 29ª Convenção da Contabilidade do Estado de Santa Catarina, que começa amanhã e vai até sexta, no Centrosul, em Florianópolis. Mais de 1,2 mil profissionais participarão do evento que terá palestras dos presidentes da Federação das Indústrias (Fiesc), Glauco José Côrte; da Federação do Comércio (Fecomércio SC), Bruno Breithaupt; e do ministro do STF, Gilmar Mendes.

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SC terá 5 mil demissões com corte no Sistema S

21 de setembro de 2015 2
Foto: Elmar Meurer, Fiesc, Divulgação

Foto: Elmar Meurer, Fiesc, Divulgação

Lideranças catarinenses iniciaram neste domingo mobilização contra o plano do governo federal de tirar 30% das verbas do Sistema S para cobrir déficit da Previdência. Somente as duas maiores federações do Estado, a da indústria (Fiesc) e a do Comércio (Fecomércio SC) estimam 4,9 mil demissões que, somadas às das outras entidades, poderão superar o fechamento de 5 mil empregos no Estado. Paralelamente à agenda do Encontro Brasil-Alemanha, em Joinville, o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, informou que, se o confisco for feito, a indústria terá que fechar 3,3 mil empregos diretos no Sesi e Senai, suspender 40 mil vagas em cursos profissionalizantes e fechar 50 escolas. Côrte gravou depoimento (foto) para campanha em defesa do setor, que começa a ser veiculada hoje, pela qual convida toda a sociedade a se manifestar contra o plano do governo federal.

O presidente da Federação do Comércio SC (Fecomércio), Bruno Breithaupt, informou na noite de sexta-feira que, se o confisco for executado, a entidade terá que demitir 1,6 mil trabalhadores no Estado que atuam no Sesc e Senac e fechar 20 mil vagas de cursos, além de suspender uma série de serviços de saúde, educação e cultura. Hoje, a Confederação Nacional do Comércio (CNC) vai fazer uma reunião para avaliar o impacto. A Federação da Agricultura (Faesc), que terceiriza todo o seu programa de educação desenvolvido pelo Senar, informou que, se tiver o corte de 30% das verbas, terá que fazer redução proporcional na oferta de cursos. A Federação das Empresas de Logística e Transporte (Fetrancesc) oferece serviços e formação via Sest e Senat, que também terão que ser reduzidos se o dinheiro encolher. O sistema S do Brasil tem receita anual da ordem de R$ 20 bilhões, e a União quer ficar com R$ 8 bilhões.

Campeão mundial no ensino técnico
Nos corredores do Hotel Bourbon, onde ocorreram ontem os eventos sobre pequenas empresas e inovação do Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA), era grande a preocupação com o futuro do Sistema S, caso a União decida pôr a mão em parte dos recursos. Um empresário de Minas Gerais lembrou o fato de o sistema do Brasil, este ano, especialmente o Senai, ter vencido a competição mundial de ensino técnico. É um modelo que deveria ser disseminado no país, e não encolhido.

No país, 30 mil vagas podem ser fechadas
Cálculos da Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontam que, se o governo federal reduzir as verbas para a Lei do Bem, a soma de cortes ao S da indústria chegará a 52% e mais de 30 mil trabalhadores serão demitidos. Em todo o país terão que ser fechadas mais de 300 escolas do Senai e 450 do Sesi, que terá que suspender 735 mil matrículas.

– Apelamos a todos que manifestem contra mais essa arbitrariedade do governo federal e que encaminhem seu protesto à Presidência da República – afirma Glauco Côrte no vídeo.

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Corte no Sistema S pode fechar 20 mil matrículas e 1,6 mil empregos, prevê a Fecomércio SC

19 de setembro de 2015 10

Assustada com o plano do governo de Dilma Rousseff de tirar 30% da receita do Sistema S para cobrir despesa com a Previdência, a Fecomércio SC, federação que representa mais de 400 mil empresas de comércio, serviços e turismo no Estado, fez as contas e concluiu que, se a medida realmente for adotada, vai causar elevados prejuízos ao setor e ao Estado. As projeções mostram que será necessário fechar 20 mil matrículas de cursos, demitir 1,6 mil trabalhadores, suspender e reduzir uma série de serviços de saúde, educação e cultura. Os cortes no Senac podem chegar a R$ 24 milhões. Segundo o presidente da federação que representa o Senac e o Sesc, Bruno Breithaupt, os investimentos também terão que ser cortados.

Segunda-feira (21), os presidentes das federações do comércio de todo o país vão se reunir na sede da Confederação Nacional do Comércio (CNC), em Brasília, para debater a repercussão desse possível confisco. As entidades também estão se mobilizando para pedir apoio aos parlamentares que intercedam contra o plano do governo.

- A parcela do recurso destinada ao Sistema S jamais poderia sofrer com as inconsistências nas políticas fiscal e tributária de qualquer governo porque está garantida pela Constituição Federal. Esta intenção manifestada pelos ministros Joaquim Levy e Nelson Barbosa, além de não permitir a retomada da capacidade de investimento do país pelo poder público, prejudica a sociedade brasileira uma vez mais – comentou Breithaupt.

A propósito, o empresário alerta que cortes no Sistema S significa redução de serviços essenciais prestados aos comerciários e à população. Segundo ele, cortar recursos do Sistema S significa contingenciar o acesso à educação em vários níveis, cultura, práticas desportivas, ensino técnico e profissionalizante, trabalho que é realizado porque há graves deficiências por parte do setor público. Se o Sesc e Senac tiverem que cortar, terão que reduzir serviços na educação infantil, ensino médio, profissionalizante, superior, pós-graduação e inclusive programas como o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico (Pronatec) em todo país.

Indústria também em alerta
Além do comércio, o setor industrial está muito preocupado. Dependendo da área, o corte no Senai pode chegar a 50% caso o confisco seja realizado, informou uma fonte ligada à instituição em SC.

Erro estratégico
Caso avance nessa medida, o governo Dilma estará cometendo mais um erro estratégico. Cortará investimento no futuro do país – a educação técnica de qualidade reconhecida internacionalmente – para investir no passado, em aposentadorias que, pelo menos parcialmente, poderiam ser postergadas. O que se espera é que o governo tenha bom senso e desista dessa medida.

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Consumidores gastam além do orçamento e outros destaques desta sexta-feira

18 de setembro de 2015 0

Sistema S
Além da crise, o presidente da Fecomércio SC, Bruno Breithaupt está muito preocupado com o plano governo federal de tirar 30% da receita do Sistema S para cobrir déficit da União. Ele alerta que se esse confisco for feito, vai inviabilizar o sistema. Federações se reúnem em Brasília dia 21 para buscar saída ao impasse. Para o economista de SC Idaulo José Cunha, esse plano é mais um desgoverno da presidente Dilma porque o Sistema S gera benefícios incalculáveis à economia.

Para alemães
Anfitriã do Encontro Econômico Brasil-Alemanha de domingo a terça, a prefeitura de Joinville terá um estande no evento. Vai mostrar potencial econômico e atrações turísticas.

Gasto além
Pesquisa do SPC Brasil aponta que 40% dos consumidores do país gasta além do que o orçamento próprio permite. Desse grupo, 60% são mulheres, 49% casados e 46% da classe C.

Pioneiros da WEG
Emocionado com a morte do amigo e sócio na WEG Eggon João da Silva, domingo, o empresário Werner Voigt deu um susto terça. Passou mal e foi até internado na UTI. Mas está melhor e pretende participar da festa dos 54 anos da empresa hoje à noite, em que empregados com 25 anos de casa serão homenageados. O plano dele é repetir os outros anos e tocar gaita de boca. A viúva de Eggon, Laura Silva, também confirmou presença no evento.

Saúde e trabalho
Um dos desdobramentos do evento Global Healthy Workplace Award and Summit, realizado pela Fiesc em maio é a capacitação interna do Sesi em gestão da saúde e produtividade. Executivos obtém a Certificação em Gestão da Saúde e Produtividade do Instituto de Gestão da Saúde e Produtividade (IHPM) dos EUA. Quem ministrou capacitação em Florianópolis anteontem foi o presidente do IHPM, Sean Sullivan.

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Apesar da crise, comércio e serviços de SC abrem 22,8 mil vagas em 12 meses

01 de julho de 2015 0
Salmo Duarte

Foto: Salmo Duarte

Entre os números que explicam as razões pelas quais Santa Catarina sente menos a recessão econômica está a geração de novos postos de trabalho nos setores de comércio e serviços.

O mapa do emprego com base no Caged elaborado pela Fecomércio SC, federação que representa os dois setores, mostra que eles fecharam os 12 meses completados em maio com saldo total de 22.820 novos empregos. Desse total, empresas do comércio responderam por 4.868 vagas e as de serviços, 17.952. Isto ajudou o saldo total catarinense no período, que ficou em 8.211 novos empregos, o quinto lugar no ranking nacional dos Estados com melhor desepenho. Nos mesmos meses, o país fechou -593.375 vagas.O setor que mais abriu vagas foi o de supermercados, com saldo de 3.768, seguido por farmácias, com 547.

A boa fase dos supermercados não chega a surpreender porque, segundo especialistas, quando cai a renda familiar as pessoas reduzem o número de refeições fora de casa, o que aumenta o consumo no varejo de alimentos. Outro ponto favorável é que são produtos de compra à vista, o que normalmente vende bem em tempos de crise, observam analistas da Fecomércio.

Quem sente mais a crise são os segmentos que vendem a prazo. Nos 12 meses considerados, o comércio de material de construção registrou – 33 vagas; automóveis e autopeças, -87; combustíveis e lubrificantes, -288; e móveis e eletrodomésticos,-359.

Para a federação, o nível de emprego catarinense reflete a diversificação econômica do Estado, com milhares de empresas de todos os portes. A Fecomércio, que representa o comércio de bens, serviços e turismo, tem sob seu guarda-chuva mais de 350 mil empresas.

Na foto acima, estande da distribuidora de frutas D’Agostini, do RS, durante a ExpoSuper, em meados do mês passado, na Expoville, em Joinville.

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Associação Catarinense de Supermercados realiza convenção regional no oeste

27 de outubro de 2014 0

A Associação Catarinense de Supermercados (Acats) realiza amanhã, em Chapecó, a Convenção Regional de Supermercadistas do Grande Oeste de Santa Catarina. Entre os temas abordados estão intercâmbios para negócios entre empresas do setor e palestras sobre conjuntura. O evento tem o patrocínio da Fecomércio-SC e do grupo Pegoraro.

Falta uma lei clara à terceirização

01 de setembro de 2014 0

Enquanto a maioria das empresas do país defende a terceirização sob o argumento de que aumenta a oferta de empregos, centrais sindicais se posicionam contra por entender que esse processo tira renda dos trabalhadores para remunerar intermediários. De cada quatro empregos no país, um é terceirizado, apontam dados do Ministério do Trabalho. A insegurança jurídica sobre o tema é discutida hoje em evento nacional em São Paulo, promovido pelas confederações nacionais do comércio, indústria e do sistema financeiro.

Entre as lideranças de SC presentes estão o presidente da Câmara Empresarial de Relações Trabalhistas e Assuntos Legais da Fecomércio-SC, Célio Spagnoli, e o diretor executivo da entidade, Marcos Arzua.
– Nós não temos uma legislação efetiva, transparente e compreensível, sobre o tema. Qualquer lei que venha limitar a liberdade de ação das empresas vai tolher investimentos – alerta Spagnoli.

Segundo ele, a terceirização aumenta a oferta de empregos e o mercado é que define o rendimento do trabalhador, não o fato de ser ou não terceirizado. Arzua alerta que a terceirização é uma das mais importantes pautas do setor produtivo.

Turismo da dança

29 de agosto de 2014 0

Evento de turismo cultural, o Festival de Dança de Joinville registrou elevada média diária de gasto por visitante: R$ 349,84. Foram entrevistados pela Fecomércio-SC 1.130 turistas.

Video mostra propostas da Fecomércio, que representa 400 mil empresas de SC

18 de agosto de 2014 0

A Federação das Empresas de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina (Fecomércio-SC), que representa 400 mil empresas que atuam com mais de 1 milhão de trabalhadores, empossou sábado à noite, no Costão do Santinho, sua nova diretoria para mandato de quatro anos, tendo à frente o empresário Bruno Breithaupt, de Jaraguá do Sul. No evento, que reuniu lideranças econômicas do Estado e de outras regiões do país, a entidade mostrou porque está se destacando nos serviços aos seus associados e à comunidade e como vai avançar ainda mais.

Confira no vídeo o evento e depoimentos sobre a atuação da entidade:

Saldo de empregos registrados no Caged em julho foi positivo

18 de agosto de 2014 0

O ministro do Trabalho, Manoel Dias, que participou da posse do presidente da Fecomércio-SC, Bruno Breithaupt, sábado, no Costão do Santinho, antecipou para a coluna que o saldo de empregos registrados no Caged, em julho, foi positivo. Ele vai divulgar os números quinta ou sexta. Segundo ele, a desaceleração dos últimos meses foi, principalmente, em função da Copa.

Saiba quem integra a nova diretoria da Fecomércio e as câmaras da entidade

16 de agosto de 2014 0

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado (Fecomércio-SC) conta com diretoria integrada pela presidência e vice-presidências, mais 10 câmaras setoriais. Saiba quais são os empresários à frente de cada uma.

Fecomércio SC – gestão 2014-2018

Presidente: Bruno Breithaupt
Vice-presidente: Célio Spagnoli
Vice-presidente Financeiro e de Gestão: Atanázio dos Santos Netto
Vice-presidente de Habitação: Sergio Luiz dos Santos
Vice-presidente de Serviços: Orivaldo Besen
Vice-presidente de Varejo: Sandro Moretti
Vice-presidente de Atacado: Amarildo José da Silva
Vice-presidente de Supermercados: Adriano Manoel dos Santos
Vice-presidente de Comércio Farmacêutico: Romildo Letzner
Vice-presidente de Turismo e Região Sul: Fernando Willrich
Vice-presidente Grande Florianópolis: Marcelo Faria Brognoli
Vice-presidente Planalto Serrano: Roque Pelizzaro Júnior
Vice-presidente Região Oeste: Francisco Antônio Crestani
Vice-presidente Região Norte e Planalto Norte: Herton Scherer
Vice-presidente Vale do Itajaí: Egon Ewald
Representantes CNC Titulares: Bruno Breithaupt e Celio Spagnoli
Representantes CNC Suplentes: Francisco Antônio Crestani e Egon Ewald
Suplentes da Diretoria: Francisco Gomes de Oliveira, Rogério Isnar Patrício, Geraldo Censi, Frederico Hardt, Orival Henrique Seola, Ruy Nuernberg, Waldir Pedro Binotto e Walter Hoeller de Souza
Conselho Fiscal – Titulares: Célio Fiedler, Ivo Ewald e Lúcio José de Matos
Conselho Fiscal – Suplentes: Luiz Alfredo Werka, João Pedro da Silva Rosa e Vanderlei Rogério de Limas

Câmaras Empresariais da Fecomércio
Câmara Empresarial de Relações Trabalhistas e Assuntos Legais – Presidente Célio Spagnoli
Câmara Empresarial de Shopping Centers – Ivo Prim
Câmara Empresarial de Supermercados – Adriano Manoel dos Santos
Câmara Empresarial de Tecnologia e Inovação – Jamile Sabatini Marques
Câmara Empresarial de Turismo – João Eduardo Amaral Moritz
Câmara Empresarial do Comércio Atacadista – Telmo Sandro Poli
Câmara Empresarial do Comércio de Material de Construção – Jorge Rechia Guarezi
Câmara Empresarial do Comércio Exterior – Charles Machado
Câmara Empresarial do Mercado Imobiliário – Marcelo Brognoli

Fecomércio foca serviços, inovação e educação

16 de agosto de 2014 0
Foto: Marco Favero

Foto: Marco Favero

Entidade que representa 400 mil empresas e mais de 60% do PIB do Estado, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Sistema Fecomércio-sc), empossa neste sábado, no Costão do Santinho, sua nova diretoria para mandato de mais quatro anos. O empresário Bruno Breithaupt, reeleito presidente, adianta que focará soluções às empresas, inovação e educação. Integrante do Sistema “S”, a federação representa empresas que empregam mais de 1 milhão de trabalhadores no Estado e arrecadam 72% do total de ICMS. Entre as prioridades de Breithaupt estão maior aproximação com empresários e consolidação do trabalho de pesquisas ao setor.

Perfil

Bruno Breithaupt é de tradicional família do varejo da região de Jaraguá do Sul, é sócio da rede de lojas de materiais de construção Breithaupt, um shopping center e uma importadora de produtos elétricos. É presidente da Fecomércio desde março de 2009 e foi reeleito para um segundo mandato de quatro anos à frente entidade. É graduado em Administração de Empresas pela Universidade de Joinville e tem pós-graduação em Administração Financeira pelo Centro Universitário de Jaraguá do Sul. Também integra os conselhos das federações de SC (Cofem), do Sebrae-SC e da Associação Empresarial de Jaraguá do Sul.

O que a diretoria da Fecomércio vai priorizar neste mandato que se inicia?

Bruno Breithaupt – O nosso grande objetivo é colocar a federação à disposição do empresário e trazer ele para dentro da entidade para que a gente possa, com mais rapidez, defender seus interesses. Um dos projetos que iniciamos e vamos ampliar é o observatório do comércio que estamos instalando onde temos vice-presidências. Trata-se de uma fonte de coleta de dados. Com eles identificamos obstáculos e sugerimos soluções, muitas vezes em forma de políticas públicas.

Quais os planos para incentivar inovação e tecnologia ao setor?

Breithaupt – Um projeto que admiramos e, através do Senac e da própria federação, podemos participar é o dos Centros de Inovação, do governo do Estado, liderado pela Secretaria de Desenvolvimento. Isso visa, sem dúvida, levar Santa Catarina a outro patamar. Qualquer empresa inovadora, inclusive do nosso setor, pode participar desses centros. Nós, do comércio, precisamos utilizar mais tecnologias, incluindo as redes sociais, para ampliar nossos negócios, melhorar a relação do lojista com o consumidor. O comércio eletrônico é uma realidade.

Por que a Fecomércio passou a priorizar pesquisas?

Breithaupt – No meu primeiro mandato tiramos a pesquisa do chão. Esse setor demanda conhecimento. Nesses quatro anos chegamos a um patamar muito bom de apuração, acerto, mas queremos mais. Fazemos quatro modalidades de pesquisa: perfil de consumo (comércio eletrônico, classe média, mercado imobiliário); sazonais (datas comemorativas); econômicas (hoje temos índices de endividamento e inadimplência junto com sindicatos de regionais); e turismo. As pesquisas requerem tecnologias especiais, tivemos que buscar know-how.
Nos moldamos, dependendo da necessidade podemos formatar a pesquisa necessária para determinado setor. Se não temos a expertise, vamos buscar onde há. A equipe de pesquisa foi constituída há cinco anos.

Como vocês promovem a maior aproximação com os empresários do setor?

Breithaupt – Com as 10 câmaras setoriais buscamos uma aproximação do empresário com a federação. Queremos identificar as necessidades, aquilo que incomoda as diversas categorias para tentar minimizar os problemas do dia a dia. Precisamos entender a relação nova das empresas com o consumidor. Temos que trazer os empresários aqui para resolver os problemas deles.

A educação ganhou força nas instituições da Fecomércio – Sesc e o Senac. Quais são os focos?

Breithaupt – A qualidade é prioridade. Com o Sesc, atuamos com educação infantil e ensino fundamental. O Senac oferece cursos técnicos, graduação e pós-gradação com ênfase nos setores que representamos. Também estamos expandindo cursos pelo Pronatec. Um país referência, para nós, é a Coréia do Sul. Há 60 anos ela estava devastada, investiu alto em educação fundamental por 20 anos e avançou. Acreditamos que só vamos mudar o país se investirmos em educação fundamental. Não que que o ensino médio e universitário não sejam importantes, mas a base tem que ser mais consistente. Todos devem ter um mínimo de educação fundamental. Os nosso investimentos do Sesc têm se voltado a essa área. Temos 18 escolas de educação infantil e 8 escolas de ensino fundamental. O Senac tem 27 unidades mais cinco carretas-escola. Entre os anos de 2010 a 2013, qualificou 179 mil profissionais para o mercado de trabalho. Vamos ter três novas escolas modelo de ensino fundamental no Estado em horário integral, uma em Joinville, uma em Jaraguá e outra em Itajaí.

Qual é o orçamento do Sistema Fecomércio para este ano?

Breithaupt – Cada casa (Fecomércio, Sesc e Senac) tem orçamento separado. Juntos, eles vão somar cerca de R$ 400 milhões este ano.

Com vê o mercado para o segundo semestre e para o ano?
Breithaupt
- Eu tenho que ser otimista. Usualmente, a nossa atividade se intensifica no segundo semestre e o ano político ajuda. Mas nossos índices de crescimento estão baixos. Eu gostaria de chegar no final do ano com resultado positivo. Acredito na criatividade do nosso empresário.

Posse

15 de agosto de 2014 0

O presidente da Fecomércio-SC, Bruno Breithaupt, assume novo mandato de quatro anos à frente da entidade amanhã. O evento festivo será no Costão do Santinho.

O público da Festa do Pinhão

14 de agosto de 2014 0

A Festa do Pinhão, de junho, em Lages, contou com 96% do público de Santa Catarina, sendo 72% da região. Foi isto que apontou pesquisa da Fecomércio sobre o evento, que apurou gasto médio de R$ 184 por pessoa, contra R$ 144 na edição anterior.

Foto: Roni Rigon, BD, 09/06/2013

Foto: Roni Rigon, BD, 09/06/2013

Fecomércio-SC lança Pesquisa do Mercado Imobiliário de Florianópolis

13 de agosto de 2014 0

A Fecomércio-SC lançou a Pesquisa do Mercado Imobiliário de Florianópolis. Para o presidente da câmara do setor na entidade, Marcelo Brognoli, ela oferece mais segurança para a realização de negócios. A íntegra: