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Posts com a tag "Fiesc"

Aurora adquire empresa Cocari e outros destaques desta quarta-feira

21 de outubro de 2015 0

AURORA
O governador Raimundo Colombo assinou ontem, em Chapecó, contrato do BRDE de R$ 150 milhões para a Aurora adquirir a paranaense Cocari. O presidente do BRDE, Neuto De Conto, e o da Aurora, Mário Lanznaster também assinaram.

LIKE THE FUTURE
O Lide SC e a Neoway, líder em soluções como Big Data e Data Science, realizam o Like The Future, que marcará o lançamento do Lide Futuro SC, liderado por Pedro de Paula, diretor da Neoway. O evento, dia 28, às 19h, na Acate Primavera, terá palestra dos empresários Kevin Efrusy, sócio do Accel Partners, do Vale do Silício; e Eric Acher, co-fundador do fundo Monashees Capital.

PRÉVIA DO PIB ESTADUAL SOBE
O Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR-SC) teve alta de 0,64% em agosto frente ao mês anterior, julho. Mas em relação ao mesmo mês do ano passado, teve queda de 2,53%. Os dois números são melhores que os do Brasil: -0,76% e -4,47% respectivamente. Mas não dá para festejar porque a recessão do país é uma das mais profundas da história. Previsões já são de -3% do PIB em 2015 e -2% em 2016.

MENSAGEM DO PAPAI NOEL
Entre as agradáveis surpresas do Seminário Internacional de Educação, ontem, na Fiesc, uma mensagem natalina da Finlândia. A PhD em Educação do país, Essi Ryymin, antes de iniciar sua palestra, disse que começa a nevar na Lapônia tinha uma mensagem.

– O Papi Noel mandou saudações e informou que virá e trará muitos presentes para vocês este ano – afirmou, bem-humorada.

À tarde, Ryymin já havia registrado na sua conta de Twitter a sua participação no evento em Santa Catarina.

–Today I had a great honor 2 contribute 2 Int. Conference off #Education @FIESC #BRA & share experiences off #Finland – escreveu, junto com uma foto do seminário no Brasil.

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Educação de alta qualidade é saída para o país no longo prazo

21 de outubro de 2015 1
Foto: Heraldo Carnieri, divulgação

Foto: Heraldo Carnieri, divulgação

Desenvolvimento econômico, riqueza e alta qualidade da educação andam lado a lado. O Brasil só conseguirá estabilidade consistente na economia e maior renda média se alcançar, na educação, padrão semelhante aos países de ponta. O modelo de ensino não precisa ser idêntico e nem é necessário muito dinheiro. Vale a eficácia, o resultado. Isso tudo ficou claro no terceiro Seminário Internacional de Educação, ontem (20), que reuniu especialistas do Brasil, Finlândia, EUA e China na Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), em mais uma ação do Movimento a Indústria pela Educação.

Ao abrir o evento, o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, falou da importância da atenção ao ensino cedo. Citou estudo do Prêmio Nobel em economia James Heckman de que o investimento tardio na educação custa 60% mais caro. Adiantou que este ano o Movimento incluiu a participação dos jovens e, no ano que vem, focará a gestão escolar. Primeiro palestrante, o professor da Fundação Getúlio Vargas, Roberto Castello Branco alertou que a melhoria da produtividade, um dos grandes gargalos da economia brasileira, depende do avanço da qualidade da educação. Disse também que os serviços pesam cada vez mais no PIB e requerem profissionais mais preparados.

A PhD Essi Ryymin informou que seu país, a Finlândia, que tem a melhor educação da Europa e uma das melhores do mundo, têm uma grade curricular mais livre, focada em eficiência no aprendizado. Isso colocou o país no topo dos países mais inovadores do mundo. O evento teve palestras, também, sobre os modelos de educação de Xangai, na China, e do Vale do Silício, que se destacam pela qualidade.

Dois convênios foram assinados durante o seminário. Um com o Google, para professores do Sesi e Senai usarem a plataforma educacional da rede social. Outro foi da Fiesc com a MindLab, instituição voltada ao desenvolvimento de tecnologias educacionais, que beneficiará 45 mil alunos do Estado e tem parceria da Secretaria Estadual de Educação e da Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho. Na foto, o presidente Côrte (E), com o diretor do Google for Education Rodrigo Pimentel, mais o superintendente do IEL/SC, Natalino Uggione (D) e o superintendente do Sesi/SC, Fabrizio Machado Pereira (aos fundos) durante a assinatura da parceria. 

Quem falou sobre o avanço chinês na educação foi Tiejun Gu, diretor do Confucius Institute. Destacou a reforma dos anos de 1970 que passou a exigir, no mínimo, nove anos de estudo e, a partir do ano passado, o investimento de 4,15% do PIB em educação, que atendeu 138 milhões de alunos e 9 milhões de professores.  James Ito-Adler, presidente do Cambridge Institute  for Brazilian Studies, recomendou ao Brasil a ampliação de infraestrutura de pesquisas e internacionalização de projetos em universidades.

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Edição do Inovar SC acontece nesta quarta-feira, em Florianópolis

20 de outubro de 2015 0

Acontece amanha na Fiesc o evento Inovar SC 2015, totalmente gratuito, com palestras de lideranças apaixonadas pelo tema. Falarão o presidente da Tigre, Otto Sothen; diretor institucional da Whirlpool, Guilherme Lima; CEO da Azimut Yachts, Davide Breviglieri; e o presidente da Zen, de Brusque, Gilberto Heinzelmann. Diversas entidades apoiam o evento.

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Acordo Transpacífico e o atraso do Brasil nas parcerias com o exterior

06 de outubro de 2015 1

Maior acordo comercial da história, o pacto Parceria Transpacífico (TPP na sigla em inglês), firmado ontem (05) entre 12 países – Estados Unidos, Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru, Cingapura e Vietnã – escancara o atraso do Brasil nas negociações comerciais internacionais, o que limita as exportações e impede maior desenvolvimento e internacionalização da economia.O principal entrave do país é a ideologia dos governos petitas, que sempre foram contra uma aproximação com países de economia mais aberta, de mercado, como as dos EUA e União Europeia. Por isso, se limitaram em manter o Mercosul e em buscar alguma associação na África e na Ásia. Assim, o Brasil está fora das cadeias de valor globais, que permitem a movimentação de insumos com menor preço e, consequentemente, oferta de produtos finais mais baratos aos diversos mercados.

Paralisadas, negociações do Acordo Transpacífico continuam na sexta-feira

O TPP permite a a redução gradual de tarifas de importação entre os 12 países, estabelece redução de barreiras comerciais, protege propriedade intelectual e define padrões para meio ambiente e questões trabalhistas.

Entre as lideranças que sempre alertaram sobre a pífia presença do Brasil nos acordos internacionais e riscos que isso traz ao pais está a presidente da Câmara de Desenvolvimento do Comércio Exterior da Federação das Indústrias (Fiesc), Maria Teresa Bustamante. Questionada por mim sobre o acordo Transpacífico há algumas semanas, ela disse que o país está ficando cada vez mais para trás. Defendeu um acordo no Mercosul que autorize o Brasil a fazer negociações independentes porque são seis países no bloco, com interesses diferentes, o que dificulta qualquer consenso. A última sinalização foi do acordo Mercosul e União Europeia. Maria Teresa não acredita que sai este ano.

O que se espera é que a crise acorde o governo sobre a necessidade de acordos que envolvam cadeias de valor e o Brasil firme parcerias bilaterais, especialmente com os EUA. A indústria catarinense seria beneficiada com parceria assim.

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Fiesc na Colômbia

02 de outubro de 2015 0

O presidente da Federação das Indústrias de SC (Fiesc), Glauco José Côrte, vai liderar missão empresarial brasileira à Colômbia domingo e segunda, como representante da CNI. O grupo vai participar de seminário sobre oportunidades de negócios entre os dois países em Bogotá, no qual participará a presidente Dilma Rousseff.

Segunda-feira, a presidente terá agenda voltada a negócios junto com empresários dos dois países e a programação se encerrará no final do dia, com discursos dela e do presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos.

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SC abre portas para mais negócios com empresas alemãs

23 de setembro de 2015 0
Foto: Rodrigo Philipps / Agencia RBS

Foto: Rodrigo Philipps / Agencia RBS

Apesar de profundas, as crises política e econômica do Brasil não ofuscaram o maior Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA) já realizado no país, que se encerrou ontem (22), em Santa Catarina. Empresas, instituições e o setor público catarinenses se aproximaram mais de seus pares no gigante europeu. Parcerias já foram encaminhadas e negócios deverão ser firmados a partir de agora, se estendendo para os próximos anos. Pontos para os anfitriões que não mediram esforços para convidar os alemães: o presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), Glauco José Côrte, o prefeito de Joinville Udo Döhler; o executivo estadual com as participações do governador Raimundo Colombo e o secretário de Assuntos Internacionais Carlos Adauto Virmond, além de outras lideranças. Entre as parcerias fechadas está uma sobre fotônica, firmada pelo presidente do conselho da Fundação Certi Carlos Schneider, com região de Berlin. Outras foram abertas com o governo a Thuríngia.Döhler diz que foi o maior encontro porque este, ao invés de 130 vieram 200 empresários alemães.

Complicado
Um dos painéis de ontem (22) foi o que tratou da norma de proteção no trabalho, a NR 12. Essa medida está reduzindo a venda de máquinas industriais no Brasil. Hermann Wegner, diretor da VDMA, a associação dos fabricantes de máquinas da Alemanha, que foi um dos painelistas, disse que o ideal seria que o Brasil adotasse o padrão europeu de máquinas. A Ásia aceita e os EUA pedem alguma mudança, às vezes. O consultor jurídico da Fiesc, Carlos Kurtz também defende essa mesma solução.

Longo prazo
Uma das lições que os empresários alemães deixaram ao Brasil nesse evento foi a visão de longo prazo. Isso ficou claro na fala do ministro de Economia, Ciência e TEcnologia Digital da Turingia, Wolfang Tiefensee, ao convidar os brasileiros para o próximo EEBA, no seu Estado, em 2016. A presidente da Câmara de Comércio Exterior da Fiesc, Maitê Bustamante, enfatizou a ênfase na inovação e na qualidade da educação em todas as fases, mostrada pelos alemães no encontro.

O que o Brasil pode aprender com o sistema de ensino alemão
Alemães mostram confiança no Brasil e na recuperação política e econômica

Sistema S e outros destaques desta terça-feira

22 de setembro de 2015 1

O plano do governo federal de desviar parte dos recursos do Sistema S nacional para a Previdência virou pauta paralela do Encontro Econômico Brasil-Alemanha. Em reunião do presidente da CNI, Robson Andrade, com presidentes da maioria das federações empresariais do Brasil, ficou decidido que as entidades seguirão fazendo pressões políticas para evitar o corte de 30% dos recursos.

MEDO DE CORTES

Entre os presentes na reunião, os presidentes da Fiesp, Paulo Skaf; da Firjan, Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira; e da Fiesc, Glauco José Côrte. Vieira disse que o governo precisa abandonar a ideia de elevar a carga tributária e fazer redução de custos. Uma saída, segundo ele, é um choque de privatizações.

Os argumentos dos líderes do Sistema S é que se os cortes forem feitos, terão que reduzir milhares de vagas de ensino técnico e demitir professores.

NO SEST SENAT

O Presidente da Federação das empresas de transportes de carga e logística de SC e do Conselho do Sest Senat, Pedro Lopes, prevê futuro sombrio se tiver corte de 30% das verbas.

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Livro lançado no Encontro Brasil-Alemanha busca inovação nas empresas

22 de setembro de 2015 0

divulgação

Um dos eventos do Encontro Brasil-Alemanha foi o lançamento do livro Qualidade da Inovação – Sobre o valor do novo. A publicação é alemã, mas ganhou um capítulo brasileiro, escrito pelo IEL de Santa Catarina, em projeto liderado pelo superintendente da instituição, Natalino Uggione, em parceria com a Steinbeis School of International Business and Entrepreneurship (Sibe). O livro propõe um método para qualificar a inovação praticada nas empresas. Executivos da Steinbeis ressaltaram que, para uma economia ter sucesso, é preciso inovação, inovação e inovação. A apresentação da obra é do presidente da Fiesc, Glauco José Côrte.

Também foram lançados em parceria um mestrado e um MBA em Gestão Internacional. Na foto, Uggioni (E) com Wolfgang Wolf (D), diretor da Associação das Indústrias de Bandenwürtenderg, e Franziska Kococh, da Sibe.

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SC terá 5 mil demissões com corte no Sistema S

21 de setembro de 2015 2
Foto: Elmar Meurer, Fiesc, Divulgação

Foto: Elmar Meurer, Fiesc, Divulgação

Lideranças catarinenses iniciaram neste domingo mobilização contra o plano do governo federal de tirar 30% das verbas do Sistema S para cobrir déficit da Previdência. Somente as duas maiores federações do Estado, a da indústria (Fiesc) e a do Comércio (Fecomércio SC) estimam 4,9 mil demissões que, somadas às das outras entidades, poderão superar o fechamento de 5 mil empregos no Estado. Paralelamente à agenda do Encontro Brasil-Alemanha, em Joinville, o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, informou que, se o confisco for feito, a indústria terá que fechar 3,3 mil empregos diretos no Sesi e Senai, suspender 40 mil vagas em cursos profissionalizantes e fechar 50 escolas. Côrte gravou depoimento (foto) para campanha em defesa do setor, que começa a ser veiculada hoje, pela qual convida toda a sociedade a se manifestar contra o plano do governo federal.

O presidente da Federação do Comércio SC (Fecomércio), Bruno Breithaupt, informou na noite de sexta-feira que, se o confisco for executado, a entidade terá que demitir 1,6 mil trabalhadores no Estado que atuam no Sesc e Senac e fechar 20 mil vagas de cursos, além de suspender uma série de serviços de saúde, educação e cultura. Hoje, a Confederação Nacional do Comércio (CNC) vai fazer uma reunião para avaliar o impacto. A Federação da Agricultura (Faesc), que terceiriza todo o seu programa de educação desenvolvido pelo Senar, informou que, se tiver o corte de 30% das verbas, terá que fazer redução proporcional na oferta de cursos. A Federação das Empresas de Logística e Transporte (Fetrancesc) oferece serviços e formação via Sest e Senat, que também terão que ser reduzidos se o dinheiro encolher. O sistema S do Brasil tem receita anual da ordem de R$ 20 bilhões, e a União quer ficar com R$ 8 bilhões.

Campeão mundial no ensino técnico
Nos corredores do Hotel Bourbon, onde ocorreram ontem os eventos sobre pequenas empresas e inovação do Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA), era grande a preocupação com o futuro do Sistema S, caso a União decida pôr a mão em parte dos recursos. Um empresário de Minas Gerais lembrou o fato de o sistema do Brasil, este ano, especialmente o Senai, ter vencido a competição mundial de ensino técnico. É um modelo que deveria ser disseminado no país, e não encolhido.

No país, 30 mil vagas podem ser fechadas
Cálculos da Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontam que, se o governo federal reduzir as verbas para a Lei do Bem, a soma de cortes ao S da indústria chegará a 52% e mais de 30 mil trabalhadores serão demitidos. Em todo o país terão que ser fechadas mais de 300 escolas do Senai e 450 do Sesi, que terá que suspender 735 mil matrículas.

– Apelamos a todos que manifestem contra mais essa arbitrariedade do governo federal e que encaminhem seu protesto à Presidência da República – afirma Glauco Côrte no vídeo.

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Aplicativo do JEC em parceria com o Senai

19 de setembro de 2015 0
Fernando Villadino, divulgação

Fernando Villadino, divulgação

Com o propósito de colocar na mão do torcedor do Joinville Esporte Clube todas as informações da participação do time na Série A do Campeonato Brasileiro, o jornal A Notícia desenvolveu, em parceria com o Senai Joinville, um aplicativo para smartphone. O projeto, que envolveu estudantes de graduação em tecnologia da instituição numa solução para o mercado, foi apresentado ontem na reunião da diretoria da Fiesc pela jornalista Marina Andrade, que coordenou a iniciativa. Professores e estudantes que participaram do desenvolvimento da tecnologia também estiveram na reunião. Na foto, Marina com Pedro, um dos estudantes que criaram o aplicativo.

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Oferta de profissionais com necessidades especiais é menor que a estimada, revela pesquisa

18 de setembro de 2015 0

Ampla pesquisa realizada pelo Sistema da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) em Jaraguá do Sul sinalizou que a oferta de trabalhadores portadores de necessidades especiais no mercado, qualificados e dispostos a trabalhar, é infinitamente menor do que o total previsto pela legislação brasileira, que é de 12%.

O estudo apurou que há 0,80% de pessoas especiais disponíveis no mercado do município, informou o assessor jurídico da federação, Carlos Kurtz, na reunião da diretoria da Fiesc desta sexta-feira. Segundo ele, isso pode ser referência para encaminhar pesquisas e mudar a exigência atual de empregos para portadores de necessidades especiais no Brasil. O vice-presidente da Fiesc na região do Vale do Itapocu Célio Bayer disse que o levantamento foi realizado porque as indústrias da região estavam sendo autuadas por não estarem cumprindo as cotas de 12% de profissionais com necessidades especiais. A conclusão foi que não havia todos esses profissionais no mercado.

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Fiesc reúne diretoria às vésperas do Encontro Brasil-Alemanha

18 de setembro de 2015 0

Acontece na manhã de hoje,18, a tradicional reunião da diretoria da Fiesc, com a presença de lideranças industriais de todo o Estado. Um dos temas será a participação da entidade como anfitriã, junto com a CNI, do Encontro Econômico Brasil-Alemanha, que começa domingo e vai até terça, na Expoville, em Joinville. Um dos obstáculos para negócios entre os dois países é a bitributação. Em função disso, empresas brasileiras que instalam filiais na Europa preferem países próximos da Alemanha.

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Fórum Pequenas e Médias Empresas Brasil-Alemanha será realizado neste domingo

17 de setembro de 2015 0

Paralelo ao Encontro Econômico Brasil Alemanha, que terá abertura oficial segunda de manhã, na Expoville, em Joinville, será realizado domingo o Fórum Pequenas e Médias Empresas Brasil-Alemanha. O evento será a partir das 14h30min, no Hotel Bourbon. Conforme a Fiesc, que realiza o evento junto com a CNI, o ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, confirmou presença. Ele vai falar sobre a melhoria do ambiente de negócios no Brasil. Também serão debatidos temas como apoio às pequenas empresas, qualificação da cadeia de fornecedores, capacitação profissional e segurança de máquinas e equipamentos.

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Governo planeja tirar verba do melhor ensino do mundo

16 de setembro de 2015 2

Composto por recursos sobre a folha salarial de trabalhadores, o Sistema “S” – Senai, Sesi, Senac, Sesc, Senar e Senat –, acaba de conquistar o primeiro lugar na olimpíada mundial do ensino técnico, a WorldSkills, em São Paulo. Ao invés de torná-lo referência para o ensino do país que tem tirado quase as piores notas lá fora, o governo federal quer torná-lo insignificante, ao definir que vai reter para si 30% dos cerca de R$ 20 bilhões arrecadados anualmente, ou seja, R$ 8 bilhões. Se essa medida for adotada, enfraquecerá essas instituições que atuam com orçamentos ajustados e investem em qualidade. O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte tem razão em criticar esse plano do governo.

A propósito, é quase generalizada a reação da sociedade contra a volta da CPMF. Se as empresas foram obrigadas a fazer cortes profundos, o governo também pode fazer. Deve reduzir empregos e privatizar estatais.

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Perda do grau de investimento pelo Brasil eleva incertezas sobre futuro da economia do país e do Estado

11 de setembro de 2015 1

A perda do grau de investimento pelo Brasil, mesmo esperada pelo setor privado catarinense, elevou as preocupações e incertezas sobre o futuro da economia do país e do Estado. Na avaliação do presidente da Federação das Indústrias (Fiesc), Glauco José Côrte, Santa Catarina será afetada mais por problemas gerais do país do que específicos do Estado. Isto porque o nível de endividamento em dólar de empresas de SC é pouco significativo, conforme levantamentos da entidade. Para o presidente em exercício da Federação das Associações Empresariais (Facisc), André Gaidzinski, essa exclusão do Brasil da lista de bom pagador afetará no Estado a produção, o nível de emprego, a confiança dos consumidores e inibirá ainda mais os investimentos.

Côrte avalia que a agência Standard & Poors adiantou a mudança da nota em função da proposta de orçamento deficitária ao Congresso. Acredita que dá para fazer um esforço para que as outras agências, a Mood’s e a Fitch, não reduzam a nota do país também. – O governo ainda não demonstrou vontade de enxugar a máquina pública. E está transferindo para a sociedade o pagamento de um custo causado por erros do próprio governo. Essa tentativa de aumento da carga tributária vai agravar a situação do setor privado – diz Côrte.

Exportações de SC têm queda acumulada de 13,7% de janeiro a agosto

09 de setembro de 2015 0

Com forte impacto da queda de exportações de soja em função da sazonalidade (-38,3%) e de motocompressores (-23,7%), Santa Catarina registrou recuo acumulado de 13,7% nas vendas externas no período de janeiro a agosto. Segundo dados divulgados pela Fiesc nesta quinta-feira (10), os setores que tiveram maiores altas nas exportações foram madeira 9+26,1%) e móveis (+8,4%). As importações via portos de SC tiveram queda de 13,2% no mesmo período.

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Para Fiesc, 2015 será um ano perdido

28 de agosto de 2015 0

A queda do PIB do país em 1,9% no segundo trimestre frente ao primeiro não surpreendeu a indústria de Santa Catarina e a tendência é de que piore ainda porque falta uma agenda positiva para a retomada dos investimentos, que fazem a economia crescer. Esta análise é do presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), Glauco José Côrte, para quem este será um ano perdido na economia. Para se ter ideia do impacto da crise, ele cita que a indústria catarinense gerou cerca de 20 mil empregos no primeiro trimestre deste ano – 17 mil no setor de transformação e 3 mil na construção civil. Mas, no segundo trimestre, fechou quase todas essas vagas. A produção do setor caiu 6,2% no primeiro semestre.

Mesmo assim, o presidente da Fiesc admite que a economia do Estado segue sofrendo menos do que a média nacional. Uma prova é o Índice de Atividade Econômica (ICBr) do Banco Central. Enquanto SC registrou -1,21% no primeiro semestre, a média do Brasil ficou em 2,49%, o dobro maior.

- É possível que no segundo semestre do ano que vem a economia comece a das sinais de reaquecimento se não houver um agravamento da crise política. A retomada do crescimento deverá acontecer em 2017 – avalia Côrte.

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Encontro com ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação busca acelerar economia catarinense

27 de agosto de 2015 0
Foto: Julio Cavalheiro / Secom

Foto: Julio Cavalheiro / Secom

Convencidas de que só a inovação em tudo poderá garantir uma aceleração do crescimento econômico acima da média do país e até de concorrentes do exterior, lideranças catarinenses dedicaram a quarta-feira (16) , para debater o tema em Florianópolis com o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo. Ele iniciou a manhã com palestra para industriais na Federação das Indústrias (Fiesc), depois falou durante o almoço para estudantes que disputam as Olimpíadas Brasileiras de Matemática de Escolas Públicas no Norte da Ilha de SC e, à tarde, participou do evento Fomento à Inovação SC, na sede da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate) na rodovia SC-401.

Apesar de Santa Catarina ter um setor de tecnologia avançado e estar sofrendo menos com a crise econômica, tanto governo quando o setor privado pediram mais ajuda para o ministro. O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, cobrou mais linhas de crédito, e o secretário de Desenvolvimento Carlos Chiodini falou sobre os avanço dos 13 centros de inovação. Rebelo enfatizou que investimentos em tecnologia são fundamentais para o país.

Apreensão

Anfitriã do evento Fomento à Inovação SC no centro que abriga sua sede, na SC-401, em Florianópolis, a Acate está muito apreensiva com a burocracia da prefeitura. O presidente da entidade, Guilherme Bernard, alerta que ela corre o risco de perder mais de R$ 10 milhões da Finep para a construção da sede da Acate Sapiens Parque, no norte da Ilha de SC.

Da Acate

Isto porque a prefeitura não aceita como base para o imposto ITBI o valor pago pelo terreno. A associação pagou R$ 2 milhões, mas os técnicos municipais dizem que o valor é de R$ 10 milhões e cobram R$ 500 mil de ITBI. Além disso, a entidade ainda espera o alvará para o belo prédio que abrigou o evento de ontem.

Jaraguá

Quem está animado é o secretário de Desenvolvimento de Jaraguá do Sul, Márcio Silveira. Isto porque o Centro de Inovação do município será um dos primeiros a ficar prontos, quase junto com o deLages, até o final do ano. Os jaraguaenses buscam investimento também para uma aceleradora de empresas.

Para grandes empresas ou apenas uma pessoa criativa: quatro caminhos para quem quer inovar

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Fiesc defende política industrial enxuta e exequível para o país

25 de agosto de 2015 0
Foto: Washington Costa, MDIC, divulgação

Foto: Washington Costa, MDIC, divulgação

Em evento realizado na última terça-feira (25), em Brasília, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para debater uma nova política industrial do Brasil, o presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), Glauco José Côrte, que representou o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Edson Andrade, defendeu uma agenda enxuta para dinamizar o setor rapidamente.

- É preferível apresentar à sociedade uma agenda enxuta e exequível a um amplo conjunto de medidas direcionadas a todos os elementos do Custo Brasil, que pode acabar em nova frustração – disse Côrte.
O industrial catarinense alertou que o governo federal tem pouco mais de tês anos para planejar essa política e implementar, o que exige priorização e foco. Afirmou que apesar de ter sido impactada por contextos econômicos desfavoráveis, a indústria brasileira tem grande expectativa em relação a uma nova política industrial.

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Produtores catarinenses investem em tecnologia para aumentar produtividade

- Os resultados das últimas duas políticas ficaram aquém das expectativas, colocando em dúvida a capacidade do governo de implementar políticas eficazes. É verdade que as duas últimas políticas foram impactadas por contextos econômicos desfavoráveis, mas isso também serviu para mostrar a fragilidade de seu planejamento – afirmou.

Tanto a Fiesc quanto a CNI entendem que é necessário cuidar da agenda de curto prazo, focada no restabelecimento da competitividade e, ao mesmo tempo, adotar medidas capazes de promover a transformação estrutural que tornará a indústria brasileira competitiva no longo prazo, em condições sustentáveis. Côrte alertou que no tual momento econômico e político, é fundamental que a nova política tenha credibilidade e seja capaz de transformar as expectativas do setor produtivo. Para isso, será preciso construirmos algo diferente das experiências recentes.

Anfitrião do evento, o ministro Armando Monteiro voltou a defender o setor. Disse que não existe crescimetno econômico sem investimento na indústria. Observou que o país não pode deixar de ter uma política industrial e que o tema está no centro das estratégias do governo federal.

Casan apresenta plano de investimentos na Fiesc

22 de agosto de 2015 0
Fernando Villadino, Fiesc, Divulgação

Fernando Villadino, Fiesc, Divulgação

Detalhes sobre investimentos de quase R$ 1,9 bilhão que a Casan está fazendo no Estado foram apresentados na última sex-feira (21), na reunião da Fiesc pelo presidente da empresa, Valter Gallina. Convidado pelo presidente Glauco José Côrte, informou que do total, R$ 729 milhões são para a região de Florianópolis. A maioria dos projetos contempla expansão de serviços de esgoto sanitário, mas dois, de peso, são voltados a expansão da oferta de água: o novo flocodecantador para a Grande Florianópolis que vai elevar a oferta de água em 50%, e nova estrutura para a região de Chapecó, que corre mais riscos de seca. Para a Capital, são 28 obras, muitas já em execução, somando investimentos de R$ 631 milhões.

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