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Posts com a tag "indústria"

Dilma Rousseff suspende visita que faria à Colômbia

05 de outubro de 2015 0

Imersa nas crises que criou, a presidente Dilma Rousseff suspendeu a visita que faria à Colômbia no final de semana, com a presença de empresários brasileiros. O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, iria liderar a delegação da indústria. Para empresas exportadoras, vale dar atenção à Colômbia. Com 46,7 milhões de habitantes, registrou crescimento de 4,55% do PIB e inflação de 2,89% em 2014, números de causar inveja a países europeus. SC exportou ao país US$ 92,6 milhões em 2014.

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Por falta de câmbio livre, indústria nacional perdeu cerca de 412 bilhões de dólares nos últimos 20 anos

01 de setembro de 2015 0

Por falta de câmbio livre, a indústria nacional perdeu cerca de US$ 412 bilhões, o equivalente a quase R$ 1,5 trilhão nos últimos 20 anos. Essa projeção espantosa foi feita pelo ex-ministro da Fazenda Delfim Netto durante debate no 7º Congresso Internacional de Mercados Financeiro e de Capitais da BM&F Bovespa, em Campos do Jordão, sexta-feira, segundo o jornal O Estado de S. Paulo. Conforme Delfim, o governo achava que faltava demanda, mas o que estava faltando era demanda para a indústria nacional.

MAIS EXPORTAÇÃO
A Portobello, empresa de revestimentos cerâmicos, chegou a exportar 50% da produção e ter unidade de distribuição nos Estados Unidos com 120 profissionais. Devido ao dólar baixo, desativou a estrutura e, agora, começa a organizar de novo. Exporta 15% da produção e quer ampliar. “O câmbio é um fator relevante, mas não é o único. Enfrentamos falta de logística, energia cara, altos impostos e baixa produtividade”, afirma o presidente Cesar Gomes Junior.

HORA DE CRESCER
A Intelbras, de São José, produtora de centrais telefônicas, tecnologia para segurança e tablets, foi uma das empresas que tiveram perdas. “Prejudicou as exportações e as vendas internas das indústrias. Com dólar baixo, a importação e o contrabando ficaram muito fáceis. Agora, ficamos mais competitivos no mercado interno e nas vendas externas”, disse Jorge Freitas, presidente do conselho da empresa que cresceu 15% este ano.

 

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Produção industrial tem nova queda em SC

09 de agosto de 2015 0

Por Julia Pitthan*

Um espaço com decoração alegre, de troca de experiências e muita inspiração: assim é o Impact Hub, rede mundial de coworkings que abriu unidade na nova sede da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate)Santa Catarina encerra o primeiro semestre com reflexos dos estoques cheios e baixa demanda no desempenho da produção industrial. De acordo com os números divulgados pelo IBGE, o Estado ficou no grupo que teve os recuos maiores, junto com o Rio Grande do Sul, que teve retração de 2,3%, e Amazonas, com queda de 1,1%.

A produção industrial em Santa Catarina recuou 1% em junho ante maio, segundo o IBGE. No semestre, acumula queda de 6,2%, ainda um pouco melhor do que a média brasileira, de 6,3%. Em 12 meses, a queda é de 4,4% no Estado.

O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, comenta que o Estado sente o reflexo do desaquecimento da economia principalmente no setor de máquinas e equipamentos. Isso se reflete principalmente na indústria de linha branca, como geladeiras e fogões.

O comprometimento da renda das famílias e a perspectiva do aumento do desemprego, que aumenta a cautela nos gastos, leva a esse cenário, avalia o presidente Côrte.

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* A colunista Estela Benetti está em férias até dia 19 de agosto, neste período a jornalista Julia Pitthan assume como interina.

Fiesc pede suspensão da nova alta da conta de luz para a indústria

21 de julho de 2015 0
foto: Rodrigo Philipps, BD, 20/03/2015

Produção de motores na GM de Joinville. Foto: Rodrigo Philipps, BD, 20/03/2015

Diante das dificuldades para repassar aumento de custos aos preços nesta fase de recessão, o presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), Glauco José Côrte, defende a suspensão do próximo reajuste anual da conta de energia no Estado para o setor, previsto para 7 de agosto. Em ofícios enviados ontem para o diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, e ao presidente da Celesc, Cleverson Siewert, a federação alerta que o preço do insumo, um dos que mais pesam na produção industrial, já teve alta acumulada superior a 40% este ano em SC. Um reajuste de 10% a 15% sobre essa variação vai afetar ainda mais a competitividade e dificultar a recuperação do setor produtivo. A entidade solicita medidas emergenciais para a Aneel.

Conforme a Fiesc, a indústria catarinense registra queda dos seus indicadores. A produção industrial recuou 9,9% em maio e as exportações tiveram retração de 14,5% em junho, ambas frente aos mesmos meses de 2014. O nível de emprego do setor, que está perdendo fôlego – foram fechadas 4.174 vagas em junho – será ainda mais afetado com a alta da luz.

O impacto de custos da Celesc, na avaliação da federação, pode ser amenizado com a antecipação do uso da cota de energia barata de usinas já pagas. Essa mudança está prevista pela Aneel, mas só em 2021.

– A nossa principal bandeira e meta é em relação à indústria porque as tarifas do setor em SC estão acima da média brasileira. Além disso, a indústria não tem como economizar energia se produzir. A única forma de economizar é reduzir a produção. Em casa dá para fazer um programa de redução, o comércio tem condições de fazer isso. A Aneel, às vezes, dá tarifa diferenciada – observa Côrte.

O presidente da Celesc disse que ainda não tinha recebido o ofício, mas avaliou que essa é uma decisão do órgão regulador, a Aneel. Segundo ele, se o reajuste for suspenso, terá de ter um subsídio do governo federal, o que é difícil. A Aneel foi procurada mas não respondeu ontem.

SC tem energia mais cara
Entre as razões que levam a Fiesc a tomar uma decisão diferenciada no país e cobrar suspensão do reajuste é o preço alto da energia em sc.
Pesquisa apurou que este ano a tarifa industrial de energia no Estado é 11,39% mais cara que a média praticada no Brasil e a carga tributária na conta de luz catarinense é 4,8% superior a do país.

Consumo industrial
Em dezembro do ano passado, o consumo industrial respondia por 42,3% do total de energia disponibilizado pela Celesc na sua área de atuação.

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Na indústria

13 de outubro de 2014 0

O emprego na indústria do país teve queda pelo quinto mês consecutivo em agosto, quando recuou 0,4% frente ao mês anterior e 3,6% frente ao mesmo mês de 2013. Mas em SC, nos primeiros oito meses do ano emprego da indústria cresceu 5,3%. Em agosto, foram abertas 607 vagas.

Números que preocupam a indústria

02 de outubro de 2014 0

Enquanto candidatos à eleição evitam temas relevantes para o futuro, especialmente na área econômica, e números recentes preocupam, o setor industrial de SC planeja um futuro com mais competitividade. A atividade da indústria brasileira caiu em agosto, segundo a CNI. As horas trabalhadas na produção frente ao mês anterior caíram 0,8% e o uso da capacidade instalada recuou 0,5 ponto percentual. O fraco desempenho é devido às dificuldades para competir com produtos do exterior, menor consumo das famílias e queda dos investimentos.

De janeiro a julho, a produção industrial, segundo o IBGE, teve queda de 2,7% no Brasil e de 1,8% em SC. A perda da competitividade da indústria aumenta o déficit da balança comercial. Mês passado, as exportações caíram 10,2%. Em meio a esses obstáculos, a indústria do Estado planeja o futuro com o Programa de Desenvolvimento da Indústria Catarinense. Amanhã, em Joinville, a Fiesc começa a apresentar as 16 rotas de crescimento setorial que vão compor o Masterplan. A primeira será para o setor metalmecânico.

Aemflo e CDL com 4 mil sócios

27 de setembro de 2014 0

A Aemflo e CDL de São José acabam de conquistar a marca de quatro mil empresas associadas na Região Metropolitana de Florianópolis. Os serviços e o comércio totalizam 46% e 40% das empresas associadas, respectivamente. A indústria responde por 14%. Esse número é o resultado de 30 anos de associativismo com bases sólidas e conquistas reais, consolidando as entidades que trabalham unidas pelo desenvolvimento empresarial e comunitário, explica o presidente da entidade Marcos de Souza.

Indústrias investem para gastar menos luz

26 de setembro de 2014 0

Diante da certeza de conta de luz cara até 2018, com reajustes anuais da ordem de 25% ou mais, indústrias investem em equipamentos mais modernos, que gastam menos luz. A economia na conta supera 10% em boa parte dos casos. Entre as que adotaram essa estratégias estão três multinacionais de SC, a BRF, Tigre e Tupy, numa parceria com a Celesc, o que resultou em sobra de energia para abastecer uma cidade com mais de 10 mil residências por um ano.

A WEG, de Jaraguá do Sul, líder mundial em motores elétricos, criou até uma equipe que vai nas empresas e calcula quanto elas podem economizar e em quanto tempo os novos investimentos se pagam só com a economia na conta de luz. A Tigre acaba de fazer substituição de motores elétricos e sistemas de automação. Conseguiu economizar 11,17% no valor da conta, reduziu o consumo em 5.284,98 MWh/por ano. O retorno do investimento será em apenas dois anos e meio. A BRF conseguiu reduzir em 10% o consumo da sua planta de Chapecó, o que gerou economia anual superior a R$ 500 mil. A Tupy, de Joinville, economizou 10.641,83 MWh/ano, o que representa cerca de 2,06% do consumo anual. Investiu R$ 9,73 milhões e terá retorno em cinco anos.

Confiança

24 de setembro de 2014 0

O Índice de Confiança da Indústria teve queda de 3,2% na medição prévia de setembro frente ao mês anterior, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). A leitura de 80,7 pontos é a menor desde março de 2009, auge da crise, quando marcou 77,1 pontos.

Indústria de SC cresce 4%

08 de setembro de 2014 0

A produção da indústria de SC cresceu 4% em julho frente a junho segundo dados do IBGE. Na comparação com julho do ano passado, recuou 2,7% e, no acumulado do ano, teve queda de 1,8%. A alta de 8% do setor de madeira ajudou no resultado de julho, mas a metalurgia teve queda de 8,7%, máquinas e equipamentos elétricos recuaram 5,3% e a produção de máquinas caiu 3,7%.

Um defensor de causas econômicas e sociais

25 de agosto de 2014 0

O empresário Antônio Ermírio de Moraes, que faleceu ontem, além de ser uma das principais referências da indústria brasileira, mostrou que é possível tocar os negócios e, também, trabalhar e colaborar com a área social, defender causas coletivas e escrever. Adepto da vida simples, fez questão de dirigir um dos hospitais mais importantes de São Paulo, o Beneficiência Portuguesa. Autor de peças de teatro e escritor, afirmava que a política era um teatro e vencia a eleição quem conseguia emocionar mais o eleitor.

Entre os gargalos da economia brasileira que ele mais criticava estão juros altos. Das críticas que recebia, a principal era a concentração da produção de cimentos no Brasil já que o seu grupo, o Votorantim, é o líder. Sobre o mercado de cimentos o Cade adotou medidas, mas no caso dos juros, entra governo e sai governo e o país continua com uma das taxas de juros mais elevadas do mundo. Esse é um desafio que a pessoa vitoriosa nas urnas no mês que vêm deveria enfrentar. O Brasileiro, empresário ou consumidor, paga muito juro. Melhor seria pagar produtos e serviços.

Posse da Fiesc

21 de agosto de 2014 0

O evento de posse da diretoria da Fiesc gestão 2014-2017 será amanhã, a partir das 19h30min, na sede da entidade, em Florianópolis.  O presidente é o empresário Glauco José Côrte, reeleito dia 27 de junho para mais um mandato de três
anos. Robson Braga de Andrade, presidente da CNI, confirmou presença. Ele informou esta semana que o ano para a indústria brasileira “está perdido”. O setor crescerá  entre zero e 0,8%.

Pagé faz 50 anos

18 de agosto de 2014 0

A Industrial Pagé, de Araranguá, uma das líderes nacionais em silos de armazenagem de grãos, comemora 50 anos. Fundada dia 13 de agosto de 1964 por Gerci Pascoalli e a esposa Almira, começou como ferraria. Em 1980, expandiu para equipamentos de armazenagem de grãos. Hoje é dirigida pelos herdeiros Angela Pascoalli Boeira e Marconi Pascoalli. A família tem outros negócios.

Welle, de SC, liderou crescimento no Brasil em 2013

15 de agosto de 2014 0

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A Welle Tecnologia Laser, do polo tecnológico de Florianópolis, que produz máquinas para uso de laser na indústria, foi a empresa do segmento de micro, pequenas e médias empresas que mais cresceu no Brasil em 2013. O levantamento foi feito pela consultoria Deloitte para a revista Exame PME e a premiação foi entregue ontem, em São Paulo.

Fundada pelos engenheiros gêmeos Rafael Bottós e Gabriel Bottós, a empresa ganha projeção internacional. Ela foi a empresa incluída na Endeavor com a maior nota mundial da história da instituição. Mais recentemente, tem aberto o debate no Brasil sobre conceitos novos com a Indústria 4.0 e a rastreabilidade industrial.Entre os clientes da Welle estão a Bosch, GE, Docol, Weg, Whirlpool e Tramontina.

Exportações de SC crescem 5,09%

11 de agosto de 2014 0

De janeiro a julho, as exportações via portos de SC cresceram 5,09% frente ao mesmo período de 2013, somando US$ 5,488 bilhões. A expansão dos embarques de soja (75,09%) e carne suína (57,32%) influíram mais no resultado. Segundo levantamento feito pela Federação das Indústrias (Fiesc), dos 10 produtos mais exportados pelo Estado, houve queda de 4,3% nos embarques de frango, de 40,77% no fumo e 0,94% nos compressores herméticos para refrigeração.

A China segue como o principal destino dos embarques via portos catarinenses, posição que alcançou no mês passado quando ultrapassou os Estados Unidos. Em julho, as vendas para a China cresceram 45,25%, e para os EUA, de 16,07%.
As importações catarinenses seguiram em alta. De janeiro a julho, o Estado recebeu Us$ 9,210 bilhões, 12,09% mais do que no mesmo período do ano passado. Os itens mais importados são cobre refinado, que é usado por diversas indústrias, e, em segundo lugar, ficou o polietileno, matéria-prima do setor plástico.

Buddemeyer avança no segmento de têxteis de luxo

11 de agosto de 2014 1
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Foto: Betina Humeres

Uma das sólidas indústrias de Santa Catarina é a Buddemeyer, marca de têxteis para cama, mesa e banho, de São Bento do Sul. Empresa familiar liderada pelos primos Rolf Buddemeyer, no conselho, e Claus Buddemeyer, na presidência executiva, ela é líder nacional em produtos de luxo no segmento e dita moda.Iisso também garante crescimento estável. Saiba mais sobre essa atuação na entrevista do diretor financeiro da companhia, o engenheiro mecânico graduado pelaUFSC Evandro Müller de Castro.

A Buddemeyer se consolidou como marca de produtos têxteis de luxo para o lar. Como evoluem as vendas?

Evandro Müller de Castro – No mercado em que a gente atua a crise atual atinge menos esse tipo de produto. O que se observa é que o setor de têxteis e confecções, em especial o nosso segmento, é um dos menos prejudicados. Se a marca é forte a empresa é menos atingida por crises. Estamos crescendo numa média de 9% a 10% ao ano. Este ano, projetamos faturar R$ 250 milhões, cerca de 10% a mais que em 2013. Geramos hoje 1.180 empregos diretos.

Quais são as expectativas de crescimento para 2015?

Evandro – Apesar deste ano estar melhor do que a gente imaginava,prevemos mais dificuldades para 2015 independentemente de a presidente Dilma ser reeleita ou não. Será uma fase mais complicada, um ano de ajuste porque o Brasil não está crescendo.

A empresa está chegando aos 63 anos. Como foi a trajetória até aqui?

Evandro – A Buddemeyer foi fundada pelo imigrante alemão Friedrich Bernard Buddemeyer em 1951. Engenheiro têxtil, ele chegou a Santa Catarina em 1924, começou a trabalhar na Cia Hering e, depois, Renaux. Em 1941, com a Segunda Guerra Mundial, abriu uma fábrica de teares. Durante seis anos produziu mais de 2 mil, vendeu para empresas de Blumenau e Joinville. Encerrou a produção de teares e, com os que sobraram,passou a produzir felpudos (toalhas e roupões de algodão) em São Bento do Sul. A decisão de ir para São Bento foi porque havia um surto de malária em Itajaí e, no frio da serra, não havia o problema. A Buddemeyer enfrentou altos e baixos como todas as empresas, mas cresceu de forma consistente.

Quando entrou no segmento de felpudos diferenciados?

Evandro – Essa mudança de foco dos produtos de banho da Buddemeyer começou em 1985, quando passou a fazer algo mais sofisticado, fugindo das toalhas florais. Embora pequena, a empresa passou a ter produtos diferenciados. Isso avançou numa progressão grande, mais a partir de 1995, quando a marca começou a percorrer um caminho muito forte. Parte dos nosso produtos é feita com algodão egípcio. São itens com valor agregado e relação qualidade-preço muito boa.

Como é a comercialização?

Evandro – Nossas vendas são por distribuidores do segmento de cama, mesa e banho.

Quanto é exportado?

Evandro – Cerca de 7% para os EUA, Europa e América do Sul. A maior parte é com a marca própria, especialmente na Alemanha e aqui na América do Sul.

As importações de têxteis afetam muito a empresa?

Evandro – A importação brasileira de cama, mesa e banho gira em US$ 160 milhões/ano. Mas não dá para identificar qual é a importação de cama feita pelos turistas. Em 2013, por exemplo, os brasileiros gastaram lá fora US$ 25 bilhões A gente sabe que a importação de cama via turismo é muito alta. Isso atrapalha, mas faz parte do mercado. No Brasil, o produto é caro por causa do imposto. Nos EUA a taxação é de 20% para têxteis, aqui a carga tributária é em torno de 40%, com tributos diretos e indiretos. É preciso o país encarar esse problema de frente.

Quanto a empresa investe?

Evandro –Investimos regulamente pelo menos em torno de US$ 4 milhões por ano para manter o parque fabril sempre atualizado.

Estilo e sofisticação
Entre os produtos da Buddemeyer que reforçam o estilo e a sofisticação da marca estão roupões confeccionados com fio de algodão egípcio, bordados com renda guipure (foto).

Foto: Buddemeyer, divulgação

Foto: Buddemeyer, divulgação

Fiesc decide pedir redução do reajuste da tarifa de energia

08 de agosto de 2014 0
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Foto: Heraldo Carnieri, Divulgação

Em reunião nesta sexta-feira à tarde, a Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) decidiu apresentar recurso na Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) solicitando a revisão do índice de reajuste médio de 22,6% na tarifa da Celesc Distribuição, para Santa Catarina, aprovado terça-feira.

O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, fez o anúncio após reunião com o presidente da Celesc, Cleverson Siewert, na qual foi feita avaliação das notas  técnicas da agência. O principal questionamento é sobre a participação de SC na partilha de energia de hidrelétrica de usinas já amortizadas. Se a distribuição tivesse sido justa, de acordo com lei sobre a matéria que recomenda a proporcionalidade de acordo com o consumo, o reajuste da Celesc seria perto de 12% e não de quase 23%.

O presidente da Câmara de Desenvolvimento Energético da Fiesc, Otmar Müller, defendeu redução tributária para a energia elétrica em SC. Na foto, Siewert (E) e Müller durante a reunião.

 

 

Indústria cobra mais qualidade na educação

08 de agosto de 2014 0

A Federação das Indústrias do Estado (Fiesc) recebe hoje os três principais candidatos ao governo catarinense para apresentarem propostas às prioridades apontadas pelos empresários do setor. A novidade, desta vez, é que uma pesquisa junto aos industriais apontou que eles consideravam como maior entrave ao crescimento, com 46,7% dos votos , a insuficiência de trabalhadores com formação adequada às necessidades das suas empresas.

Como segundo maior entrave, com 42,5%, foi apontada a demora e burocracia do serviço público; e em terceiro, com 41,4%, ficou a insuficiência de incentivos fiscais. O eterno gargalo de infraestrutura foi o quarto entrave mais votado, com 36,4%.

O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, diz que a preocupação com a formação do trabalhador cresceu porque a maioria das empresas enfrenta esse problema e isso inibe a inovação e a competitividade internacional.

Um fato novo é que a Fiesc vai cobrar compromisso com a redução da carga tributária. Côrte cita o caso da energia elétrica, que tem tributação próxima de 50%, sendo 33% de ICMS. Na Alemanha, a tributação é zero. A federação também vai chamar a atenção dos candidatos sobre a importância da indústria. Quando o setor vai bem, a economia cresce e vice-versa. É que ela tem impacto indireto sobre a maioria dos serviços.

A queda do ritmo econômico do Brasil derrubou as vendas da indústria de SC em 6,2% no mês de junho frente ao mesmo mês de 2013. O setor metalmecânico foi mais atingido agora. Alimentos e madeira cresceram.

Propostas de candidatos para a economia do Estado

08 de agosto de 2014 0

Os candidatos ao governo de SC Cláudio Vignatti, Paulo Bauer e Raimundo Colombo serão sabatinados por industriais hoje, a partir das 10 horas, na Fiesc, em Florianópolis. Uma das prioridades da indústria é a qualificação de trabalhadores, conforme pesquisa feita junto às empresas, que será entregue aos candidatos, com uma série de propostas.

Fiesc vai entrar com recurso pela redução da alta na conta de luz

07 de agosto de 2014 3

A alta média de 22,62% na tarifa de energia elétrica dos clientes da Celesc Distribuição, a partir de hoje, assustou os consumidores. A Federação das Indústrias do Estado (Fiesc) vai entrar com um recurso administrativo junto a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para tentar derrubar esse reajuste para cerca da metade, pouco mais de 11%. Os argumentos a serem usados serão técnicos, adianta o presidente da federação, Glauco José Côrte. Segundo ele, o consumidor catarinense está sendo penalizado pela má distribuição da energia mais barata do mercado, aquela das usinas hidrelétricas já amortizadas (quitadas). Como a distribuidora do Estado detém 5,5% do mercado consumidor do país, deveria ter recebido energia barata nessa proporção, mas ficou com apenas 0,5%. A outra parte teve que comprar no mercado por preço bem mais caro, o que gerou um custo superior a R$ 500 milhões, incluído na alta de 22,6%. Outro aspecto técnico a ser questionado é o critério da Aneel que estabelece um custo futuro da tarifa até agosto do ano que vem. Nesse custo, ela considera, por exemplo, uma média de inflação que pode não acontecer.

Para a energia de usinas amortizadas há uma lei que define que a distribuição pela Aneel seja proporcionalmente à participação das empresas no mercado. Mas, lá adiante, num parágrafo, diz que se isso não for possível, a agência pode estabelecer critérios para essa distribuição.

-Vamos insistir na retirada desse componente que influenciou muito no aumento. Nosso cálculo é que a metade da alta pelo menos seja em decorrência da energia comprada. A nossa tarifa poderia cair para a metade, cerca de 12% – disse Glauco José Côrte.

Segundo ele, a Fiesc reconhece que é difícil conseguir uma redução, mas vai negociar. Outro argumento para excluir da tarifa é que se a alta é incluída, passa a ser estrutural porque os próximos aumentos serão sempre sobre uma base a partir desses 23%. Há indicação, também, de cobrança na tarifa de custo financeiro embora os empréstimos feitos pelo governo federal para compensar o custo de térmicas vão começar a ser cobrados apenas em 2015.
A iniciativa da Fiesc é importante não só para evitar uma tarifa super cara que está entrando agora, mas para conter altas futuras injustas. Também deveria ficar bem claro, agora, que paga a despesa extra das térmicas, as tarifas tenham uma redução de valor.

Reunião nesta sexta-feira

A Federação das Indústrias realiza amanhã uma reunião com o presidente da Celesc, Cleverson Siewert, para discutir os aspectos técnicos do aumento da tarifa. O objetivo é embasar melhor o pedido de redução da alta aprovada pela Aneel. O presidente da Fiesc, Glauco Côrte, convidou também um representante da Aneel, mas a agência não confirmou. A Fiesc também receberá amanhã os três candidatos ao governo do Estado que estão melhor colocados nas pesquisas: Raimundo Colombo, Paulo Bauer e Claudio Vignatti. O objetivo é ouvir suas propostas de governo.