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Posts com a tag "inovação"

Inovação no mercado nacional com café catarinense

25 de setembro de 2015 0

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Café suave e aromático em sachê. Está é a inovação lançada no mercado nacional pela Café Jurerê, indústria de Tijucas, SC, da empresária Micheli Poli Gelsleichter. Entre os diferenciais estão a praticidade de um café fresquinho e na medida certa.

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Encontro com ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação busca acelerar economia catarinense

27 de agosto de 2015 0
Foto: Julio Cavalheiro / Secom

Foto: Julio Cavalheiro / Secom

Convencidas de que só a inovação em tudo poderá garantir uma aceleração do crescimento econômico acima da média do país e até de concorrentes do exterior, lideranças catarinenses dedicaram a quarta-feira (16) , para debater o tema em Florianópolis com o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo. Ele iniciou a manhã com palestra para industriais na Federação das Indústrias (Fiesc), depois falou durante o almoço para estudantes que disputam as Olimpíadas Brasileiras de Matemática de Escolas Públicas no Norte da Ilha de SC e, à tarde, participou do evento Fomento à Inovação SC, na sede da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate) na rodovia SC-401.

Apesar de Santa Catarina ter um setor de tecnologia avançado e estar sofrendo menos com a crise econômica, tanto governo quando o setor privado pediram mais ajuda para o ministro. O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, cobrou mais linhas de crédito, e o secretário de Desenvolvimento Carlos Chiodini falou sobre os avanço dos 13 centros de inovação. Rebelo enfatizou que investimentos em tecnologia são fundamentais para o país.

Apreensão

Anfitriã do evento Fomento à Inovação SC no centro que abriga sua sede, na SC-401, em Florianópolis, a Acate está muito apreensiva com a burocracia da prefeitura. O presidente da entidade, Guilherme Bernard, alerta que ela corre o risco de perder mais de R$ 10 milhões da Finep para a construção da sede da Acate Sapiens Parque, no norte da Ilha de SC.

Da Acate

Isto porque a prefeitura não aceita como base para o imposto ITBI o valor pago pelo terreno. A associação pagou R$ 2 milhões, mas os técnicos municipais dizem que o valor é de R$ 10 milhões e cobram R$ 500 mil de ITBI. Além disso, a entidade ainda espera o alvará para o belo prédio que abrigou o evento de ontem.

Jaraguá

Quem está animado é o secretário de Desenvolvimento de Jaraguá do Sul, Márcio Silveira. Isto porque o Centro de Inovação do município será um dos primeiros a ficar prontos, quase junto com o deLages, até o final do ano. Os jaraguaenses buscam investimento também para uma aceleradora de empresas.

Para grandes empresas ou apenas uma pessoa criativa: quatro caminhos para quem quer inovar

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Entrevista: negócios que geram impacto

09 de agosto de 2015 0

Por Júlia Pitthan*

Foto: Felipe Carneiro, Divulgação

Foto: Felipe Carneiro, Divulgação

Um espaço com decoração alegre, de troca de experiências e muita inspiração: assim é o Impact Hub, rede mundial de coworkings que abriu unidade na nova sede da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), em Florianópolis. Gabriela Werner (foto) é uma das empreendedoras à frente do projeto. Com foco em inovação e colaboração, a unidade celebra resultados

Como foi a decisão de abrir o Impact Hub em Florianópolis?
Meu sócio, Henrique Bussacos, é meu amigo de longa data. Conheço ela da época que era diretora da AIESEC, uma ONG de jovens empreendedores. O Impact Hub ainda era uma ideia. Então, muita coisa aconteceu. Fui trabalhar na Austrália e voltei para morar em São Paulo. Nessa mesma época, o Henrique estava fundando o negócio. Eu ainda não era membro, mas queria estar naquela comunidade de inovação. Aí, fui para Joinville trabalhar na Embraco na área de sustentabilidade. Por uma decisão pessoal, voltei para Florianópolis. Estava com vontade de empreender, queria mais liberdade também. O Henrique já estava em Floripa e me procurou dizendo que tinha pensado em trazer o Hub para cá. Em 2014, fez esse convite. Desde então a gente vem trabalhando junto. Começamos com 21 coworkers.

Vocês viram que havia uma demanda reprimida?
É, isso ficou mais claro quando fizemos um workshop Hub Escola, em dezembro de 2014. Tínhamos uma meta de atrair 300 pessoas, mesmo sendo muito ambicioso, mas atingimos 500 pessoas e isso foi uma prova de que o mercado existe e está ávido para uma solução. Então, fomos em frente para escolher o espaço físico e fechamos com o Cia Primavera e a Acate.

E o negócio vem crescendo?
Hoje estamos com 68 coworkers e 180 membros. Além das pessoas que têm planos de uso do espaço compartilhado, há um nível anterior de envolvimento com o Impact Hub, que tem participação na Hub Net. Há três perfis principais de empreendedores. O primeiro deles é da área de tecnologia, com startups e programadores independentes. Tem um público de profissionais criativos, de marketing digital, profissionais que trabalham com branding, design, fotógrafos, curadores de arte, pessoas que trabalham com desenvolvimento humano. O restante são os empreendedores de impacto, aqueles os caras que querem mudar o mundo por meio de seus negócios.

O mercado de coworking tem espaço ou já está saturado na Grande Florianópolis?
Cada coworking tem um perfil. Não diria que está saturado, o que buscamos foi ter uma rede bem qualificada e na prática se reflete na idade dos membros, que é entre 30 e 35 anos. 72% dos nossos coworkers têm mais de 30 anos, normalmente não é a primeira vez que o cara está empreendendo, então as trocas de conhecimentos são mais maduras.

Como vocês mensuram, o sucesso do Impact Hub?
Financeiramente, já estamos com fluxo de caixa positivo. Agora, o que buscamos muito em termos de sucesso é equilibrar o retorno financeiro com impacto social. Uma coisa sem a outra não é sucesso para a gente. Temos planos de chegar ao fim do ano com cem coworkers, é possível que precisamos revisar a meta para mais e inclusive ampliar o espaço. Temos também o objetivo de atender cem empreendedores sociais, olhando quantos desses negócios têm sucesso, geram empregos e têm impacto ambiental.

Vocês pensam em ter outra unidade em SC?
A gente pensa. Há algumas portas abertas, principalmente na Grande Florianópolis. Lá para 2017.

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* A colunista Estela Benetti está em férias até dia 19 de agosto, neste período a jornalista Julia Pitthan assume como interina.

Prefeito de Palhoça inicia negociação com o superintendente do BRDE

30 de julho de 2015 0

Com o propósito de acelerar a atração de empresas de tecnologia, o prefeito de Palhoça, Camilo Martins, e o secretário de Desenvolvimento, Marcelo Fett, iniciaram negociação com o superintendente do BRDE Nelson Ronnie. Querem estruturar, dentro do programa Inova Palhoça, uma linha de crédito de R$ 50 milhões voltada a negócios inovadores.

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Fabricante catarinense inova no setor odontológico

20 de julho de 2015 0
Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

A fabricante catarinense Olsen lançou um exclusivo kart com 10 instrumentos odontológicos, desenvolvido em conjunto com o dentista Alexandre Capelli e o consultor Maurício Camargo, ambos da Helse Dental Tecnology. O produto oferece acionamento de todos os instrumentos por um único pedal.

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Segredo para ampliar receitas está na inovação

03 de julho de 2015 0

Empresas de todos os portes devem priorizar a inovação com foco no presente e no futuro. Esse foi o recado do superintendente do IEL/SC, Natalino Uggioni, em palestra ontem para grupo do Movimento Catarinense pela Excelência. Inovar é a forma de ampliar mais as receitas.

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Avião elétrico faz o primeiro voo tripulado da América Latina

23 de junho de 2015 1
Foto:Rubens Fraulini,Itaipu Binacional, divulgação

Foto: Rubens Fraulini,Itaipu Binacional, divulgação

Engenheiros da Usina Itaipu Binacional e da empresa ACS Aviation, de São José dos Campos, São Paulo, conseguiram realizar hoje o primeiro voo de avião tripulado movido a energia elétrica da América Latina. O voo da aeronave Sora-e durou apenas cinco minutos na pista do aeroporto da usina na margem paraguaia, mas foi o suficiente para animar a equipe. O piloto foi o engenheiro Alexandre Zaramella, sócio-diretor da ACS Aviation.
- Nós hoje estamos nos sentindo como Santos Dumont, quando fez o primeiro voo com o 14 Bis – comemorou Jorge Samek, diretor da Itaipu.

Segundo a Itaipu, o  Sora-e  é o mais novo integrante da família de elétricos da hidrelétrica que desde  2006  desenvolve o Programa VE, em parceria com várias companhias do Brasil  e  do  exterior. Uma das parceiras e a WEG, de Jaraguá do Sul. A empresa já montou mais de 80 protótipos  elétricos,  a  metade  incorporada à própria frota e o restante destinado a parceiros do programa.

 

Avião do futuro

A gigante europeia de aviões Aibus está projetando o avião do futuro com foco no ano de 2050. A aeronave moderníssima será movida a energia alternativa ou por um sistema elétrico semelhante aos atuais, por isso não terá emissões. Além disso, terá maior velocidade dos aviões atuais e uma série de confortos.  Por isso as experiências feitas no Brasil são importantes. Outras companhias no mundo vão querer lançar aviões elétricos.

Foto:Alexandre Marchetti,Itaipu Binacional, divulgação

Foto: Alexandre Marchetti, Itaipu Binacional, divulgação

Inovação

29 de setembro de 2014 0

O Núcleo de Inovação Tecnológica, a pré-incubadora, o MBA em Gestão da Tecnologia e Inovação e a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia pelo Sebrae/SC são conquistas do Oeste que serão anunciadas no Seminário de Gestão da Inovação da Unoesc amanhã. O evento terá painel sobre inovação com o diretor do Sebrae, Anacleto Ortigara, o coordenador do Parque Científico da PUCRS, Julio Ferst e o professor Marcelo Amorin.

Parceria de empresas com universidades em pesquisas para inovação

19 de setembro de 2014 0

É crescente a procura de empresas por parcerias em pesquisas com universidades, informa a presidente do Conselho Nacional de Fundações de Apoio a Universidades, Suzana Montenegro. Segundo ela, são inúmeras as oportunidades porque as instituições de já têm os pesquisadores preparados e os laboratórios, o que agiliza pesquisas para a inovação. O conselho está reunido em Florianópolis para fazer planejamento estratégico. O anfitrião é Mauro Fiuza, da Fepese.

Pedra Branca, cidade planejada que conecta para a inovação

15 de setembro de 2014 0
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Fotos: Alvarélio Kurossu, Agência RBS

Baseada em Palhoça entre a serra e a BR-101, a Cidade Pedra Branca é um dos maiores empreendimentos imobiliários privados do país. Para o fundador e presidente, Valério Gomes Neto, é o melhor e mais criativo. Na última semana, a cidade conquistou o PRÊMIO Master  Imobiliário, um dos mais importantes do Brasil.O projeto é dirigido por Valério (foto) e seu filho Marcelo Gomes, (imagem abaixo). Como a sustentabilidade é um dos focos na nova urbanização, ambos circulam de bicicleta.

O empreendimento Pedra Branca adotou o modelo de cidade criativa. Como é esse conceito urbanístico?

Valério Gomes – A gente está surfando a onda das coisas boas que estão acontecendo no mundo. As cidades mais agradáveis, hoje, são as criativas, ou seja, lugares que proporcionam e facilitam encontros, que induzem as pessoas à convivência, à troca de ideias e isso gera bons negócios. Estamos buscando construir um endereço que seja agradável de se morar, de se viver, mas principalmente siga esse caminho da inovação e da criatividade visando muito um público de pessoas especiais, de tecnologia, um pouco desse sonho de um Vale do Silício.

Quando o projeto começou e como virou uma cidade?

Valério – Nós começamos em 1999, em novembro o projeto fará 15 anos. A Pedra Branca era uma fazenda de 250 hectares. Quando começamos não enxergávamos isso tudo, foi um aprendizado. A gente continua aprendendo, foram muitas etapas com a colaboração de muitas pessoas. A gente vinha assinando “cidade sustentável”, mas no final do ano passado mudamos para “cidade criativa”. Entre as cidades com esse perfil estão Londres e HafenCity, em Hamburgo, na Alemanha.

Quantas pessoas vivem na cidade e qual será a capacidade total até o fim do projeto?

Valério – Hoje, são cerca de 6 a 7 mil moradores, mas o projeto vai chegar a uns 40 mil. Então, ainda estamos engatinhando. Temos mais uns 20 anos pela frente.

Por que o Passseio?

Valério – É o quarto capítulo – moradia, trabalho, estudo e lazer. Faltava no bairro o lazer, que é exatamente essa rua de comércio para as pessoas desfrutarem e se encontrarem, Ela foi concebida por um grupo enorme de arquitetos sonhadores com o que tem de mais moderno em termos de concepção de uma rua compartilhada, desde o uso do sapato de salto, a bicicleta, as pessoas de idade, a calçada e a rua no mesmo nível, o piso não escorregadio, onde o espaço mais nobre é sempre do pedestre, seguido pela bicicleta e por último o automóvel. E isso está acontecendo.

Como está a área empresarial da Pedra Branca?

Valério – A parte industrial foi lançada há dez anos. Agora vamos lançar um novo empreendimento chamado Aeroparque, que é no município de São José mas também faz parte da Pedra Branca, que passa ter área territorial em dois municípios. Serão lotes industriais para pequenas e médias empresas porque há demanda grande para esses espaços. A pessoa pode residir na Pedra Branca e ir ao trabalho de bicicleta.

E o centro tecnológico?

Valério – Nós estamos muito focados na atração de empreendedores e retenção desses talentos. Há o Inaitec, que é uma incubadora, o Instituto de Tecnologia e Inovação do Continente, fundado pela prefeitura, Unisul e outros parceiros. É gerido pela Unisul, justamente porque tem nesse campus universitário baseado na Pedra Branca o DNA.

Há mais projetos para breve?

Valério – Estamos projetando um teatro em parceria com a Unisul, que poderá sediar também eventos. Além disso, estamos elaborando um plano de 70 quilômetros de ciclovias para a prefeitura de Palhoça porque a cidade é plana e o uso de bicicletas é crescente. O prefeito Camilo Martins está entusiasmado.

Quais são os planos para melhorar o sistema viário?

Valério – Temos uma parceria com o governo do Estado para fazer a Avenida das Universidades, ligando Palhoça a São José e Biguaçu. Sai do Bairro Pagani, passa pela Pedra Branca e vai até a SC-407. E o contorno da BR-101 passará entre a Cidade Pedra Branca e o morro ao lado.

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Inovação em alimentos

09 de setembro de 2014 0

A Mercoagro, feira bienal de produtos para a indústria de alimentos que abre hoje em Chapecó, conta com o Salão de Inovação. É um espaço que apresenta projetos inovadores de estudantes do Senai-SC e de empresas parceiras do setor. O objetivo é estimular parcerias para a pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias e produtos para indústrias de alimentos. Na última edição, em 2012, a Mercoagro gerou R$ 161 milhões em negócios.

Lei do bem

02 de setembro de 2014 0

A associação de empresas de tecnologia (Acate) promove nesta terça-feira palestra com o consultor Rafael Levy no Verticalmoço. Ele falará sobre a Lei do Bem, que concede incentivo às empresas para pesquisa e desenvolvimento.

Segundo a Receita Federal, ano passado a renúncia fiscal para inovação somou R$ 7,2 bilhões. Desse valor, R$ 2,2 bilhões pela Lei do Bem.

Embrapii em SC

25 de agosto de 2014 0

A Fundação Certi, de Florianópolis, é uma das 10 instituições do país que terão uma unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). O objetivo é elaborar projetos de inovação em cooperação com indústrias.

Fiesc na era da inovação

23 de agosto de 2014 1

A prioridade número um da nova gestão da diretoria da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), empossada ontem à noite, é a inovação com foco na maior competitividade nacional e internacional. O presidente reeleito, Glauco José Côrte, explicou que esse caminho já está sendo trilhado e vai ganhar mais força com os investimentos nos institutos Senai de Inovação pelo Estado e, provavelmente, com o primeiro Instituto Sesi de Inovação do país, voltado à promoção da saúde e segurança do trabalhador.

No primeiro mandato de três anos da atual diretoria, a entidade trabalhou forte a questão da competitividade. Além disso, a federação está ampliando a aproximação do setor produtivo com a academia por meio do Programa de Desenvolvimento da Indústria Catarinense (PDIC).

- Estão trabalhando conosco 70 profissionais da academia (universidades) entre doutores, mestres e especialistas. Já criamos o Fórum de Desenvolvimento do Oeste e da região do Caçador em parceria com as universidades da região e faremos o mesmo com o Sul do Estado, em breve – disse Côrte.

A Fiesc continua também com o Programa Indústria pela Educação. O fato novo nesse projeto, agora, é o convite aos pais para que participem mais da vida escolar dos filhos.

Transformadores de SC

22 de agosto de 2014 0
Foto: Paula Cardoso, divulgação

Foto: Paula Cardoso, divulgação

O movimento Santa Catarina Moda e Cultura (SCMC), por meio da sua vertical Inteligência Compartilhada, reúne seus setores de criação para entender quem são os catarinenses que contribuem para a arte, a cultura e a inovação no Estado. Com base nisso, os estudantes das instituições parceiras do projeto apoiado por 17 empresas, com assessoria dos diretores criativos Jakson Araujo e Luca Predabon, vão criar coleções para a próxima mostra do SCMC.

O movimento visa a aprimorar o design de moda (foto). Juntas, as empresas participantes faturam mais de R$ 4,1 bilhões. Amanhã, o presidente da Abit, Rafael Cervone, estará em Florianópolis para apresentar ao SCMC a proposta de convênio com o Texbrasil para 2015 e 2016.

Nova diretoria da Fiesc assume com as bandeiras da inovação e educação

22 de agosto de 2014 0

Glauco

O Sistema Fiesc empossa hoje, a partir das 19h30min, na sede da entidade, a sua diretoria para a gestão 2014-2017, que tem à frente os industriais Glauco José Côrte (foto), na presidência, e Mario Cezar Aguiar, na vice-presidência.Entre as autoridades que confirmaram presença está o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.Além da ênfase na inovação, o grupo está priorizando a educação técnica e indo além, cobrando mais eficiência do ensino fundamental. Para isso, o fato novo é o incentivo aos pais e à família participarem mais diretamente no acompanhamento da educação dos filhos. Outro fato novo é a cobrança de redução da carga tributária e um ambiente mais favorável aos investimentos.
Na linha de descentralização da gestão, a Fiesc criou a sua 16ª vice-presidência regional, no Vale do Rio Itajaí Mirim, com sede em Brusque.

Perfil de Glauco José Corte

Presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), empresário e bacharel em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Glauco José Côrte tem diversas especializações por instituições como UFSC (SC), Fundação Getúlio Vargas (RJ), American Graduate School of International Management (Arizona, EUA) e IMD (Lausanne, Suíça).

Atualmente é diretor da Confederação Nacional da Indústria (CNI); preside o Conselho Temático Permanente de Política Industrial e Desenvolvimento Tecnológico da entidade e é membro do Conselho de Assuntos Legislativos da instituição. Também é membro do conselho deliberativo da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio e Exterior; membro dos conselhos de administração da Portobello S/A, Multilog S/A e Pedra Branca S/A, além de acionista fundador da Inplac Indústria de Plásticos S/A.

Foi vice-presidente executivo da Portobello S/A e diretor da Portobello América (EUA), diretor financeiro e de relações com o mercado da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), além de presidir o conselho de administração da Celesc S/A de 2005 a 2010.

Foto: José Paulo Lacerda

Inovação e futuro

21 de agosto de 2014 0

Um dos projetos que mais animam no Estado é o dos 12 distritos de inovação. O prefeito de Jaraguá do Sul, Dieter Janssen, conseguiu doar o terreno e já está construindo o prédio com investimento de R$ 5 milhões. O secretário de Desenvolvimento de Joaçaba, Jorge Pohl, informa que o distrito do município também está em construção.

Fecomércio foca serviços, inovação e educação

16 de agosto de 2014 0
Foto: Marco Favero

Foto: Marco Favero

Entidade que representa 400 mil empresas e mais de 60% do PIB do Estado, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Sistema Fecomércio-sc), empossa neste sábado, no Costão do Santinho, sua nova diretoria para mandato de mais quatro anos. O empresário Bruno Breithaupt, reeleito presidente, adianta que focará soluções às empresas, inovação e educação. Integrante do Sistema “S”, a federação representa empresas que empregam mais de 1 milhão de trabalhadores no Estado e arrecadam 72% do total de ICMS. Entre as prioridades de Breithaupt estão maior aproximação com empresários e consolidação do trabalho de pesquisas ao setor.

Perfil

Bruno Breithaupt é de tradicional família do varejo da região de Jaraguá do Sul, é sócio da rede de lojas de materiais de construção Breithaupt, um shopping center e uma importadora de produtos elétricos. É presidente da Fecomércio desde março de 2009 e foi reeleito para um segundo mandato de quatro anos à frente entidade. É graduado em Administração de Empresas pela Universidade de Joinville e tem pós-graduação em Administração Financeira pelo Centro Universitário de Jaraguá do Sul. Também integra os conselhos das federações de SC (Cofem), do Sebrae-SC e da Associação Empresarial de Jaraguá do Sul.

O que a diretoria da Fecomércio vai priorizar neste mandato que se inicia?

Bruno Breithaupt – O nosso grande objetivo é colocar a federação à disposição do empresário e trazer ele para dentro da entidade para que a gente possa, com mais rapidez, defender seus interesses. Um dos projetos que iniciamos e vamos ampliar é o observatório do comércio que estamos instalando onde temos vice-presidências. Trata-se de uma fonte de coleta de dados. Com eles identificamos obstáculos e sugerimos soluções, muitas vezes em forma de políticas públicas.

Quais os planos para incentivar inovação e tecnologia ao setor?

Breithaupt – Um projeto que admiramos e, através do Senac e da própria federação, podemos participar é o dos Centros de Inovação, do governo do Estado, liderado pela Secretaria de Desenvolvimento. Isso visa, sem dúvida, levar Santa Catarina a outro patamar. Qualquer empresa inovadora, inclusive do nosso setor, pode participar desses centros. Nós, do comércio, precisamos utilizar mais tecnologias, incluindo as redes sociais, para ampliar nossos negócios, melhorar a relação do lojista com o consumidor. O comércio eletrônico é uma realidade.

Por que a Fecomércio passou a priorizar pesquisas?

Breithaupt – No meu primeiro mandato tiramos a pesquisa do chão. Esse setor demanda conhecimento. Nesses quatro anos chegamos a um patamar muito bom de apuração, acerto, mas queremos mais. Fazemos quatro modalidades de pesquisa: perfil de consumo (comércio eletrônico, classe média, mercado imobiliário); sazonais (datas comemorativas); econômicas (hoje temos índices de endividamento e inadimplência junto com sindicatos de regionais); e turismo. As pesquisas requerem tecnologias especiais, tivemos que buscar know-how.
Nos moldamos, dependendo da necessidade podemos formatar a pesquisa necessária para determinado setor. Se não temos a expertise, vamos buscar onde há. A equipe de pesquisa foi constituída há cinco anos.

Como vocês promovem a maior aproximação com os empresários do setor?

Breithaupt – Com as 10 câmaras setoriais buscamos uma aproximação do empresário com a federação. Queremos identificar as necessidades, aquilo que incomoda as diversas categorias para tentar minimizar os problemas do dia a dia. Precisamos entender a relação nova das empresas com o consumidor. Temos que trazer os empresários aqui para resolver os problemas deles.

A educação ganhou força nas instituições da Fecomércio – Sesc e o Senac. Quais são os focos?

Breithaupt – A qualidade é prioridade. Com o Sesc, atuamos com educação infantil e ensino fundamental. O Senac oferece cursos técnicos, graduação e pós-gradação com ênfase nos setores que representamos. Também estamos expandindo cursos pelo Pronatec. Um país referência, para nós, é a Coréia do Sul. Há 60 anos ela estava devastada, investiu alto em educação fundamental por 20 anos e avançou. Acreditamos que só vamos mudar o país se investirmos em educação fundamental. Não que que o ensino médio e universitário não sejam importantes, mas a base tem que ser mais consistente. Todos devem ter um mínimo de educação fundamental. Os nosso investimentos do Sesc têm se voltado a essa área. Temos 18 escolas de educação infantil e 8 escolas de ensino fundamental. O Senac tem 27 unidades mais cinco carretas-escola. Entre os anos de 2010 a 2013, qualificou 179 mil profissionais para o mercado de trabalho. Vamos ter três novas escolas modelo de ensino fundamental no Estado em horário integral, uma em Joinville, uma em Jaraguá e outra em Itajaí.

Qual é o orçamento do Sistema Fecomércio para este ano?

Breithaupt – Cada casa (Fecomércio, Sesc e Senac) tem orçamento separado. Juntos, eles vão somar cerca de R$ 400 milhões este ano.

Com vê o mercado para o segundo semestre e para o ano?
Breithaupt
- Eu tenho que ser otimista. Usualmente, a nossa atividade se intensifica no segundo semestre e o ano político ajuda. Mas nossos índices de crescimento estão baixos. Eu gostaria de chegar no final do ano com resultado positivo. Acredito na criatividade do nosso empresário.

Negócio oferece a locação de brinquedos educativos por um mês

05 de agosto de 2014 1

Um negócio que ajuda a desenvolver crianças divertindo, incentiva o consumo consciente, preserva o bolso dos pais e a natureza. Este é o foco do site Coruja Maruja (www.corujamaruja.com.br) fundado em fevereiro pela socióloga e mãe Anelise Vaz Kaminski (foto). Oferece locação de brinquedos educativos por um mês. O Kit- Coruja vem com com produtos higienizados e embalados individualmente, adequados à idade da criança de zero a seis anos. Após um mês, a família faz a troca. Anelise está surpresa com o sucesso.

Foto: Claudete Santana Lago / Divulgação

Foto: Claudete Santana Lago / Divulgação

Uma virada no setor de tecnologia

05 de agosto de 2014 1

A empolgação no lançamento nacional da linha de crédito de R$ 300 milhões para o setor de tecnologia da informação, a MPME Inovadora, numa parceria entre o BNDES, o BRDE e entidades do setor, ontem, em Florianópolis, teve diversos motivos. Agora, pelas condições oferecidas, micro, pequenas e médias empresas de software, hardware e serviços poderão investir em inovação no longo prazo para disputar o bilionário mercado do setor no Brasil e lá fora. Podem tomar recursos por taxa de 4% ao ano em até dez anos para pagar, com carência de até 48 meses.

O presidente do conselho da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), o empresário catarinense Gerson Schmidt, explica que essa linha é um marco da evolução do Brasil para oferecer condições para o setor poder inovar e ter mais possibilidades de competir. Para chegar até ontem, foi preciso muita conversa com o governo federal, as instituições financeiras, a Abes e a Acate, entidade que representa o segmento no Estado. Isto porque a queixa geral era de que havia falta de crédito ao setor de software por se tratar de serviços, sem ter como oferecer garantias físicas.

Para Schmidt, agora as empresas de tecnologia dos polos de SC e outras do país terão mais condições de investir e inovar para disputar o mercado nacional que soma US$ 61 bilhões por ano, 3% do mercado mundial de TI que supera US$ 2 trilhões por ano. Do total nacional, o hardware representa US$ 36 bilhões e a maior parte é importada. O software responde por US$ 9 bilhões e empresas do Brasil detém apenas US$ 2 bilhões desse montante. Se criarem sistemas competitivos podem fornecer para o país e o mundo por valores muito maiores, aumentando o faturamento, por isso a linha lançada ontem é importante.
- O Brasil representa 47% do mercado da América Latina, seguido pelo México, com 22%. Somos muito representativos regionalmente – diz Schmidt ao observar que as empresas, no país ainda prestam muitos serviços, o que não agrega muito valor.

Segundo o presidente da Abes, Jorge Sukarie, que também esteve no evento de ontem, o setor deve crescer 14% este ano.Entre as lideranças presentes estavam o vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Neuto de Conto; o superintendente do BRDE, Nelson Ronnie; o presidente da ACATE, Guilherme Bernard; o analista de TI do BNDES, André Medrado; o gerente setorial do departamento de TI do BNDES Ricardo Rivera e o diretor do Programa Start-Up Brasil no MCTI Felipe Matos.

Segundo o BRDE, participaram do evento representantes das empresas e instituições Agriness, Alto Qi, AQX, Assespro, BC&M, Automatisa, B&A Consultoria, Brasil TI, TDI Informática, Cebra, Chipus, Codde, Contronics, Ema Softwares, Fenainfo, FH Consultoria, Flin, Hacon, IMIA Projetos, Inovação Tecnologia, Inside Systems, Intredebook, Lógica E, Macnica, Microrede, Newspace, Orbiit, Paradigma, Pixeon, Pratical One, PROGIC, Sábia, Sistemarketing, SOFTCORP, Softex, Specto, Teclan, TELTEC, V Office, Viaflex, VITRUVE, Viva, Void Caz, Voltolini, Way 2, Weightec, Uppoints, Visão GRO, Catamoedas, Sensorweb, Reivax, Esos, SEBRAE, Aquarela, Smacky Technologia, Instituto Stela e Boreste.