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Posts com a tag "investimento"

Porto de São Francisco ganhará o oitavo berço

16 de setembro de 2015 0

Líder em movimentação de cargas no Estado com 40% do total, o Porto de São Francisco do Sul vai ganhar o berço número 401, o oitavo do complexo. Com autorização da Secretaria dos Portos da presidência da República, seis empresas iniciaram estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental para o arrendamento do berço, processo que vai durar 60 dias.

Segundo o presidente do porto, Paulo Corsi, o investimento previsto é da ordem de R$ 200 milhões, o edital será lançado no início do ano que vem e o terminal deverá estar pronto e operando em 2017. Localizado ao lado do berço 101, ele vai movimentar 4 milhões de toneladas por ano. Corsi explica que será para múltiplo uso, com ênfase em carga geral ( contêineres industriais), mas também com granel.

A construção desse novo berço faz parte do Programa de Investimento em Logística – PIL Portos, lançado este ano. A propósito, é bom que alguns investimentos se tornem realidade.

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Onda de energia solar avança

10 de setembro de 2014 1
Usina de Energia Solar Cidade Azul em Tubarão é a maior do Brasil. Foto:  Caio Marcelo, BD, 20/08/2014

Usina de Energia Solar Cidade Azul em Tubarão é a maior do Brasil. Foto: Caio Marcelo, BD, 20/08/2014

As amplas opotunidades de geração de energia solar no Brasil, a rejeição crescente da população a fontes mais poluentes como térmicas a diesel e a carvão e o avanço das tecnologias no exterior sinalizam um cenário promissor para investimentos em unidades solares, especialmente em residências e empresas.

O presidente do Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas na América Latina (Ideal), Mauro Passos, vê amplo potencial na geração solar. Sempre atento ao que acontece lá fora, ele informa que o setor fotovoltaico (de placas solares) nos Estados Unidos já emprega 143 mil trabalhadores e fatura US$ 15 bilhões (R$ 34 bilhões) por ano. Esses dados foram revelados pelo presidente da associação americana de energia solar, Rhone Resch. – Com o leilão específico para energia solar em outubro o Brasil começa a se apresentar como um novo e promissor mercado na América Latina. Os principais players globais do setor estão atentos ao que irá acontecer no leilão – observa Passos.

Para ele, o Brasil deveria investir mais na produção de placas fotovoltaicas ou atrair companhias de fora que desenvolvam essas tecnologias. Além disso, precisa formar técnicos para fazer as instalações.

Queda de investimento pesou mais no recuo da economia

29 de agosto de 2014 1

O resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do país no segundo trimestre veio pior do que as consultorias esperavam, com queda de 0,6% frente ao trimestre anterior e de 0,9% em relação ao mesmo período do ano passado. As principais causas dessa recessão técnica são a redução da taxa de investimento (formação bruta de capital fixo) em -5,3% e da despesa de consumo da administração pública (-0,7%).

A formação bruta de capital fixo indica quanto as empresas investiram em máquinas e equipamentos para produzir outros bens no futuro e, também a atividade da construção civil pelo fato de requerer uma série de outros serviços e produtos.
A indústria, uma das principais responsáveis pela alta da taxa de investimento, teve recuo de 1,5% no segundo trimestre, o que significa que é quem mais sente a recessão. No mesmo período, os serviços tiveram retração de 0,5% e a agropecuária, setor que avança acima da média no Brasil, teve alta de 0,2%.

Queda do PIB e eleições
A recessão técnica pode provocar algumas mudanças nas intenções de votos dos eleitores, mas não de forma a pesar no resultado final da eleição presidencial. Com a economia em queda, quem mais pode perder eleitores é a presidente Dilma Rousseff porque seus adversários vão culpá-la pelos pífios resultados do PIB. O candidato Aécio Neves pode atrair mais votos porque já apresentou o principal nome da sua eventual equipe econômica, o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga. A candidata Marina Silva, que está atraindo mais eleitores, ainda não mostrou claramente o que fará na economia e quem será seu ministro da Fazenda. Apesar disso e da inflação elevada, como a maioria tem emprego e não conhece sobre impactos futuros de decisões econômicas do passado e do presente, vai votar em quem chamar mais a atenção para temas gerais.

Renda fixa é mais segura para investidor, diz gestor de recursos

11 de agosto de 2014 2

alexamorim11Gestor de recursos autorizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e credenciado pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), Alexandre Amorim, da Par Mais Planejamento Financeiro, acompanha de perto a movimentação dos mercados. Nas últimas semanas, ele esteve em São Paulo para reuniões com representantes de alguns dos principais bancos de investimentos e corretoras do País.E sexta-feira, em evento para convidados, ele e os sócios recebem em Florianópolis o responsável pela área internacional da Credit Suisse Hedging-Griffo, Arthur Wichman. Confira, a seguir, orientações de Amorim considerando o atual cenário.

O que mais preocupa quem tem recursos para investir?
Alexandre Amorim – Há muita incerteza sobre os rumos da economia – no Brasil e no exterior. A recente instabilidade provocada pelo conflito na Ucrânia, por exemplo, fez com que muitos investidores que tinham recursos na Rússia migrassem para o mercado brasileiro, mais atrativo do que o de outros membros dos BRICs. Ao mesmo tempo, o FED (Federal Reserve, banco central americano) sinalizou que não tem a intenção de aumentar os juros no curto prazo, o que também refletiu em mais dinheiro aplicado no país. Esse cenário pode indicar dólar em queda e bolsa em alta. Mas o cenário não é tão simples. O Brasil também sofre por causa das incertezas sobre o futuro da economia. A inflação segue em nível elevado, os juros estão muito altos, o crescimento do PIB é pequeno, as famílias estão endividadas e perdem poder de compra e a eleição presidencial é fonte de insegurança no mercado.

Nesse cenário, qual a opção mais segura de investimentos?

Amorim – Desde o início do ano as aplicações de renda fixa se mostram as mais positivas. Os juros estão elevados e devem se manter assim por algum tempo ainda, o que reflete positivamente nesses investimentos. Aplicações como os CDBs bancários, títulos públicos (tipo LFT) e as Letras de Crédito (LCIs e LCAs – que tem isenção de imposto de renda) vem garantindo ganhos superiores à inflação com risco baixo. A bolsa e o dólar, por outro lado, seguem com grande volatilidade. Os ganhos momentâneos em algumas dessas aplicações podem ser expressivos, mas os riscos são maiores. Lembrando que a opção ideal de investimento, independente do cenário, depende do perfil de cada um (capacidade de exposição ao risco). Mas no atual cenário a alocação em renda fixa tem sido maior que a média, para todos os perfis de investimento.

A bolsa e o dólar são boas opções?

Amorim – Ao se investir em ações compramos frações de empresas, portanto a valorização do investimento depende muito do potencial de crescimento e geração de lucro dessa empresa. O valor do dólar em relação ao real depende muito dos fundamentos econômicos e crescimento do país. Além dos fundamentos, o valor tanto das ações quanto do câmbio depende muito do fluxo de investimentos, especialmente de estrangeiros. Como o dólar tem forte influência nos preços de tudo que é vendido no pais e, consequentemente, na inflação, atualmente a cotação do dólar tem sofrido forte influência do Banco Central, que compra e vende dólares no mercado.O que deve determinar se dólar e bolsa serão bons investimentos nos próximos meses será a condução da política econômica pelo próximo governo. Caso se mantenha a atual política, espera-se (no mercado) que os investimentos em ações percam ainda mais valor e o dólar se valorize. Caso haja mudança na política e aumento na confiança dos investidores, poderemos ver uma forte valorização da bolsa. O câmbio, nesse caso, pode sofrer uma desvalorização no início (em razão da entrada de capitais), mas a tendência é que no médio prazo busque patamares mais justos, que sem dúvida estarão acima da cotação atual.

Qual a expectativa dos investidores para 2015?

Amorim – O Brasil vai pagar em 2015 o preço por anos de desequilíbrio fiscal e erros na condução da política econômica (como a intervenção indevida no mercado de energia) e a política de crescimento baseada no estimulo ao crédito e ao consumo. As taxas administradas pelo governo (combustíveis e energia elétrica, principalmente) deverão subir, pressionando a inflação e diminuindo ainda mais o poder de compra das famílias. Sem dúvidas teremos mais um ano de baixo crescimento da economia, especialmente da indústria.Algumas mudanças podem ocorrer a partir do resultado das eleições. A confiança dos investidores dependerá de uma forte mudança na condução da política econômica do país, o que inclui uma boa equipe econômica e a autonomia do ministério da fazenda e do banco central. Considerando que, apesar de tudo, o Brasil ainda é uma boa economia se comparada a seus pares, caso ocorram essas mudanças, é bem provável que obtenhamos novamente a confiança dos investidores e seus investimentos. Esse aumento de confiança se reflete na entrada de recursos no país, estimulo e crescimento da economia, formando um circulo virtuoso.

Fórum trata de soluções para gás natural

06 de agosto de 2014 0

A falta de gás natural na região Sul está fazendo com que dezenas de empresas optem por investir em outras regiões, especialmente o Nordeste. Para discutir soluções a esse assunto, vão se reunir hoje à tarde, na Fiesc, representantes do Fórum Industrial Sul, que é integrado pelas federações industriais dos três Estados, mais a CNI, além da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace). Será apresentado um estudo sobre o impacto da falta de gás na economia e a Abrace apresentará o Projeto+Gás, que discute o insumo na matriz energética brasileira.

Indústria quer fundos de investimentos para a região Sul

06 de agosto de 2014 0

A Federação das Indústrias (Fiesc) e o BRDE discutem na manhã de hoje a instituição de fundos de investimento para a região Sul. A reunião, a partir das 10h, terá a participação da secretária de desenvolvimento regional do Ministério da Integração, Adriana Melo Alves. Os empresários do Sul voltam a discutir, também, a criação de uma instituição semelhante à Sudesul (Superintendência de Desenvolvimento da Região Sul), que foi extinta décadas atrás enquanto a Sudene, do Nordeste, continua ativa e levando muitos investimentos para lá, inclusive empresas que estão fechando nos três Estados do Sul.

Anjo abre nova fábrica em Criciúma

01 de agosto de 2014 0

A Anjo, de Criciúma, uma das principais fabricantes de tintas, solventes e complementos do país, vai inaugurar mês que vem sua quinta fábrica na cidade. O projeto visa continuar o crescimento da empresa que faturou R$ 352 milhões em 2013. A meta é crescer 8% neste ano e triplicar o valor nos próximos 10 anos. O investimento na nova planta é de R$ 9 milhões. A unidade vai fabricar  resinas para os segmentos automotivo, imobiliário, industrial e flexográfico.

Economista recomenda diversificar investimentos e ter uma reserva

28 de julho de 2014 0

Bovespa1
O
economista Rafael Costa, gestor do fundo de investimentos Próprio Capital, de Florianópolis, fala sobre sua estreia na Bolsa e dá conselhos sobre gestão de finanças pessoais.

Como foi seu primeiro investimento na Bolsa?
Em 1997 a crise da Ásia estava começando, eu tinha uma sobra de dinheiro e decidi investir em ações. A Bolsa tinha caído. Depois veio a crise da Rússia, a desvalorização cambial e o resultado ficou aquém da minha expectativa porque eu precisei do dinheiro e tive que vender praticamente pelo mesmo valor. Não tive ganhos. Valeu a experiência.

Como procede hoje?
Eu diversifico mais. Sou um profissional com registro para gerenciar dinheiro na Bolsa. Fiz gestão de um fundo com o Banrisul, outro de eólicas e, paralelamente, tínhamos um clube de ações. Esse clube virou o fundo Próprio Capital que hoje faz a gestão de R$ 11 milhões. Também participo do fundo. A gente investe em 14 empresas de 10 setores. Não focamos ganhos diários, mas a estratégia de negócio das empresas e investimentos nas que têm mais potencial para crescer.

Que conselhos prioriza na área de finanças pessoais?
Vejo que muitas pessoas não fazem reservas com liquidez. É preciso observar o tripé dos investimentos: risco, rentabilidade e liquidez. A pessoa não vai conseguir isso na mesma aplicação. Por isso, para quem tem renda estável como servidores públicos e aposentados recomendo ter uma reserva equivalente a seis meses de renda para uso em curto prazo, com liquidez. Esse dinheiro pode ser aplicado em renda fixa. Se é um profissional liberal, é preciso ter reserva equivalente a um ano ou dois.

Foto: Yasuyoshi Chiba, AFP, Bovespa, 3 de outubro de 2011

Tecnologia de SC para transporte sobre rodas

28 de julho de 2014 0

 

Foto: Fabrine Jeremias / Divulgação

Foto: Fabrine Jeremias / Divulgação

Uma das indústrias catarinenses que aceleraram expansão nos últimos anos é a Librelato S.A. Implementos Rodoviários, de Orleans, no Sul do Estado. A companhia, que tem cinco fábricas no município e cresceu 40% ano passado, detém 11% do mercado de semirreboques e rodotrens do país. O principal investimento atual é em nova fábrica no Espírito Santo, um projeto de R$ 40 milhões. Também comprou um terreno em Criciúma para empreendimento futuro. Quem está à frente da empresa é o executivo José Carlos Sprícigo (foto), indicado pelo fundador José Carlos Librelato, que faleceu ano passado.

A Librelato vem se destacando nos mercados interno e externo. O que impulsiona essa expansão?

José Carlos Sprícigo – Ao longo dos anos, a Librelato tem aproveitado as oportunidades de mercado. Temos plantas segmentadas. Uma atende o mercado de basculante, outra o de grãos e assim por diante. Aliado a isso, oferecemos produtos de qualidade reconhecida com uma força de vendas em todo o Brasil e lá fora.

Quais produtos a empresa fabrica?

Sprícigo – Fazemos a linha pesada (para carretas e caminhões), que responde por 85% do nosso faturamento. Inclui semirreboques, bitrens e rodotrens (puxados por cavalo mecânico). Entre os mais vendidos estão o graneleiro/carga seca e o basculante. Fazemos também tanque para o transporte de combustível, semirreboque silo para grãos e o carrega tudo, que leva outros veículos. Também temos a linha leve. Os segmentos em que atuamos são semelhante aos da Randon.

Como foram os resultados de 2013 e quais as expectativas para este ano?

Sprícigo – A empresa faturou meio bilhão líquido (R$ 500 milhões) ano passado, com crescimento de 40% frente ao ano anterior. Este ano, o mercado prevê queda de 18%. O recuo maior será na linha pesada e a Librelato cresceu mais na linha leve. Seria bom se conseguissemos o mesmo resultado de 2013 que foi maravilhoso.

Como foi a trajetória da Librelato desde a fundação até agora?

Sprícigo – A empresa nasceu em 1969 fabricando carrocerias de madeira, com toda a família envolvida, liderada pelo patricarca Berto Librelato. Em 1980, José Carlos Librelato, um dos seus filhos, fundou a Irmãos Librelato, que é a empresa atual. Em 1998 fizemos o primeiro semirreboque basculante; em 2001, a primeira carreta, um semirreboque graneleiro. Em 2011, a Librelato se transformou em Sociedade Anônima (SA) de capital fechado, onde teve aporte de importantes fundos de pensão, liderado pelo CRP VII, do qual participam Funcef, Petros, PNDESpar e outros. A família ficou com 83% do capital e o fundo, 17%. Essa mudança acelerou o crescimento. Temos mais de 2 mil empregados e uma linha diversificada de produtos.

Vocês firmaram uma joint venture com um grupo italiano Como evoluiu?

Sprícigo – Fizemos uma joint venture com a empresa italiana Themac International S.A. Criamos a Libremac Ambiental Implementos Rodoviários Ltda. que já começou a produzir. Oferece equipamento para coleta lateral de resíduos sólidos (lixo) em cidades. É um sistema já adotado na Europa, exige só o motorista. No RS, duas cidades já estão utilizando: Caxias do Sul e Porto Alegre (bairro Moinhos). Em SC, Chapecó começou o projeto. O produto está credenciado no BNDES para aquisição pelo Finame. Isso facilita.

Quanto a Librelato está investindo?

Sprícigo – Vamos instalar a primeira fábrica fora de SC em Linhares, no Espírito Santo. A Brametal, de Criciúma, e a WEG, de Jaraguá, também têm projetos lá. Nosso investimento inicial é de R$ 40 milhões, para a produção de 2 mil carretas por ano. Vamos gerar 300 empregos diretos na unidade.

Como está a presença nos mercados?

Sprícigo – No Brasil estamos em todas as regiões, do Chuí ao Acre. No exterior, começamos a prospectar mercados em 2012, no ano passado já fizemos exportações para o Paraguai, Chile, Bolívia, Uruguai e Argentina. Ainda este ano vamos iniciar vendas ao Peru e estamos negociando com países da África. No exterior também está duro vender. No Chile a demanda caiu 50% devido a uma série de medidas da presidente Michele Bachellet. Hoje, exportamos 8% da nossa produção.

E os investimentos em pesquisa e desenvolvimento como estão?

Sprícigo – Temos uma diretoria de pesquisa e desenvolvimento (P&D). A Librelato foi reconhecida entre as 50 empresas mais inovadoras da região Sul. Entre as nossas inovações estão um produto de alumínio e uma linha de eixos especiais.

Fizemos exportações para o Paraguai, Chile, Bolívia, Uruguai e Argentina.

Carreira na Librelato

Graduado em Direito e Contabilidade, o executivo José Carlos Sprícigo, 50 anos, está na Librelato desde 1982, onde começou fazendo uma cotagem de estoque. Pelo seu talento em gestão, foi indicado pelo fundador para sucedê-lo na presidência. Como a companhia é uma SA, tem conselho de administração presidido por Aloir Librelato. Sprícigo é casado com Nádia Cordini e tem duas filhas: Malu e Clara.

Clube das bilionárias ganha mais uma empresa

27 de março de 2014 0

A Portobello, maior indústria de revestimentos cerâmicos da América Latina, entrou no seleto clube das empresas catarinenses bilionárias. A companhia comandada por Cesar Gomes Junior atingiu receita bruta de vendas de R$ 1,05 bilhão no ano passado, 19% mais do que em 2012. O lucro líquido do período alcançou R$ 90 milhões, 38% superior ao do ano anterior. A empresa está investindo R$ 210 milhões em fábrica no Estado de Alagoas vai lançar a marca Pointer,de preço mais acessível para o mercado nordestino.

As bilionárias de SC
O clube citado pela coluna considera a receita bruta de vendas (faturamento). No ranking elaborado pela revista Amanhã e a consultoria PwC no ano passado, com base nas receitas de 2012, as bilionárias do Estado são: BRF, Bunge, Tractebel, WEG, Celesc, Eletrosul, Aurora, Tigre, Tupy, Hering, Angeloni, Casan, Cooperalfa, Chapecoense Geração, Ciser, Tuper, Enercan, Schulz e Dass. No ano de 2013, a Portobello entrou no clube. Mas há grupos catarinenses com diversas empresas que, pela forma de organização societária, não aparecem como bilionários, mas sua receita bruta ultrapassa R$ 1 bilhão. Nessa lista dá para citar a Havan, grupo Pereira (Comper e Fort Atacadista), Giassi Supermercados, empresas da família Weege (Malwee) e outras.

Atualização em 28 de março, às 2h

Em números

Empresas       Receita RLV ou RBV/ano  (em R$ bilhões)

Bunge                  38,4 (RLV-2012)

BRF                      30,5 (RLV-2013)

WEG                       6,8 (RLV-2013)

Aurora                  5,7 (RBV-2013)

Tractebel               5,6 (RLV-2013)

Celesc                      4,5 (RLV-2012)

Tupy                         3,1 (RBV-2013)

Tigre                       2,9 (RBV-2013)

Angeloni              2,2 (RBV-2012)

Eletrosul             1,9 (RBV-2012)

Cooperalfa           1,8 (RBV-2013)

Hering                 1,7 (RLV-2013)

Portobello           1,0 (RBV-2013)

Giassi                      1,0 (RBV-2012)

Havan*                  1,0 (RBV-2012)

Malwee*              1,0 (RBV-2012)

Tuper*                1,0 (RBV-2012)

Dass*                   1,0 (RBV-2012)

G. Pereira          4,0 (RBV-2014 – estimativa)

* Mais de R$ 1 bilhão

RBB=Receita Bruta de Vendas ou faturamento

RLV=Receita Líquida de Vendas

Estaleiro de Cingapura vai investir US$ 80 milhões em SC

07 de março de 2014 0

O Keppel Singmarine Brasil, estaleiro de Navegantes que é uma subsidiária do grupo Keppel Corporation, de Cingapura, vai investir US$ 80 milhões em novos equipamentos e aumento da produção de embarcações de apoio a plataformas. O plano foi divulgado ontem pela diretoria da companhia ao secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Paulo Bornhausen, durante visita da missão de SC ao complexo industrial do grupo em Cingapura. Essa ampliação aumentará mais de mil os empregos diretos no estaleiro que já conta com quadro superior a 100 trabalhadores.
A unidade fabril foi adquirida da americana TWB em 2010 e está concluindo investimento de US$ 18 milhões, disse ontem o presidente do grupo Loh Chin Hua. Os recursos estão sendo utilizados na produção de navios, reformas no estaleiro e formação de pessoal, inclusive em Cingapura.
Ele admitiu para a coluna que é difícil investir no Brasil porque o país incluiu Cingapura na lista de paraísos fiscais porque a tributação do capital aqui no país asiático é menor. A mudança disso está sendo negociada.
O Keppel tem outra unidade fabril no país, a BrasilFels, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, que produz e reforma plataformas e navios-sonda (FPSO). O estaleiro emprega 7 mil pessoas. Um dos maiores conglomerados industriais de Cingapura, a Keppel Corporation tem 40 mil empregados, dos quais 30 mil atuam no país. Em 2012, ela obteve lucro líquido de quase US$ 2 bilhões.