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Posts com a tag "moda"

O negócio da moda em debate em Balneário Camboriú

29 de setembro de 2015 0

Grandes nomes da moda catarinense e brasileira participam hoje (30) e amanhã (01) da ONDM, conferência O Negócio da Moda, no Maria’s, em Balneário Camboriú. O evento abre hoje às 15 horas com a palestra Venda valor, de Marcelo Caetano, da revista VendaMais. Na sequência, às 16 horas, acontece o primeiro talk show, sobre Mercado, que terá como debatedores os presidentes do Santa Catarina Moda e Cultura (SCMC0) Claudio Grando; presidente da Ampe de Brusque, Luiz Rosin; presidente do Sindicato das Indústrias Têxteis e de Confecções de Blumenau, Ulrich Kuhn; presidente do Sindicato Calçadista de São João Batista, Wanderley Zunino; e o coordenador da Câmara de Desenvolvimento de Moda da Fiesc, Sérgio Pires. Eu serei a mediadora deste debate.

Para discutir sobre marketing na moda, será realizado talk show às 17h30min, tendo como painelistas Fransergio Martins, da Carmen Steffens; Edson Amaro da Cia. Hering; Edson Vasques da Dudalina; Jordana Damiani da Damyller; e Pirscila Damiani da Lança Perfume. A mediação será da colega colunista Laura Coutinho, do Diário Catarinense.

O tema Estilo será abordado por Manu Carvalho, do blog Vitrine, às 19h30min, e a programação de hoje se encerra às 21 horas com talk show que terá os estilistas Ronaldo Fraga e Fernanda Yamamoto, e a editora da revista Elle, Renata Piza.

Interessados podem se inscrever no site . A programação continua amanhã com outros nomes fortes da moda. Amanhã, a palestra final será de Paulo Borges, fundador e presidente da São Paulo Fashion Week, uma das maiores semanas de moda do mundo.

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Marcas aproveitam o Miss Mundo Brasil para se projetar

21 de junho de 2015 0
Foto: Lez a Lez, divulgação

Foto: Lez a Lez, divulgação

Duas empresas catarinenses fornecem seus mais recentes lançamentos para os concursos de beleza Miss Mundo Brasil e Mister Brasil 2015 que acontecerão esta semana em Jurerê Internacional. A grife de moda feminina Lez a Lez (foto), do Norte do Estado, fornece os looks da sua coleção primavera-verão para a prova Best Model. Já para o desafio esportivo serão utilizados equipamentos e métodos da Mormaii Fitness.
Além disso, grifes do exterior também marcam presença. A marca russa de confecções de luxo O’Blanc fará o seu lançamento no Brasil durante o desfile do jantar de gala no Il Campanário Villaggio Resort. No mesmo evento, será oficializado o ingresso do champagne francês Duval-Leroy no mercado catarinense.

Nova Vidal Ramos

22 de outubro de 2014 0

Lojas de moda do Vidal Ramos Open Shopping, do Centro de Florianópolis, realizam hoje, das 11h às 17h, o Vidal Fashion Day 2014, com produtos de moda para o verão. Vão participar 16 lojas da rua que foi revitalizada.

Fashion Outlet oferece moda a preço acessível

20 de setembro de 2014 0

Mais de 70 lojas participam desde quinta-feira do 8º SC Fashion Outlet que vai até hoje, às 22h, no CentroSul, em Florianópolis. Projetado pela Martelli Produções, oferece moda feminina, masculina, infantil, calçados, acessórios e itens de beleza. Os descontos, semelhantes aos de liquidações, chegam a 70%. O evento tem estacionamento gratuito e entrada beneficente de R$ 7. Entre as lojas participantes estão Arezzo, Pax, Quote, Datelli, Tevah, Schutz, Colcci, Lacoste, Santa Lola, M.Officer, Deluria, Evidencia, Capodarte, Dumond, Morena Rosa e outras.As coleções à venda são as de outono e inverno.

Fashion Date

18 de setembro de 2014 0

Hoje é dia de Fashion Date no Neumarkt Shopping, em Blumenau. O evento de moda da RBS TV em parceria com a Almeida Junior já aconteceu no Continente Shopping e vai passar por todos os shoppings do grupo, incluindo o Garten, de Joinville e o Balneário Camboriú.

O objetivo é apresentar as coleções de primavera e verão, mostrando as principais tendências para a próxima estação. Na primeira edição estiveram na passarela as marcas Shoulder, Damyller, Clube Morena Rosa e Lança Perfume.

Moda catarinense em evidência

12 de setembro de 2014 0

Pela segunda vez consecutiva, a empresária e estilista Laci Baruffi foi convidada a participar do Vogue Fashion Night Out. O seleto evento da revista Vogue passou ontem em Curitiba, onde Laci apresentou produtos e ações a consumidores. E na quarta-feira a marca de bolsas e acessórios lançou a coleção verão nas suas seis lojas em Santa Catarina e no Paraná. As peças se destacam pela qualidade, design e cores vivas. A inspiração veio da pop art.

Foto: Laci Baruffi, divulgação

Foto: Laci Baruffi, divulgação

Santa Catarina se prepara para exportar mais moda

25 de agosto de 2014 0

Após nove anos de união pelo avanço do design de moda em parceria com universidades, o Santa Catarina Moda e Cultura (SCMC), integrado por 17 empresas, dá um novo salto para ampliar as exportações. Está aderindo ao Texbrasil, programa entre a Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit) e a Apex-Brasil, agência de promoção de exportações do país que inclui capacitação, inteligência competitiva, promoção comercial e consultoria da Fundação Vanzonlini.

Sábado, empresários que integram o SCMC, movimento presidido por Claudio Grando, receberam no condomínio Vivá Cacupé, em Florianópolis, o presidente da Abit, Rafael Cervone, para discutir a adesão ao Texbrasil.

Estudos feitos pela Abit, segundo Cervone, revelam que consumidores do exterior gostam do estilo de vida alegre e colorido do Brasil. Ele diz que o maior potencial para exportar é de produtos de qualidade, mas de médio valor. Entre os mercados potenciais estão as Américas, Ásia (especialmente as grandes cidades da China, e Europa). Para o europeu, por exemplo, vestir produtos brasileiros remete à alegria, explicou Cervone.

Conforme Claudio Grando, o objetivo é que todas as empresas do SCMC possam participar do Texbrasil. Outra meta é atrair mais empresas ao movimento voltado ao design de moda no Estado. O grande objetivo, segundo ele, é colocar o Estado como polo gerador de moda, de produtos de valor agregado.
- Queremos atrair mais empresas de todas as regiões para fortalecer a nossa cadeia têxtil, que é completa – diz Grando.

Leia a entrevista com o presidente da Abit, Rafael Cervone:

Como iniciou o programa Texbrasil?
Rafael Cervone - O programa começou há 13 anos numa parceria entre a Abit e a Apex-Brasil, tem como objetivo fomentar as exportações e promover a internacionalização e o posicionamento das empresas lá fora. E um projeto muito grande que envolve a sensibilização das empresas para exportação, capacitação, inteligência competitiva, promoção comercial, missões internacionais e a internacionalização de fato (nivel cinco), que são as empresas que já se posicionaram globalmente e são referência para as demais. Hoje, estamos falando neste evento da gestão do processo de inovação. Não é só a inovação de produtos, mas a forma de inovar dentro das empresas. Isso permite que o sistema todo de inovação seja vivenciado de maneira adequada e isso faz com que a empresa dê um salto tecnológico.

Onde o Texbrasil começou a ser implantado?
Rafael – É um programa que iniciou em SP, estamos partindo para a terceira turma. Nosso parceiro é a Fundação Vanzonlini, da Universidade de São Paulo. Estamos partindo para a terceira turma e já são mais de 50 empresas participantes.

Que cenário vê para o setor têxtil brasileiro?
Rafael
- Estamos fazendo uma revisão do plano prospectivo do setor. Fizemos um plano para 15 anos que termina em 2023 e estamos atualizando para 2030, o que deve ficar pronto até o final do ano. Estamos projetando o futuro do setor, que é um dos mais importantes para a economia brasileira. É integrado por 30 mil empresas que faturaram no ano passado algo em torno de US$ 60 bilhões de dólares. É o segundo maior empregador da indústria de transformação, atrás só de alimentos e bebidas junto, emprega 75% de mulheres, das quais 40% sustentam seus lares, é um setor que tem investido mais de US$ 2 bilhões em máquinas e inovação mesmo depois da crise esse valor dobrou. Até 2008 esse valor médio era de US$ 1 bilhão, o que mostra que o setor está investindo. Temos 30 mil empresas e detemos o know-how de toda a cadeia, que é longa. Acho que pouquíssimos países do mundo detém isso, desde as fibras naturais e sintéticas até o fashion design. As empresas tendem a se verticalizar, partindo para o varejo. Essas têm conseguido resultados melhores. Aqui em Santa Catarina temos alguns exemplos. A Dudalina é um caso típico, que partiu para a inovação do lado feminino, se internacionalizou.
Como estão as empresas de SC?
Rafael - O Estado de Santa Catarina tem demonstrado uma pegada muito interessante. Primeiro com o Santa Catarina Moda e Cultura, que a gente vem acompanhando desde o início e tem feito a diferença no setor. Esse movimento tem mudado o próprio Estado, com esforço enorme de agregação de valor, trabalho em conjunto, capacidade de inovar. Isso se reflete nos números das empresas.

Quais são as perspectivas lá fora?
Rafael
– O Brasil enfrenta falta de competitividade. Não adianta o setor investir US$ 2 bilhões por ano se o país não é competitivo. Aliás, isso tem afetado a produtividade das empresas. Nos últimos anos, os salários cresceram muito acima da inflação e a lucratividade não acompanhou. É importante melhorar a infraestrutura e fazer as reformas. Há 15 ou 20 anos, nós já tivemos market share de 1% no mercado mundial. Esse cenário é muito interessante, considerando o os negócios têxteis internacionais, sem considerar o mercado interno de cada país, falamos de algo em torno de US$ 650 bilhões. Sabemos que nos próximos 10 anos esse mercado, com crise e tudo mais, vai subir para US$ 850 bilhões. Então, pensamos em qual market share queremos ter. A nossa meta é voltar a ter pelo menos 1%, aí vamos exportar US$ 7 bilhões e não US$ 1,3 bilhão como hoje.

Com que produtos vamos competir?
Rafael
– De uma coisa eu tenho certeza: o Brasil não vai competir mais em commodities. A estratégia das empresas, agora, é agregar valor. Eu também acho que o posicionamento da moda brasileira não precisa ser o mesmo da Louis Vuitton, Prada ou Gucci. Há um middle market (mercado de produtos de médio valor) onde os nossos designers podem fazer a diferença, até pela questão do preço. Não adianta se posicionar no meddle market com preço da Louis Vuitton, aí não vamos vender.

As restrições da Argentina estão prejudicando muito o setor?
Rafael
– A Argentina e o nosso principal cliente. Apesar de estarmos inseridos no Mercosul, ela não nos trata como um país do mercado comum. Ela se protege e dificulta o máximo nossas exportações. Resultado disso é que nos últimos quatro anos perdemos 40% do mercado argentino. E eles não ampliaram o parque fabril próprio,mas substituíram os nossos produtos por outros mais baratos da Ásia, especialmente da China.

E outros mercados?
Rafael
– Em função dessa restrição na Argentina, nossas empresas passaram a buscar outros mercados. Primeiro foi em outros países da América Latina. Agora, avançam no mercado Árabe, Rússia e, por incrível que pareça, a China. Nós, da Abit, estamos finalizando um estudo de mercado de dois anos na China, envolvendo as grandes e médias cidades, Essas de segunda grandeza têm de 15 milhões a 10 milhões de habitantes. Também identificamos que os consumidores chineses estão se saturando das grandes marcas e abrindo espaço para o novo. E o Brasil é visto como novo, especialmente em função da Copa do Mundo e Olimpíadas de 2016.

A questão ambiental ajuda a abrir mercados?
Rafael
– Isso tem muito apelo, especialmente na Europa. O algodão brasileiro é bem aceito. Existe algo no mundo que é o BCI, o Better Cotton Iniciative, que considera o produto auditado, controlado desde a origem, que preserva o meio ambiente e não utiliza o trabalho escravo. O Brasil representa mais de 55% do BCI mundial. Isso pouco se conhece ainda. O algodão colorido da Paraíba e da Bahia tem feito sucesso na Alemanha e no Japão. Existe empresa de Minas trabalhando design com base na etnografia indígena ou do corante natural da Amazônia. O Brasil conta com uma diversidade cultural muito grande. A moda de SC é diferente de São Paulo, que é diferente da Bahia que é diferente de Minas. Essa diversidade chama a atenção lá fora. O Brasil tem condições de exportar algo único, criativo, versátil, que agrega valor inclusive do estilo de vida brasileiro. Isto no Primeiro Mundo e na China também. A classe A chinesa está crescendo, como o país é grande, isso pode fazer a diferença para nós.

Passarela plus size

20 de agosto de 2014 0
Foto: Fábio Medeiros / divulgação

Foto: Fábio Medeiros / divulgação

Coleções para o verão 2015 estarão na passarela da 10ª edição do Fashion Weekend Plus Size sábado no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. Participarão 12 grifes, entre as quais a do estilista Arthur Caliman (foto), Maison Zank, Xica Vaidosa, Chica Bolacha, Belle Plage e outras. Como, segundo o Ministério da Saúde, 51% da população brasileira está acima do peso, o mercado de moda plus size não para de crescer.

Assento sanitário high-tech vira moda em imóveis de luxo

31 de julho de 2014 0

Avança no Brasil o uso de assento sanitário eletrônico, especialmente o modelo japonês.Diversos empreendimentos de luxo já estão investindo cerca de R$ 5,5 mil (bem mais do que um refrigerador de alta tecnologia) por unidade para ter um vaso quentinho, com jatos e secagem, tudo com controle remoto. Isto porque, além de muito confortável, é ecológico (elimina ou restringe o uso de papel higiênico).

O empresário Marcelo Scherer, de Florianópolis, que conheceu esse tipo de produto quando competia no Japão, comprou para os banheiros femininos da academia F. Scherer Fitness unidades da marca TOTO, líder mundial no segmento. A novidade faz sucesso e tem levado muitas alunas a optarem pela compra para suas residências. A empresa importadora Espaço Revestir, da Grande Florianópolis, acaba de vender cerca de 900 unidades para um condomínio de luxo na Praia Brava, em Itajaí. Para quem necessita adquirir o assento sem o vaso, o preço cai para R$ 3,8 mil.

Assento portátil

assento1

O curioso é que os usuários asiáticos se sentem tão desconfortável sem o assento eletrônico que adotaram uma versão portátil para viagem (foto). Trata-se do Washlets, que custa R$ 3.990. A pessoa leva na bolsa e na hora de usar só coloca sobre o vaso sanitário e liga.

O que o produto oferece:
Tanto o fixo, quanto o portátil oferecem aquecimento do assento com controle de temperatura, lavagem da bacia e do bastão antes de cada utilização, jato com opções de movimento cíclico e massagem, temperatura e volume de água ajustáveis, sistema de aquecimento de água instantâneo, secagem com ar quente (cinco ajustes de temperatura) e neutralizador de odor automático além de sistema bactericida, que higieniza a bacia.

Em paisagem paradisíaca

31 de julho de 2014 0

A marca Beagle, do empresário Kiko Souza, de Blumenau, fotografou a campanha da coleção primavera e verão no paradisíaco arquipélago de Galápagos (Foto).  A empresa atua no país com 27 lojas próprias e mais de 400 pontos multimarcas. O foco é moda para aventura e, nos últimos anos, a empresa passou a fornecer também looks femininos.

Foto: Renan Hackradt Rêgo, divulgação

Foto: Renan Hackradt Rêgo, divulgação

Moda em expansão

07 de março de 2014 0

Brooksfield, DivulgaçãoNeste ano, o Donna Fashion Iguatemi será realizado entre os dias 8 e 10 de abril. A primeira grife confirmada é a paulista Brooksfield, que tem três lojas na Grande Florianópolis. Firme no projeto de expansão, pretende abrir 17 lojas no país até o final do ano. Desde 2009, a grife também tem a marca Brooksfield Donna.