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Posts com a tag "PIB"

Ex-ministro Roberto Rodrigues enfatiza que a alimentação garante a paz

09 de outubro de 2015 0

Do alto da experiência de quem passa circulando pelo mundo por fazer parte de 39 conselhos e entidades do Brasil e exterior, o engenheiro agrônomo e ex-ministro Roberto Rodrigues trouxe emoção ao fórum de quinta-feira ao enfatizar que a alimentação garante paz.

Agronegócio prevê perdas com o acordo transpacífico
Cadeias produtivas completas garantem estabilidade à economia de SC

Presidente da Cooperalfa comenta a falta de ferrovias em SC

– Tenho sete netos. Penso: que culpa eles têm de ter nascido? A culpa é minha. Só tenho uma missão: trabalhar para que digam que o avô deles lutou até o último dia para o Brasil ser o campeão mundial da paz – afirmou, numa referência à expansão do agronegócio que já responde por 43% do PIB.

Conforme Rodrigues, muitos homens com filhos com fome fazem uma guerra.

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Alemanha mostra o rumo na indústria

22 de setembro de 2015 0

País que consegue geração de riqueza a partir de uma indústria inovadora que responde por 24% do seu PIB, a Alemanha indica os rumos do futuro do setor de manufatura para o Brasil, que hoje consegue apenas 12% do PIB com a produção manufatureira. Segundo o presidente da DBI (Bundesverband der Deutchen Industrie), a CNI alemã, Ulrich Grillo, o futuro do setor passa pela digitalização, indústria 4.0 (uso de tecnologia junto ao consumidor), cadeias globais de valor, energias limpas e pessoas qualificadas. A propósito, a espinha dorsal do sucesso da indústria alemã é o sistema dual de ensino técnico.

Na avaliação do empresário, a crise brasileira vai passar, o país continuará sendo importante para a Alemanha e, por isso, industriais alemães pretendem continuar investindo aqui. Para mostrar a importância do Brasil, ele cita que SP abriga o segundo maior polo industrial alemão. O primeiro fica no próprio país. Além dessa linha estratégica, Grillo defendeu o fim da bitributação entre os dois países e a rápida aprovação do acordo Mercosul e União Europeia.

A importância da indústria no PIB também foi reforçada pelo presidente da Fiesc, Glauco José Côrte. Conforme o industrial, SC é o segundo Estado com maior presença da indústria na economia. Robson Andrade, presidente da CNI, afirmou que a indústria brasileira tem interesse em ampliar parcerias com a Alemanha, especialmente nas áreas de tecnologia e energia.

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Recessão e falta de rumo preocupam Santa Catarina

29 de agosto de 2015 0

Apesar de ser um dos Estados menos atingidos pela crise econômica, Santa Catarina começou a sentir mais os efeitos negativos da recessão técnica oficializada ontem pelo IBGE, com queda de 1,9% no PIB do segundo trimestre. Os principais indicadores econômicos do Estado foram negativos no período, mas um que sintetizou a piora do quadro foi o Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR-SC), considerado uma prévia do PIB. Para SC, ele foi positivo no primeiro trimestre, mas negativo nos três meses do segundo trimestre (- 0,15 em abril; – 0,38 em maio e – 0,75 em junho).

Com economia diversificada e uma ajuda do dólar alto, o Estado deverá seguir com índices melhores do que a média nacional, mas o que preocupa é a falta de rumo para a economia nacional. São muitos os problemas, mas o governo de Dilma Rousseff ajudaria se não tentasse elevar a carga tributária, cortasse mais gastos públicos correntes e criasse condições efetivas para a volta dos investimentos nacionais e internacionais.

Mesmo com as projeções de que a economia ainda vai piorar, SC poderá seguir com desempenho acima da média com o impulso cambial. O dólar alto vai permitir elevar as exportações e reduzir as importações. Isso aquecerá um pouco a indústria estadual.

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Crise na bolsa chinesa amplia a tempestade perfeita no Brasil

24 de agosto de 2015 0

As dúvidas sobre a solidez do mercado acionário da China, que derrubaram as bolsas pelo mundo nesta segunda-feira (24) – a de Xangai registrou – 8,5%, de Tóquio – 4,6% e a BM&FBovespa caiu mais de 4% – ampliam os estragos na economia brasileira, aumentando a força do que se pode chamar de tempestade perfeita, ou seja, diversas crises ao mesmo tempo. O Brasil é um dos países mais afetados pelo recuo da economia chinesa porque é um grande exportador de commodities ao gigante asiático, tanto de minérios quanto de grãos. Além disso, enfrenta recessão preocupante este ano, com queda superior a 2% do PIB, e terá mais um ano recessivo pela frente. Além da queda na bolsa e alta no dólar, que chegou a R$ 3,57 hoje, o Tesouro Nacional teve que suspender as operações do Tesouro Direto.

A lista de problemas que afetam a economia brasileira inclui a investigação na Petrobras e em outras estatais, o estouro das contas públicas devido a gastos excessivos, pedaladas fiscais e incentivos a alguns setores em detrimento de outros, desemprego, juros altos, queda nas exportações, crise política e falta de confiança na gestão da presidente Dilma Rousseff, entre outros.

Como as crises externas se repetem, o ideal seria que o país tivesse suas contas ajustadas dentro do seu orçamento. A desordem nas finanças públicas prejudica justamente os mais pobres, com corte de empregos e programas sociais. Um dos grandes erros do governo foi o desajuste nos gastos, que procura corrigir agora com o ajuste fiscal. Outro, foi não buscar acordos comerciais internacionais para inserir mais a indústria no mercado global, especialmente nas cadeias de valor. Um país do tamanho do Brasil e com as riquezas naturais que possui não pode apostar apenas em commodities e deixar a indústria em segundo plano. O fortalecimento de uma indústria competitiva melhora a qualidade do emprego e a estabilidade econômica diante das oscilações do mercado mundial. A expectativa é de que a economia chinesa tenha bons fundamentos e não derreta totalmente porque, quanto maior o problema por lá, maior será também no Brasil.

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Dívida pública federal fecha julho em R$ 2,603 trilhões, divulga Tesouro

Ressaca da Manifestação contra Dilma e o mau humor do mercado

18 de agosto de 2015 1

O mercado acordou de ressaca segunda-feira (17) com o domingo de manifestações contra o Governo Federal. A Bovespa registrou a quinta queda consecutiva e fechou com recuo de 0,61%. Em cinco pregões consecutivos de queda, o índice acumula perda de 4,33%.

Além da influência de cenário político, a divulgação de dados econômicos dos Estados Unidos e o desempenho das commodities também influenciaram o resultado. A dor de cabeça ainda se agravou com o anúncio do Relatório Focus, que reduziu a perspectiva do Produto Interno Bruto (PIB). A previsão de 0,00% para o ano que vem, na semana passada, passou para um recuo de 0,15%. Há quatro semanas, a taxa vista era de crescimento 0,33%.

Para este ano, as previsões do mercado para o PIB do país também se deterioraram. De uma queda de 1,97%, passaram para uma baixa de 2,01%.

Se Dilma fosse removida, “outro medíocre” a substituiria, diz Financial Times
Aloysio Nunes diz que PSDB apoiará impeachment de Dilma

Embora o mercado costume agir em efeito de manada – e o pessimismo esteja agindo como um vírus poderoso que contamina o ar e a economia –, é possível pensar neste momento como a hora de dar dois passos atrás para enxergar um plano mais amplo. O tradicional jornal britânico Financial Times publicou ontem editorial com leitura interessante sobre o cenário brasileiro.

O texto abre com uma retrospectiva da história. “Nos últimos 60 anos, o país também tem sido criativo na forma de remover presidentes. Getúlio Vargas foi levado ao suicídio; Jânio Quadros foi forçado a renunciar; João Goulart foi deposto em um golpe militar; e Fernando Collor de Mello foi cassado por corrupção”, dispara. E diz que muitos se questionam sobre o tempo que Dilma Rousseff ainda irá suportar no poder.

O jornal lembra, porém, que as investigações sobre a Petrobras não relacionam Dilma Rousseff e não há nenhuma acusação contra a presidente. E afirma que uma substituição, a essa altura, não traria grandes alterações no rumo macroeconômico do país.

“Mesmo que Dilma seja removida, provavelmente haveria outro político medíocre para substituí-la e, em seguida, tentar adotar o mesmo programa de estabilização econômica”, continua.

E pelos fatos, prós e contras, afirma: “A presidente deveria permanecer no cargo, apesar dos pedidos de impeachment.”

* A colunista Estela Benetti está em férias até dia 19 de agosto, neste período a jornalista Julia Pitthan assume como interina.

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"O que o Congresso está fazendo com a sociedade é um estupro", desabafa Raimundo Colombo

24 de julho de 2015 0

Preocupado com a elevação de gastos públicos bem acima do tamanho do PIB, o governador Raimundo Colombo tem afirmado, nos últimos meses, que algumas medidas de parlamentares no congresso nacional como o fim do fator previdenciário e adoção da fórmula 85/95 por aposentadorias são um estupro à sociedade. Quinta-feira, esse desabafo foi destacado pelo jornal Valor. O governador tem razão ao criticar essas medidas, mas a sociedade brasileira é prejudicada há décadas com decisões que privilegiam só alguns. Um dos pecados a baixa qualidade da educação.

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Economia de SC cresce acima da média nacional

20 de setembro de 2014 1

O ritmo da atividade econômica do país segue baixo, mas Santa Catarina continua acima da média. Foi isso que mostrou novamente o Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR-SC), calculado pelo Banco Central e considerado uma prévia do PIB. No mês de julho frente a junho, o Estado teve alta de 2,6% enquanto o Brasil cresceu 1,5%. No acumulado de janeiro a julho, SC avançou 3% e o país ficou em 0,1%.

Outro indicador importante foi a geração de postos de trabalho no Estado. Segundo o Caged do Ministério do Trabalho de janeiro a agosto SC empregou 3,4% mais enquanto o Brasil teve aumento de 1,9%. A indústria de transformação do Estado expandiu o número de vagas em 3,8% no período; e em nível nacional, a alta foi de apenas 0,3%. Conforme o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, a indústria catarinense, de janeiro a agosto, abriu 25.767 novos postos de trabalho. Se for considerada a construção civil e a extração mineral, foram 37 mil novas vagas, a maior expansão nacional, comentou o empresário.

- Os números de empregos da indústria não são para soltar foguetes, mas estão melhores do que a média brasileira. O industrial catarinense resiste a demitir – avaliou Côrte.

As exportações de SC, de janeiro a agosto, avançaram 5,83% enquanto as do Brasil caíram 1,68%. O varejo restrito do Estado cresceu 0,9% até julho e o varejo ampliado teve expansão de 2,1%.

Crise, eleições e autonomia do Banco Central

15 de setembro de 2014 0

A crise global de 2008 completa seis anos hoje, data da queda do Lehman Brothers. O Brasil se saiu bem nas medidas pós-crise, mas continuou com estímulos e isso ajudou a gerar o pibinho atual. Agora, preocupa é a guerra na campanha sobre a autonomia do Banco Central, medida que é saudável para a economia.

PIB em queda

09 de setembro de 2014 0

Pela 15ª vez consecutiva as instituições ouvidas pelo Boletim Focus do Banco Central (BC) reduziram a projeção para crescimento do PIB. Ontem, elas estimaram alta de 0,48% para este ano. E o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que, por razões pessoais, não ficará na pasta caso Dilma seja reeleita.

Queda de investimento pesou mais no recuo da economia

29 de agosto de 2014 1

O resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do país no segundo trimestre veio pior do que as consultorias esperavam, com queda de 0,6% frente ao trimestre anterior e de 0,9% em relação ao mesmo período do ano passado. As principais causas dessa recessão técnica são a redução da taxa de investimento (formação bruta de capital fixo) em -5,3% e da despesa de consumo da administração pública (-0,7%).

A formação bruta de capital fixo indica quanto as empresas investiram em máquinas e equipamentos para produzir outros bens no futuro e, também a atividade da construção civil pelo fato de requerer uma série de outros serviços e produtos.
A indústria, uma das principais responsáveis pela alta da taxa de investimento, teve recuo de 1,5% no segundo trimestre, o que significa que é quem mais sente a recessão. No mesmo período, os serviços tiveram retração de 0,5% e a agropecuária, setor que avança acima da média no Brasil, teve alta de 0,2%.

Queda do PIB e eleições
A recessão técnica pode provocar algumas mudanças nas intenções de votos dos eleitores, mas não de forma a pesar no resultado final da eleição presidencial. Com a economia em queda, quem mais pode perder eleitores é a presidente Dilma Rousseff porque seus adversários vão culpá-la pelos pífios resultados do PIB. O candidato Aécio Neves pode atrair mais votos porque já apresentou o principal nome da sua eventual equipe econômica, o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga. A candidata Marina Silva, que está atraindo mais eleitores, ainda não mostrou claramente o que fará na economia e quem será seu ministro da Fazenda. Apesar disso e da inflação elevada, como a maioria tem emprego e não conhece sobre impactos futuros de decisões econômicas do passado e do presente, vai votar em quem chamar mais a atenção para temas gerais.

Pressa

06 de agosto de 2014 0

O Senado aprovou ontem PEC do senador Luiz Henrique que acelera a tramitação de acordos internacionais no Congresso. A falta de acordos está limitando os negócios do Brasil com o exterior, o que limita o PIB.

Salto econômico

07 de março de 2014 0

O principal segredo do desenvolvimento econômico de Cingapura, que aumentou o seu PIB per capita em 100 vezes em 50 anos, foi o planejamento de longo prazo, com execução. A atual fase é de prioridade da inovação, informaram executivos da EDB Singapore. O secretário Paulo Bornhausen disse a eles que SC busca o mesmo, por isso está conhecendo o país.