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Posts com a tag "reajuste"

Comércio reclama do aumento de custos da energia no Estado

06 de agosto de 2015 0

Por Julia Pitthan*

O varejo volta a sofrer com a elevação dos custos da energia elétrica em Santa Catarina, segundo Ivan Tauffer, presidente da FCDL SC. Para ele, o aumento compromete gravemente a competitividade do comércio, que não tem opções de fornecedor. “As margens de lucro já são muito limitadas, e o reajuste pode significar prejuízo mensal”, diz.

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* A colunista Estela Benetti está em férias até dia 19 de agosto, neste período a jornalista Julia Pitthan assume como interina.

Celesc anuncia o percentual de reajuste nesta terça-feira

03 de agosto de 2015 0

Por Julia Pitthan*

A Celesc anuncia nesta terça-feira o percentual de reajuste das tarifas a partir de agosto. A expectativa é de que o número fique entre 10% e 15%. A alta é motivo de preocupação para o setor produtivo no Estado.

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A colunista Estela Benetti está em férias até dia 19 de agosto, neste período a jornalista Julia Pitthan assume como interina.

Fiesc deve propor redução da alíquota de ICMS sobre energia

22 de julho de 2015 0

A sugestão de suspender o reajuste da conta de luz para a indústria em agosto é um dos pleitos da Fiesc. Segundo o presidente Glauco José Côrte, em breve a entidade vai propor também a redução da alíquota de ICMS sobre energia ao governo do Estado. Está em 33%, uma das mais altas do país.

Fiesc pede suspensão da nova alta da conta de luz para a indústria

Planalto veta projeto de reajuste dos servidores do Judiciário

22 de julho de 2015 0

Planalto vetou o projeto de reajuste dos servidores do Judiciário que variava de 56,4% a 78,6%. Durante todo o dia, servidores fizeram protesto com buzinas, vuvuzelas e faixas em frente ao Palácio do Planalto. A decisão será publicada hoje no Diário Oficial da União. As manifestações também atingiram Santa Catarina.

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Indústrias investem para gastar menos luz

26 de setembro de 2014 0

Diante da certeza de conta de luz cara até 2018, com reajustes anuais da ordem de 25% ou mais, indústrias investem em equipamentos mais modernos, que gastam menos luz. A economia na conta supera 10% em boa parte dos casos. Entre as que adotaram essa estratégias estão três multinacionais de SC, a BRF, Tigre e Tupy, numa parceria com a Celesc, o que resultou em sobra de energia para abastecer uma cidade com mais de 10 mil residências por um ano.

A WEG, de Jaraguá do Sul, líder mundial em motores elétricos, criou até uma equipe que vai nas empresas e calcula quanto elas podem economizar e em quanto tempo os novos investimentos se pagam só com a economia na conta de luz. A Tigre acaba de fazer substituição de motores elétricos e sistemas de automação. Conseguiu economizar 11,17% no valor da conta, reduziu o consumo em 5.284,98 MWh/por ano. O retorno do investimento será em apenas dois anos e meio. A BRF conseguiu reduzir em 10% o consumo da sua planta de Chapecó, o que gerou economia anual superior a R$ 500 mil. A Tupy, de Joinville, economizou 10.641,83 MWh/ano, o que representa cerca de 2,06% do consumo anual. Investiu R$ 9,73 milhões e terá retorno em cinco anos.

IPTU da capital

19 de agosto de 2014 0

A assessoria da prefeitura de Florianópolis contestou um dado publicado na coluna ontem e aqui no blog, sobre a proposta antiga de alta do IPTU. Explicou que não há, na lei que atualiza a Planta Genérica de Valores, casos de índice de 1.500% de reajuste no imposto. Diz que a lei traz as “travas” a reajustes. O maior percentual é de 250% aplicado sobre terrenos avaliados em mais de R$ 2 milhões, sem edificação.

Aberta negociação para futuro reajuste do IPTU de Florianópolis

17 de agosto de 2014 3

Entidades empresariais de Florianópolis e o prefeito Cesar Souza Junior vão conversar nesta terça-feira com o objetivo de chegar a um consenso sobre os polêmicos reajustes de valores do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) e do Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI).

Segundo o presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (Acif), Sander de Mira, sexta-feira, após reunião entre o procurador da Capital, Alessandro Abreu, e representantes das entidades empresariais, foi protocolado no Tribunal de Justiça de SC um pedido de suspensão do julgamento da ação direta de inconstitucionalidade (Adin) em julgamento sobre o tema.

As entidades barraram o reajuste na Justiça no início do ano porque houve denúncias de altas de até 1.500% do IPTU.
Sander de Mira diz que as entidades veem com bons olhos essa abertura de discussão para o reajuste do ano que vem porque foi isso que elas sempre cobraram. Ele reconhece que há anos a prefeitura não faz uma reavaliação da planta genérica de valores de imóveis, mas é importante que ela seja justa, que cada contribuinte pague proporcional ao valor do seu patrimônio. Porém, o presidente da Acif alerta que é difícil pagar de uma vez só. Sobre o ITBI, a crítica dele é mais direta. Diz que houve aumento de alíquota, o que é alta da carga tributária.

Simples

12 de agosto de 2014 0

A demora do governo em reajustar a tabela do Simples, que não é alterada desde 2011, está tirando o sono de boa parte dos sócios de pequenas empresas. Diante da inflação alta, muitos terão que suspender atividade em dezembro para não cair na elevada tributação.

Gasolina

12 de agosto de 2014 0

O fato de diversas autoridades do governo admitirem aumento da gasolina animou investidores e as ações da Petrobras subiram 4% na Bolsa ontem. O governo estuda reajuste de 4% a 5% nos preços da gasolina e uma alta um pouco maior no diesel após as eleições.

Fiesc decide pedir redução do reajuste da tarifa de energia

08 de agosto de 2014 0
CelescFiesc

Foto: Heraldo Carnieri, Divulgação

Em reunião nesta sexta-feira à tarde, a Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) decidiu apresentar recurso na Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) solicitando a revisão do índice de reajuste médio de 22,6% na tarifa da Celesc Distribuição, para Santa Catarina, aprovado terça-feira.

O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, fez o anúncio após reunião com o presidente da Celesc, Cleverson Siewert, na qual foi feita avaliação das notas  técnicas da agência. O principal questionamento é sobre a participação de SC na partilha de energia de hidrelétrica de usinas já amortizadas. Se a distribuição tivesse sido justa, de acordo com lei sobre a matéria que recomenda a proporcionalidade de acordo com o consumo, o reajuste da Celesc seria perto de 12% e não de quase 23%.

O presidente da Câmara de Desenvolvimento Energético da Fiesc, Otmar Müller, defendeu redução tributária para a energia elétrica em SC. Na foto, Siewert (E) e Müller durante a reunião.

 

 

Fiesc vai entrar com recurso pela redução da alta na conta de luz

07 de agosto de 2014 3

A alta média de 22,62% na tarifa de energia elétrica dos clientes da Celesc Distribuição, a partir de hoje, assustou os consumidores. A Federação das Indústrias do Estado (Fiesc) vai entrar com um recurso administrativo junto a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para tentar derrubar esse reajuste para cerca da metade, pouco mais de 11%. Os argumentos a serem usados serão técnicos, adianta o presidente da federação, Glauco José Côrte. Segundo ele, o consumidor catarinense está sendo penalizado pela má distribuição da energia mais barata do mercado, aquela das usinas hidrelétricas já amortizadas (quitadas). Como a distribuidora do Estado detém 5,5% do mercado consumidor do país, deveria ter recebido energia barata nessa proporção, mas ficou com apenas 0,5%. A outra parte teve que comprar no mercado por preço bem mais caro, o que gerou um custo superior a R$ 500 milhões, incluído na alta de 22,6%. Outro aspecto técnico a ser questionado é o critério da Aneel que estabelece um custo futuro da tarifa até agosto do ano que vem. Nesse custo, ela considera, por exemplo, uma média de inflação que pode não acontecer.

Para a energia de usinas amortizadas há uma lei que define que a distribuição pela Aneel seja proporcionalmente à participação das empresas no mercado. Mas, lá adiante, num parágrafo, diz que se isso não for possível, a agência pode estabelecer critérios para essa distribuição.

-Vamos insistir na retirada desse componente que influenciou muito no aumento. Nosso cálculo é que a metade da alta pelo menos seja em decorrência da energia comprada. A nossa tarifa poderia cair para a metade, cerca de 12% – disse Glauco José Côrte.

Segundo ele, a Fiesc reconhece que é difícil conseguir uma redução, mas vai negociar. Outro argumento para excluir da tarifa é que se a alta é incluída, passa a ser estrutural porque os próximos aumentos serão sempre sobre uma base a partir desses 23%. Há indicação, também, de cobrança na tarifa de custo financeiro embora os empréstimos feitos pelo governo federal para compensar o custo de térmicas vão começar a ser cobrados apenas em 2015.
A iniciativa da Fiesc é importante não só para evitar uma tarifa super cara que está entrando agora, mas para conter altas futuras injustas. Também deveria ficar bem claro, agora, que paga a despesa extra das térmicas, as tarifas tenham uma redução de valor.

Reunião nesta sexta-feira

A Federação das Indústrias realiza amanhã uma reunião com o presidente da Celesc, Cleverson Siewert, para discutir os aspectos técnicos do aumento da tarifa. O objetivo é embasar melhor o pedido de redução da alta aprovada pela Aneel. O presidente da Fiesc, Glauco Côrte, convidou também um representante da Aneel, mas a agência não confirmou. A Fiesc também receberá amanhã os três candidatos ao governo do Estado que estão melhor colocados nas pesquisas: Raimundo Colombo, Paulo Bauer e Claudio Vignatti. O objetivo é ouvir suas propostas de governo.

Com tarifas em alta, o jeito é economizar luz

06 de agosto de 2014 0

Além do reajuste médio de 22,62% nas tarifas de energia a partir de amanhã, os consumidores catarinenses da Celesc podem se preparar para altas bem acima da inflação também nos próximos anos por conta do elevado custo da geração térmica em função das chuvas escassas. Relatório interno da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) indica que o reajuste do ano que vem será, no mínimo, de 14,16% em função dos empréstimos de socorro ao setor. Essa informação foi divulgada pela Folha de S. Paulo ontem, mas negada pela Aneel.

Consultorias da área projetam reajustes em torno de 25% para 2015 considerando todos os custos. A Safira Energia, por exemplo estimou alta média de 18,7% em 2015 e 2016, especialmente em função do socorro a distribuidoras que soma perto de R$ 24 bilhões. O setor produtivo catarinense está muito preocupado com o impacto das tarifas nos preços e geração de empregos. Para o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, a alta vai pressionar preços, elevar a inflação e piorar a situação da indústria. A Fecomércio reconhece que é preciso pagar mais em função da geração térmica, mas critica o atraso em obras de geração de energia.

Este é o momento para ampliar o uso racional de energia. Além de reduzir a conta do usuário, retarda ou evita mais investimentos. Para residências, por exemplo, é recomendável usar de forma eficiente a iluminação, eletrodomésticos e ar condicionado. O mesmo vale para empresas. A Fiesc lançou cartilha com centenas de orientações técnicas para uso racional de energia, entre elas estão a troca de máquinas e eletros antigos por novos. O manual está acessível gratuitamente no site da entidade, o www.fiescnet.com.br, sob o título Energia.

Acij recebe os presidentes da Celesc e da Fiesc hoje

28 de julho de 2014 0

A Associação Empresarial de Joinville recebe hoje, no final da tarde, os presidentes da Celesc, Cleverson Siewert, e da Fiesc Glauco José Côrte. Cleverson participará de uma reunião fechada com a diretoria da entidade, às 18h, Vai falar sobre o índice de reajuste da tarifa de energia do Estado, que vai vigorar a partir de 7 de agosto. Diversas indústrias do município são intensivas em energia e avaliam se vão suportar custo 20% maior do insumo.

Depois, às 18h30min, o presidente da Fiesc falará na reunião aberta da entidade, sobre as expectativas da indústria no segundo semestre do ano.

Este post foi corrigido. A versão anterior indicava que ambos falariam na reunião aberta, já que tinha sido publicada nota anterior falando do tema de Glauco Côrte.

Leia mais:
::: Celesc solicita reajuste de 20,49% nas contas de energia

Empresas cobram reajuste da tabela do Simples nacional

24 de julho de 2014 0

Entre as micro e pequenas empresas e empreendedores individuais, milhares aguardam a mudança da tabela para inclusão no Simples nacional, que não é reajustada desde 2011 apesar da inflação média de 6,5% ao ano. O governo prometeu aumentar o limite, mas solicitou um estudo para a Receita Federal que ficará pronto em três meses. Isto para saber o impacto da mudança na arrecadação. Hoje, para ser enquadrada no Simples uma pequena empresa não pode faturar mais de R$ 3,6 milhões por ano. As microempresas estão limitadas a R$ 360 mil por ano e os empreendedores individuais, em R$ 60 mil.

Segundo o vice-presidente da Federação das Associações de Pequenas Empresas de SC (Fampesc), Alcides Andrade, há a expectativa de que a alteração ocorra ainda este ano, como foi prometido. Ele diz que muitas empresas limitam vendas aos principais clientes para não cair na tributação comum, bem mais elevada. São pequenos negócios familiares, importantes para geraçaõ de renda, mas que não querem e não podem ser grandes. Andrade afirma que as últimas mudanças aprovadas no Congresso beneficiam basicamente três categorias de serviços: corretores de seguros, corretores de imóveis e fisioterapeutas. Houve mudança também na substituição tributária, mas SC já havia resolvido esse problema.

Para outras categorias, os benefícios não serão expressivos, aleta a advogada tributarista Karula Corrêa. Em alguns casos, o Simples pode ter carga tributária maior.

Celesc pede alta de 20,49% na conta de luz

23 de julho de 2014 0

A Celesc solicitou para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) um reajuste tarifário médio de 20,49% para vigorar a partir de 7 de agosto. Vale observar que essa não é a tarifa definitiva que será divulgada pela Aneel em data mais próxima da mudança de tarifa. Considerando os custos da energia térmica e reajustes concedidos pela agência a outras distribuidoras, o pleito da empresa de SC ficou aquém do esperado. Os reajustes já concedidos variam de acordo com os custos de cada companhia.

A Cemig, distribuidora de Minas Gerais, teve autorização para alta de 14,30% em abril ao consumidor residencial. Para a Copel, do Paraná, a Aneel autorizou 35%. Como ficou muito alto, o governo estadual decidiu reavaliar. Aqui em Santa Catarina, a indústria que é intensiva em energia está muito preocupada com os impactos de uma tarifa elevada e sinalizou até com demissão se não puder suportar os custos mais altos.