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Posts com a tag "WEG"

CDL critica greve dos bancários e outros destaques desta sexta-feira

16 de outubro de 2015 0

A CDL de Florianópolis critica a greve dos bancários, que já dura 10 dias. Segundo a entidade, muitas empresas estão com dificuldades porque não conseguem descontar cheques e obter dinheiro.

WEG na energia solar
A catarinense WEG firmou parceria com a chinesa ET Solar para oferecer soluções em projetos de energia solar como construção de usinas solares em que o projeto é entregue pronto. A informação é do O Estado de S. Paulo. A WEG não pôde falar porque está em período de silêncio. O serviço será via ET do Chile.

Corrupção na pesca
 A investigação da Polícia Federal na Operação Enredados, que levantou fraudes nas licenças para pesca, explicam boa parte das dificuldades enfrentadas pelo setor em SC. Líderes no país, as empresas sempre criticaram barreiras e custos. Agora pode melhorar.

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WEG abre nova fábrica em São Paulo

08 de outubro de 2015 0
WEG, divulgação

WEG, divulgação

Com capacidade para produzir mais de 1,3 milhão de litros de tintas industrias por ano, a multinacional Weg, de Jaraguá do Sul, inaugura fábrica em Mauá, São Paulo, este mês. Os produtos serão para os segmentos de repintura automotiva, autopeças, frota, rodas, vidros, espelhos outros itens. A unidade é sustentável. Tem itens como sistema de captação de água de chuva, controle de emissões atmosféricas e outras práticas de prevenção de poluição ao meio ambiente.

Para inspirar

Eggon: o homem motivado por uma ideia. Este é o tema da exposição que o Museu WEG de Ciência e Tecnologia abre dia 13, em que mostra documentos, fotos de família e objetos pessoais que ajudam a contar a trajetória profissional de Eggon João da Silva (foto) principal empreendedor do gigante grupo WEG, de Jaraguá do Sul, que faleceu dia 13 de setembro. A mostra vai até 14 de novembro.

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WEG compra a espanhola Autrial, de painéis elétricos

17 de setembro de 2015 0

A WEG, de Jaraguá do Sul, anunciou ao mercado hoje, 17, a aquisição da Autrial S.L., produtora de painéis elétricos para equipamentos e instalações industriais, sediada em Valência, Espanha. A companhia é de controle familiar, fundada em 1977 e tem ampla experiência na fabricação de painéis elétricos de partida e proteção de motores, painéis de distribuição, painéis para grupos geradores, painéis para sistemas fotovoltaicos e outros.

Com parque fabril de 10 mil metros quadrados, 130 colaboradores, a Autrial obteve ano passado receita de aproximadamente 14 milhões de euros. A WEG não informou o valor pago pela empresa.

Morre Eggon João da Silva, um dos fundadores da Weg de Jaraguá do Sul

- A aquisição vai alavancar os negócios de produtos de Automação da WEG na Europa e nos permitirá avançar em nosso projeto de internacionalização da unidade de negócio – explicou Manfred Peter Johann, diretor superintendente da WEG Automação.

Conforme a nota emitida pelo grupo catarinense, a transação está sujeita ao cumprimento de determinadas condições precedentes. Uma das estratégias adotadas para crescer no exterior é por meio de aquisições. Na última segunda-feira, em palestra na Associação Empresarial de Joinville, o presidente do conselho da WEG, Décio da Silva, disse que o grupo está investindo em torno de R$ 300 milhões em duas fábricas no exterior, uma no México e outra na China.

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Werner Voigt, um dos três fundadores da WEG, está hospitalizado

17 de setembro de 2015 0

Industrial Werner Voigt, um dos três fundadores da WEG, sofreu fortes emoções com a morte do sócio e amigo Eggon João da Silva no domingo (13). Provavelmente por isso, teve um AVC de gravidade média na madrugada de terça-feira (15) e foi internado no Hospital São José, de Jaraguá do Sul, onde reside. A família preferiu não falar sobre a saúde do paciente, mas o médico Vicente Caropreso informou para o jornal A Notícia sobre o AVC. Segundo o médico, Voigt, que já teve outros acidentes vasculares, chegou a ser internado na UTI e, depois, ficou internado em observação.

Werner Voigt é o único do trio fundador  do grupo  ainda vivo. Geraldo Werninghaus faleceu em 1999, num acidente automotivo em Corupá. As iniciais dos nomes dos três formam a marca WEG, que, em alemão, significa caminho.

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Sonhar grande, às vezes, é um bom começo, diz Décio da Silva

15 de setembro de 2015 0
Acij, divulgação

Acij, divulgação

Apesar da morte do pai, Eggon João da Silva – um dos fundadores da WEG – domingo, o empresário Décio da Silva ( C ) manteve sua palestra agendada na Associação Empresarial de Joinville (Acij) ontem (14), o que foi considerada uma homenagem da entidade ao mentor da companhia. Presidente do conselho do grupo, Décio falou sobre o tripé definido desde o início pelos três fundadores da multinacional: visão de longo prazo, execução e pessoas. Foi recebido com auditório lotado, pelo presidente da Acij, João Martinelli(E), e o prefeito de Joinville, Udo Döhler (D). Ao final da apresentação se emocionou ao falar do pai.

A WEG faturou R$ 7,8 bilhões ano passado e planeja chegar aos R$ 20 bilhões em 2020, com crescimento médio de 17% ao ano. Atualmente, 19% da produção é desenvolvida nas fábricas que o grupo tem no exterior e 51% do faturamento vem da atuação no mercado internacional, incluindo as exportações. O empresário, que presidiu por 18 anos o grupo e, em 2008, passou o posto para o executivo Harry Schmmelzer Junior, agora é o principal responsável por manter a estratégia da empresa nos diversos setores em que atua e avança com diversificação.

Leia mais no texto da assessoria da Acij, feito pelo jornalista Júlio Franco:

O que levou a Weg a ser uma companhia de grande porte? Sua cultura empresarial, responde Décio da Silva, presidente do Conselho de Administração do Grupo. Desde o início, os fundadores criaram uma vantagem competitiva muito importante, que inclui Visão de Longo Prazo, Execução e Pessoas.

“Nosso planejamento estratégico, feito há mais de 30 anos, nos mostra como crescer. Tivemos que investir em pessoas, numa cidade pequena, de cultura agrícola até então. Nossos executivos, dos 20 principais, não são de carreira”, destacou.

O Negócio da Weg, segundo ele, está ligado a eficiência energética, energias renováveis e automação. “Energia Eólica é uma realidade e a energia solar um sonho. A Eólica veio pra ficar, mas a solar ainda precisa de investimento”.

Segundo Décio, as grandes diretrizes estratégicas são conhecidas em todos os níveis e a direção pra onde a empresa está indo é sabida por todos.

Depois detalhou os investimentos pelo mundo, com destaque para o México e China, com investimentos superiores a R$ 300 milhões.

“Não temos clientes excessivamente grandes e trabalhamos com todas as moedas. Isso ajuda a mitigar um pouco o risco nos negócios. Além disso, nossos negócios nos permitem crescer por etapas, em degraus, o que chamamos de expansão modular.”
Destacou ainda a presença global, a capacidade de crédito e o modelo verticalizado, como diferenciais competitivos interessantes.

“A gente tem que sonhar grande, mas levantar cedo pra trabalhar no direção do nossos sonhos. Sonhar grande não resolve tudo, mas às vezes é um bom começo.”
Sobre o Conselho de Administração, Décio ressaltou que são oito membros e apenas três das famílias fundadoras, embora as famílias tenham 65% do total das ações da empresa. Já o Conselho de família tem seis membros consanguineos e três fundadores natos, com a missão de ser guardião do acordo de acionistas, comunicação entre empresa e acionistas e para ajudar a desenvolver as novas gerações.

A WPA, holding da família, tem 50,1% da Weg e o controle da Oxford, entre outros negócios.

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Décio da Silva mantém palestra na Acij

14 de setembro de 2015 0

Apesar do falecimento do pai Eggon João da Silva na madrugada de domingo (13), o presidente do conselho de administração da WEG, Décio da Silva, decidiu manter a apresentação do case WEG hoje, na reunião do conselho da Associação Empresarial de Joinville  (Acij). A associação considera o evento uma homenagem ao co-fundador do grupo WEG. O presidente da Acij, João Martinelli, divulgou nota no domingo (13) destacando o legado do industrial.  Confira abaixo:

NOTA DE FALECIMENTO

Os associados, conselheiros e diretores da ACIJ –  Associação Empresarial de Joinville unem-se a família e amigos de Eggon João da Silva, bem como aos acionistas e colaboradores do Grupo WEG, neste momento de profunda dor pela perda de um de seus fundadores.

Orgulho da classe empresarial catarinense e brasileira, Eggon João da Silva nos deixa um legado como industrial e líder comunitário, que deve inspirar esta geração e aquelas que estão por vir.

Joinville, 13 de setembro de 2015

João Joaquim Martinelli

Presidente

 

 

SC e o Brasil perdem um industrial extraordinário

14 de setembro de 2015 0
WEG, Divulgação

WEG, Divulgação

Eggon João da Silva (C), mentor da mais admirada multinacional catarinense, a WEG, e articulador da recuperação da Perdigão em 1993, hoje a BRF, foi um empreendedor extraordinário. O desenvolvimento do grupo que fundou, a WEG, uma das gigantes mundiais de equipamentos para o setor elétrico, o colocou no seleto grupo de lenda empresarial, brilhante, admirado dentro e fora do Brasil. Jaraguá do Sul e região têm o maior orgulho dele e da transformação que proporcionou para a região com seu modelo de gestão, inteligência e disciplina, melhorando a renda e a qualidade de vida da cidade, do Estado, do país e de mais de uma centena de países onde a WEG e a BRF atuam ou vendem seus produtos. Hoje, a companhia emprega 31 mil pessoas, das quais 15 mil em Jaraguá. Estima-se que cerca de 30% do movimento econômico do município esteja ligado diretamente ou indiretamente à WEG.

As lições que aprendi com o empresário Eggon da Silva
Um adeus em sintonia com a vida de Eggon, sócio da WEG
Para sócio Werner Voigt, honestidade era principal marca de Eggon da Silva

O grupo que fundou com os sócios Werner Voigt (E) e Geraldo Werninghaus (D) – Eggon é o E da marca WEG – se tornou também um dos mais inovadores do Brasil.

Santa Catarina fica menor sem o líder inspirador, mas ele vai com missão mais do que cumprida, deixando um legado muito além da WEG e BRF. Foi conselheiro e comprou a Oxford Porcelanas, foi conselheiro da Marisol, da Tigre e de muitas outras empresas para as quais orientava voluntariamente para que encontrassem o rumo do desenvolvimento.

Senador Paulo Bauer destaca pioneirismo do empreendedor

Um adeus à altura
As homenagens de despedida para Eggon foram em sintonia com a sua vida. Muito amor da família e dos amigos, reconhecimento de lideranças. Uma orquestra acompanhou toda a solenidade, desde o velório na Recreativa WEG até o cemitério, no centro de Jaraguá do Sul.

Desde menino ele sempre gostou de música, de praticar esportes – foi jogador dos três times de Jaraguá e atleta olímpico –, de dançar e de uma roda de amigos. Seu sucesso nos negócios tem muito a ver com a sólida formação familiar. Com pai de origem portuguesa e mãe descendente de imigrantes húngaros e alemães, ele herdou a disciplina alemã e características de outras culturas. Fez o ensino fundamental incompleto porque era o que tinha em Jaraguá na época. Mas foi muito além como autodidata. Lia livros e notícias de economia, o que o tornou um grande estrategista nos negócios.

“A WEG foi uma escola para muita gente”

Foto: WEG, Divulgação

Foto: WEG, Divulgação

Parábola dos talentos
Muito emocionado com a perda do pai, Décio da Silva, ex-presidente da WEG e presidente do conselho da empresa, me contou que o Sr. Eggon, católico praticante, gostava muito da parábola bíblica dos talentos. Décio conta que o pai sempre estava pronto para dar conselhos a outros empresários, o que considerava multiplicação dos seus talentos.

Na foto, Décio, que é apontado como sucessor do pai, discursa durante a reinauguração do Museu WEG, dia 16 de setembro do ano passado, quando a empresa completou 53 anos.

Honestidade
Companheiro de Eggon desde a função da WEG, há quase 54 anos, o sócio fundador Werner Voigt disse ontem que uma das características principais do colega era a honestidade. Werner trabalhava na empresa ao mesmo tempo, mas em áreas diferentes. Eggon era administrador e ele, eletricista.

Reconhecimento
Presente no velório, o governador Raimundo Colombo afirmou que Eggon João da Silva tinha uma grande capacidade de liderança e que sua morte é uma perda para SC e o Brasil. Também em Jaraguá, o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, disse que uma das marcas do empresário foi sua visão sobre a importância das pessoas, sobre o valor das equipes nas empresas.

Colombo destaca a liderança de Eggon

Legado de união
Coordenadora do grupo de família da holding da WEG, a WPA, Márcia da Silva Petry, filha de Eggon, afirmou que um dos principais legados do seu pai foi a união da família, o que também ocorreu com os fundadores. Ele tinha sempre o cuidado de fazer o máximo de investimento em conjunto entre os três sócios. Um desses projetos foi a compra da Oxford Porcelanas, de São Bento do Sul.

Empresa no céu
Entre as curiosidades do velório, uma contada pela nora do empresário, Denise da Silva, merece registro.

– Estão dizendo que, agora, o Sr. Eggon vai se reunir no céu com o outro fundador da WEG, o Geraldo Werninghaus (que faleceu de acidente de carro em 1999), tomar umas cachacinhas e vão fundar uma empresa por lá – contou.

As lições que aprendi com o empresário Eggon da Silva

13 de setembro de 2015 0

eggon

Como jornalista, entrevistei Eggon João da Silva diversas vezes nos últimos 25 anos. Entre as dezenas de lições que aprendi, eu gosto de registrar duas que ele recomenda para que uma empresa tenha sucesso: “fazer produtos de qualidade e cumprir o prometido. Numa entrevista mais longa, em 2004, que está no meu livro A visão da Indústria, o empresário disse que quando os três fundaram a WEG, em 16 de setembro de 1961, ele não imaginava que a empresa seria esse gigante.

— Tanto que nós começamos num prédio alugado. Mais tarde, compramos um terreno para construir a primeira fábrica própria e não escolhemos o maior. Mas sempre pensamos grande. Primeiro, queríamos ser a maior indústria de motores elétricos de Jaraguá do Sul; depois, de SC; mais tarde, a maior do Brasil e, agora, do mundo. Hoje, entro na fábrica e fico estarrecido, até me embarga a voz quando vejo esse monumento, essa força de trabalho que representa a WEG — disse Eggon.

Um adeus em sintonia com a vida de Eggon, sócio da WEG

13 de setembro de 2015 0

As homenagens de despedida para Eggon João da Silva foram em sintonia com a sua vida. Centenas de pessoas se despedem de Eggon João da Silva, um dos fundadores da multinacional Weg. Muito amor da família e dos amigos, reconhecimento de lideranças, aplausos, músicas religiosas e de amizade. Uma orquestra acompanhou toda a solenidade, desde o velório na Recreativa WEG até o cemitério, no Centro de Jaraguá do Sul.

Desde menino ele sempre gostou de música, de praticar esportes – foi jogador dos três times de Jaraguá e atleta olímpico -, de dançar e de uma roda de amigos. Seu sucesso nos negócios tem muito a ver com a sólida formação familiar. Com pai de origem portuguesa e mãe descendente de imigrantes húngaros e alemães, ele herdou a disciplina alemã e características de outras culturas. Fez o ensino fundamental incompleto porque era o que tinha em Jaraguá na época. Mas foi muito além como autodidata. Lia livros e notícias de economia, o que o tornou um grande estrategista nos negócios.

“Empresa no céu”
Entre as curiosidades do velório, uma contada pela nora do empresário, Denise da Silva, merece registro.
- Estão dizendo que, agora, o Sr. Eggon vai se reunir no Céu com o outro fundador da WEG, o Geraldo Werninghaus
(que faleceu de acidente de carro em 1999), tomar umas cachacinhas e vão fundar uma empresa por lá – contou.
Apreciador de cachaça, o empresário mandava produzir com sua marca e presenteava amigos e familiares. Esse legado ele passou para a Denise.

Para sócio Werner Voigt, honestidade era principal marca de Eggon da Silva

13 de setembro de 2015 0

werner

Companheiro de Eggon João da Silva desde a função da WEG, há quase 54 anos, o sócio fundador Werner Voigt disse ontem que uma das características principais do colega era a honestidade. Era uma pessoa totalmente confiável. Werner trabalhava na empresa ao mesmo tempo, mas em áreas diferentes. Eggon era administrador e ele, eletricista.

Centenas de pessoas se despedem de Eggon João da Silva, um dos fundadores da multinacional Weg
Werner Voigt se despede de sócio em Jaraguá do Sul

Supersimples ampliado só em 2017 e outros destaques desta sexta-feira

04 de setembro de 2015 0

Em função do choro da Fazenda Nacional, Estados e municípios, a Câmara aprovou a ampliação do limite do Simples para pequena empresa de R$ 3,6 milhões para R$ 7,2 milhões só para 2017. Isto significa que em 2016 fica em R$ 3,6 milhões, igual a 2011, apesar da inflação alta. Quem fechava a loja no Natal para não ultrapassar o limite do Simples terá que fazer isso este ano e no ano que vem. Simples assim. Para 2018, o limite será R$ 14,4 milhões.

INOVAÇÃO PARA PORTAS
Startup catarinense de Videira foi destaque na 15ª Conferência Anpei de Inovação, em Pernambuco. Apresentou um sistema italiano exclusivo de isolamento para portas, o Vedaporta Casagrande. Consiste numa barra que, colocada em portas, adere ao chão, garantindo isolamento acústico, redução de consumo de energia e impedindo a entrada de insetos.

Os sócios da empresa são os engenheiros Giovani Rissi e Luciara Casagrande Parmagnani. A novidade já é oferecida em parceria pelas fabricantes de portas Veka (Biguaçu), Manoel Marchetti (Ibirama), Vert e Sincol (Caçador) e Madepar (Lages).

CATARINENSES NA FORBES
Acaba de sair a lista da Forbes Brasil com os 160 bilionários brasileiros que juntos somam fortuna de R$ 806,66 bilhões, 14% do PIB. Quatro deles são de Santa Catarina, o que coloca o Estado em oitavo lugar no ranking, ao lado de Pernambuco.

Os mais ricos de Santa Catarina são da WEG, indústria de motores elétricos e soluções de energia de Jaraguá. Os fundadores da empresa Werner Voigt, 84 anos, com fortuna de R$ 7,25 bilhões (21o do ranking), e Eggon João da Silva, 86 anos, com R$ 6,97 bilhões (25o), lideram; seguidos por Diether Werninghaus, 55 anos, filho do outro pioneiro da WEG, Geraldo Werninghaus, que tem R$ 6,10 bilhões (30o). O quarto catarinense mais rico é Itamar Locks, 60 anos, de São Ludgero. Ele se casou com Vera Maggi, filha de André Maggi, magnata da soja. Itamar tem fortuna de R$ 3,14 bilhões (67o) e preside o Grupo Amaggi. (Colaborou Julia Ayres)

TURISTAS
Graças ao feriadão da Independência, a rede hoteleira de Santa Catarina registra ocupação nas alturas. Maior hotel de Jurerê Internacional, o Il Campanario Villaggio Resort, que tem 288 apartamentos, ontem estava com ocupação de 88%. E o Jurerê Beach Village estava com 76% das 242 unidades ocupadas. A expectativa é que até amanhã chegue a 100%.

MONTE SUA PRANCHA
Os professores de atividade náutica Roberto Barddal e Marcelo Cadori, sócios da empresa Boat’n Box, lançam domingo, em Itapema, durante o 2º Festival de Stand Up Paddle, uma prancha de montar. Na linha do “faça você mesmo”, vão mostrar como a pessoa pode montar o produto e, assim, gastar bem menos.

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Como foi o PIB dos principais setores da economia brasileira

Economista Armínio Fraga visita a Weg, em Jaraguá do Sul

28 de agosto de 2015 1
Foto: Adriano Rodrigo Ferreira, WEG, Divulgação

Foto: Adriano Rodrigo Ferreira, WEG, Divulgação

Antes da palestra no Centro Empresarial de Jaraguá do Sul, o economista Armínio Fraga visitou a WEG, uma das gigantes mundiais de produtos para o setor elétrico. Foi recebido pelo presidente do conselho da companhia, Décio da Silva, pelo presidente-executivo, Harry Schmelzer Junior, pelo presidente da Associação Empresarial de Jaraguá (Acijs), Paulo Luiz Mattos, e outras lideranças. Questionado por empresários sobre como investir agora, ele foi cauteloso. Disse que cada um deve avaliar o potencial de mercado.

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WEG vê potencial para ônibus elétricos nas cidades brasileiras

01 de agosto de 2015 0

Se depender da WEG, multinacional catarinense mais inovadora do setor de equipamentos para energia, as cidades brasileiras, em breve, ficarão lotadas de modernos ônibus elétricos, ficando, assim, bem mais livre da danosa poluição dos escapamentos de veículos. O presidente Harry Schmelzer Junior informa que a companhia avançou no desenvolvimento de tração elétrica para ônibus totalmente elétricos ou híbricos. Há poucos dias, no evento Top of Mind, ele disse que o Brasil pode ser um grande inovador nesse segmento porque conta com os players para lançar esses produtos: a WEG faz a tração, as indústrias fabricantes de chassis fazem esses componentes e as produtoras de ônibus fabricam os veículos.

– Temos que começar localmente, vamos inovar, atender a demanda nacional e, depois, podemos avançar no mundo – afirmou Schmelzer. Segundo ele, a WEG já lidera o fornecimento de tração para barcos e pesquisou sistema para carros elétricos. Mas, por enquanto, não vai avançar nesse segmento em automóveis. Entre as novidades da empresa para  em inovação está a abertura de centros de pesquisa e desenvolvimento também na Alemanha e na China. A WEG investe 2,5% da receita líquida em inovação e P&D. No segundo trimestre deste ano, a empresa obteve receita líquida de vendas de R$ 2,3 bilhões, 29% superior a registrada nos mesmos meses do ano passado.

Em função desse protagonismo em pesquisa e qualidade de produtos, a companhia vem recebendo uma série de prêmios. Acaba de ser reconhecida como uma das marcas em destaque no prêmio NEI Top Five 2015-2016. A Pesquisa Nacional de Preferência de Marca de Produtos Industriais, promovida pela Revista NEI, publicação especializada da área, apontou a WEG como uma das marcas mais lembradas em nove categorias. A companhia atua nos segmentos de motores, energia, transmissão e distribuição, automação e tintas. Atualmente, está presente em mais de 100 países.

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Receita da WEG cresce quase 30% no segundo trimestre

29 de julho de 2015 0

Com atuação diversificada no Brasil e no mundo, a WEG, de Jaraguá do Sul fecha mais um trimestre em alta apesar da má fase da economia nacional. A companhia obteve receita líquida de R$ 2,349 bilhões no segundo trimestre do ano, com crescimento de 29% frente aos mesmos meses do ano passado e de 10,3% em relação ao primeiro trimestre deste ano. O lucro líquido da companhia atingiu R$ 260,9 milhões, com crescimento de 14,4% em relação ao mesmo trimestre do ano passado e de 6,1% frente aos três primeiros meses deste ano. A companhia investiu em ativos fixos R$ 202,5 milhões no primeiro semestre deste ano.
Entre os segmentos em que a WEG mais cresce estão os de motores elétricos que consomem menos energia, produtos para a geração de energia limpa e transmissão & distribuição. O grupo atua também com automação e tintas.

WEG no Dow Jones

12 de setembro de 2014 0

As ações da catarinense WEG foram incluídas ontem pela Bolsa de Nova York no índice de sustentabilidade da instituição, o Dow Jones Sustainability Indices, o primeiro indicador global a avaliar a sustentabilidade empresarial sob os aspectos econômico, ambiental e de desenvolvimento social. A partir do dia 22 deste mês, os papéis do grupo com a sigla WEGE3 estarão nessa nova categoria.

WEG compra empresa de Pernambuco

09 de setembro de 2014 0

A catarinense WEG anunciou hoje a compra da Efacec Energy Service, empresa de manutenção de transformadores de força, motores, geradores, disjuntores e serviços de engenharia para energia às indústrias. A Efacec está baseada em Recife e faturou cerca de R$ 16 milhões no ano passado. O valor do negócio não foi revelado.

A WEG também foi destaque, dias atrás, no ranking das multinacionais brasileiras da Fundação Dom Cabral. Ficou em segundo lugar entre as 10 empresas com maior presença de subsidiárias no exterior. Com fábricas e escritórios em 31 países, a companhia ficou em primeiro lugar entre as indústrias mais internacionalizadas, à frente da Vale, Petrobras e Gerdau. A companhia catarinense é um dos maiores conglomerados brasileiros. No ano passado, obteve receita líquida de vendas de R$ 6,8 bilhões, 10,6% superior a do ano anterior.

Multinacional

01 de setembro de 2014 0

A Tupy, de Joinville, foi destaque na lista da Fundação Dom Cabral sobre as empresas brasileiras mais internacionalizadas. A empresa é a 12ª no ranking das 30 mais presentes lá fora. Ficou à frente da Vale, Tigre, WEG e Embraer. O estudo avalia receita, ativos e empregados no exterior.

O presidente da Tupy, Luiz Tarquínio, diz que isso reflete a estratégia de internacionalização da empresa que obteve 72% da receita lá fora com exportações a 40 países e as duas fundições que adquiriu no México em 2012.

COM FRANQUIA
O ranking da Dom Cabral também apura as franquias mais internacionalizadas. A catarinense em maior destaque é a Hering, que aparece em 6º lugar. A primeira é a Localiza.

Com lucro maior

25 de julho de 2014 0

A catarinense  WEG fechou o segundo trimestre com lucro líquido de R$ 228 milhões, 11,2% superior ao do mesmo trimestre do ano passado e 11,3% maior do que o primeiro trimestre deste ano. A receita líquida de vendas alcançou R$ 1,8 bilhão e os investimentos somaram R$ 158,3 milhões no período. Ontem, a empresa inaugurou a primeira etapa da usina solar de Fernando de Noronha, em parceria com o Grupo Neoenergia.

Clube das bilionárias ganha mais uma empresa

27 de março de 2014 0

A Portobello, maior indústria de revestimentos cerâmicos da América Latina, entrou no seleto clube das empresas catarinenses bilionárias. A companhia comandada por Cesar Gomes Junior atingiu receita bruta de vendas de R$ 1,05 bilhão no ano passado, 19% mais do que em 2012. O lucro líquido do período alcançou R$ 90 milhões, 38% superior ao do ano anterior. A empresa está investindo R$ 210 milhões em fábrica no Estado de Alagoas vai lançar a marca Pointer,de preço mais acessível para o mercado nordestino.

As bilionárias de SC
O clube citado pela coluna considera a receita bruta de vendas (faturamento). No ranking elaborado pela revista Amanhã e a consultoria PwC no ano passado, com base nas receitas de 2012, as bilionárias do Estado são: BRF, Bunge, Tractebel, WEG, Celesc, Eletrosul, Aurora, Tigre, Tupy, Hering, Angeloni, Casan, Cooperalfa, Chapecoense Geração, Ciser, Tuper, Enercan, Schulz e Dass. No ano de 2013, a Portobello entrou no clube. Mas há grupos catarinenses com diversas empresas que, pela forma de organização societária, não aparecem como bilionários, mas sua receita bruta ultrapassa R$ 1 bilhão. Nessa lista dá para citar a Havan, grupo Pereira (Comper e Fort Atacadista), Giassi Supermercados, empresas da família Weege (Malwee) e outras.

Atualização em 28 de março, às 2h

Em números

Empresas       Receita RLV ou RBV/ano  (em R$ bilhões)

Bunge                  38,4 (RLV-2012)

BRF                      30,5 (RLV-2013)

WEG                       6,8 (RLV-2013)

Aurora                  5,7 (RBV-2013)

Tractebel               5,6 (RLV-2013)

Celesc                      4,5 (RLV-2012)

Tupy                         3,1 (RBV-2013)

Tigre                       2,9 (RBV-2013)

Angeloni              2,2 (RBV-2012)

Eletrosul             1,9 (RBV-2012)

Cooperalfa           1,8 (RBV-2013)

Hering                 1,7 (RLV-2013)

Portobello           1,0 (RBV-2013)

Giassi                      1,0 (RBV-2012)

Havan*                  1,0 (RBV-2012)

Malwee*              1,0 (RBV-2012)

Tuper*                1,0 (RBV-2012)

Dass*                   1,0 (RBV-2012)

G. Pereira          4,0 (RBV-2014 – estimativa)

* Mais de R$ 1 bilhão

RBB=Receita Bruta de Vendas ou faturamento

RLV=Receita Líquida de Vendas

As razões do sucesso da WEG

03 de março de 2014 0

O ingresso dos fundadores da multinacional WEG entre os bilionários da Forbes não surpreende quem conhece o consistente e diversificado negócio do grupo catarinense. Líder mundial em motores elétricos, foi fundado há 52 anos por três sócios cujas iniciais formam a marca da empresa: Werner Voigt é o W, Eggon João da Silva, o E, e Geraldo Werninghaus o G.

A partir do convite de Eggon, os amigos de Jaraguá do Sul decidiram unir capital equivalente a três fuscas (hoje cerca de R$ 90 mil) e passaram a fabricar motores elétricos. Eggon, que era o administrador, me falou em entrevista anos atrás que entre as principais razões do êxito da empresa estavam a oferta de produtos de qualidade e o cumprimento do prometido aos clientes. Outro ponto citado por ele foi a continuidade da sociedade. Sempre que surgia um obstáculo, o assunto era discutido em conjunto e encontrada a melhor solução para o sucesso do negócio.

Um divisor de águas para a WEG, nos primeiros anos de atividades, foi uma viagem que os fundadores fizeram à Alemanha, quando conheceram o modelo industrial do país europeu, calcado na educação técnica. Quando retornaram, fundaram o Centro WEG de formação de profissionais para a empresa, que garantiu um salto à companhia. A propósito, foi lá também que fez curso técnico Décio da Silva, filho de Eggon que presidiu a WEG por 18 anos quando ela cresceu numa média de 20% ao ano.

Vale destacar que Eggon, que tem no seu currículo ainda a recuperação da Perdigão quando essa estava falindo em 1992 e hoje resultou na BRF, estabeleceu com os sócios da WEG  oito princípios para nortear os negócios, na linha do   atendimento das necessidades dos clientes, treinamento e motivação de colaboradores e respostas rápidas ao mercado.

Hoje com gestão profissional e receita líquida de R$ 6,8 bilhões (em 2013), o grupo cresce no Brasil e exterior com aumento da produção e diversificação. Uma das maiores expansões está na área de energia limpa. Pela série de soluções oferecidas, tudo indica que a WEG seguirá trajetória consistente e acumulará mais bilhões aos seus discretos sócios que, por orientação dos fundadores, evitam exibir riqueza e investem mais em negócios que impulsionam a economia. Só para citar dois exemplos, enquanto a família Silva comprou e modernizou a Oxford, de São Bento do Sul; a Werninghaus abriu uma instituição de microcrédito, o Juriti Microfinanças; e a Voigt investe em construção.