Os Jogos Olímpicos de Londres serão disputados por doze seleções no masculino e doze no feminino.
E o sistema de disputa é simples, as seleções são dividas em duas chaves de seis; as seis equipes jogam entre si e as quatro primeiras de cada chave passam para as finais; a partir dali os jogos são eliminatórios em cruzamento para as quartas-de-finais, semifinais e finais.
A partir de hoje vou analisar grupo por grupo e no quinto post a respeito vou dar meu palpite final.
A chave A no masculino, tem os donos da casa, a Bulgária, Austrália, Argentina, Itália e Polônia.
O primeiro lugar da chave é barbada. Em condições normais de temperatura e pressão, a Polônia vencerá todos. Outra barbada é prever o que acontecerá com os britânicos. Sem experiência internacional nenhuma, os donos da casa surpreenderão muito se vencerem sets.
Sobre as três vagas restantes do grupo, as outras quatro seleções, ao meu ver estão bem niveladas. Mas vejo a Itália um pouco acima. Então fica difícil prever o que vai acontecer entre Bulgária, Argentina e Austrália.
Esperava mais da Argentina na Liga Mundial. Jogou na chave de Alemanha e Bulgária e os argentinos jogando com os titulares não venceram sets da Alemanha e jogaram de igual para igual com a Bulgária ainda saída da crise. E depois que não tinham mais chances, resolveram mandar uma seleção B para a última etapa de classificação.
Tenho um palpite que a Austrália, do técnico argentino Jon Uriarte, vai surpreender. Sobre quem vai dançar...o jogo entre Argentina e Bulgária decidirá.
Amanhã, comentarei a chave B, do Brasil.


A Austrália não surpreenderá ninguém, na minha opinião. Fez amistosos a equipe do SESI esta semana e predeu todos. Detalhe: a equipe do SESI estava sem os jogadores da seleção principal e sem os jogadores da seleção de novos.