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Mais sobre o feminino em Londres

08 de agosto de 2012 1

foto: divulgação / FIVB

No dia 25 de junho, escrevi que os italianos estavam errando em sua preparação. Vejam pelo link  jogadores italianos não estão sendo preparados corretamente

Massimo Barbolini, que ontem fez sua despedida como treinador da Itália (já que quando assinou com o Galatasaray da Turquia havia anunciado que deixaria o comando azzurra após Londres), errou em apostar que poderia deixar seu time sem jogar antes dos Jogos. Assim ao Grand Prix, enviou um time sem suas cinco principais jogadoras. E nem ele próprio dirigiu o time. É claro que as italianas jogaram, mas partidas amistosas que em nada lembram o clima de jogos oficiais, ainda mais numa Olimpíada. 

Escrevi isso antes, o primeiro jogo para valer mesmo, com dificuldades foi diante da Rússia, na última partida da primeira fase. 

E ontem, um time sem ritmo diante de uma Coreia do Sul com muito volume e muito ritmo de jogo, foi o que se viu. E assim as italianas não tiveram forças de superar a dificuldade apresentada. 

Caiu o campeão da Copa do Mundo. Caiu um grande favorito à medalha de ouro. 

As americanas, mesmo sem Berg, que torceu o pé contra a Turquia, mostraram sua força e venceram mais uma. Agora, terão pela frente a espetacular coreana Kim. E a Coreia até agora, junto com o Brasil, foi o único time a vencer um set delas. 

O Japão vencer a China também não deve ser tomado como surpresa. 

Essa China depende muito de Wang, que não está em forma, e assim a falta de maturidade das demais pesou nos momentos decisivos do jogo. O Japão, ao contrário, é um time rodado e experiente. 

Serão dois jogos bem interessantes. 

Mas, aquela aposta inicial parace estar de pé, Estados Unidos e Brasil na final.

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Comentários (1)

  • Vinícius Crevilari diz: 8 de agosto de 2012

    Acredito que o grande erro do Barbolini (que considero uma grande anta) foi, além da preparação, ter cortado uma jogadora que estava afundando bola no chão adversário durante o Grand Prix: Serena Ortolani.
    Entendo que ele queria uma oposta que entrasse na linha de passe e entendo que a Federação Italiana pressionou o técnico da Itália a convocar a Piccinini (segundo o que dizia a imprensa italiana). Mas descartar uma jogadora com o saque e o bloqueio da Ortolani é burrada. Ainda mais quando você decide levar duas líberos, em detrimento de uma oposta de força.
    Caterina Bosetti tem 18 anos, foi campeã mundial juvenil ano passado, jogou de oposta no lugar da Ortolani, mas não vi nada (NADA) de especial que me fizesse acreditar que ela poderia, em algum momento, reverter situações como a do jogo contra a Coréia do Sul.

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