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Vitória apertada do Florianópolis expõe limitações

03 de novembro de 2012 0

O primeiro jogo da final do campeonato catarinense teve ares de dramaticidade e pressão para cima do representante catarinense na Superliga.

Para quem esperava um jogo fácil, o time do oeste catarinense valorizou bastante a vitória do time da capital.

No primeiro set parecia que o time de Florianópolis apenas faria um passeio. Mas, nos sets seguintes a time dirigido por Nilson José Rex, dominou a partida a partir do saque e de uma maior consistência na recepção, fazendo com que meu amigo Joel Perosa tivesse facilidade para distribuir bem o jogo e virasse a partida para 2×1.

No segundo e terceiro sets, o time de Florianópolis não se encontrou no jogo, não achou Chapecó no bloqueio – uma marcação totalmente falha e desconcentrada. Além disso, sofreu na recepção do saque e não conseguia sair para o jogo sem o passe na mão.

Depois de virado o jogo, o time de Chapecó diminuiu o ritmo de saque, talvez por sentir aquela velha sensação de vitória contra o time favorito. E no momento que se pensa isso, vai tudo por água abaixo.

Sem ser tão mais pressionado pelo saque, o time de Floripa voltou a ter mais tranquilidade e virou o jogo fechando a primeira partida da final em 3×2.

Más atuações sempre acontecem, é normal. Porém, não dá para dizer que a falta de ritmo foi o fator determinante para o jogo ser apertado pois não acredito que o time de Chapecó tenha mais ritmo.

O que há, sim, é uma limitação técnica. Não dá para um time de Superliga perder um campeonato para um time que nem sequer venceu a Liga Nacional – campeonato hoje de terceira linha.

E nem acredito mesmo que Floripa vá perder.

Mas é bom lembrar que o levantador de Chapecó tem 42 anos. Sim, Joel Perosa é de 1970, tem a minha idade, começamos a jogar na mesma época – disputamos o campeonato estadual infantil em 1983 em Lages, ele por Chapecó e eu por Blumenau. E o ponteiro Jean Badalotti é de 1973, tem 39 anos.

Então, por favor, hoje na segunda partida o que espero é um 3×0.

A notícia da contratação do oposto Bob, que não atuou ontem, pode ser um grande diferencial nesse renovado time de Floripa. Se Bob jogar como nos outros anos quando venceu a Superliga por aqui é grande reforço. Se atuar como atuou pelo Campinas, então não será tão grande o acréscimo.

É esperar para ver.

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