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Poloneses montaram uma armadilha silenciosa

06 de setembro de 2014 0
Foto: FIVB

Foto: FIVB

No meio da enorme festa armada pela organização do Campeonato Mundial masculino na Polônia, ajudada pelo imenso amor que o povo polonês tem pelo voleibol, está escondida uma armadilha na tabela que aos olhares menos atentos pode passar despercebida e vai ajudar a Polônia a avançar na competição.

A Polônia não fez como a Itália em 2010 que descaradamente delineou um caminho mais fácil até a final, não. O caminho da Polônia foi muito bem pensado, ainda que se diga que é por sorteio.

Em primeiro lugar, a Polônia caiu numa chave mais tranquila na primeira fase e lançou o adversário mais forte aos leões na partida de abertura no Estádio Nacional. A estratégia prossegue em conquistar contra os adversários que vão passar com ela, os nove pontos possíveis e levar para a segunda fase essa pontuação inicial. Faltam apenas dois jogos: contra Camarões, cujo placar será descartado porque a equipe africana não passará à próxima fase; e contra a Argentina, no domingo, para fechar a conta.

Na segunda fase, enfrentar todos os outros bons adversários, menos Brasil e Rússia, e contra eles lutar em quatro partidas por mais ou menos cinco pontos. Provavelmente com 14 pontos a Polônia estará pelo menos em terceiro lugar na chave da próxima fase e, portanto entre as seis primeiras.

Enquanto isso, aqueles outros adversários de sua chave, na segunda fase, que são Sérvia, Itália, Irã, Estados Unidos e França arrancam pontos uns dos outros e se desgastam.

Mas, o requinte de crueldade dos poloneses foi guardado para Brasil e Rússia. Colocados na mesma chave na segunda fase, o adversário mais forte que irão enfrentar são Bulgária e Alemanha. Ou seja, a Polônia está projetando Brasil e Rússia destreinados e sem ritmo a partir da 3ª fase.

São ou não são danados esses poloneses?

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