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O regulamento da Liga Mundial 2013

22 de maio de 2013 8

A Liga Mundial desse ano, e que começará no dia 31 de maio, será disputada de forma diferente, está inchada (com 18 Seleções) e terá regulamento mirabolante.

As dezoito seleções estão divididas em três grupos de seis. Os Grupos A e B, nos quais estão as Seleções mais bem ranqueadas em agosto do ano passado, classificarão três seleções cada para a fase final, que será jogada na Argentina. O grupo C, com Seleções menos qualificadas, classificará uma seleção. A Argentina já está classificada, mas está no Grupo A, que é o do Brasil.

As Seleções se enfrentarão dentro de seu grupo, no velho sistema da Liga Mundial de dois confrontos, entre as Seleções, a cada final de semana, mas não haverá a ida e a volta, só a ida. Os dez jogos que cada Seleção farão na fase classificatória, acontecerão de acordo com seu ranking. As seleções melhores ranqueadas farão três confrontos em casa e dois fora (perfazendo assim os dez jogos nos cinco enfrentamentos dentro do grupo.

O Brasil, que está no Grupo A, enfrentará Polônia (dias 7 e 9 de junho) e Argentina (14 e 16 de junho) fora de casa; depois França (28 e 29 de junho), Bulgária (5 e 6 de julho) e Estados Unidos (13 e 14 de julho) aqui no Brasil.

Eu fico perguntando-me se esse inchaço não é promessa de campanha...

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Tunel do Tempo - Capítulo 1, Vasto Verde - Blumenau

19 de maio de 2013 0

Foto: Arquivo Pessoal - Valmor Buss.

A estreia da seção Tunel do Tempo do Blog acontece em grande estilo. Antes de comentar a foto, o agradecimento do seu envio pela querida amiga Tatiana Buss, filha do lendário treinador Valmor Buss.

Valmor não só era o treinador do time da foto como foi o responsável pelo início de minha carreira profissional como Técnico. Um grande nome, uma grande figura, uma grande pessoa e algumas ótimas passagens juntos.

Na foto acima, o time do Vasto Verde de Blumenau, no qual aparece para o Voleibol a maior atacante brasileira de todos os tempos, Ana Moser.

Pela idade das meninas, acredito que esse time seja o Infanto-Juvenil do início da década de 80.

Nem todas as meninas foram reconhecidas por esse blogueiro, assim, se algum leitor souber quem são as que não estão nominadas, as contribuições serão acolhidas.

Em pé, da esquerda para direita estão Isolde Neitzke (8); Vivian Schwarzkopf (1); Raquel Rodrigues (12). Agachadas: Shirley (10)*; ao lado dela Lenice*; Isabel Moser (4) e Ana Moser (9).

* Shirley e Lenice foram reconhecidas por Vivian.

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Onde está a voz dos jogadores de Praia?

18 de maio de 2013 3

A situação financeira do País é nebulosa. Ao mesmo tempo que o governo nos enrola com números maquiados, uma análise de fatores subjetivos nos sugerem que vivemos uma bolha prestes a explodir.

Quando as empresas investem pouco ou tem medo de investir em esporte, mesmo que lhes renda retorno de vendas, afirmação de Marcas e até deduções no Imposto de Renda, é porque a situação é instável.

Por que jogadores do nível de Emanuel e Ricardo estão sujeitando-se à essa inacreditável norma ditatorial da CBV (mais uma) de formar uma Seleção de Vôlei de Praia e desconsiderar individualidades e planejamentos?

Seria dificuldade desses jogadores, ainda que lendários heróis olímpicos nacionais de encontrar patrocinadores para bancarem suas caras estruturas?

A CBV, na pessoa de seu megalômano (quase um Willy Wonka, ou qualquer outro ditador latino-americano dos anos 70) Dr. Ary, prometeu custear tudo para os jogadores e jogadoras selecionadas em troca da sua...Liberdade.

Liberdade de escolha de parceiros;Liberdade de escolher sua comissão técnica; liberdade de escolher a competição alvo e provavelmente a liberdade de disputarem abertamente as vagas olímpicas. Pois, como tudo ali é decidido por baixo dos panos, assim será também.

Aos jogadores menos influentes restará a subserviência. Os mais influentes que não se sujeitarem serão cortados - Juliana já foi.

O que mais me deixa de queixo caído é Marcos Miranda estar a frente disso. Tinha, ou melhor, o tenho ainda em grande conta. Sempre fez ótimos trabalhos, tenho grandes referências dele.

É um projeto inovador, sem dúvidas. Mas, que caberia perfeitamente para duplas juvenis. Não para duplas adultas. A obrigação da CBV é dar suporte às duplas que atingem nível internacional. Mas não cabe à ela ingerência sobre seus planejamentos.

Bem, vocês criaram o monstro, agora precisam dar um jeito de livrar-se dele. Aproveitem que está na FIVB, é hora de uma Revolução já que estamos falando de Ditadura.

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Como penso a regra do voleibol e as categorias de base

16 de maio de 2013 0

O sulamericano acabou atrasando o post prometido falando de categorias de base. Mas agora vamos lá.

Em primeiro lugar, penso que haja um grande problema em relação à arbitragem. A tolerância que deveria haver nas primeiras categorias, em relação ao Toque por exemplo, é um assunto complicado.

Pois, ao mesmo tempo que essa tolerância em relação à certa dificuldade de execução do toque por cima da cabeça deve mesmo acontecer, o critério de como deve ser feita é complicado na comparação com quem realmente ensina e quem não ensina.

Assim, times cujo trabalho é criterioso acabam sendo prejudicados num "nivelamento por baixo" se é que me entendem. Ainda mais nessas categorias nas quais são colocados os árbitros iniciantes.

Durante anos, aqui em Santa Catarina, formamos uma Comissão de Treinadores e discutimos por diversas ocasiões como deveria ser a regra dos nossos campeonatos até 12 anos e 13 anos. E o formato que encontramos na época (que não sei honestamente se é mantido) é o que penso como ideal.

Até os 12 anos - Sistema 6x0; Levantador na posição 3 (não pode largar de segunda estando a bola acima do bordo da rede); Saque por baixo; Melhor de 3 sets; Dos 12 inscritos, 9 precisam jogar um set inteiro. Sem Líbero.

Até os 13 anos - Sistema 4x2 (sem infiltração); Saque por cima (viagem vedado); Melhor de 5 sets; Dos 12 inscritos, 9 precisam jogar um set inteiro. Sem Líbero.

Até os 14 anos - Sistema 4x2 (com infiltração); Saque por cima (viagem vedado). Sem Líbero.

Até os 15 anos - Sistema 5x1. Sem Líbero.

Acho que o Líbero não deva ser usado até o Juvenil. Os anos estão comprovando que quanto mais velho, melhor o Líbero.  Se o maior líbero de todos os tempos, Escadinha, o é exatamente pela experiencia de ter atuado em outras funções táticas do jogo no início de sua carreira, não entendo essa procura precoce.

Quanto mais precoce a especificação mais pobre o jogador se torna. Estamos falando de categorias de base, de formar o jogador para o futuro. Não de vencer campeonatos na base.

Sabe-se lá a necessidade do futuro?

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Triste encerramento de temporada 2012/2013 para o voleibol brasileiro masculino?

13 de maio de 2013 3

A temporada 2012/2013 começou turbulenta para o voleibol masculino brasileiro. Para quem não se lembra, uma participação na Liga Mundial cheia de altos e baixos e uma eliminação na fase final diante de cubanos e poloneses. Depois, numa incrível recuperação, a Seleção cresceu dentro dos Jogos Olímpicos foi à final e esteve à beira do Ouro.

De volta para a temporada dos clubes, durante grande parte da Superliga quem roubava a cena era o Móveis Kappesberg/Canoas, com seu time cheio de veteranos. O RJX, desde o começo fez uma campanha sólida e liderou quase o tempo todo. O Sada/Cruzeiro, campeão do ano passado, mesmo mantendo-se na parte de cima da tabela, demorou a mostrar seu jogo e só no returno entrou firme na disputa pela liderança.

Os dois melhores chegaram na final, que foi vencida por quem durante a temporada toda foi melhor - o RJX.

Mas aí surge o Sulamericano de clubes depois do encerramento da Superliga. Lembro que numa conversa com Horacio Dileo, antes da Superliga terminar quando o Vivo/Minas já tinha a vaga para a competição (e antes de haver a divulgação da Sede) que ele achava muito difícil a situação: jogadores em fim de temporada, alguns já apalavrados com outras equipes, muita fofoca e falatório, cansaço...e até a comissão técnica muito cansada de uma temporada que para o Minas começou em julho com o Campeonato Mineiro.

Com o time carioca não poderia ser diferente, jogadores vindos de uma longa temporada e da Seleção com contusões sérias como a de Dante.

Para os argentinos tudo era motivação. Quem dos dois times argentinos esteve em Londres?  A Liga argentina é tão dura quanto à nossa?

O resultado tinha tudo para ser o que se viu, sem menosprezar os argentinos. Mas, em condições normais de temperatura e pressão, os cinco primeiros de nossa Liga facilmente batem esses times. Não bateram agora porque a temporada acabou e só não contaram para a Confederação Sulamericana.

A imagem que deve ficar nas nossas mentes não é do Vivo/Minas e do RJX desse torneio e sim da Superliga. Essa é a que vale para a análise do trabalho realizado pelas equipes e comissões técnicas. Brilhante trabalho.

O UPCN vem ao Mundial em outubro, e enfrentará o Lokomotiv Novosibirsk e o Bre Banca Lannutti Cuneo, respectivamente campeões e vice da Europa, assim como os outros participantes. Mas, todos estarão em início da próxima temporada, vindos da temporada de Seleções.

A conclusão que chego é que mesmo que na comparação com o feminino que ganhou tudo, menos o Grand Prix, a temporada do voleibol masculino foi boa. Houve melhores trabalhos que na temporada anterior e promessa de uma próxima Superliga melhor planejada, coisa que partiu dos jogadores do masculino. Só não precisava terminar assim.

Podia ter terminado na Superliga.

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Vivo/Minas vai à final do Sulamericano contra a UPCN

12 de maio de 2013 8

As pessoas estão achando estranho o desempenho do RJX e dizendo coisas sem sentido. Como se os jogadores do time carioca tivessem subestimado os argentinos. Isso não existe.

Poderia haver desmotivação se alguma notícia como o fim do time estivesse guardada para o final da competição. Se os jogadores tivessem recebido a informação e aí não vendo o objetivo em vencer o Sulamericano poderiam estar entregando.

Mas, tentei averiguar o caso e por enquanto não confere ou a informação estaria selada.

Assim, fico com a teoria do cansaço. Pensem numa equipe cuja base emendou duas temporadas com a temporada da Seleção com uma Olimpíada no meio. Assim é a equipe do RJX.

Fisiologicamente e psicologicamente não há como o time dar respostas positivas agora. Os jogadores precisam de férias.

Só leigos acham que foi normal a partida de ontem entre RJX e Vivo/Minas. Tecnicamente e taticamente muito abaixo do que realizaram há algumas semanas. Muito abaixo mesmo - ambos.

Parecia mais uma pelada de final de semana. Culpa de quem? De quem pensou esse calendário.

O Vivo/Minas mereceu a vitória, foi um 3x0 incontestável, mas dentro da atual realidade.

Muito legal foi ver a torcida do Minas aplaudir em pé um levantamento de Marcelinho do meio da quadra para colocar a bola em condições para o central atacar. ISSO É TORCIDA DE VOLEIBOL!

E muito legal também foi a entrevista de Marcelo Fronckowiak ao final do jogo, reconhecendo a superioridade do Vivo/Minas e enaltecendo a grande temporada do RJX.

Marcelo deu uma aula de como se dar uma entrevista: "RJX" e "Vivo/Minas". Parabéns, Marcelo.

E parabéns a Horacio Dileo, a uma vitória de levar o Vivo/Minas ao Mundial de Clubes.

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RJX perdeu para BAU (Buenos Aires Unidos)? Culpa do Calendário.

11 de maio de 2013 6

Se o jogo de ontem entre RJX e o vice-campeão argentino tivesse acontecido há um mês qual seria o resultado? Provavelmente 3x0 para o time carioca.

Mas, como os jogadores e comissões técnicas está sendo submetidos à uma injusta tarefa de prolongar a temporada quando deveriam estar em férias, resultados como esse acontecem - vitória dos argentinos por 3x1.

Pois, o campeão brasileiro RJX, com Bruno, Lucão e Dante jamais, nunca, será pior que o vice argentino.

Resultado disso?

O confronto antecipado entre os brasileiros Vivo/Minas e RJX hoje na semifinal do sulamericano.

O jogo será às 18:30 com transmissão do Sportv.

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Voleibol Escolar e as Regras, como adaptá-las.

10 de maio de 2013 0

Nesse "recesso" de grandes competições, no qual propositalmente abstenho-me de escrever diariamente (o amável leitor precisa desculpar-me, preciso de disso) vou fazer alguns posts falando de iniciação; de voleibol escolar; de categorias de base - do qual, humildemente entendo um pouco.

Depois de ter trabalhado por dezesseis anos com categorias de base e estar há dez trabalhando numa escola, percebi ainda mais a necessidade de adaptação do trabalho de acordo com a faixa etária e até se estou trabalhando com meninos ou meninas.

No Colégio, a malfadada regra de poder usar os pés é um tormento. Porque é preciso proibir o uso do pé para que os meninos aprendam a estar em posição de expectativa e joguem com os braços e mãos. E de nada adianta o garoto ser super habilidoso em tudo o que faz, exatamente por isso ele vai com o pé - se fosse de manchete colocaria na mão do levantador.

Solução? Proibir. Adaptar a regra.

Então meu planejamento do Fundamental 2 (antigo Ginasial) é assim: na 5a série (6o ano) é só Mini-Vôlei. Até 4x4 e a quadra reduzida. Dessa forma, as crianças certamente tocam na bola na hora de aplicarem o que foi treinado. Se eu colocá-las para jogar 6 contra 6 na quadra oficial só tocarão na bola para sacar e olhe lá.

Na 6a série (7o ano) o jogo começa a evoluir, os três toques começam a aparecer de forma mais clara e é aqui que começo efetivamente a ensinar a cortada. O jogo é 6x0, a recepção em W, a defesa com o pivô avançado. O saque só é dado por cima por quem quiser. Ainda não ensino.

Na 7a série (8o ano) a evolução acontece no Saque, que passa a ser por cima e no ataque que começa a acontecer mais frequentemente. Mas o sistema tático ainda é o mesmo da 6a série.

Na 8a série (9o ano) depende de como as turmas chegaram - da evolução de cada uma. Se a turma é muito boa, pode até evoluir para um sistema 4x2, mas é raro. O que normalmente acontece é o 6x0 evoluir para sistema de bloqueio, defesa com o pivô recuado, mas a recepção continua em W.

Esse planejamento tem dado bons resultados em relação à Educação Física. Os meninos saem da minha mão com boa base de voleibol mesmo tendo no máximo 12 ou 15 aulas no ano. Nada tem a ver com treinamento. Volto a frisar nesse momento estou falando de Educação Física.

Sempre no trabalho dos fundamentos, a insistência é na recepção de Manchete - sempre. Não importa a regra.

Do líbero eu só explico para que serve.

Nesse final de semana escreverei sobre como penso o voleibol competitivo nas categorias de base.

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Como o calendário Sulamericano e Nacional (não) é pensado

07 de maio de 2013 10

Num Continente, hoje, cujas Confederações Brasileira e Sulamericana são administradas por interinos, já que o devido titular (que é o mesmo) está no órgão máximo do Voleibol Mundial, as bizarrices só se acumulam.

Como aceitar que tenhamos uma competição de Clubes cassificatória para o Mundial quando as equipes deviam estar de férias?

E mais, nada contra o time do Vivo/Minas mas, por que os representantes argentinos na competição que iniciará amanhã em Belo Horizonte serão o campeão e o vice da Liga "Hermana" e os nossos serão o campeão e o quarto lugar da nossa Liga?

Simples, negociação de Sede, de quem bancaria as despesas. Uma mão lava a outra...Vai ver que dessa aproximação com a CBV também provém a proibição de seus jogadores não mais participarem da Comissão do Movimento dos jogadores que pleiteia melhores condições de trabalho, salários atrasados, divisão com os clubes dos direitos pagos pela Globo, um calendário melhor...

Outra coisa muito estranha que acontece no voleibol brasileiro é a mania de marcarem campeonatos brasileiros de base em datas nas quais a Seleção Brasileira daquela idade está preparando-se para alguma competição.

Assim, como os treinadores da Seleção na sua divina arrogância pensam que seus treinamentos dão às meninas mais do que a experiência de estarem em quadra jogando por seus estados de origem, não as liberam. Ficando os campeonatos empobrecidos e as meninas menos experientes. Pois só se ganha experiência jogando.

E essa prática não é de agora. É de muitos anos atrás.

E assim vamos fingindo que a estrutura atual do voleibol nacional é linda, que tudo corre às mil maravilhas.

O calendário precisa ser melhor pensado. Em conjunto. Com todos os envolvidos reunidos.

Na reunião que houve na semana passada faltou a parte mais importante: a Rede Globo - detentora dos direitos de transmissão. De nada adiantaram as reuniões, discussões e até certas desavenças entre técnico de seleção, jogadores e CBV se a Globo disser que não aceita; que enquanto o contrato estiver vigente o que para ela for interessante será realizado.

Mas a CBV chamou a Globo para a reunião, ou será que houve uma certa manobra com o movimento dos jogadores para acalmá-los e tudo funcionará conforme CBV e Bernardinho quiserem?

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De scudetto a sulamericano de clubes

05 de maio de 2013 11

Hoje pode sair o novo campeão italiano. Caso vença a partida que começará às 12:30, hora de Brasília, o Trentino fechará a série diante do Piacenza e retomará o título que foi seu na temporada retrasada.

É uma boa oportunidade para ver em ação o levantador Raphael Oliveira, e outros grandes jogadores. Do lado do Trentino, os ponteiros Kaziyski e Juantorena são espetaculares. Do lado do Piacenza, o central cubano Simon, além de Papi, Fei e o levantador argentino De Cecco.

Em relação ao sulamericano feminino de clubes, meus queridos leitores que me desculpem mas meu precioso tempo não será gasto assistindo partidas nas quais o Unilever venceu set por 25x3. Isso mesmo, três pontos. Não faltaram dígitos. Não assisti jogo algum e nem assistirei. Se o time de Bernardinho perder algum set será um desastre ambietal de proporções irreversíveis. Assim, massacres desse tipo são cenas que não devem ser assistidas por pessoas menores de 120 anos.

De resto, o voleibol brasileiro não vai bem, obrigado. Apesar da CBV ter anunciado um grande calendário, com grandes modificações e previsão para os próximos três anos, tudo isso não passa de início de conversa. Pois, tudo depende de contratos ainda vigentes. Portanto, reuniões e mais reuniões foram realizadas, o tempo está passando e só os times que tem mais dinheiro estão contratando.

No masculino, Sesi e Sada estão reforçando-se. Os outros, incluindo o RJX que por força de problemas financeiros na OGX, está no mesmo marasmo e espera dos outros.

Enquanto isso, os jogadores do Volta Redonda continuam sem receber seus salários atrasados e pelas informações o Voltaço realmente se recusa também a pagar o último mês do contrato que seria abril.

A perguntinha que fica é: A CBV vai aceitar a permanência de um time que não cumpre seus compromissos com os jogadores na próxima temporada?

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