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Coluna DC - 16/01

16 de janeiro de 2013 2

Marquinhos deixou Porto Alegre de carro ao lado do gerente de Futebol do Avaí, Júlio Rondinelli. Foto: Caco Konzen

Negócio inacreditável

O Avaí acertou com o Grêmio a volta de Marquinhos com condições espetaculares, na verdade, inacreditáveis. Já havia informado aqui que a tentativa desde domingo era tentar aumentar o percentual do salário do galego que seria pago pelo clube gaúcho. O acerto até domingo era meio a meio. Mas o acordo fechou em praticamente 70%-30%.

É isso mesmo! O Grêmio vai arcar com quase 70% do salário de Marquinhos durante o período de empréstimo ao Avaí — 18 meses. Marquinhos vem por empréstimo e o Avaí conseguiu não ultrapassar em quase nada o teto estabelecido para a folha salarial 2013. Para o Grêmio, a saída de Marquinhos representa ainda uma economia de um milhão de reais.

Ótimo começo

As contratações de Eduardo Costa e Marquinhos mudam a avaliação do Avaí entre as equipes para o Catarinense 2013. O Avaí entrou de vez na briga. Trouxe dois nomes de expressão e que agregam peso e qualidade ao time. A chegada dos dois jogadores também representa um ótimo começo de trabalho do novo departamento de futebol do Avaí, com Ênio Gomes e Júlio Rondinelli.

O gerente, em menos de um mês de trabalho efetivo já fez bem mais que o antecessor, Marcelinho Paulista, que naufragou em muitas tentativas de contratação. Rondinelli foi o grande articulador da negociação com o atleta, seu procurador, Bruno Paiva, e com a direção gremista.

Criciúma desistiu de Cleber Santana

A linha do Criciúma em relação a Cléber Santana foi a mesma do Avaí em relação aos contratados da semana: não ultrapassar o limite do que era possível gastar. A diferença foi o final feliz para o Avaí e infeliz para o Criciúma. Com a razão acima da excitação por fechar o negócio, o Criciúma recuou por que entendeu que já tinha chegado ao limite financeiro, que já era uma proposta maravilhosa pelo futebol do craque do catarinense 2012.
Antecipação de dinheiro com pagamento de luvas em torno de R$ 300 mil e um salário de R$ 120 mil, que chegou muito próximo do que queria o jogador. O Criciúma teve pés no chão, controle e não entrou em leilão. Pontos para o gerente Rodrigo Pastana, que teve a iniciativa – seria uma grande contratação -, foi respaldado pela direção do clube, e soube recuar na hora certa.

O vice-presidente

Marcos Moura Teixeira, do Figueirense, esteve no Debate Diário, e falou pela primeira vez desde que voltou a ocupar um cargo no clube. Ressaltou algumas vezes a importância da vinda do técnico Adilson Batista para o sucesso das negociações no clube, ratificando o que já era a avaliação geral de quem acompanha o processo, não quis abrir detalhes sobre como é pago e por quem é pago —  sendo um profissional que recentemente teve rescisão de contrato com o clube —, destacou o novo momento do clube no mercado com negócios que envolvem diversos empresários, e revelou que oito jogadores vêm agora com possibilidade de investimento futuro e retorno financeiro aos cofres do Figueirense.

Comentários (2)

  • Inezita maria Cabral diz: 16 de janeiro de 2013

    Meu caro FARACO, vamos ver agora como fica o contrato de fio de bigode que o presidente Zunino tinha com Marcelino Paulista, a pressão deu certo.

  • cabral diz: 16 de janeiro de 2013

    Para a RBS parece que o o avai esta contratando o messi , o cambada de puxa saco

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